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Segundo As profecias A Russia Marchará Contra Israel No fim dos Tempos / Conflitos E Armagedom / Guerras Diferentes



Guerras diferentes.
Ao estudar a palavra profética subentende-se, que os capítulos 38 e 39 de Ezequiel não tratam na verdade  do conflito do Armagedom, pois este tem características diferentes e acontecerá no final da Grande Tribulação. 
Será na verdade uma época de terrível angústia de sofrimento para todo o mundo, mas especialmente para o povo hebreu, antes de sua conversão final a Cristo.
Há, portanto, uma diferença muito grande entre estas duas guerras profetizadas na Bíblia.  
Em Ezequiel, Deus mesmo guerreia contra Gogue nos montes de Israel, enquanto no Armagedom todas as nações são reunidas com um propósito único:
"Congregarei todas as nações e as farei descer ao vale de Josafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do meu povo e da minha herança, Israel, a quem eles espalharam entre as nações, repartindo a minha terra" [JI 3.2]. E mais adiante:"Movam-se as nações e subam ao vale de Josafá; porque ali me assentarei, para julgar todas as nações em redor" [JI 3.12].Aqui é Arma
E nessa guerra final, ninguém se colocará ao lado do povo israelita, a não ser Jesus Cristo [JI 3.12; Ap 19.11], enquanto na invasão liderada por Gogue algumas nações desafiarão o poder do Grande Urso. "Sabá, e Dedã, e os mercadores de Társis, e todos os seus leõezinhos te dirão: 
Vens tu para tomar o despojo? Ajuntaste o teu bando para arrebatar a presa, para levar a prata e o ouro, para tomar o gado e as possessões, para saquear grande despojo?" 
[Ez 38.13].  "Sabá, e Dedã, e os mercadores de Társis, e todos os seus leõezinhos" (grifo meu], parece indicar claramente a Inglaterra, que tem o leão como o seu símbolo e o de sua comunidade de nações, inclusive os Estados Unidos da América e Canadá, que foram inicialmente colonizados pelos britânicos.
 "Társis" deriva-se de Tartesus, que era uma província da Espanha, abrangendo a área hoje conhecida por Gibraltar, pertencente ao Reino Unido.
Ainda mais alguns contrastes:
• Na primeira guerra, o objetivo principal é tomar o despojo; [Ez 38.13].
Na segunda, o propósito é destruir os judeus e provocar a Deus; Apocalipse 16:16
• Na batalha contra Gogue, os mortos são sepultados;
No Armagedom os cadáveres ficarão insepultos (Ez 39.12; Ap 19.18].
•Na invasão do Oriente Médio, predita por Ezequiel, a confederação do Norte será a provocadora, mas na batalha final, no vale de Josafá, a provocação partirá do próprio anticristo e de todas as nações [ E os que percorrerem a terra, a qual atravessarão, vendo algum osso de homem,  (Morto no confronto) porão ao lado um sinal; até que os enterradores o tenham enterrado no vale da multidão de Gogue. Para que comais a carne dos reis, e a carne dos tribunos, e a carne dos fortes, e a carne dos cavalos e dos que sobre eles se assentam; e a carne de todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes.Apocalipse 19:18Ezequiel 39:15  Ez 39.12; Ap 19.18],
Na primeira batalha, os russos serão motivados pelo ódio aos judeus;
Na segunda, o ódio do anticristo e de todas as nações será contra Deus, Jesus e Jerusalém (Zc 13.2,3]. Todavia, "o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos
reis; vencerão os que estão com ele, chamados, eleitos e fiéis" [Ap 17.14],
Redenção ou tribulação para a igreja? 
A Bíblia Sagrada não afirma se a Igreja ainda estará aqui quando da tentativa de ocupação da Palestina por parte da Rússia se der isso está na palavra profética, mas dá a entender que tal fato poderá ocorrer um pouco antes ou um pouco depois do arrebatamento, isto é a volta de Jesus para a igreja. 
Como já se sabe haverá uma  derrocada dos exércitos vermelhos para a  Terra Santa que desencadeará uma série de medidas políticas e religiosas de âmbito mundial e preparará o mundo, em todos os seus aspectos, para o cumprimento das predições bíblicas para dessa referida época. 
Se existem divergências em alguns pontos menos importantes, numa coisa, entretanto e unânime, a maioria dos mestres da Bíblia estão perfeitamente concordes:
A Igreja não deve esperar a Grande Tribulação nem a ira futura, mas sim o glorioso arrebatamento. Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo" [1 Ts 5.9]. 
O Senhor Jesus afirma: 
“ Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra" (Ap 3.10]. 
Apontando para os nossos dias, Jesus disse: 
E disse-lhes uma parábola:
 Olhai para a figueira e para todas as árvores. 
Quando já começam a brotar, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão. Assim também vós, quando virdes acontecer essas coisas, sabei que o Reino de Deus está perto (Lc 21.29-31]. A nação israelita não constitui apenas o centro geográfico do mundo, mas também o centro nevrálgico da política internacional. 
Mesmo no auge da crise vietnamita, quando a imprensa internacional destacava bombasticamente os mais importantes acontecimentos daquele conflito, para os principais comentaristas e  estudiosos dos problemas do mundo, todavia dizem: 
O verdadeiro barril de pólvora sempre foi o Oriente Médio, em decorrência da presença ali do novo e progressista Estado de Israel. 
As grandes potências, bem como praticamente todas as nações do globo, incluindo  o Brasil, têm orientado sua conduta em função do problema árabe-israelense, acerca do qual nenhum país consegue ficar realmente neutro. 
Essa evolução dos acontecimentos no mundo político e religioso, o milagroso renascimento de Israel e a crescente centralização nesse pequeno país das atenções, interesses e preocupações de todos os povos mostram a rápida aproximação do verão profético, a assinalar a breve volta de Cristo. Como o brotar da figueira.

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