WhatsApp

Translate

Daniel na Corte de Nabucodonosor


Daniel na Corte de Nabucodonosor
Daniel 1.1: “No ano terceiro do remado de Joaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei de Babilônia, a Jerusalém, e a sitiou”.
Necessariamente, três pontos focais devem ser aqui analisados:
a) A definição do livro.
b) A pessoa de Daniel, em dois aspectos.
c) O cativeiro babilônico.
O livro de Daniel é considerado por todos como O APOCALIPSE do Antigo Testamento, em virtude de ter suas predições futurísticas  enriquecidas e aprofundadas no livro de Apocalipse, no Novo Testamento. Assim, alguns pontos importantes devem ser aqui focalizados, a saber:
“A Bíblia divide a raça humana em três partes: os judeus, os gentios e a Igreja (Cf. 1 Co 10.32)
e contém uma mensagem para cada uma das três. Vemos duas primeiras divisões. Por exemplo, este livro de Daniel trata dos judeus e dos domínios gentílicos, sem mencionar a Igreja em primeira instância.
 (Talvez pode se perceber em alguma parte, por inferência).
O N.T. dá a mensagem para a Igreja, e Paulo especialmente, em todas as suas epístolas trata delas,
enquanto que temos a palavra final de Deus para judeus, gentios e a Igreja no livro de Apocalipse. Nele, encontramos a Igreja no princípio do livro; Israel no meio, e as nações gentílicas no fim”
 O Apocalipse, um livro maior, e contém “22 capítulos, 404 versículos, 12 mil palavras (?) e nove perguntas”.
 Enquanto Daniel, contém “12 capítulos, 357 versículos e 11.706 palavras (?). E bem provável que Daniel foi o seu autor. (Cf. 7.2, 4; 8.1, 15; 9.2).
Visto que esse livro forma uma unidade, segue-se que o autor da primeira parte (histórica): capítulos 1 a 6 foi também quem compôs a segunda (que profética): capítulos 7 a 12.
Pode-se observar que Daniel fala na primeira pessoa do singular e assevera que as revelações contidas no livro foram feitas a Ele. (Cf. 7.2, 4; 8.1; 9.2, etc.).
A autenticidade de seu livro, foi comprovada pelo pró­prio Cristo (Mt 24.15; Mc 13.14). O escritor da epístola aos Hebreus elucida a mesma coisa. (Cf. Hb 11.33 a 34).
João,o Apóstolo, faz cerca de vinte e sete (27) referências ao livro de Daniel (Comp . DANIEL 2.44 ; 5.4,23; 7.7, 8,10,13,22, 25; 8.10; 10.5, 6,13; 12.1, 4, 7 com APOCALIPSE 1.7, 8; 2.18; 5.11; 7.14; 9.20; 10.4, 5, 6; 11.15; 12.7,10,14; 13.1,2,5,7; 14.14; 17.8; 19.12; 20.15; 21.27; 22.10,
etc.).
Daniel foi um jovem hebreu da classe nobre, levado cativo a Babilônia por Nabucodonosor, rei do império. Acerca de sua genealogia não sabemos muita coisa, apenas aquilo que é depreendido do livro que traz o seu nome.  Não era sacerdote, como Jeremias e Ezequiel, mas era, como Isaías, da tribo de Judá e possivelmente da Casa Real (Cf 1.3-6), isto é, da descendência de Davi.
Daniel era um profeta de Deus cujas predições são de alcance muito vasto. Vaticinou acontecimentos que ainda vão surgir na história do Planeta, os quais estamos estudando à luz do contexto do seu próprio livro.
 Ele, naquela corte, tornou se muito respeitado por ser um homem íntegro e de muita fé. O primeiro acontecimento pelo qual obteve influência na corte babilônica foi a interpretação que deu do sonho do rei.
Ele foi, realmente um homem escolhido por Deus para tão grande tarefa espiritual. O Cativeiro Babilônico.
E evidente que a grande batalha de Carquemis (605-604 a.C.), entre as forças de Nabucodonosor e as do Egito, marcaram o final do Reino de Judá e o início do grande império babilônico, que é o centro onde vão desenrolar-se os primeiros atos de Daniel.
Ele foi para Babilônia ainda jovem (1.4), talvez com a idade de 14 a 16 anos, no terceiro ano de Joaquim, ou seja, 605 a.C., e oito anos antes de Ezequiel. Certamente ele foi um dos 10 mil
cativos que Nabucodonosor levou para a corte real na capital do mundo de então. (Cf. 1 Rs 2.14). Foi colocado na corte de Nabucodonosor, e tornou-se para ele familiar a ciência dos caldeus, alcançando uma instrução superior à deles.
Foi exaltado por Deus ali, e elevado pelo rei babilônico a uma alta posição, que conservou e só foi interrompida por sua morte.
As suas profecias abrangem todo o período do cativeiro (1.21), tendo profetizado pela última vez, dois anos mais tarde, no terceiro ano do reinado de Ciro (10.1). O profeta Ezequiel, outro do cativeiro, refere-se a Daniel, citando-o ao lado de Noé e Jó, e diz que ele era um homem
justo e dotado de especial sabedoria (Ez 14.14; 20.28). 1.2:
 “E o Senhor entregou nas suas mãos a Joaquim, rei de Judá, e uma parte dos vasos da casa de Deus, e ele os levou para a terra de Sinar, para a casa do seu deus, e pôs os vasos na casa do tesouro do seu deus”.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Responderemos a todos sempre que necessário.Obrigado pela visita ao site.

Como Será Os últimos Dias ? A Vinda De Cristo.

Várias expressões na Bíblia Aponta para os tempos finais desse sistema antes da volta de Jesus. Muitas vezes chamamos de os últimos dias, úl...