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JESUS CRISTO NOSSO SUMO SACERDOTE

Jesus como Sumo Sacerdote

Além de atuar como nosso Sumo Sacerdote celestial, Jesus também prepara o nosso futuro eterno.
 A Bíblia descreve o Senhor como nosso Sumo Sacerdote que.
 Inculpável e sem mácula (Hb "Portanto, pode também salvar os que por ele se chegam a Deus,vivendo sempre para interceder por todos," (Hb 7.25) .
Ele também é descrito como nosso “sumo sacerdote dos bens futuros" (Hb 9.11) e “Mediador de um novo testamento” (Hb 9.15).
Cumprindo sua grande profecia sobre Mediador da sua Igreja, Jesus continua militando, como seu Senhor durante a dispensação da graça(Ap 1.10-20).
 Ensina que o Cristo ressurreto está ativamente envolvido na vida de seus santos e do crescimento e do desenvolvimento de sua lgreja (At 1.4-5; 2.47; 3.6; 4.12; 7.59; 9.5; V, 17; 16.31). Quando Jesus se encontrou com os discípulos no cenáculo, na noite anterior à crucificação, explicou que partria para a casa do Pai a fim de lhes “preparar lugar” (Jo 14.1-6).
Esta promessa foi feita apenas aos discípulos Judas já havia deixado o local para preparar sua traição.
 Jesus, então, prometeu preparar um lugar no céu para os crentes e,um dia, voltar para buscá-los.
Esta é a primeira menção ao arrebatamento no NT. Nesse meio tempo,Jesus segue preparando sua noiva, a Igreja.
 Também, descreve a relação espiritual entre Cristo e sua Igreja como semelhante à existente entre um marido e sua esposa.
O apóstolo Paulo disse: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa santa e sem defeito” (Ef 5.25, 27).
 Apocalipse 19.7-9 descreve as Bodas do Cordeiro no céu.
 Cristo é descrito como o Noivo, cuja esposa (a Igreja) se aprontou para o casamento, como noiva de Cristo.
Jesus Cristo continuará a edificar sua Igreja até que o arrebatamento nos chame de volta para a casa do Pai (Mt 16.18; 24-14; Jo 14.1-6).
 Relatando,diversos aspectos do futuro ministério de Cristo que estão relacionados a sua segunda vinda:
O Arrebatamento da Igreja.
O primeiro evento relevante relacionado à segunda vinda de Jesus é o arrebatamento da Igreja.
 Quando aquele momento chegar, Cristo descerá dos céus “com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens,a encontrar o Senhor nos ares” (1 Ts 4.16-17).
 Esta promessa profética é acompanhada por palavras de conforto, bênçãos e incentivo.
 Daí ser chamada de “a bendita esperança” (Tt 2.13).
O Tribunal de Cristo.
Todos os crentes deverão comparecer perante o tribunal (gr.: bema) de Cristo a fim de serem recompensados (2 Co 5.10).
 Jesus disse: “E também o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo” (Jo 5.22).
 Paulo acrescenta:
 “[O] Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino” (2 Tm 4.1).
 O julgamento perante o Grande Trono Branco será apenas para os ímpios e ocorrerá ao fim do Milênio, enquanto que o Tribunal bema é para os fiéis e ocorre antes do Milênio.
E este julgamento que determina as coroas e os galardões dos crentes, preparando a noiva de Cristo para reinar com Ele na terra .
 As Bodas do Cordeiro.
 Cristo, no céu, irá casar-se com sua noiva, a Igreja (Ap 19.7-9).
Esta união espiritual está descrita nas Escrituras como um casamento, seguido por um banquete na terra.
 Os 24 anci­ões em Apocalipse 4.4,vestidos de branco, simbolizam a Igreja arrebatada no céu.
 Ao longo de todo o livro de Apocalipse, os anciões,servem como uma representação da Igreja remida, que foi recompensada com coroas de ouro e vestes brancas.
A Manifestação Gloriosa.
A segunda vinda de Cristo é descrita como uma manifestação gloriosa (gr.: epiphaino)(Estou transcrevendo aqui,alguns verbetes grego,mas não sou erudito) ou epifania.
 Em 2 Tessalonicenses 2.8, lemos sobre “o esplendor da sua vinda”.
 Jesus aludiu a este mesmo evento quando disse:
 “Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem” (Mt 24-30). Ele explicou que todas as tribos da terra o veriam vindo “logo depois da aflição daqueles dias” (24.29).
A manifestação gloriosa, que ocorre ao fim do período da Grande Tribulação, é um evento totalmente separado do arrebatamento da Igreja, que ocorre logo no início daquele período,é bom frisar isso,porque muitos estão misturando os dois eventos
 O Retomo Triunfante.
 A segunda vinda de Cristo envolve tanto a sua manifesta­ ção gloriosa como o seu retorno triunfante.
Apocalipse 19.11-16 descreve este incrível acontecimento, em que Jesus aparecerá sobre um cavalo branco, com vestes salpicadas de sangue e olhos flamejantes.
 Ele virá conduzindo sua noiva, a Igreja triunfante, em seu retorno à terra para estabelecer seu reino milenial como Rei dos reis e Senhor dos senhores.
 Pela força da sua palavra, Ele dizima o exército do Anticristo. Em seguida,lança a Besta e o Falso Profeta no lago de fogo (Ap 19.19-21.
A Salvação de Israel.
 No NT, a volta de Cristo está associada à salvação e libertação de Israel.
Conforme Mateus 24-22-31, os dias da Grande Tribulação são abreviados,os eleitos são poupados e as nações, salvas.
 As nações gentílicas (gr.: ethnos) são reunidas perante Cristo e julgadas conforme o tratamento dispensado a seus “irmãos” (Mt 25.31-46).
 Nenhum desses eventos teve lugar em 70 d.C., quando Jerusalém foi destruída pelos romanos. São inúteis todas as tentativas de enxergar tal evento como cumpridos no passado.
 As profecias simplesmente não correspondem aos fatos.
 Estes acontecimentos, portanto, ainda estão por acontecer.
O Aprisionamento de Satanás.
 Apocalipse 20.1 -3 claramente afirma que, no futuro, Satanás será aprisionado de uma forma jamais vista na história.
 Em primeiro lugar, a descrição profética do aprisionamento de Satanás vem logo após o retorno triunfante de Cristo em Apocalipse 19.
 Isto não aconteceu na primeira vinda de Cristo.
 Em segundo lugar, o aprisionamento de Satanás em Apocalipse 20 deixa-o completamente imobilizado.
 Ele é “lançado no abismo” (gr.: abysos), onde é trancado, selado e impossibilitado de enganar as nações.
 Argumentos de que Satanás já se encontra preso pelo poder da cruz são risíveis à luz de claras declarações bíblicas contrárias a esta posição.
 Pedro recomendou cautela aos cristãos, pois o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” (1 Pe 5.8).
Paulo comenta que Satanás o esbofeteia com “um espinho na carne” (2 Co 12.7) e atrapalha seu ministério (1 Ts 2.18).
 Os escritores do N T dão diversas indicações de que Satanás é um inimigo ativo a quem devemos resistir até a volta de Cristo, que o amarrará e imobilizará no abismo.

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