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TODOS OS CRENTES SERÃO ARREBATADOS?


Todos os  crentes serão arrebatados? https://youtu.be/waTs6tmOHpI


ARREBATAMENTO PARCIAL.
  Alguns comentaristas da Bíblia já sugeriram que o arrebatamento, mencionado em 1 Tessalonicenses 4-16-17 e 1 Coríntios 15.51-52, será apenas parcial e não incluirá todos os que crêem. A rgumentam que a participação no arrebatamento não se baseia na salvação, mas que se trata de algo condicional, baseado na conduta da pessoa. Esta teoria se apóia em passagens do N T que enfatizam a vigilância e a obedi­ ência (M t 25.1-13; 1 Ts 5.4-8; Hb 9.28). De acordo com esta visão, apenas parte da Igreja é arrebatada. A parte remanescente fica para enfrentar a Tribulação, parcialmente ou no todo. Tais textos bíblicos na verdade diferenciam os crentes genuínos, que são arrebatados, daqueles que apenas professam o cristianismo, que são deixados para trás. Textos relacionados à segunda vinda de Cristo são com freqüência utilizados erroneamente para respaldar a teoria do arrebatam ento parcial AS BASES DA TEORIA DO ARREBATAMENTO PARCIAL O arrebatamento pode ocorrer a qualquer momento e incluirá todos os crentes (1 Ts 4.13-17). N ossa fidelidade a Cristo e nossa obediência à sua Palavra são, sem dúvida, determinantes para a nossa recompensa. A s Escrituras, porém, não falam, em nenhum momento, que alguns crentes poderiam correr o risco de perder alguma parte da sua salvação (1 C o 3.15). Algumas pessoas aceitam a teoria do arrebatamento parcial por crerem que o pecado e a desobediência impossibilitam a ida do cristão para os braços de Cristo, de modo que seria necessária a punição da Tribulação. A o explicar esta visão, Waugh (p. 108) escreveu:Pois não são poucos — alguns são aplicados e piedosos estudantes da Bíblia — os que crêem na trasladação de apenas uma parte expectante e preparada dos crentes. Eles acreditam que, a partir de Lucas 21.36, pode-se facilmente concluir que aqueles que não “vigiarem ” não poderão “escapar de todas estas coisas que têm de suceder”. Não serão, portanto, achados dignos de “estar em pé diante do Filho do Homem ”. De passagens com o Filipenses 3.20; Tito 2.12-13; 2 Timóteo 4.8 e Hebreus 9.28, eles apreendem que serão arrebatados apenas os que tiverem “esperado” , “buscado” e “amando sua vinda”. Um dos principais problemas com esta visão é que ela necessariamente nega parte do valor da morte de Cristo na cruz. Segundo esses teólogos, as boas obras do cristão dão a ele uma boa posição junto a Deus, tornando-o qualificado para o arrebatamento. Alguns defensores de tal posição baseiam-se na visão wesleyana de que a santificação plena é necessária para que a pessoa seja levada no arrebatamento. Redenção, no entanto, significa em essência que Cristo pagou completamente o preço pelos nossos pecados. Com o todos os pecados foram punidos e remidos, Deus não voltará a punir os cristãos, deixando-os de fora do arrebatamento. Os defensores do arrebatamento parcial recorrem a ainda outras passagens para comprovar sua visão (M t 25.1-13; Ef 2.21- 22; 5.27,30; 1 C o 15.23). Quando, porém, estudamos estes textos em seu contexto, verificamos que não respaldam a visão de um arrebatamento parcial. Após estudar os textos que fundamentam o arrebatamento parcial, Dawson (p. 46) escreveu: “Essas OS PROBLEMAS DA VISÃO DE UM ARREBATAM ENTO PARCIAL A teoria do arrebatamento parcial não consegue ser convincente por inú­meros outros motivos. Em primeiro lugar, 1 Coríntios 15.51 diz que “todos” serão os transformados. Em segundo lugar, um arrebatamento parcial logicamente exigiria que, em paralelo, houvesse uma ressurreição parcial, que não é ensinada em nenhum a parte das Escrituras. Em terceiro lugar, um arrebatamento parcial reduziria e praticam ente eliminaria a necessidade do Tribunal de Cristo. Em quarto lugar, criaria um tipo de “purgatório” na terra para os crentes que fossem deixados. Em quinto, o arrebatamento parcial não é ensinado em nenhum a parte das Escrituras. O arrebatamento da Igreja será total, pleno e completo, não parcial. Dwight Pentecost opôs-se ao arrebatamento parcial pelo fato de este estar fundamentado nos seguintes “mal-entendidos”: 1. O arrebatamento parcial fundamenta-se em uma compreensão errônea do valor da morte de Cristo, mormente quanto ao seu valor para livrar o pecador da condenação e tomá-lo aceitável a Deus. 2. Os defensores do arrebatamento parcial são obrigados a negar a doutrina neotestamentária da unidade do corpo de Cristo. 3. Na defesa dessa visão, é preciso repudiar a completude da ressurreição dos crentes no arrebatamento. Os partidários do arrebatamento parcial confundem os ensinos das Escrituras quanto às recompensas. 5. Um defensor do arrebatamento parcial não consegue enxergar as diferenças entre a lei e a graça. 6. U m defensor do arrebatam ento parcial tem necessariam ente de negar a distinção entre Israel e a Igreja. 7. Aqueles que crêem em um arrebatamento parcial colocam parte da Igreja fiel na Tribulação. M uitos desses, com sinceridade, acreditam que é necessário exortar os outros crentes a preparar-se para o arrebatam ento, e não apenas confiar que serão arrebatados independentemente de como vivam. Este cuidado é certam ente necessário, mas não tem nada a ver com a determinação de quem será ou não arrebatado. U m a solução definitiva para esta questão requer uma correta com preensão da doutrina da salvação e uma exegese das passagens bí­ blicas acerca do arrebatamento. CREDITOS DE —Elmer Towns e Richard Mayhue,TIM LAHAYE

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