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CIDON E ASCALOM

 
O que aconteceu com Cidom e Ascalom da bíblia?
                                                                                                                                                               O profeta Ezequiel, depois de prever o trágico destino de Tiro, volta-se para Sidom
e diz: “Estou contra você, Sidom, e manifestarei a minha glória dentro de você. Todos saberão que eu sou o SENHOR, quando eu castigá-la e mostrar-me santo em seu meio. Enviarei uma peste sobre você e farei sangue correr em suas ruas. Os mortos cairão, derrubados pela espada que virá de todos os lados contra você. E todos saberão que eu sou o SENHOR” (28.22,23).
Era Sidom a mais antiga das cidades fenícias, razão pela qual os fenícios são conhecidos na Bíblia por sidônios.

 Ela estava em decadência na ocasião da profecia, ao passo que sua poderosa rival Tiro,
distante apenas 48 quilômetros, encontrava-se no apogeu de seu poderio. 

Todavia, apesar de suas
fragilidades, Sidom continua existindo até o presente, tendo hoje cerca de dez mil habitantes. Foi tomada e destruída por Artaxerxes Ochus, rei da Pérsia, em 351 a.C., e desde então tem sido muitas vezes destruída e reedificada. Talvez nenhuma outra cidade, nem mesmo Jerusalém, tenha tido tantos e tão grandes sofrimentos.
Se Ezequiel simplesmente procurasse adivinhar o fim dessas duas cidades, seguindo a lógica humana
adotada pelos “profetas” modernos, ele poderia ter previsto a completa extinção de Sidom, mas nunca a de Tiro.
Volvamos agora a nossa atenção para mais uma antiga cidade, cujo fim atesta a infalibilidade da
profecia bíblica: 

“Ascalom ficará deserta... e não será habitada” (Sf 2.4; Zc 9.5).
Esta cidade, fundada 1800 anos antes de Cristo, gozava de grande prestígio nos dias apostólicos.
Como berço natal de Herodes o Grande, foi por este adornada com belos edifícios e tornou-se, durante o império romano, um notável centro de cultura helênica.
Em 636 d.C. foi tomada pelos árabes e durante as cruzadas era lugar estratégico para quem se dirigia
ao sudoeste da Palestina. Balduíno III, em 1153, apoderou-se dela depois de seis meses de cerco e de
sangrentas batalhas. Um historiador comenta essa conquista:
“A cidade de Ascalom erguia-se em círculo à beira-mar e tinha do lado da terra muralhas e torres
inexpugnáveis; todos os habitantes estavam exercitados na arte da guerra, e o Egito, que tinha grande
interesse na conservação daquela praça, para lá mandava, quatro vezes por ano, víveres, armas e
soldados... “No final do cerco, os sitiados, vendo as muralhas caídas e sem esperanças de socorro,
começaram a gritar: ‘Homens de Ascalom... voltemos ao Egito e deixemos aos inimigos uma cidade que Deus feriu com sua maldição’.” (Joseph-François Michaud,
História das Cruzadas, Editora das
Américas, São Paulo.)

Ascalom ainda foi ocupada e reparada pelos franceses, mas em 1270 o sultão Bibars destruiu-lhe as
fortificações e obstruiu-lhe o porto com pedras. 

Desde então, por mais de setecentos anos, ela tem estado em completa ruína, sem um só habitante, atestando a infalibilidade da Palavra de Deus. (OTD)

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