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A Opressão Midianita Interrompida Por Gideão.Bíblia Sagrada Juízes Capítulo 6:1 a Capítulo 8.32

A Opressão Midianita Interrompida por Gideão, Bíblia Sagrada capitulo 6: 1 - 8:35 do livro de  Juízes .( O Senhor os entregou nas mãos dos midianitas).  O ciclo do pecado, castigo e livramento repetiu-se outra vez em Israel.   Os midianitas eram nômades que habitavam na região leste e sudeste do Mar Morto. Sua genealogia vai até Abraão, através de sua concubina Quetura  vejam (Gn. 25:1, 2). Prevalecendo o domínio dos midianitas sobre Israel, na região, tiveram de fazer  para si, por causa dos midianitas, as covas que estão nos montes, e cavemos e fortificações. Era uma infraestrutura para conseguir produzir seus alimentos.

A Opressão Midianita Interrompida por Gideão, Bíblia Sagrada capitulo 6: 1 - 8:35 do livro de  Juízes .( O Senhor os entregou nas mãos dos midianitas).
O ciclo do pecado, castigo e livramento repetiu-se outra vez em Israel.
 Os midianitas eram nômades e muito inimigos de Israel, habitavam na região leste e sudeste do Mar Morto. A história conta que os midianitas se mataram.
Sua genealogia vai até Abraão, através de sua concubina Quetura  vejam (Gn. 25:1, 2).
Prevalecendo o domínio dos midianitas que se mataram, Israel, teve de fazer  para si, por causa dos midianitas, as covas que estão nos montes, e cavemos e fortificações.
Era uma infraestrutura para conseguir produzir seus alimentos. Deus tinha entregado Israel na mão dos midianitas.
As incursões midianitas eram tão constantes e grandes que os israelitas tiveram que recorrer às cavernas e esconderijos das montanhas para se refugiarem. Cada vez que Israel semeava, os midianitas e os amalequitas, como também os povos do Oriente,  associados aos midianitas acompanhavam.
os amalequitas (conforme Juízes 3:13) e os povos do Oriente, um termo generalizado para os nômades do deserto da Siriacos.
E contra eles se acampavam.
Em feitio tipicamente nômade eles se acampavam temporariamente na terra, usando lugar como pastagem para seus rebanhos e assenhoreando-se dos seus produtos. Israel estava indefeso para interferir contra aqueles movimentos dos beduínos hostis.  Não se podiam contar, nem a eles nem aos seus camelos, eram muitos.
O uso dos camelos domesticados tornava possível, pela primeira vez, incursões a longas distâncias.
A Bíblia refere-se a camelos antes da Era Patriarcal (Gn. 24:10 e segs.), mas esta é a primeira referência a uma incursão organizada na qual foram usados os camelos.
(O Senhor) enviou um profeta.
Quem era este profeta?
A opressão midianita levou o povo a clamar a Deus por livramento. Um profeta apareceu no meio deles que fê-los lembrar do misericordioso livramento de Deus quando seu povo estava no Egito, e sua subseqüente desobediência.
Então veio o Anjo do Senhor.
A mensagem a Israel veio por meio de um profeta, mas o chamado a Gideão que foi achado por intermédio do Anjo do Senho, que nada mais é do que o próprio Deus em uma de suas aparições de livramento.
Como em Juízes 2:1-5, deve ser mentor entendido por uma teofania(uma aparição do próprio Deus como já dissemos) a Gideão.
E Gideão. . . estava malhando trigo do lagar, para o pôr a salvo dos midianitas.
Gideão, tal como seus companheiros israelitas, tinha de trabalhar secretamente para que os midianitas não se apoderassem dos cereais. Dentro dos limites de um lagar só uma pequena quantidade de trigo poderia ser malhada de vez.
Era uma atitude de desespero.
O Senhor é contigo, homem valente, disse o anjo.
A mensagem do anjo do Senhor parecia zombar, de Gideão sentia-se sem forças, uma fala sarcástica de um desconhecido para ele ir ao encontro das necessidades do seu povo.
Senhor meu, se o Senhor é conosco, por que nos sobreveio tudo isto disse ele?
O poder dos inimigos de Israel parecia provar que Deus não estava com o Seu povo, eles pareciam invencíveis. Gideão questionou a respeito dos milagres do passado, e admirou-se por não vê-los em sua geração acontecendo.
Mas disse o anjo:
Vai nessa tua força, e livra a Israel da mão dos midianitas.
Embora Israel fosse fraco diante dos seus inimigos, Deus prometeu a Gideão que libertaria o Seu povo.
Com que livrarei a Israel?
Os líderes de Israel exibiam igualmente um espírito de humildade diante de Deus (Êx. 3:11; Is. 6:5;
Jr. 1:6).
Gideão protestou que a sua situação na vida era um empecilho para que fosse líder em Israel.
 Dá-me um sinal de que és tu, Senhor, que me falas Deus?
Gideão queria uma realização sobrenatural diante dele para confirmar o fato de que era realmente uma mensagem de Deus.
Entrou Gideão e preparou um cabrito.
Isto seria a oferta que ele queria oferecer ao seu visitante (6:18).
A terminologia é ambígua propositadamente.
Em um sentido Gideão preparou um alimento que normalmente colocaria diante de um hóspede que desejasse honrar. Tal alimento, contudo, poderia também servir de oferta a Deus. Um sinal de que Deus aceitava a oferta validaria a mensagem que constituía uma fonte de perplexidade para Gideão.
Toma a carne e os bolos asmos, põe-nos sobre esta penha.
 O anjo deu ordens a que o alimento fosse colocado sobre um altar improvisado.
Então subiu fogo, da penha, e consumiu a carne e os bolos.
Isso era sinal de aceitação divina (Lv. 9:24; I Reis 18:38), o tipo de sinal pelo qual Gideão tinha esperado.
Ai de mim, Senhor Deus.
Gideão assustou-se.
Porque teria visto o anjo do Senhor?
Jeová dissera a Moisés:
 "Homem nenhum verá a minha face, e viverá" (Êx. 33:20).  Quando o Anjo do Senhor desapareceu, Gideão temeu que a teofania fosse um prenúncio de sua morte iminente.
Porém o Senhor lhe disse:
Paz seja contigo!
Não temas!
 Não morrerás! Deus assegurou a Gideão que não teria de morrer.
A mensagem do Visitante angélico foi confirmada, e Gideão se tornaria "um homem valente".
 Então Gideão edificou ali um altar. Ele edificou um altar para comemorar a mensagem divina que recebeu.
O tal altar ainda existia quando o Livro de Juízes foi escrito.
Toma um boi que pertence a teu pai.
Considerando que a idolatria era o pecado prevalecente em Israel, Gideão recebeu ordens de provar sua lealdade ao Deus de Israel repudiando o culto a Baal. Gideão devia tomar um boi para adorar o Senhor.
Então devia destruir o altar de Baal e derrubar o  asherah que estava ao seu lado.
Este asherah, ou bosque (E.R.C.) ou poste-ídolo (E.R.A.), representava o elemento feminino no culto à fertilidade e consistia de um poste de madeira, ou o tronco de uma árvore, que era levantado ao lado do altar de Baal.
Este asherah, ou bosque (E.R.C.) ou poste-ídolo (E.R.A.), representava o elemento feminino no culto à fertilidade e consistia de um poste de madeira, ou o tronco de uma árvore, que era levantado ao lado do altar de Baal.
 Edifica ao Senhor teu Deus um altar no cume deste baluarte.
Gideão tinha de construir um altar ao Deus de Israel e usar a madeira do asherah para os preparativos do sacrifício.
Então Gideão . . . fez como o Senhor lhe dissera.
Dez homens se associaram com Gideão neste trabalho, que foi realizado à noite por precaução contra possível oposição dos israelitas que eram simpatizantes com o culto a Baal. Quando viram uns aos outros diziam:
Quem fez isto?
 No dia seguinte os habitantes da aldeia ficaram enraivecidos com um ato que interpretaram
como sacrilégio, ou um vandalismo.
Contendereis vós por Baal?
 No dia seguinte os habitantes da aldeia ficaram enraivecidos com um ato que interpretaram  como sacrilégio, ou um vandalismo.  Contendereis vós por Baal?
Quando os homens exigiram que Gideão fosse morto por este ato de profanação, a Joás, seu pai, o velho se lançou-se em sua defesa.
Ele disse:
Se  baal é Deus, que por si mesmo contenda que pegue Gedeão.
Em outras palavras, um deus que não pode defender-se não é digno da devoção do seu povo.

Este é o significado da afirmação de Joás,  que mais tarde ameaçou de morte a qualquer um que desposasse a causa de Baal.
Passou a ser chamado Jerubaal. Este é um outro nome para Gideão. Foi interpretado de significando. "Baal contenda (yareb B a’al). Serviu como uma espécie de lema para os adversários do Baalismo. Mais tarde o nome de Jerubaal foi substituído por Jerubesete em  (II Sm. 11:21), tal como Isbosete em  (II Sm. 2: 8) substituiu Esbaal em (1 Cr. 8:33).
O termo ba’al nos primórdios da vida hebraica era sinônimo de adonay. Ambos os termos significam "senhor" ou "mestre" e podiam ser usados em relação ao Deus de Israel, ou a baal como se fosse um deus.  Está aí a resposta aos críticos da Bíblia quando falamos Adonay).
Depois do período de conflito como culto fenício a Baal, a palavra veio a ser sinônimo de idolatria. A palavra Juízes (boshet), "vergonha", era considerada substituto apropriado para Baal, termo componente de nomes próprios.
 E todos os midianitas ... se acamparam no vale de Jezreel em preparação de guerra.

Este vale se estende do Monte Carmelo até o vale do Jordão. Um braço passa entre o Monte Tabor e o outeiro de Moré, e outro entre o Moré e o Monte Gibea.
Jezreel tem sido um campo de batalha através da história porque penetra no coração da Palestina.
 Então o Espírito do Senhor revestiu a Gideão.
O espírito divino envolveu Gideão de tal modo que ele se transformou num instrumento usado pelo Espírito na realização dos propósitos divinos.
E os abiezritas se ajuntaram após dele. O clã de Gideão, os abiezritas, foi a primeira a se agrupar ao seu lado.
Manassés, Aser, Zebulom e Naftali vieram depois ajudar Gideão em sua campanha contra os midianitas.
Eis que eu porei uma porção de lã na eira.
Novamente Gideão buscou um sinal para saber se podia ou não esperar a vitória na batalha. Colocou um pouco de lã no chão e disse que teria certeza da vitória se encontrasse a lã molhada de orvalho e o chão á volta todo  seco.
De manhã encontrou a lã molhada de orvalho e apertando a lã, do orvalho dela espremeu uma taça cheia de água. Para confirmar a sua certeza, ele propôs que no dia seguinte a lã ficasse seca, mas o chão à sua volta, molhado. O duplo sinal, com suas interpretações naturalisticamente impossíveis, era evidência para Gideão de que Deus concederia a vitória a ele e seu exército.
Juízes capitulo 7
7:1 a seguir; Então Jerubaal, que é Gideão, se levantou de madrugada ... e se acamparam junto à fonte de Harode. A fonte de Harode pode ser 'Ain Jalud, localizada ao pé do Monte Gilboa. Os israelitas sob as ordens de Gideão acamparam-se ali, e os midianitas se colocaram no outro lado do vale junto ao outeiro de Moré, a uma distância de quatro milhas.  É demais o povo que está contigo.
Um grande exército daria lugar a uma certa medida de auto-confiança. Deus queria ensinar ao Seu
povo a necessidade de confiar nEle no pouco.
Quem for tímido e medroso, volte.
7:1 a seguir; Então Jerubaal, que é Gideão, se levantou de madrugada ... e se acamparam junto à fonte de Harode. A fonte de Harode pode ser 'Ain Jalud, localizada ao pé do Monte Gilboa. Os israelitas sob as ordens de Gideão acamparam-se ali, e os midianitas se colocaram no outro lado do vale junto ao outeiro de Moré, a uma distância de quatro milhas.  É demais o povo que está contigo.   Um grande exército daria lugar a uma certa medida de auto-confiança. Deus queria ensinar ao Seu  povo a necessidade de confiar nEle no pouco.  Quem for tímido e medroso, volte.

 No primeiro estágio da redução do tamanho do exército, cada individuo teve permissão de partir
se assim desejasse. Cerca de dois terços do exército desistiu, mas ainda havia gente demais para o que Deus queria fazer.
Gedeão, aze-os descer às águas, e ali tos provarei?
 Outra divisão foi feita junto ás águas, onde os homens usaram diferentes métodos para beberem. Aqueles que se ajoelharam para beber foram despedidos, isto é eram desatentos, enquanto que aqueles que lamberam a água com suas línguas, como faz o cão (Juízes cap 6. v. 5 ), ficaram no exército de Gideão.
Parece que estes últimos tomaram a água com as mãos e se levantaram para bebê-la.
Homens que bebessem assim estariam preparados para um ataque de surpresa. Josefo historiador hebreu interpreta esta passagem de modo diferente: ?
Aqueles que lamberam eram os maiores covardes do exército, pois tinham medo de beber da maneira habitual na presença do inimigo.
Deus, de acordo com este ponto de vista de Flavio Josefo, mostrou Sua graça em usar os piores homens do exército para derrotar os midianitas! 
A passagem, contudo, não faz um julgamento moral dos dois grupos, mas apenas sugere os meios pelos quais o número foi reduzido para que a graça de Deus pudesse se manifestar miraculosamente.(fica aqui para reflexão. 1Coríntios 1:27).
 Com estes trezentos homens que lamberam as águas eu vos livrarei.
Deus não explicou porque gostaria de ir com os mais fracos e talvez medrosos.
Deus planejou manifestar a Sua graça usando um pequeno exército para derrotar os inimigos de Israel.
Aí disse: Levanta-te, e desce contra o arraial.
A ordem implica em ataque imediato.
Durante o Êxodo, espias foram enviados de Cades-Barnea Bíblia (Sagrada em Números 13) para espiarem a terra de Canaã. E Josué enviou espiões a Jericó antes de atacá-la (Js. 2).
Gideão, contudo, devia atacar os midianitas imediatamente. Se ainda temes atacar, desce tu e teu moço Pura ao arraial. Pura (também poderia ser Purá) era o pajem, ou escudeiro, de Gideão. O ajudava a levar os apetrechos de guerra.
Apesar das promessas divinas, achamos que Gideão devia se sentir um tanto hesitante em liderar um exército contra o inimigo pois  nunca liderara um exército antes. Seus homens eram destreinados e inexperientes.
E ouvirás que dizem no arraial.
Os temores dos midianitas seriam uma fonte de encorajamento para Gideão. Depois, fortalecerás as tuas mãos.Vai lá.
Deus usaria estas experiências para preparar Gideão na liderança da vitória de Israel. Os midianitas ... cobriam o vale como gafanhotos aos milhares. Este versículo é um exemplo do uso da hipérbole nas Escrituras.
Comparados com os trezentos homens do exército de Gideão, os midianitas e seus aliados pareciam ser uma hoste incontável. Foram aqui comparados a um exército de gafanhotos que invadem uma região, devoram toda a vegetação e deixam a desolação por onde passam.
Quando chegaram a espreita eis que certo homem estava contando um sonho ao seu companheiro. Consideravam-se os sonhos como revelações do futuro, as vezes sim. ( Gêneses 37:5 ) .
 O midianita sonhara que um pão de cevada batera de encontro á tenda do comandante e a destruíra. Cevada era o cereal mais barato na Palestina, e seu uso aqui, destaca a pobreza de Israel. O sonho foi interpretado como evidência de que Deus estava para usar Israel pala destruir os exércitos de Midiã. Gideão, tomando conhecimento do temor que havia nos corações dos midianitas, retornou confiante ao seu acampamento e preparou-se para o ataque.
Então repartiu os trezentos homens em três companhias.
Gideão distribuiu seus homens de tal maneira que simulou um ataque de três lados ao mesmo tempo. Na verdade Gideão usou uma tática  de guerra psicológica. Ele usou chifres (Heb. shoparot, "chifres de carneiros"), cântaros vazios e tochas. Os cântaros eram pala esconder as tochas até o momento certo.
Gideão queria dar a impressão de sofreriam  um ataque de surpresa. No meio da noite os midianitas seriam acordados pelo toque dos chifres e ao mesmo tempo veriam o súbito irromper da luz dentro das trevas de todos os lados. Gideão esperava assim, com a ajuda de Deus, deixar o acampamento inimigo em pânico e confusão.
Ao princípio da vigília média.
A noite era dividida em três entre os hebreus:
 Vigílias de quatro horas cada, a primeira começando às 18hs.
Tocaram as trombetas, e quebraram os cântaros. O som dos chifres seria o sinal do inicio da batalha. O quebrar dos cântaros provavelmente, simularia o ruído das armas.
Quando os midianitas acordassem, cada um deles pensaria que a batalha já tinha começado.
Espada pelo Senhor e por Gideão!
O grito de guerra acrescentado ao barulho dos shopharim e do quebrar dos cântaros poria os midianitas em pânico:
Espada do Senhor, e de Gideão.
 O Senhor tornou a espada de um contra o outro.
Na confusão, os midianitas e seus aliados começaram a se atacar mutuamente. O exército de Gideão era comparativamente fraco, mas o próprio exército do inimigo pôs-se em debandada. Os israelitas
aproveitaram-se da circunstância e perseguiram o inimigo. Fugiu . . . até Bete-Sita (casa de acácia). Bete-Sita estava localizada em algum lugar entre o Vale de Jezreel e Zererá no Vale do Jordão. Alguns mestres da Bíblia acham que Zererá e Zaretã são o mesmo lugar (Js. 3:16).
Até o termo de Abel-Meolá, acima de Tabate. Abel-Meolá  significa (campo de dança, sala de festas) foi identificada por Nelson Glueck como a Tell-el-Maqlub no Vale do Jordão. Outros preferem um local a oeste do Jordão, cerca de 19,31kms ao sul de Bete-Seã.
Tem sido mais conhecida como o lugar de nascimento do profeta Eliseu. Então os homens de Israel. . perseguiram os midianitas. A vitória dos trezentos homens de Gideão foi um sinal para uma campanha geral contra os midianitas dentro da nação.
 Cortaram-lhes a passagem pelo Jordão, até Bete-Bara. Era do propósito de Gideão cortar todas as saídas para destruir o inimigo. Bete-Bara pode ser localizada ao sul de Bete-Seã, de frente para o Wadi Fara'a.
 Mataram Orebe na penha de Orebe, e a Zeebe mataram no lagar de Zeebe. Os nomes significam corvo e lobo respectivamente.
Os  nomes foram dados aos lugares em face da comemoração da vitória sobre esses príncipes midianitas. E trouxeram as cabeças de Orebe e de Zeebe a Gideão.
Como troféus de vitória, as cabeças dos príncipes midianitas foram levadas a Gideão.
Então os homens de Efraim . . . contenderam com ele fortemente. Os efraimitas zangaram-se com Gideão porque este não os convocou antes para a batalha contra os midianitas. Se sentiram desprezados.
Considerando que o vencedor dividia os despojos, suspeitaram que Gideão estivesse tentando privá los dos despojos da guerra.
Não são, porventura, os rabiscos de Efraim melhores do que a vindima de Abiezer?
A resposta de Gideão contrasta notavelmente com a de Jefté (Juízes 12:1-6). 
Assegurou aos homens de Efraim que sua façanha fora maior.
Efraim prendera os chefes midianitas enquanto o clã de Abiezer ( enquanto o clã de Gideão) só realizara funções preparatórias.  A resposta branda de Gideão satisfez os efraimitas.
Vindo Gideão ao Jordão.
 Gideão e seu bando de trezentos perseguiram os reis midianitas, Zeba e Salmuna, além do Jordão. Dai me ,vos, alguns pães.
Gideão e seu exército passaram por Sucote, a leste do Jordão e norte do Jaboque. Uma vez que o exército estava cansado e com fome, Gideão pediu aos homens de Sucote que lhe desse alguns filões (lit. círculos, rodas) de pão. As autoridades da cidade preferiram não atender o pedido, sem se preocupar com o bem-estar de seus irmãos em Canaã.
Zombaram de Gideão, perguntando-lhe se Zeba e Salmuna já estavam em suas mãos para que fizesse tal exigência. Gideão ameaçou punir os homens de Sucote logo após derrotar os reis
midianitas, e então partiu.
Dali subiu a Penuel.
Em Penuel, a leste de Sucote, Gideão fez o mesmo pedido e recebeu resposta semelhante. Os homens de Penuel orgulhavam-se de sua torre, a qual lhes servia de forte quando atacados. Gideão ameaçou destruir a torre quando retornasse em paz, isto é, como vencedor sobre os midianitas.
Estavam, pois, Zeba e Salmuna em Carcor.
O lugar não foi identificado.
Seu nome significa terreno palmo e macio.
Subiu Gideão pelo caminho dos nômades.
Os midianitas estavam escapando pala a região do deserto, que era habita, da apenas pelos povos nômades. Não esperavam que Gideão os perseguisse até lá. Ao oriente de Noba e Jogbeá. Jogbeá pode ser identificada como Jubeiate, 24,14kms a sudeste de Penuel.
Que se achava descuidado.
Os midianitas achavam que se acamparam em um lugar suficientemente distantes dos homens de Gideão para afrouxarem a guarda. Imaginavam-se em segurança e por isso foram surpreendidos pelo exército de  Gideão.
E prendeu os dois reis dos midianitas . . , e desbaratou todo o exército.
 Quando os reis foram capturados, o exército midianita foi novamente tomado de terror. Voltando, pois, Gideão . . . pela subida de Heres. Em algum lugar ao longo da rota, ele se encontrou com um jovem do qual recebeu a informação relativa às autoridades e anciãos de Sucote.
 O qual deu por escrito os nomes dos príncipes e anciãos de Sucote.
A escrita já era largamente conhecida no tempo dos juizes.
Nossos primeiros documentos escritos datam de 3000 A.C. Documentos de Ras Shamra (antiga Ugarit) em Canaã datam do século quinze A.C. Com eles deu severa lição aos homens de Sucote onde Gideão fez a ameaça: "Trilharei a vossa carne com os espinhos do deserto, e com os abrolhos".
 Embora essa forma de castigo não nos seja conhecida, sabemos que Gideão recompensou os homens de Sucote por sua recusa em ajudá-lo. Derribou a torre de Penuel, e matou os homens da cidade. Isto, também, está de acordo com sua ameaça anterior.
Que homens eram os que matastes em Tabor?
Literalmente, onde estão eles. . . ?
A pergunta implica em que Gideão já sabia que Zeba e Salmuna tinham matado seus irmãos.
Sua resposta foi em forma  de arrogante lisonja:
"Eram iguais a você, homens de aspecto principesco" .
Se os tivésseis deixado com vida, eu não vos mataria.
Matando seus irmãos, os midianitas impuseram a Gideão o dever da vingança de sangue (Dt. 19:6). Gideão explicou que eram seus irmãos legítimos, isto é, não só por parte do pai mas da mesma mãe também.
 E disse a Jéter, seu primogênito:
Dispõe-te, e mata-os.
Isto acrescentaria mais humilhações aos reis midianitas.
O rapaz, contudo, não puxou da espada.
 Levanta-te, e arremete contra nós.
Com altivez de espírito os midianitas desafiaram Gideão a matá-los.
Gideão matou a Zeba e Salmuna sem mais delongas. E tomou os ornamentos em forma de meia
lua, que estavam nos pescoços dos seus camelos.
As coleiras dos camelos tinham ornamentos de metal em forma de luas (heb. 'sharon) presos neles.
A palavra está relacionada com a palavra aramaica e siríaca para "lua" (sahar).
Tais ornamentos (enfeites, acessórios) eram usados por homens vejam (Juízes 8:26) e mulheres (Is. 3:18).
Sem dúvida eram em sua origem amuletos usados para dar boa sorte e afugentar maus espíritos supostamente.
Domina sobre nós, assim tu, como teu filho.
Gideão comprovou-se um homem dotado com o Espírito de Deus na consecução da vitória contra os midianitas. Seu povo quis fazer dele seu rei. Esta foi a primeira tentativa registrada do estabelecimento de uma monarquia hereditária em Israel.
A recusa de Gideão foi consistente com o seu reconhecimento dos direitos reais do Senhor, o ideal teocrático destacado em todo o Livro de Juízes. Dai-me vós, cada um as argolas do seu despojo. Tendo recusado o reino, Gideão fez um pedido para si mesmo. Pediu aos guerreiros que lhe dessem os brincos que tinham tirado dos midianitas que tombaram na batalha.
Fez Gideão uma estola sacerdotal.
Com cerca de setenta libras em ouro assim obtidas (Juízes 8:26) fez uma estola sacerdotal.
A natureza exata da estola sacerdotal é incerta.
Era o nome dado a uma parte das vestes do Juízes
sumo sacerdote (Ex. 28:4). Em certas ocasiões era consultado como fonte de orientação divina (I Sm. 23:9-12; 30:7, 8). 
Talvez por causa disso se tornasse um objeto de idolatria. É possível que Gideão tenha feito um ídolo com uma estola sacerdotal semelhante à que era usado pelo sumo sacerdote. E todo Israel se prostituiu ali após ela.
A estola sacerdotal de Gideão veio a ser um objeto de idolatria lamentavelmente.
 Isto marca o trágico fim da carreira de um homem verdadeiramente grande. Gideão e sua família sofreram os resultados de seu desvario.
 Em 9:5 de Juízes lemos sobre a morte da maior parte dos filhos de Gideão por causa do desejo de um deles, Abimeleque, de ser rei. Esta tragédia pode ter sua origem traçada na idolatria que resultou da construção da estola sacerdotal de Gideão.
 E ficou a terra em paz durante quarenta anos.
A vitória sobre os midianitas produziu uma geração de paz para os israelitas.
 Retirou-se Jerubaal, filho de Joás, e habitou em sua casa.
Parece que Gideão aposentou-se de sua vida ativa alguns anos antes de sua morte.Saiu de sena .
 A sua concubina, que estava em Siquém, lhe deu também à luz um filho. Além dos setenta filhos de suas esposas, menciona-se Abimeleque, o filho de uma concubina, por causa da tentativa que iria
fazer, depois da morte de Gideão, de se fazer reconhecido como rei de Israel (Juízes9:1  a seg) Tornaram a prostituir-se os filhos de Israel . . . e puseram a Baal-Berite por deus.
Um Baal especifico foi mencionado como objetoda idolatria depois da morte de Gideão. Baal-Berite tinha um santuário em Siquém (Juízes 9:4).
Seu nome significa Senhor da aliança, uma possível referência à confederação das cidades-estados que consideravam Siquém como seu líder.
 O fato de Israel ter participado de um berit, ou aliança, com Deus no Sinai pode ter encorajado os israelitas a igualar o berit israelita com o berit cananeu.
As escrituras esclarecem, contudo, que os
homens não podem fazer tal comparação sem incorrer na ira do Deus de Israel que é imparcial e imutável..

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