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CONCEITOS E MÉTODOS DE INTERPRETAÇÃO DO APOCALIPSE


O Apocalipse tem sofrido vários pontos de vista de interpretações, tanto no passado como no presente, sendo, porém, cinco defendidos com mais veemência:
(a) O ponto de vista preterista. (Do passado).
Este método é praticamente oposto ao método futurístico.
 Os futuristas afirmam que nada do livro (com exceção dos capítulos 1,2, e 3) se cumpriu ainda.
Os preteristas, no sentido restrito do termo, afirmam que todo o livro foi já cumprido nos dias do império romano, no primeiro século da nossa era, embora, talvez haja acontecimentos
relacionados ao segundo século. “A palavra “preter” é um prefixo do latim “praeter”, que significa passado ou além de.O derivado “preterista” aqui empregado significa aquele que encara o passado o cumprimento do Apocalipse.
Pieters acha que há dois grupos de preteristas: os da direita e os da esquerda.
(b) O ponto de vista histórico.
Os intérpretes que assumem essa posição procuram encaixar todos os acontecimentos previstos no Apocalipse em várias épocas da história humana.
(c) O ponto de vista futurista.
 (O que nós aceitamos em razão de se coadunar com o conteúdo e argumento principal do livro).
 Esse ponto de vista aceita que os acontecimentos narrados nos capítulos 1,2 e 3, são de fato históricos, e tiveram seu cumprimento nas igrejas existentes naqueles
dias, no pequeno Continente da Ásia Menor (hoje, atual porção da Turquia Asiática).
Porém, no que diz respeito aos seus métodos de aplicação, têm servido para as igrejas de todos os tempos. A partir do capítulo 4 o livro é completamente futurista, e terá o devido cumprimento durante o período sombrio da Grande Tribulação, seguido pelo Milênio; depois virá a Eternidade.
(d) O ponto de vista simbólico. (Ou místico).
Os eruditos dessa escola crêem que o livro do Apocalipse não é essencialmente profético e nem histórico, mas é uma vívida coletânea de símbolos místicos, que visam a ensinar lições espirituais e morais.
São os idealistas que, somente vêem no livro apresentações simbólicas do conflito entre o bem e o mal, e da vitória final do bem. Esse método de interpretação é, sem dúvida rejeitado na declaração que diz “As coisas que brevemente devem acontecer” (1.1).
(e) O ponto de vista eclético. (Citado pelo Dr. Russell Norman Champrin, Ph. D.).
 Alguns intérpretes do Apocalipse “misturam” todas as idéias expostas acima, de modo que nenhuma
domina: as demais. Não há dúvida de que devemos preservar “alguns elementos” (mas não todos) de cada um desses métodos apresentados sobre o livro, em um grau ou outro. O livro ensina-nos lições morais e místicas, aplicáveis a qualquer época. Contudo, certamente erraremos, se não contemplarmos o livro do Apocalipse como obra “essencialmente profética”, e da primeira ordem com interpretação literal na maioria dos textos.

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