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ISRAEL SERÁ JULGADO Mt 25.31-32?


O que é o julgamento das nações?

JULGAMENTO DAS NAÇÕES.
 As Escrituras descrevem diversos julgamentos escatológicos diferentes, incluindo o julgamento entre “ovelhas e bodes”, o Tribunal de Cristo e o julgamento diante do Grande Trono Branco.
Estes julgamentos ocorrem em momentos diferentes e aplicam -se a diferentes grupos.
O salmista referiu-se a um destes eventos, quando declarou: “Levanta-te, Senhor!
 Não prevaleça o homem; sejam julgadas as nações perante a tua face” (SI 9.19).
A Bíblia fala sobre quando e onde ocorrerá este julgamento das nações. E ainda descreve os participantes, a razão do julgamento e os propósitos de Deus para ele. 0 MOMENTO D0 JULGAMENTO.
 Em Relação à Segunda Vinda Segundo o profeta Joel, este julgamento das nações ocorre juntamente com “o grande e terrível Dia do Senhor”.
Joel, evidentemente, estabelece que tal julgamento ocorrerá perto do fim da Tribulação e do início do Reino messiânico (J1 2.31). Mais especificamente, Joel afirma que o julgamento acontecerá quando Judá e Jerusalém tiverem sua “sorte transformada” (J1 3.1-2).
Comentários acerca da restauração da sorte de Israel são freqüentemente utilizados com referência ao reino milênial, que passará a existir após o retorno em poder e glória do Senhor Jesus Cristo (Ez 39.25; A m 9.14- 15).
 Isto traz a informação de que o julgamento ocorre depois da segunda vinda, pois só então Israel receberá estas bênçãos.
Em seu discurso profético no monte das Oliveiras, o Senhor Jesus também relacionou o acontecimento a sua segunda vinda.
Disse que a reunião das nações para o julgamento seria após Ele vir em majestade com os santos anjos e assentar-se no trono da sua glória (M t 25.31-32).
Em Relação ao Reino Milênial.
 O julgamento das nações acontece antes do início do reino m ilenial.
O resultado do julgam determina a entrada ou não de cada nação no Milênio.
Daniel 12.11-12 refere-se a um período de até 75 dias entre a segunda vinda e o início efetivo do
 Milênio.
Na passagem, Daniel diz que quem perseverar até o dia de número 1.335 será bem-aventurado. Cremos que esta bênção é o privilégio de entrar no Reino Messiânico, que começará naquele mesmo momento.
 O julgamento das na­ções ocorre logo antes do reino milênial; portanto, não deve ser confundido com o julgamento diante do Grande Trono Branco, que acontece após os mil anos do reinado de Cristo (A p 20.11-15).
0 LOCAL DO JULGAMENTO.
 Considerando que o julgamento das nações ocorrerá após a segunda vinda, é evidente que tudo se dará na terra, pois o Senhor Jesus afirmou que o julgamento ocorreria após sua volta à terra (M t 24-27- 31; 25.31-32).
O profeta Joel disse de forma explícita que as nações seriam reunidas para o julgamento no “Vale de Josafá” (J1 3.2,12).
Alguns estudiosos identificam este lugar como o Vale de Cedrom, perto de Jerusalém.
Outros entendem ser o lugar onde Deus livrou o rei Josafá, derrotando uma coalizão de inimigos
(2 Cr 20).
O mais provável é que o nome (que significa “Jeová julga” ) tenha um significado simbólico.
 Este será o local em Israel onde o Senhor Jesus, recém-chegado, reunirá as nações a fim de julgá-las. Possivelmente, refere-se a um local futuro que passará a existir a partir das mudanças topográficas que ocorrerão em Israel com a segunda vinda (Zc 14-4). Deverá ser um local próximo de Jerusalém. OS PARTICIPANTES DO JULGAMENTO.
Aquele que Julga,O Juiz que preside todos os julgamentos no fim dos tempos é o Senhor Jesus Cristo. De acordo com o próprio Senhor, o Pai encarregou o Filho de realizar todos os julgamentos.
Ele julgará com justiça e conforme a vontade do Pai.
Aqueles que São Julgados Tanto Joel 3 como Mateus 25 declaram que as “nações” são reunidas perante o Senhor. A palavra traduzida por “nações” tam ­ bém significa “gentios”. Esta última opção de tradução é a mais comum em todo o NT.
Normalmente, refere-se a pessoas que não pertencem à nação escolhida de Israel. Por esse motivo, seria provavelmente mais correto chamarmos o evento de “julgamento dos gentios”, porque estes estão em contraste com o povo da aliança nos dois textos.
 Este julgamento, no entanto, não inclui todos os gentios que já viveram, mas somente aqueles que estiverem vivos quando Cristo vier pela segunda vez.
A palavra “gentio” aplica-se a vivos, não a mortos.
A s passagens que falam sobre o julgamento não dizem nada a respeito de morte ou ressurreição.
Os gentios que estiverem vivos à época da segunda vinda serão julgados por seus atos logo antes da volta de Cristo (J1 3.2-3; M t 25.35-40).
AS RAZÕES DO JULGAMENTO.
 Quando as pessoas comparecem diante do Senhor Jesus, seu destino eterno não está sendo determinado.
A participação ou não no Reino de Deus é definida durante a vida na terra, e não durante o julgamento por Cristo. Jesus disse claramente a Nicodemos que, para entrar no Reino dos céus, era necessário nascer de novo (Jo 3.5).
 Entrar no reino (salvação) não é algo que se consegue realizando boas obras (T t 3.5; Ef 2.8-9), mas tão-somente pela fé em Cristo (Jo 3.16; Rm 3.20-30; G1 2.16).
 A salvação é sempre um presente de Deus, recebido quando confiamos em Jesus.
Durante os sete anos da Tribulação, todos nesta terra ouvirão a verdade do evangelho de Cristo (M t 24.14).
 Apesar de os 144-000 saírem à frente na proclamação do evangelho, milhões de crentes testemunharão de sua fé em Jesus Cristo (Ap 7.4- 17).
 Podemos, então, estar certos de que, quando os gentios vivos comparecerem perante Jesus para este julgamento, eles já terão ouvido o evangelho e assim terão recebido ou rejeitado a oferta da salvação. A condição interna, espiritual, dos gentios é exteriorizada pela forma como tratam Israel durante a Tribulação. Esta é uma verdadeira prova de virtude, tendo em vista a intensa perseguição sofrida pelos judeus durante a segunda metade da Tribulação.
Os judeus, for­çados a fugir da morte e do extermínio, não terão como cuidar de si mesmos.
Os gentios piedosos, ainda que correndo grande risco, darão alimento e abrigo ao povo da aliança,além de muitos outros atos generosos,como jé se fazem hoje,no caso da guerra.
Jesus chama estes gentios de justos (Mt 25.3).
A s boas ações que fazem para Jesus confirmam esta designação.
 Estes gentios justos (as “ovelhas” ), porém, ficam confusos por não se lembrarem de nada que tivessem feito a Jesus.
O Senhor explica-lhes que, ao fazerem boas ações “a um destes meus pequeninos irmãos”, estavam na verdade fazendo a Ele próprio (M t 25.40).
Os “irmãos” de Jesus não se referem à humanidade em geral, mas aos judeus que são verdadeiramente crentes e vítimas da perseguição inspirada por Satanás.
Os gentios justos serão recebidos no reino do Milênio pelo Rei.
 São justos por terem sido salvos pela graça, mas sua justiça é evidenciada pelo cuidado dispensado aos “irmãos” de Jesus durante aqueles dias terríveis.
Semelhantemente, as ações dos injustos (“bodes”) revelam sua verdadeira condição espiritual.
Sua resistência à mensagem do evangelho é demonstrada por seu anti-semitismo.
Jesus também os acusará por se terem recusado a dar ajuda e assistência a seus “irmãos” durante a Grande Tribulação (M t 25.45).
Maltratar os “irmãos” de Jesus é uma prova de que eles não são justos. D evem, portanto, ser impedidos de entrar no reino do Milênio.
0S PROPÓSITOS D0 JULGAMENTO.
 Demonstrar o Caráter de Deus ;
O ser humano terá de finalmente enxergar e reconhecer que o Senhor é Deus.
Os julgamentos registrados nas Escrituras revelam que todas as criaturas, mais cedo ou mais tarde, dobrarão os joelhos e aceitarão sua justa posição de submissão ao Deus Criador (Fp 2.9-11; Jo 5.22-23).
Quando se encerrarem os julgamentos, nenhuma criatura ousará falar mal do caráter do único Deus. O julgamento dos gentios contribuirá para este importante fim.
Garantir Acesso aos Justos ;
Os gentios justos serão recebidos no Reino de Jesus, o Messias, quando Ele lhes disser para “ [possuir] por herança” o reino (M t 25.34).
 Estes gentios salvos serão recebidos com júbilo no Reino do Messias.
 Nas Escrituras, “possuir por herança” está condicionado às boas obras de um indivíduo após a salvação.
Herdar o reino não inclui apenas entrar no reino durante o Milênio, mas também receber recompensas.
Julgar os ímpios;
 Assim como acontece às “ovelhas” justas, os atos dos “bodes” ímpios evidenciam sua verdadeira situação espiritual (Mt 25.41-46; J13.2-3).
 Eles são impedidos de entrar no glorioso Reino do Messias e são enviados para serem eternamente punidos, Estes sofrerão perpétua punição: o fogo eterno que fora feito para Satanás e seus anjos (M t 25.41).
 Os “bodes” mostram sua rejeição ao evangelho quando se recusam a auxiliar os “irmãos” de Jesus durante a Grande Tribulação.
São responsáveis por trazer grande sofrimento aos judeus, forçando-os a abandonar a Terra Prometida, dividindo o território e escravizando o povo.
 A o serem julgados, esses gentios ímpios terão de dobrar os joelhos diante daquele a quem rejeitaram e trataram com desprezo.
DEUS TUDO VÊ E CONHECE .
Os homens são, perante Deus, responsáveis pelo que fazem com sua verdade e seu povo.
Algum as pessoas poderiam pensar que Deus não as está vendo, mas as Escrituras deixam claro que Ele conhece tudo o que o homem faz e diz.
O homem será recompensado ou punido de acordo com os padrões de Deus, o que vale para os gentios que estiverem vivos durante a Grande Tribulação. Eles comparecerão perante o Rei em sua segunda vinda, quando serão recebidos ou excluídos do Reino do Messias.

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