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A Fonte Da Justificação é Graça / Na verdade sei que assim é; porque, como se justificaria o homem para com Deus? Jó 9:2

A fonte da justificação:  A graça significa primeiramente, favor, ou a disposição bondosa da parte de Deus. Alguém a definiu como a "bondade genuína e favor não recompensados", ou "favor não merecido". Dessa forma a graça nunca incorre em dívida com Deus.  O que Deus concede, Ele concede-o como favor; nunca podemos pagá-lo ou pagar-lhe. A salvação é sempre apresentada como dom, um favor não merecido, impossível de ser recompensado, é um benefício

 
A fonte da justificação: 
A graça significa primeiramente, favor, ou a disposição bondosa da parte de Deus. Alguém a definiu como a "bondade genuína e favor não recompensados", ou "favor não merecido". 
Dessa forma a graça nunca incorre em dívida com Deus. 
O que Deus concede, Ele concede-o como favor; nunca podemos pagá-lo ou pagar-lhe. A salvação é sempre apresentada como dom, um favor não merecido, impossível de ser recompensado, é um benefício
legítimo de Deus (Rom. 6:23).
O serviço cristão portanto, não é pagamento pela graça de Deus, o serviço cristão é um meio que o
ser humano quando entra em contato com o Evangelho, aproveita para expressar sua devoção e amor a Deus. 
"Nós o amamos porque ele primeiramente nos amou, diz a bíblia." A graça é transação de Deus com o ser humano, absolutamente independente da questão de merecer ou não merecer. "Graça não é tratar a pessoa como merece, nem tratá-la melhor do que merece", escreveu certo mestre chamado (L. S. Chafer). 
"E tratá-la graciosamente sem a mínima referência aos seus méritos. Graça é amor infinito expressando-se em bondade infinita." Devemos evitar certo mal-entendido; 
Graça não significa que Deus é de coração tão magnânimo que abranda a penalidade contra o pecado e desobediência dos humanos, ou desiste de executar justo juízo. 
Sendo Deus o Soberano perfeito do universo, ele não pode tratar indulgentemente o assunto do pecado pois isso depreciaria sua perfeita santidade e justiça. A graça de Deus aos pecadores revela-se no fato de que ele mesmo pela expiação de Cristo, pagou toda a pena do pecado dos humanos. 
Por conseguinte de, Ele pode justamente perdoar o pecado sem levar em conta os merecimentos ou não
merecimentos. 
Os pecadores são perdoados, não porque Deus seja benigno para desculpar os pecados deles, mas porque existe redenção mediante o sangue de Cristo. (Rom. 3:24; Efés. 1:6.).
Os pregadores modernistas erram nesse ponto porquê pensam que Deus por sua benignidade perdoa os pecados, entretanto seu perdão baseia se na mais rigorosa justiça. 
Ao perdoar o pecado, "Ele é fiel e justo" (1 João 1:9). 
A graça de Deus revela-se no fato de haver ele provido uma expiação pela qual pode ser justo e justificador e, ao mesmo tempo, manter sua santa e imutável lei. A graça manifesta-se independente das obras ou atividades dos humanos. Quando a pessoa está sob a lei, não pode estar sob a graça e quando está sob a graça, não pode estar sob a lei. Porquê são coisas opostas.
Está "sob a lei" quando tenta assegurar a sua salvação ou santificação como recompensa, por fazer boas obras ou observar certas cerimônias. Essa pessoa está "sob a graça" quando assegura para si a salvação por confiar na obra que Deus fez por ela, e não na obra que ela faz para Deus.
 As duas esferas são mutuamente exclusivas. (Gál. 5:4.) A lei diz: "paga tudo"; mas a graça diz: "Tudo está pago." 
A lei representa uma obra a fazer, mas a graça é uma obra consumada. A lei restringe as ações mas a graça transforma a natureza. 
A lei condena, a graça justifica. 
Sob a lei a pessoa é servo assalariado, sob a graça é filho em gozo de herança ilimitada. Enraizada no coração humano está a idéia de que o homem deve algo para tornar-se merecedor da salvação. 
Na igreja primitiva certos instrutores judaico-cristãos insistiam em que os convertidos fossem salvos pela fé e a observância da Lei de Moisés. Entre os pagãos, e em alguns setores da igreja cristã, esse erro tem tomado a forma de auto-castigo, observância de ritos, peregrinações, e esmolas. 
A idéia substancial de todos esses esforços é a seguinte: 
Deus não é bondoso e o homem não é justo; por conseguinte, o homem precisa fazer-se justo a fim de tornar Deus benigno. Esse foi o erro de Lutero, quando, mediante automortificações, envidava
esforços para efetuar a sua própria salvação. 
"Oh quando será que você se tornará piedoso a ponto de ter um Deus benigno?" 
Disse Lutero. exclamando certa vez, referindo-se a si próprio. 
Finalmente Lutero descobriu a grande verdade básica do evangelho: 
Salvação é ser aceitável a Deus, não é tornar-se excepcionalmente bom salvação é perfeição em Cristo e não é competência de caráter.
homem.
Usa-se, às vezes, a palavra "graça", no sentido íntimo, para indicar a operação da influência divina (Efés. 4:7) e seus efeitos (Atos 4:33; 11:23; Tia. 4:6; 2 Cor. 12:9). 
As operações desse aspecto da graça têm sido classificadas da seguinte maneira: Graça proveniente (literalmente, "que vem antes") é a influência divina que precede a conversão da pessoa, influências que produzem o desejo de voltar para Deus. 
É o efeito do favor divino em atrair os homens (João 6:44) e convencer os desobedientes. (Atos 7:51.) Essa graça, às vezes, é denominada eficiente, tornando-se eficaz em produzir a conversão, quando não encontra resistência. (João 5:40; Atos 7:51; 13:46.) A graça efetiva capacita os homens a viverem justamente, a resistirem à tentação, e a cumprirem o seu dever.
 Por isso pedimos graça ao Senhor para cumprir uma determinada tarefa. A graça habitual é o efeito da
morada do Espírito Santo que resulta em uma vida plena do fruto do Espírito (Gál. 5:22,23)

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