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COMO CALCULAR O NÚMERO DA BESTA.


O apóstolo João fecha sua descrição da besta que subiu da terra com um verdadeiro enigma:
Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, porque é
número de homem; e o seu número é seiscentos e sessenta e seis (Ap 13.18).
As letras, tanto no hebraico como no grego, têm valor numérico, não da mesma forma que no
latim, onde apenas uma vogal e seis consoantes — I=1; V=5; X=10; L=50; C=100 e D=500 —
constituem o sistema numérico romano. 

Mas talvez seja significativo que a soma dessas letras romanas dê 666:
1 + 5 + 10 + 50 + 100 + 500 = 666
Acham alguns que, embora João tenha escrito no grego, referia-se à numeração hebraica; 

outros são da opinião de que a besta seria mesmo distinguida na escrita grega; finalmente, existe um
terceiro grupo, que procura aplicar o 666 a conhecidos inimigos da igreja, valendo-se de algarismos
romanos
.
Bossuet usa a gematria romana para explicar que o terrível perseguidor da Igreja, Diocleciano,
era Diocles.
Para fazer daqui o imperador que São João designou pela Besta, não é necessário mais
do que ajuntar ao seu nome particular Diocles, a sua qualidade Augustos, que os
imperadores com efeito costumavam ajuntar a seus nomes. Feito isto, logo dum golpe de
vista aparece nas letras dos latinos (que destas convém que se use, visto tratar-se de um
imperador romano) o número 666, Diocles Avgvstvs, DCLXVI. 

Eis aqui o grande perseguidor, que São João representou de tantas maneiras. Eis aqui o que Juliano fez reviver: por isso antes se marca o seu nome do que o de Juliano.
Ainda segundo esse método, o papa já foi identificado como a besta, em razão dos títulos que
adota, alguns deles gravados nas sua tiara pontifícia, e cuja soma dá o sombrio e misterioso 666. Eis
aqui alguns títulos papais, em língua latina:
Vicarivs Filii Dei (Vigário Filho de Deus) e Vicarivs
Generali Dei in Terris
(Vigário Geral de Deus na Terra). A soma, tanto de um como de outro, dá
666!
Usando-se os mesmos algarismos romanos, o sombrio 666 já foi aplicado até mesmo a Ellen
Gould White, vidente e profetisa do sabatismo, considerando-se, como se fazia no passado, o “u”
como “v”, e o “w” como dois “vv”. Fazemos tal referência apenas para salientar a vasta
aplicabilidade do obscuro sinal da besta tomando-se por base de cálculo a gematria romana.

A Bíblia identifica a besta como um homem no sentido restrito da palavra, e não como uma
mulher ou um sistema religioso ou político, como o papado, Concílio Mundial de Igrejas,
Organização das Nações Unidas, Comunidade Econômica Européia etc. Através dos séculos, foi
esse método largamente empregado para enfarpelar dezenas de inimigos e perseguidores do
cristianismo e dos judeus, desde o período apostólico até os nossos dias.
Sendo seis o número do homem, o 666 seria então, como já vimos, a imperfeição máxima e
radical do ser humano, uma espécie de auto-suficiência, extrema e frontal recusa em chegar até o
sete, que é o número de Deus. De fato, a Bíblia mostra de muitas maneiras a relação do homem com
o número seis: foi criado no
sexto dia e deve trabalhar seis dias na semana. No episódio de Davi e
Golias, este gigante era da altura de seis côvados e possuía uma lança de seiscentos siclos de ferro.
A estátua de Nabucodonosor apresenta igualmente o número seis e seus múltiplos: sessenta côvados
de altura e seis de largura (1 Sm 17.4-7; Dn 3.1).
Em Golias, vemos o homem na sua força, desafiando os exércitos de Deus e ao próprio Deus; na
imagem de ouro de Nabucodonosor, o resultado do orgulho humano, buscando para si mesmo um
nome. Em ambos os casos, tanto o gigante filisteu quanto o rei babilônico são precursores do
anticristo.
Na opinião de um dos maiores mestres da gematria, E. W. Bullinguer, é ridículo o uso dos
algarismos romanos para identificar o anticristo, uma vez que para tal fim devemos limitar-nos
apenas “ao hebraico e ao grego, que não possuíam sinais arábicos ou especiais para cifras”.

Rejeitando como espúria a gematria romana, Bullinguer vê no 666 o ápice da soberba humana:
Se seis é o número da perfeição secular ou humana, então o 66 é uma expressão mais
enfática do mesmo, e 666 é sua expressão concentrada. O número 666 é, portanto, a
trindade da perfeição humana; a perfeição da imperfeição; o ápice da soberba humana
independente de Deus e em oposição a Cristo.

De acordo com Bullinguer, o número 666 era usado nos antigos mistérios pagãos como um
símbolo secreto relacionado com a adoração do diabo. O correspondente moderno daqueles
mistérios é o movimento da Nova Era, que acopla em si mesmo o espiritismo em suas variadas
formas, a teosofia, a astrologia, a ufologia, a maçonaria e diversos outros grupos ocultistas.
Era comum os antigos mistérios pagãos trazerem estampado o número seis, e por isso o grande
símbolo secreto era SSS, porque a letra “s” (estigma), no alfabeto grego, simbolizava o número seis.
Mas essa letra, em uma forma peculiar semelhante a uma serpente, era misteriosamente inserida em
sexto lugar na ordem alfabética em lugar da
zeta.É curioso que a palavra “estigma” significa “uma marca”, especialmente aquela feita com um
ferro em brasa, tal como se marcava gado, escravos ou soldados a fim de identificá-los como
propriedade de seus senhores, ou mesmo devotos que assim se deixavam marcar como pertencentes
a seus deuses. Bullinguer comenta:
Não sabemos por que esta letra e este número permanecem assim associados, exceto
que ambos estavam intimamente relacionados com os mistérios egípcios. As três letras
SSS eram o símbolo de Ísis, que estava assim relacionada com o 666. Além disso, a
expressão desse número consiste nas letras inicial e final da palavra Cristo, ou seja, com
o símbolo da serpente entre ambos.

Outras interpretações do 666Considerando Apocalipse 17.11 como identificação paralela da besta, que afirma: “E a Besta,
que era, e que já não é. É ela também a oitava: É ela também uma das sete, e caminha à sua
perdição” (Figueiredo), podemos chegar ao mesmo resultado por outro caminho. O número
triangular de oito é 36, e o triângulo de 36 é 666.
O leitor poderá comprovar esse fato somando os números 1 a 8 (inclusive) e da mesma forma 1 a
36. Assim, a besta, que é a oitava, seria o mesmo anticristo. O sistema triangular, largamente
empregado no passado, conduziria, destarte, ao mesmo resultado. De acordo com J. J. Von Allmen,
666 é o número triangular de 36, por sua vez o triangular de 8, podendo-se estabelecer
uma identidade entre 666 e 8. De fato, encontramos o 8 como símbolo da Besta em
Apocalipse 17.11 [...] Notemos que o procedimento gemátrico possibilitou enfarpelar com
o 666 todos os tiranos que no transcurso da história perseguiram a Igreja, permanecendo
assim este número bem vivo através da história.
67Na minha opinião, o cálculo triangular que conduz ao 666 serve para mostrar o caráter anticristão
da falsa Igreja Romana, a mãe das prostituições da terra, identificada no texto em apreço no sentido
em que São João usa o termo anticristo em suas cartas, referindo-se ao erro doutrinário.
A sua tríplice repetição, 666, aplicado ao anticristo (Ap 13.18), significa a recusa de passar até
ao sete, que é o número de Deus. Mas o 666 representa, ainda, a trindade satânica: dragão, besta e
falso profeta, como a falsificação e a negação da divina Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, cujo
número equivalente é 777.

Um número impresso na carneAcerca da possibilidade de a marca da besta ser gravada na testa ou na mão, como afirma a
Bíblia, praticamente ninguém hoje duvida. Nossos dias assistem a uma impetuosa multiplicação do
conhecimento humano. Este dobrou de 1775 a 1900, depois de 1900 a 1950, depois de 1950 a 1958
e desde então já duplicou várias vezes!
A rapidez com que o saber aumenta tem levado os cientistas a alterarem suas mais otimistas
previsões para o futuro. A tecnologia desenvolveu-se a ponto de produzir máquinas quase humanas.
Somente nas indústrias japonesas dezenas de milhares de robôs substituem operários em diferentes
atividades, e a Inglaterra trabalha na produção de milhares de máquinas que “ouvem”, “vêem”,
andam, sobem e descem escadas etc.
Em muitas áreas, esse incrível desenvolvimento já alcançou a ficção científica e até a
ultrapassou, pois tudo o que já se escreveu acerca de um registro geral da população pode hoje
concretizar-se perfeitamente dentro das características indicadas no capítulo 13 de Apocalipse,
onde se diz que o anticristo “faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos,
lhes seja posto um sinal na sua mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar ou vender,
senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome” (vv. 16,17).
O reverendo Willard Cantelon, professor de Escatologia em Bruxelas, diz:
Quase diariamente começamos a ouvir sugestões para que cada homem receba um
número para a vida toda e que poderia ser impresso de forma permanente em sua carne.
Ouvi, na Europa, que o orador falava numa estação radiofônica de Frankfurt sobre a idéia
de tatuar no rosto o número de um homem. Quando feito na carne, diziam eles, o número
não pode perder-se, nem pode ser roubado do seu dono.
Nos Estados Unidos, falei com um amigo que trabalhava no Northwest National Bank.
Ele falou do progresso que se fazia nos laboratórios, no sentido de desenvolver uma tinta
invisível, não tóxica, que seria tatuada na carne humana, invisível à luz normal, mas
claramente legível sob uma luz especial.

É hoje fora de dúvida que a tecnologia do computador torna possível que se emita para cada
indivíduo um único cartão de crédito, e, para garanti-lo contra perda, furto ou falsificações, seu
número “pode ser fixado fotograficamente na testa ou nas costas das mãos, visível unicamente sob
raios ultravioletas”.
Outro valioso testemunho é o de John Wesley White. Em seu precioso livro prefaciado por Billy
Graham, ele afirma que “existe atualmente um processo em virtude do qual pode imprimir-se em
forma invisível e indelével um número na mão ou na testa, mediante um dispositivo eletrônico, e tal
número pode ler-se [sic] com um instrumento, de um relance”.

Muitos são da opinião de que após a invasão de Israel pelos russos e o desastroso fim destes nas
montanhas de Israel, os povos europeus serão unificados pelo medo, “na expectação das coisas que
sobrevirão ao mundo” (Lc 21.26). E optarão por um governo mundial.
Essa opção significará a concretização dos anseios de ecumenistas, sincretistas e cientistas
nucleares modernos, pregadores de uma só religião e de um só governo para o mundo. A fiel Igreja
de Cristo, entretanto, será tirada da terra antes da manifestação desse premier do mundo, tantas
vezes referido na Bíblia. “Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e
levantai a vossa cabeça, porque a vossa redenção está próxima” (Lc 21.28). Maranata!
  

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