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A PARTIDA DE ISRAEL DO EGITO

A PARTIDA DE ISRAEL DO  EGITO. https://youtu.be/5XCzkBxSyzo

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Maravilhas de Deus na Terra do Egito. 7:8 - 11:10.
As pragas através das quais Deus manifestou-se a Israel e ao Egito são chamadas de diversas maneiras na Bíblia:
 maggepa, que quer dizer"(um golpe severo)" (9:14) que é usado em I Sm. 4:17 em relação a uma grande derrota na guerra; nega', "(um toque ou golpe pesado)" (Êx 11:1), que é usado em Levítico, capítulos 13 e 1l4, falando-se do ataque de lepra; negep (Êx. 12:13), cognata de maggepa, "(um golpe severo)", usado apenas em relação à declina praga, e geralmente se tratando de uma calamidade imposta por Deus em julgamento (Js. 22:17).
 Por meio desses golpes que inspiravam temor, e aplicados pela mão divina, o povo deveria tomar consciência de que "Eu sou o Senhor".
As nove primeiras pragas claramente se encaixam em três grupos de três cada.
As de números um e dois, quatro e cinco, sete e oito foram anunciadas a Faraó, de antemão, mas a três, seis e nove vieram sem advertência.
 As três primeiras assaltaram ambos, Israel e o Egito, pois ambas as nações tinham o que aprender. Os dois últimos grupos só atacaram os egípcios, para que soubessem que o Deus que estava cuidando de Israel era também Deus no Egito (Êx. 8:22) e maior do que todos os outros deuses,e tamava decisões (9:14).
 As pragas eram progressivamente mais severas, as três últimas quase destruindo a terra de tao pesada  que foram(10:7).
A décima praga será discutida na próxima divisão do texto.
 Foi assim destacada das outras não só porque é o ponto culminante do julgamento e a base da redenção, mas também foi uma visitação direta de Deus, não um juízo através de causas secundárias.
 As nove primeiras pragas foram milagres naturais, no sentido de que foram intensificações de catástrofes já conhecidas no curso normal da história. Sua severidade e, mais do que isso, seu aparecimento e desaparecimento pela palavra de Moisés, foi o que as marcou como milagres.
Fizeram efeito sobre os egípcios não apenas física e mentalmente, mas também espiritualmente. Cada praga foi dirigida contra algum fenômeno da natureza adorada pelos egípcios de alguma forma relacionado com os deuses.
1) Deus Comprova o Comissionamento de Moisés e Arão. 7:8-13.
9. Fazei milagres que vos acreditem.
11. Os sábios e encantadores.
Não eram simples mágicos, mas altamente educados líderes sacerdotais do Egito, homens de vasta influência e capacidade. Se eles realizaram sua façanha por meio de
algum truque com répteis treinados, ou por meio de "milagres mentirosos" com o poder de Satanás, não pode se se sabe.
 Em qualquer um dos casos a supremacia de Jeová ficou demonstrada quando suas serpentes foram devoradas.
13. Endureceu;
Tornou forte, firme.
Três palavras foram usadas para o endurecimento do coração de Faraó; heizaq, "(ser ou tornar forte)" (7:13, 22; 8;19); keibêd, "(ser ou tornar pesado, lento)" (7; 14; 8: 15, 32); e
qeisha, "(endurecer)" (só em 7:3).
As traduções usuais escondem o fato de que está explicitamente declarado sempre quando foi Deus quem efetuou o endurecimento (9:12; 10:1, 20, 27, et al. ) e quando foi Faraó mesmo que endureceu o seu próprio coração.
Deus só endurece "aqueles que começam a se endurecer . . . os meios pelos quais Deus endurece um homem não são necessariamente alguma intervenção extraordinária de
Sua parte; pode ser através das experiências comuns da vida, operando através de princípios e peculiaridades do caráter humano que são decretados por Ele" (Cambridge Bible).
A Primeira Praga - o Nilo Transformado em Sangue. 7:14-25.15. Ele sairá às águas. Um ato devocional?
Se o propósito da visita de Faraó era adoração, ele iria descobrir que justamente o seu deus tornaria -se abominável através de um poder maior.
17. Nisto saberás.
Agora Faraó teria a resposta ao seu desdenhoso,"Quem é o Senhor?"
(5:2). E se tornarão em sangue.
Todos os anos, lá pelos fins de junho, quando as águas do Nilo começam  a subir, elas ficam de um vermelho escuro por causa dos sedimentos que descem das cabeceiras do rio.
Isto continua assim durante três meses, até que as águas começam a descer, mas a água, durante esse tempo, é potável aina hoje em detrimento da poluiçao.
 O milagre de 7:17-21 envolveu três elementos que o diferenciaram do fenômeno costumeiro:
a) as águas foram transformadas pelo golpe da vara de Moisés;
b) as águas não podiam ser bebidas;
c) e a condição durou exatamente sete dias (v. 25).
 Rios. O Nilo e os seus afluentes (lit., seus Nilos). Os canais do Nilo, valas de irrigação. Lagoas. Águas paradas formadas pelos canais. Reservatórios (lit., qualquer ajuntamento). Cisternas. Vasos.
 Nenhuma gota seria tirada desses vasos sem que estivesse contaminada. A lista de todas as fontes de água torna evidente até que ponto o Egito foi abatido pela praga.
22,23. Os magos . . . fizeram também o mesmo.
Por algum meio Por algum meio os mágicos mudaram a aparência de alguma água fazendo-a parecer sangue, e o coração de Faraó, continuou endurecido (American), ou, não
ligou nem para isto (Moffatt ).
Sete dias. Tem-se pensado que a primeira praga aconteceu perto do período da inundação do Nilo em junho. Uma vez que a praga final ocorreu na primavera, parece-nos que os juízos sobre o Egito estenderam-se por todo um ano.
Êxodo 8.
3) A Segunda Praga - Rãs. 8:1-15.
Sempre houveram rãs enchendo os brejos à beira do Nilo. No entanto, sob a ordem de Moisés, elas apareceram aos milhares e invadiram de tal maneira todos os lugares concebíveis, que tomaram-se uma perturbação insuportável.Então os magos fizeram o mesmo. Embora de algum modo fizessem aparecer mais rãs, foram completamente incapazes de as remover.
Faraó ficou tão transtornado com esta situação repulsiva que estava pronto a prometer qualquer coisa.
 Ele já fora forçado a reconhecer o Deus que desdenhara os mágicos mudaram a aparência de alguma água fazendo-a parecer sangue, e o coração de Faraó, continuou endurecido (American), ou, não ligou nem para isto (Moffatt ).
Sete dias. Tem-se pensado que a primeira praga aconteceu perto do período da inundação do Nilo em junho. Uma vez que a praga final ocorreu na primavera, parece-nos que os juízos sobre o Egito estenderam-se por todo um ano.
9. Digna-te dizer-me. Tenha a honra de dizer (Moffatt).Alívio (lit., espaço livre). "Logo que ele pôde respirar aliviado,endureceu o seu coração".
4) A Terceira Praga - Piolhos. 8:16-19.
Piolhos, piuns (Moffatt), bicho-de-pé e mosquitos(Moffatt), todos têm sido sugeridos como instrumentos desta praga.
Embora o significado exato da palavra hebraica não seja conhecido, os mosquitos, que são muito comuns no Egito, parecem ser especialmente apropriados.
Deve-se notar que esta foi novamente a intensificação de uma experiência natural. As pragas estavam também se intensificando de uma inconveniência para uma aflição dolorosa.
 O pó da terra. "Exatamente como as fertilizadoras águas do Egito tomaram-se uma praga duas vezes, assim, por meio do poder de Jeová, o solo tão ricamente abençoado tomou-se uma praga para o rei e seu povo".
O dedo de Deus. Os mágicos derrotados reconheceram que isto era um acontecimento sobrenatural. Não o atribuíram a Jeová, mas confessaram que estava além dos seus poderes mortais.
 O fato de terem imitado de algum modo as pragas anteriores, torna a sua capitulação mais extraordinária. Uma vez que não há limite de tempo expresso para esta praga, podemos deduzir que prolongou-se por algum tempo.
A Quarta Praga - Enxames de Moscas. 8:20-32.
A segunda tríade de pragas fez distinção entre Israel e os egípcios.
A confissão dos mágicos de que "um deus" causara essas perturbações, tinha agora de ser reforçada e era preciso esclarecer o fato de que fora o Deus Jeová que as causara.
Moscas. A palavra indica algum tipo de inseto particularmente irritante, ou moscas ou mosquitos.
A palavra hebraica para "enxames"  significa "uma mistura" e pode ser que indique o desenvolvimento de todo o tipo de parasitas.
Separarei. Porei de lado. Por causa do fato de Israel ser protegida de todas as futuras pragas, ficaria claro cujo Deus estava no poder. Distinção (lit., redenção).
 A separação era uma libertação para Israel.
Arruinada. Corrompida; destruída. As pragas continuavam aumentando em gravidade; já não eram um simples contratempo, mas um perigo.
 O povo sofria, o trabalho era prejudicado e toda a economia estava transtornada. Abomináveis aos egípcios.
Quer Moisés tenha se referido à maneira do sacrifício ou à vitima, que os egípcios consideravam sagradas, o povo do Egito considerada o ato "como uma manifestação de
desrespeito contra eles e seus deuses" (Calvin's Commentaries).
Pela segunda vez Faraó deu a sua permissão para os israelitas partirem; mas removida a praga, apesar da advertência de Moisés (v. 29),
e banido o medo, ele tornou a negar o pedido.
Êxodo 9 ; A Quinta Praga - Peste. 9:1-7.
Camelos. Esta menção de camelos tem sido considerada anacrônica; mas havia caravanas de camelos que vinham constantemente ao Egito e certamente alguns empresários  deveriam ter feito neles algum investimento.
Pestilência. Praga severa; peste mortal (Moffatt ).
Que doença específica teria sido, não sabemos, mas deve ter sido uma epidemia severa e mortal que atacou todo o tipo de gado.
Todo o rebanho. Com muita freqüência o termo todo no hebraico indica um grande número. Dizemos que "todo mundo" está doente, mas queremos dizer que pessoas doentes são encontradas por toda parte. Esta praga recaiu sobre os animais que estavam nos campos(v. 3).
A Sexta Praga - Úlceras. 9:8-12. Como a terceira praga, esta não foi anunciada, mas simplesmente veio conforme Moisés agiu.
Cinza. Literalmente, fuligem do forno. O forno era um símbolo da riqueza comercial e artística do Egito. Assim como os problemas surgiram vindos dos recursos naturais do rio e da terra, agora a indústria forneceu a fonte para a nova perturbação.
Tumores que se arrebentem em úlceras. Um doloroso tumor inflamado ou abscesso, resultando em uma ferida supurada,excessivamente dolorosa e deprimente mas não fatal.
 Diante de Faraó. Ele tomou posição diante do rei para que não houvesse dúvida quanto à fonte desta nova praga.
Além dos magos não serem capazes de imitar a praga, eles mesmos também foram miseravelmente atacados.
 Quando a última tríade de juízos estava para vir, Deus endureceu o coração de Faraó para que ele não se submetesse apenas por causa de mera fraqueza humana antes que Deus realizasse toda a Sua vontade.
A Sétima Praga - Chuva de Pedras. 9:13-35.
 Todas as minhas pragas sobre o teu coração. Estas últimas pragas não seriam simplesmente advertências e sofrimentos, como as outras. Elas "não atacariam simplesmente a cabeça e os braços, mas penetrariam no próprio coração e infligiriam uma ferida mortal"(Calvino).
Cortado da terra.
Nunca mais o Egito alcançou as alturas do poder e da glória que teve nesta dinastia.
 Palra isso te hei mantido.
Faraó tinha de experimentar o poder e a força de Jeová, e de suas experiências o mundo inteiro aprenderia  sobre o Senhor. "Como ambos, a rebeldia do homem natural contra a palavra e a vontade de Deus e a hostilidade do poder temporal contra o Senhor e o Seu povo estavam concentrados em Faraó . . . (isto) tipificaria para todos os tempos e circunstâncias, o reino de Deus em conflito com o mundo".
Ainda te levantas. "Uma palavra peculiar só encontrada aqui...te levantas como uma barragem ou um obstáculo contra o meu povo".
 Agora se oferecia uma oportunidade àqueles egípcios que vieram a crer na palavra de Jeová para se diferenciarem daqueles que não criam.
 Chuva de pedras, trovões e relâmpagos não são desconhecidos ao Egito, mas a fúria terrível de uma tempestade como esta nunca houve antes em toda a longa história do Egito.
 Com que freqüência uma catástrofe natural leva o mais incrédulo dos homens a gritar de medo e desamparo!
Tais confissões não são o resultado de verdadeira convicção íntima de pecado, mas brotam apenas por causa do terror das circunstâncias.29,30.
 Moisés manifestada novamente o supremo controle de Jeová, mas ele não tinha ilusões quanto à constância do arrependimento de Faraó.
Faraó temia a terrível tempestade, não a Jeová.
 O linho e a cevada. Uma vez que estes amadurecem em fevereiro, sabemos qual a estação do ano fixada para esta praga.
 O trigo e o centeio. Espelta, uma qualidade inferior de trigo; o centeio não era conhecido no antigo Egito. Estes cereais amadurecem cerca de um mês depois do linho e da cevada.
Oitava Praga - Gafanhotos. 10:1-20.2.
 As coisas que eu fiz. Como zombei dos egípcios. Como brinquei. Deus não estava se divertindo, mas havia uma ironia divina no fato de  que o antagonismo de Faraó estava simplesmente levando a uma manifestação ainda maior da glória de Jeová.
4-6. O fato dos gafanhotos serem conhecidos e temidos por causa da devastação que causavam só tomou esta advertência mais terrível. As pragas de gafanhotos sofridas antes pelos egípcios nada seriam comparadas com esta.
Acaso não sabes ainda que o Egito está arruinado? Só Faraó parecia inconsciente da extensão dos prejuízos, ou talvez insensível.Quais são (lit., quem e quem). Quem, exatamente irá?
A resposta de Faraó diante da exigência de que toda a nação devia partir foi a princípio cínica: "Seja o Senhor convosco, caso eu vos deixe ir". Ele tinha esperanças, sugere a IB, de "que a proteção divina para a viagem" fosse "tão longínqua quanto a sua permissão". Depois os acusou, "Tendes conosco más intenções".Vão, então, vocês, os homens, pois é o que na verdade me pediram. Se vocês são honestos, então sabem que para sacrificar só há necessidade de homens. Expulsaram. A prolongada entre vista terminou com esta explosão da ira de Faraó.
"O fato do vento ter soprado um dia e uma noite antes de trazer os gafanhotos, mostra que vieram de muito longe, e portanto provaram aos egípcios que a onipotência de Jeová ia muito além das fronteiras do Egito e regia todas aS terras".
O choque desta visitação tomou a pôr Faraó de joelhos,confessando seus pecados e implorando a remoção da praga.Esta morte.
Os gafanhotos quase destruíram completamente o que fora deixado da vegetação do Egito.
A Nona Praga - Trevas. 10: 21-29.
A nona praga seguiu-se à oitava se  A nona praga seguiu-se à oitava sem introdução, pedido ou advertência. Trevas que se possam apalpar. A maior parte dos mestres
concordam que as trevas foram provavelmente causadas pelo hamsin, a  violenta tempestade de areia tão temida no Oriente.
O vento seco e quente como o hálito de uma fornalha enche o ar com areia e pó, de modo que o sol fica escondido. O calor, a poeira e a eletricidade estática
tornam as condições físicas quase insuportáveis. Além disso há um efeito sobre a mente e o espírito proveniente da opressiva escuridão.
 Esta praga concluiu a série de milagres divinos e foi um prelúdio amedrontador para o ato final do juízo. Luz nas suas habitações. Milagrosa e instrutiva foi a
pronunciada demarcação entre Israel e o Egito.Quase Faraó capitulou. Fiquem somente os vossos rebanhos e o vosso gado. Guardados como garantia do retorno deles.
 Também tu nos tens de dar . . . sacrifícios. Isto é, tu tens de nos dar os meios para sacrificarmos, e portanto, temos de levar todo o nosso gado.Deixar toda a nação partir, sem a certeza de que voltada, era demais para Faraó. Ele não só declarou encerrada aquela entrevista, como também negou toda e qualquer entrevista futura com Moisés sob a
ameaça de morte. Deus já informara a Moisés (11:1) de que este seria o último
apelo a Faraó, por isso Moisés respondeu, Bem disseste. Antes que o profeta partisse, entretanto, havia uma última mensagem a transmitir(11:4-8).
Aviso da Última Praga. 11:1-10.
A crítica tem feito uma confusão desnecessária na determinação da seqüência neste ponto. Parece-nos claro que 11:1-3 refere-se a instruções previamente transmitidas a Moisés, enquanto 11:4-8 é a advertência de despedida feita a Faraó seguindo-se a 10:29.
É certo que vos expulsará totalmente. Os egípcios estariam tão ansiosos pela partida dos israelitas que, longe de impedi-los, insistiriam a
que partissem.
Cerca de meia-noite. Não à meia-noite do dia no qual estava falando, mas à meia-noite do dia designado por Deus (cons. 12:6).Todo primogênito. "O primogênito representava toda a raça, da qual era a força e vigor".
7. Nem mesmo o latir de um cão hostil impedida a partida de Israel.Sai tu. A certeza de Moisés se baseava na promessa de Deus(v1).
Faraó não vos ouvirá. Se Faraó o atendesse, mesmo tendo chegado a este ponto extremo, ainda teria encontrado uma porta da esperança aberta; mas ele não ouviu (cons. Mt. 23:37).
F. A Páscoa e a Partida de Israel. 12:1 - 15:21.
1) A Consagração de Israel. 12:1-28.
"A libertação de Israel da escravidão do Egito estava para se realizar; também a sua adoção como nação de Jeová (6:6,7). Mas para tanto era necessária uma consagração divina de mudo que a sua ruptura externa com a terra do Egito fosse acompanhada de uma separação interna de tudo aquilo que viesse de fonte egípcia ou pagã.
 Esta consagração devia ser conferida pela Páscoa".Na terra do Egito. A primeira ordenança dada no Egito seria repetida no Sinai (Lv. 23) e nas planícies de Moabe (Dt. 16). Este mês.
 O nome hebraico do mês é Abibe, que significa "espigas verdes". Corresponde a Março-Abril em nosso calendário.  Durante o Exílio foi substituído pelo nome Nisã que significa "começo, abertura". O primeiro mês. O começo de Israel como povo de Jeová devia ser assim anotado no seu calendário.
O ano civil começa, ainda hoje, no outono, com a Festa das Trombetas (Lv. 23:24; Nm. 29:1), hoje chamada Rosh Hashanah, Ponta do Ano, ou Ano Novo. O ano religioso   ou espiritual começa com o mês da Páscoa, o primeiro mês da nova vida de Israel na qualidade de povo redimido cordeiro.
Um animal, cordeiro ou cabrito (cons. v.5).Esta seria uma cerimônia familiar, a menos que a família fosse pequena demais. De acordo com a exegese rabínica, pequena demais
significava com menos de dez pessoas. (Targum Jonathan). Conforme o que cada um puder comer.
 Deviam calcular quanto cada um poderia comer e assim determinar se deviam se reunir com alguma outra família.De um ano. Hebraico, filho de um ano. Os rabis têm interpretado
isto como significando"como do primeiro ano", isto é, de oito dias de idade.
 Os comentadores modernos geralmente aceitam como significando um ano de idade. Um cordeiro ou um cabrito. Mais tarde o costume restringiu a Páscoa aos cordeiros.
Todo o ajuntamento da congregação, isto é, todos ao mesmo tempo. No crepúsculo. Hebraico, entre as tardes. Desde antigamente as
opiniões têm divergido quanto ao tempo exato do sacrifício.
Abn Ezra, os samaritanos e os coraítas explicaram-no como o período compreendido entre o pôr-do-sol e a escuridão total. Os fariseus mantinham-se apegados à explicação tradicional de que era entre o começo da tarde até o pôr-do-sol, aproximadamente das 3 às 5 hs. da tarde, e o Talmude concorda com isto (Pesahim 61a). Esta era a prática
geral, de acordo com Josefo (Wars o f the Jews, VI, 9.3). Deuteronômio 16:6 diz simplesmente, "ao pôr do sol".
O sangue devia ser aspergido "em amba  16:6 diz simplesmente, "ao pôr do sol".
O sangue devia ser aspergido "em ambas as ombreiras, e na verga, onde pudesse ser visto, e não na soleira para ser pisado"(Jamieson, Fausset e Brown). Por meio deste ato todos, a casa e seus habitantes, seriam expiados (pelo uso do sangue e do hissopo; cons. Lv.14:4-7; Nm. 19:1 e segs.) e consagrados a Deus.Assada. O animal inteiro tinha de ser espetado e assado sobre o fogo.
 "Por meio da unidade e integridade do cordeiro que lhes era dado a comer, os participantes seriam reunidos em uma unidade indivisível e
uma comunhão com o Senhor que lhes fornecia o alimento" . Pães  asmos. Um memorial à pressa com a qual deviam partir (v. 34), mas também um símbolo de sua purificação e libertação do fermento do mundo. Ervas amargas. O Mishnah (Pesahim 2:6) menciona alface, escarola, chicória, serpentária, hortelã e dente-de-leão como sendo as ervas amargas da epoca.
 Isto serviria para "chamar a atenção para a amargura da vida experimentada por Israel no Egito, e esta amargura devia ser sobrepujada pela doçura da carne do cordeiro"
A fressura, as partes internas, as vísceras (coração, fígado, etc.) À pressa. Com temor, unindo a pressa ao sinal de perigo.
Lombos cingidos.
 Suas longas vestes flutuantes deviam ser amarradas para não lhes impedir os movimentos. A páscoa do Senhor. Uma páscoa
(Hb. pesah, LXX pascha, e assim "páscoa" no português) a Jeová; ordenada por Ele e comemorada para Ele. A etimologia da palavra é incerta, mas o significado ficou esclarecido com 12:13. Deus "passaria por cima", em Seu juízo, daqueles que tivessem dado evidências de sua fé nEle e se refugiassem sob o sangue.
Sobre todos os deuses. Os deuses egípcios deviam ser denunciados como impotentes para defender e indignos de respeito. Mais ainda, os deuses eram adorados na forma de muitos dos animais e na pessoa do próprio Faraó, e nesses representantes os deuses seriam golpeados.
Regulamentos para a Festa dos Pães Asmos. Embora estas instruções possam ter sido dadas após o Êxodo (cons. v.17, "tirei"), a íntima relação de significado e tempo entre esta festa e a P scoa explica a inclusão dos regulamentos aqui. Os pães asmos eram símbolos de uma vida nova purificada do fermento da natureza pecadora. . . Por causa
disso os israelitas deviam abandonar todo o fermento da natureza egípcia, o fermento da malícia e maldade, e comer o pão puro e santo, reunindo-se para a adoração a Deus a fim de demonstrar que estavam andando em novidade de vida... Comer pão levedado nesta festa, seria uma negação do ato divino, pelo qual Israel foi introduzida na vida nova
de comunhão com Jeová".

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