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JEFTÉ CUMPRIU SEU VOTO ? VEJA AQUI.

Jefté cumpriu seu voto

Por que Deus permitiu que Jefté cumprisse aquele voto absurdamente tolo?
O voto de Jefté tem sido mal entendido por muitos. 
Em Juízes 11.30, 31 ele, na véspera de seu combate decisivo contra os poderosos invasores amonitas, fez uma solene promessa a Deus, se o Senhor concedesse a vitória sobre seus inimigos, quem quer que surgisse de dentro de sua casa a fim de encontrar-se com ele tornar-se-ia propriedade do Todo-Poderoso.
"E eu o oferecerei em holocausto", concluiu ele (v. 31).
Obviamente tratar-se-ia de um ser humano a ser sacrificado. Será que Deus iria permitir?
 Alguém da casa de Jefté, um membro de sua família, talvez, alguém que lhe teria tanto amor que seria o primeiro a vir encontrar-se com ele e saudá-lo.
O texto hebraico exclui essa possibilidade de algum animal servir como escolhido ao sacrifício queimado, visto que a frase que se traduziu por "aquele que estiver saindo da porta da minha casa ao encontro" jamais poderia ter sido  usada.
Se se tratasse de um animal, é claro que não haveria problema algum em sacrificá-lo no altar como oferta queimada, sacrifício de sangue (a palavra hebraica ‘ôlāhnormalmente indica sacrifício queimado).
Todavia, nesse caso específico,  tratar-se-ia de um ser humano, membro do lar de Jefté, o primeiro a cumprimentá-lo; tal pessoa sem dúvida seria oferecida em holocausto ao Senhor.
 Por quê?
 Não foram os sacrifícios humanos severa e reiteradamente proibidos por Deus, em suas leis?
 (V.  Lv 18.21; 20.2-5; Dt 12.31; 18.10.).
É inconcebível que Jefté ou qualquer outro israelita pensasse que estaria agradando a Deus ao cometer essa abominação terrível na presença do Senhor e em seu altar.
 "Não adorem o SENHOR, o seu Deus, da maneira como fazem essas nações, porque, ao adorarem os seus deuses, elas fazem todo tipo de coisas repugnantes que o  SENHOR odeia, como queimar seus filhos e filhas no fogo em sacrifícios aos seus deuses.
Apliquem-se a fazer tudo o que eu lhes ordeno; não acrescentem nem tirem  coisa alguma" (Dt 12.31, 32). Lemos ainda em Deuteronômio 18.10-12: 
"Não  permitam que se ache alguém entre vocês que queime em sacrifício o seu filho ou a sua filha; que pratique adivinhação, ou se dedique à magia, ou faça presságios, ou pratique feitiçaria ou faça encantamentos; que seja médium, consulte os espíritos ou consulte os mortos.
 O SENHOR tem repugnância por quem pratica essas coisas, e é por  causa dessas abominações que o SENHOR,O seu Deus, vai expulsar aquelas nações da  presença de vocês".
Em vista dessa proibição divina e aversão de Jeová a essa prática, o fato de Jefté haver assumido tal responsabilidade seria equivalente a Deus ter renunciado completamente a sua soberania.
Seria como repudiar a própria aliança, que exigia de Israel fosse santidade ao Senhor.
Igualmente incrível é a idéia de que Deus, sabendo antecipadamente que Jefté  teria a intenção de quebrar dessa forma sua lei e de pisotear sua aliança com Israel,  apesar de tudo lhe concedera a vitória sobre os inimigos.
A analise desse evento  nesses termos envolveria uma dificuldade teológica insuperável, pois implicaria em admitir um comprometimento sem esperança da integridade da parte do próprio Deus.
Então, o que na realidade teria acontecido? 
Se Jefté não chegou a oferecer a filha sobre o altar?
Como salienta alguns teólogos, o registro desse voto e da forma como ele foi cumprido salienta a dedicação daquela moça ao serviço do Senhor em um ministério que durou toda sua vida ao pé do santuário de Deus no altar.
Juízes 11.37, 38 declara que se concedeu à jovem um período de lamentação de dois meses, não para que ela chorasse a proximidade de sua morte, mas, antes, para que lamentasse sua  virgindade permanente e a resultante extinção da linha genealógica de seu pai, visto ser ela filha única e não se casaria.
Tendo sido colocada para trabalhar no tabernáculo ( vejam cf. Êx 38.8; Fez também a pia de cobre com a sua base de cobre, dos espelhos das mulheres que se reuniam, para servir à porta da tenda da congregação, e outras referências sobre virgens consagradas que serviam no templo), a jovem jamais se tornaria mãe, daí a ênfase na expressão "ela nunca deixou de ser virgem" (Jz 11.39).
Essa observação não teria sentido se de fato a moça tivesse sido sacrificada ao Senhor.
Jefté agiu como um homem de honra, ao cumprir a promessa e apresentar a filha em sacrifício vivo, como todos os cristãos devem fazer, ao preservar-se para Deus (Rm 12.1). 
Houvesse ele praticado a detestável abominação de matar a própria filha, jamais poderia ter sido inscrito entre os heróis da fé pelo autor da Epístola aos Hebreus. 

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