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O MUNDO ESTÁ NO CONTROLE DE DEUS.


Deus está no controle do mundo

2) DEUS É QUEM GOVERNA MORALMENTE O MUNDO.
Ele é santo, reto, justo e misericordioso.
A palavra "santo", referindo-se a Deus, atinge nos profetas um significado moral, enquanto
 O distingue do homem na sua existência e na sua essência como criatura.
 A intervenção de Jeová na vida dos homens e nas nações nada tem do capricho que freqüentemente se atribui aos deuses pagãos.
Tudo contribui para o desenvolvimento do plano que desde a eternidade tem em vista.
Todos os homens são iguais perante
Ele.
 Ele está presente em toda a parte a observar a conduta dos homens, cujos segredos conhece, mesmo os mais íntimos pensamentos (Am 4.13).
 Quando castiga um país ou um indivíduo, é porque existe uma causa grave e não por mera bagatela como sucedia com os deuses olímpicos, que por uma insignificância, dizia-se, se iravam contra os homens.
 Há sempre um motivo:
a violação da lei da justiça, que é comum a Deus e aos homens.
 3) É O DEUS DA ALIANÇA COM ISRAEL.
Enquanto criou e governa todas as criaturas Deus quis um parentesco especial e único com Israel e os seus habitantes.
Vejamos: Escolheu-os de entre todas as nações da terra (Am 3.2);
Chhamou-os do Egito e instruiu-os paternalmente (#Os 11.1-4);
Deu-lhes a Lei para os orientar (#Os 8.12);
Exortou-os a obedecerem aos mandamentos (Jr 11.7), etc.
 Mas o Seu povo revoltou-se contra Ele, expondo-se a sofrer graves conseqüências.
Mesmo assim não o abandonou e manteve firme o plano previsto (#Is 6.13; #Mq 5.7-8).
Deus só deseja o bem do Seu povo.
 Por isso não o entrega nas mãos dos inimigos, senão após inúmeros conselhos (#Jr 25.4,11). b) O pecado e o arrependimento.
   Os profetas denunciam o pecado em termos decisivos, mas não deixam de insistir no valor do arrependimento.
Amós, apesar do realce que dá à justiça inexorável, em nome de Deus incita Israel a procurá-lo para viver (Am 5.4).
Oséias alude à bondade divina e apela continuamente para que voltem para Aquele que é todo bênção e todo perdão (Os 14).
Jeremias, seguindo as pisadas de Oséias, proclama em termos ameaçadores a condescendência e a compaixão de Deus (Jr 3.12).
Isaías, cujo conceito de Deus é o mais elevado, declara que o Alto e o Sublime, que habita na eternidade, habita também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos (Is 57.15).
Noutro lugar frisa que Deus é grandioso em perdoar (Is 55.7).
Também Ezequiel, que tão profundamente descreveu a majestade e a santidade de Deus para os exilados, assevera-lhes que esse Deus não deseja a morte do ímpio, mas que se converta dos seus pecados e viva (Ez 18.23).
Tais mercês nem só a Israel são reservadas. Estranhos, como Ebede-Meleque, podem entrar na aliança e participar das bênçãos divinas (Jr 39.15 e segs.; Is 56.4-7) e até os confins da terra são convidados a procurar a salvação de Deus (Is 45.22).
 Como orientadores ou chefes espirituais e religiosos, os profetas não tinham que escolher entre o seu Deus e a bondade.
A doutrina que pregavam acerca do homem e dos seus problemas dependia diretamente da maneira como criam em Deus.
Antes de tudo eram teólogos; e só em segundo lugar mestres e orientadores morais.
Como Isaías, todos eram pecadores que alcançaram misericórdia e obtiveram o perdão, graças ao poder divino nele manifestado.
 Depois de pregarem Deus, a sua principal missão era a de convencer os homens de que eram pecadores, que deviam arrepender-se e deixar-se guiar pelo caminho da justiça.
Por isso, as obras dos profetas não se apresentam como tratados sistemáticos, tal como os dos moralistas gregos.
A doutrina dos profetas era de caráter acidental, a maior parte das vezes apresentada negativamente, na descrição e na denúncia do pecado.
São, todavia, numerosos os casos de afirmações positivas, por exemplo em #Mq 6.8, onde se resumem os principais deveres a cumprir.
 Ao tratarmos do aspecto moral dum corpo de doutrina, é costume considerar-se o que se entende por sumo-bem, ou ideal; por virtude e por dever.
Observando a doutrina moral dos profetas, fácil será verificar, que o sumo-bem é apresentado sob várias formas. Umas vezes, parece ser o conhecimento de Deus, outras a justiça, ou a graça divina concedida aos justos.
Seja como for, há uma relação íntima entre todas estas formas. Sem o conhecimento de Deus, não é possível a justiça.
 Ora, enquanto a justiça implica a idéia do comportamento do homem perante o seu semelhante, na doutrina pagã não passa duma virtude de fundo muito variável; mas nos profetas, tem um sentido religioso.
Ser justo é obter um voto favorável no tribunal de Deus.
 Em alguns casos a palavra chega quase a ter o significado de "prosperidade".
Daí, o condizer com o sumo-bem, que vem a ser a graça divina ou seja uma bênção não só espiritual, mas material também.
 O pecado é que impede de se procurar e atingir o sumo-bem; afeta o culto e a conduta dos povos; conduz à idolatria e afasta as almas do caminho do bem apontado por Jeová.
Entre as personagens de maior destaque, merecedoras duma especial censura devida aos pecados cometidos, contam-se reis, políticos, sacerdotes, falsos profetas, comerciantes e chefes de família. Passemos agora a enumerar os principais pecados a que se faz alusão com freqüência:
  1) PECADOS DO CULTO DE ADORAÇÃO. 
Estes pecados incluem a idolatria e todas as práticas que com ela andam associadas, a negligência no cumprimento dos deveres do culto, ou então uma atenção meramente externa com prejuízo do espírito da Lei (AMl 1.13; Os 6.6), e a profanação do sábado (Jr 17.19 e segs.). 2) PECADOS DE ORGULHO. 
Estes conduzem à descrença e à indiferença em relação às ordens de Jeová, originando nos tempos difíceis uma confiança ilimitada nos chefes políticos e no poderio das nações, com desprezo absoluto pelo poder que vem do alto (Jr 13; Is 9.9). 
3) PECADOS DE VIOLÊNCIA E OPRESSÃO. Os profetas defendem a causa das classes desprotegidas: os pobres, os órfãos, as viúvas, os escravos, e falam contra as prepotências dos ricos e dos poderosos. 
 4) PECADOS DE LUXÚRIA E INTEMPERANÇA.
 Estes pecados, que por um lado levam ao não cumprimento dos deveres, por outro incapacitam os homens de os cumprir devidamente.
 5) PECADOS DE MENTIRA E DE IMPUREZA. 
Pelo primeiro desaparece a confiança política, comercial e social; pelo segundo, arruinam-se os fins da vida familiar. 
Segundo os profetas, as virtudes máximas do crente resumem-se a três: o arrependimento, a fé e a obediência a Deus.
O arrependimento, que os profetas tanto pregam, implicando conhecimento do pecado, supõe um pesar por havê-lo cometido, que ao mesmo tempo obriga o homem a voltar-se para o bom caminho de Deus, enquanto se desvia do caminho da iniqüidade.
 A confiança em Deus é a fonte de energias para o cumprimento do dever, é o guia nas horas incertas, o conforto nas horas tristes, a prosperidade da vida espiritual.
O conhecimento de Deus como Aquele que executa a paz, a justiça e a bondade na terra e se compraz nessa execução, é o que se recomenda acima de tudo (#Jr 9.24). Em seguida, lembra-se que a prática da justiça, da misericórdia e da humildade (#Mq 6.8) deve ser também do agrado do homem em obediência à vontade de Deus.
 Quanto aos deveres a cumprir, poder-se-ia resumir a doutrina dos profetas com as palavras de Malaquias, que são o fecho do Velho Testamento:
"Lembrai-vos da Lei de Moisés, Meu servo, a qual lhe mandei em Horebe para todo o Israel, e que são os estatutos e juízos" (#Ml 4.4).

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