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JESUS,O PROFETA QUE FOI CAÇADO O TEMPO TODO.

O maçacre dos bebês

O massacre dos inocentes de Herodes.
Belém, Judeia Março, 5 a.C. Manhã
A criança que viverá apenas 36 anos segundo um estudo amiúde das datas,está sendo caçada.
Soldados fortemente armados da capital Jerusalém estão marchando em direção a essa pequena cidade, determinados a encontrar e matar o pequeno menino. Trata-se de um grupo composto de mercenários estrangeiros vindos da Grécia, da Gália e da Síria. O nome da criança, que eles desconhecem, é Jesus, e seu único crime é o fato de alguns acreditarem que ele será o próximo rei do povo judeu.
 O monarca atual – um déspota à beira da morte, metade judeu, metade árabe, chamado Herodes – está tão decidido a garantir a morte desse bebê que deu ordens para seu exército executar todas as crianças do sexo masculino com menos de 2 anos em Belém.Nenhum dos soldados sabe quem são os pais da criança ou a localização exata de sua casa, daí a necessidade de matar todos os bebês na pequena cidade e nas áreas vizinhas.
Somente isso poderá assegurar o extermínio do potencial rei.
É primavera na Judeia, o auge do período de reprodução das ovelhas. A estrada de terra sinuosa conduz o exército através de bosques cerrados de oliveiras e pastores cuidando de seus rebanhos. Os soldados calçam sandálias, trazem as pernas nuas e usam saiotes chamados de pteruges para cobrir seus quadris.
Os jovens suam em bicas debaixo das placas de armadura que cobrem o peito e dos elmos de bronze que protegem a cabeça e as laterais do seu rosto. Os soldados conhecem muito bem a notória crueldade de Herodes e sabem que ele está disposto a matar qualquer um que tente ameaçar o seu trono. Mas não há nenhum questionamento moral a respeito do assassinato de crianças.
Os soldados tampouco se perguntam se terão coragem de arrancar um bebê aos prantos dos braços da mãe e executá-lo. Quando chegar a hora, cumprirão as ordens e farão o trabalho caso contrário, serão mortos imediatamente por insubordinação.É com a lâmina da espada que eles planejam matar os bebês. Todos os soldados estão armados com as versões judias das armas afiadas preferidas pelas legiões romanas, Pugio e Gladius, e trazem-nas presas à cintura.
O método de execução, no entanto, não se limitará a punhais e espadas. Se quiserem, os soldados de Herodes também poderão usar uma pedra para esmagar a cabeça dos bebês, atirá-los em massa de um precipício ou simplesmente fechar os punhos em volta de seu pescoço e estrangulá-los.
A causa da morte não faz diferença.
A única coisa que importa é que, rei dos judeus ou não, o bebê deve morrer. Enquanto isso, em Jerusalém, o rei Herodes olha por uma janela do palácio em direção a Belém,aguardando ansiosamente a confirmação do massacre. Nas ruas calçadas de pedras abaixo dele, o rei nomeado pelos romanos vê os mercados lotados, onde comerciantes vendem de tudo, desde água e tâmaras até quinquilharias para turistas e cordeiro assado.
A cidade murada com cerca de 80 mil habitantes aglomerados em menos de 2,5 quilômetros quadrados é um ponto de interseção no Mediterrâneo Oriental. Com um simples olhar à sua volta, Herodes consegue ver camponeses da Galileia em visita, mulheres sírias em trajes suntuosos e os soldados estrangeiros que ele paga para lutarem suas batalhas.
Esses homens são combatentes excepcionais, mas não são judeus nem falam uma só palavra em hebraico.
Herodes suspira.
Em sua juventude, jamais teria ficado parado diante de uma janela preocupado com o futuro. Um grande rei guerreiro como ele teria ordenado que seu cavalo de batalha preferido fosse selado para ele mesmo cavalgar até Belém e matar a criança.  Mas não, ele agora é um homem de 69 anos. Obeso e com incontáveis problemas de saúde, encontra-se fisicamente impossibilitado de sair do palácio, quanto mais montar a cavalo.
Seu rosto inchado é emoldurado por uma barba que se estende desde a base do queixo até o pomo de Adão.  Hoje, ele veste um manto real roxo em estilo romano sobre uma túnica de seda branca com mangas curtas. Normalmente, Herodes prefere perneiras de couro macio tingidas de roxo. Mas, no momento, até o roçar do mais suave tecido em seu dedão do pé inflamado poderia fazê-lo gritar de dor.
Assim, o homem mais poderoso da Judeia mancava pelo palácio descalço. Mas esse é o menor de seus problemas. O rei dos judeus como gosta de ser chamado, esse convertido não praticante  também sofria de doença pulmonar, disfunção renal, vermes, problemas cardíacos, doenças sexualmente transmissíveis e um tipo terrível de gangrena que fez seus órgãos genitais apodrecerem, deixando-os pretos e infestados de larvas . O que explica por que ele não pode montar em um cavalo, quanto mais cavalgá-lo.
Herodes aprendeu a viver com seus incômodos e dores, mas esses alertas sobre um novo rei em Belém o estão deixando temeroso. Desde que os romanos o instituíram como governante da Judeia mais de 30 anos atrás, ele frustrou inúmeros complôs para tirá-lo do poder e travou muitas guerras para defender seu reinado. Assassinou todos os que tentaram tomar seu trono e chegou a mandar matar aqueles de que apenas suspeitava.
Seu poder sobre os súditos é absoluto. Ninguém na Judeia está a salvo das execuções de Herodes. Ele já ordenou mortes por enforcamento, apedrejamento, estrangulamento, fogo,espada, animais ferozes, serpentes, espancamento e uma espécie de suicídio público em que a vítima é forçada a se jogar de algum edifício alto.
A única forma de execução que nunca usou é a crucificação, a mais lenta e humilhante das mortes, na qual o condenado é açoitado e depois pregado nu em uma cruz de madeira diante das muralhas da cidade, ao alcance da vista de todos.
Os romanos eram mestres dessa arte brutal e a utilizam quase que exclusivamente.
 Herodes nem sonharia em enfurecer seus superiores em Roma se apropriando de sua forma favorita de assassinato.
Herodes tem 10 esposas – ou, melhor, tinha, antes de executar a impetuosa Mariana por supostamente tramar contra ele. Para não deixar por menos, também ordenou a morte da mãe da esposa e de dois filhos seus, Alexandre e Aristóbulo.
Dali a um ano, ele viria a matar mais um filho homem. Não é de espantar que corressem boatos de que o grande imperador romano César Augusto teria dito abertamente: “É melhor ser um porco de Herodes do que seu filho.”
Mas essa nova ameaça, embora venha na forma de uma simples criança, é a mais perigosa de todas.
Há séculos os profetas judeus vêm assinalando  a chegada de um novo rei para governar seu povo.Eles profetizaram cinco acontecimentos específicos que confirmarão o nascimento do novo Messias.
O primeiro é uma grande estrela que vai despontar no céu.
O segundo é o fato de que o bebê nascerá em Belém, a pequena cidade em que o grande rei Davi nasceu há mil anos.
A terceira profecia é que a criança também deve ser descendente direta de Davi, o que pode ser facilmente comprovado graças aos meticulosos registros genealógicos do Templo.
A quarta é que homens poderosos virão de longe para adorá-lo.
Por fim, a mãe da criança deve ser uma virgem. O que mais perturba Herodes é que ele sabe que as duas primeiras profecias são verdadeiras. Ficaria ainda mais aflito se soubesse que todas as outras  cinco já se cumpriram.
 A criança é da linhagem de Davi;
Homens poderosos vieram de longe para adorá-la e sua mãe adolescente, Maria, jura que ainda é virgem apesar da sua gravidez. Ele também não sabe que o nome da criança é Yeshua ben Yosef, ou Jesus, que significa “o Senhor é a salvação”. Herodes foi  informado do nascimento de Jesus pelos viajantes que vieram adorar o bebê.
 Esses homens são chamados de Magos e passam pelo castelo para prestar homenagens ao rei antes de seguirem caminho e fazer o mesmo com Jesus. São astrônomos, adivinhos, sábios, estudiosos dos textos religiosos e sabem muito das coisas  importantes do mundo.
Entre  livros estudado por eles está o Tanakh,uma coleção de narrativas, proféticas , poemas e cânticos que contam a história do povo judeu. Os estrangeiros atravessam quase 1.600
quilômetros de um deserto hostil, seguindo uma estrela de brilho extraordinário que desponta no céu todos os dias antes do amanhecer.
Onde está o recém-nascido rei dos judeus?
Indagam eles com firmeza logo que chegam à corte de Herodes. – Vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo. Espantosamente, os Magos carregam baús repletos de ouro e das resinas aromáticas mirra e olíbano. Esses sacerdotes são homens cultos, eruditos, que enxergam a vida de forma analítica e racional.
Herodes só pode concluir que ou os Magos enlouqueceram, por se arriscarem a ter tamanha riqueza que poderia ser roubada no deserto vasto e sem lei da Pátria, ou realmente acreditam que essa criança é o novo rei. Furioso, Herodes convoca seus conselheiros religiosos.Como um homem laico, conhece pouco as profecias judaicas e insiste em que esses sacerdotes e professores da lei religiosa lhe digam exatamente onde encontrar o novo rei.
A resposta é imediata:
Se tiver certo, em Belém, na Judeia.
Os professores que Herodes interroga são homens humildes que vestem toucas e túnicas simples de
linho branco.  Já os sacerdotes barbudos do Templo são muito diferentes. Vestem trajes elaborados, compostos de toucas de linho branco e azul com bainha dourada sobre a testa e túnicas azuis adornadas com franjas e borlas vistosas. Sobre essas túnicas usam capas e algibeiras enfeitadas de ouro e pedras preciosas. Suas vestimentas normalmente os distinguem do restante da população de Jerusalém.
No entanto, mesmo em seu estado lamentável, o rei Herodes é de longe o homem mais imponente do recinto. Ele continua a pressionar os professores e os sacerdotes, pedindo uma resposta:
– Onde está este suposto rei dos judeus?
– Em Belém majestade,  na terra de Judá.
Eles então citam textualmente as palavras do profeta Miqueias, proferidas cerca de sete séculos antes:
– Pois de ti virá o líder que, como pastor, conduzirá Israel, o meu povo.
Herodes manda que os Magos sigam seu caminho. Seu último decreto real antes de eles partirem é que os viajantes encontrem a criança, voltem a Jerusalém e revelem sua exata localização, para que ele possa ir até lá adorar pessoalmente esse novo rei.
Os Magos, no entanto, não se deixam enganar. Após encontrar Jesus menino, eles não voltam ao palácio. Então o tempo vai passando e Herodes percebe que precisa tomar uma atitude. Das janelas de seu palácio fortificado ele pode ver toda a cidade de Jerusalém. À sua esquerda ergue-se o grande Templo, o edifício mais importante e sagrado de toda a Judeia. Posicionado sobre uma plataforma de pedra maciça que lhe dá a aparência de uma cidadela, em vez de um simples local de adoração, o Templo é o símbolo materializado do povo judeu e de sua fé ancestral. Construído originalmente por Salomão no século X a.C., foi derrubado pelos babilônios em 586 a.C.
O Segundo Templo foi erguido por Zorobabel e outros sob o domínio dos persas cerca de 70 anos depois. Herodes havia renovado todo o complexo, expandindo o Templo até que tomasse proporções épicas e se tornasse muito maior que o de Salomão.
O Templo e seus pátios agora são um símbolo não só do judaísmo, mas do próprio rei cruel. Por isso é uma ironia que, enquanto Herodes olha aflito em direção a Belém, Jesus e seus pais já
tenham viajado duas vezes a Jerusalém para visitar essa grande fortaleza de pedra construída sobre o local em que o patriarca judeu Abraão quase sacrificou seu filho Isaque.
 A primeira visita ao Templo se deu oito dias após o nascimento de Jesus,para que ele pudesse ser circuncidado. Nessa ocasião, a criança foi registrada com o nome Jesus, de acordo com a profecia. A segunda visita foi quando ele tinha 40 dias de idade. O menino Jesus foi levado até lá para ser apresentado formalmente a Deus, em observância às leis da fé judaica. Seu pai José, um carpinteiro, comprou um par de jovens pombas para serem sacrificadas por conta dessa ocasião tão especial pois era pobre.
Algo muito estranho e místico ocorreu quando Jesus e seus pais entraram no Templo naquele dia algo que sugeria que o menino talvez fosse mesmo muito especial. Dois completos estranhos, um idoso e uma idosa sendo que nenhum dos dois sabia nada a respeito daquele bebê chamado Jesus ou do fato de a vinda dele ser o cumprimento de uma profecia, o viram no outro lado do local de adoração cheio de gente e foram até ele.
Maria, José e Jesus estavam viajando no mais completo anonimato, evitando qualquer coisa que pudesse chamar atenção para eles. O velho, cujo nome era Simeão, acreditava que não iria morrer antes de ver o novo rei dos judeus. Ele pediu para segurar o recém-nascido e Maria e José permitiram. Quando tomou Jesus nos braços, Simeão ofereceu uma prece a Deus, agradecendo-lhe pela chance de ver o novo rei com os próprios olhos.
Então entregou o menino de volta a Maria com as seguintes palavras: Este menino está destinado a causar a queda e o surgimento de muitos em Israel, e a ser um sinal de contradição, de modo que o pensamento de muitos corações será revelado.Quanto a você Maria, uma espada atravessará a sua alma. Nesse exato momento, uma mulher chamada Ana também se aproximou. Ela era uma profetisa de 84 anos, viúva, que passava todas as horas do dia no Templo, jejuando e orando. As palavras de Simeão ainda ecoavam nos ouvidos de Maria e José quando Ana se aproximou e também louvou Jesus.
 Ela agradeceu a Deus em voz alta por trazer aquele menino tão especial ao mundo. Então disse algo inusitado, afirmando aos pais da criança que seu filho libertaria Jerusalém do domínio romano.
Maria e José ficaram maravilhados com as palavras de Simeão e Ana, lisonjeados com a atenção deles, como quaisquer pais de primeira viagem ficariam, mas também sem saber o que realmente significava toda aquela conversa sobre espadas e redenção.
Eles acabaram o que tinham a fazer e saíram do Templo em direção à fervilhante cidade de Jerusalém, ao mesmo tempo entusiasmados e temerosos quanto à vida que seu filho parecia estar destinado a ter. Se ao menos Herodes soubesse que Jesus estivera tão próximo,  literalmente a cerca de 600 metros do salão do trono, seu tormento teria chegado ao fim.
Mas Jesus e seus pais eram apenas mais três rostos que cruzavam os mercados ruidosos e as ruas estreitas e sinuosas a caminho do Templo naqueles  dias.Esse é um templo que permanecerá erguido para sempre como um monumento à grandeza de Herodes, ao menos assim ele acredita. Por ironia, ele nem sequer é bem-vindo entre as suas paredes, graças à sua total falta de devoção ou fé e à crueldade com que subjuga o povo judeu.
Além do Templo, do outro lado do vale do Cédron, ergue-se o Monte das Oliveiras, onde os pastores cuidam de seus rebanhos nas encostas cobertas de pedras calcárias. A festa da Páscoa se aproxima, trazendo dezenas de milhares de peregrinos hebreus, vindos de todo o reino de Herodes, dispostos a pagar um bom preço por aqueles carneiros para que sejam oferecidos em sacrifício no grande Templo.
Em muitos aspectos, o massacre dos bebês em Belém não é foi diferente. Eles foram  pelo bem do reinado de Herodes, o que é o mesmo que dizer que estão sendo assassinados em nome do Império Romano. Sem Roma, Herodes não é nada, apenas um fantoche que deve seu poder unicamente àquela república brutal e onipotente. É seu direito e dever disseminar a opressão romana, pois esse reino não é como nenhum outro sob o punho de ferro de Roma.
O povo judeu é uma civilização milenar fundada a partir de um sistema de crenças contrário ao romano, que adora várias divindades pagãs em vez de um deus único.
Herodes é o mediador desse relacionamento instável. Os romanos o responsabilizarão por qualquer problema causado por um suposto novo rei dos judeus. Não irão tolerar um governante que não tenha sido escolhido por eles.
 E se os seguidores desse novo “rei” incitarem uma revolução, os romanos, sem dúvida, intervirão imediatamente para esmagar com brutalidade essa voz dissidente. É melhor Herodes
cuidar pessoalmente disso.
Ele não consegue ver Belém do palácio, mas a cidade fica a menos de 10 quilômetros de distância, do outro lado de algumas colinas verdes. Herodes não pode enxergar o sangue que banha suas ruas nesse exato instante nem ouvir o choro das crianças aterrorizadas e seus pais. Enquanto olha pela janela do palácio, sua consciência está tranquila. Que os outros o condenem pelo assassinato de mais de uma dezena de bebês.
 Ele dormirá sossegado à noite, sabendo que a matança é pelo bem de seu reino, pelo bem da Judeia e pelo bem de Roma. Se César Augusto for informado do massacre, ele certamente entenderá: Herodes está fazendo o que precisa ser feito.  Jesus e sua família escapam por pouco de Belém. José desperta de um sonho apavorante e tem uma visão do que está por vir. Ele acorda Maria e Jesus na calada da noite e eles fogem.
Os soldados de Herodes chegam tarde demais e massacram os bebês em vão, cumprindo a profecia feita 500 anos antes pelo profeta contestador Jeremias.
As Escrituras trazem muitas outras profecias sobre a vida de Jesus. Pouco a pouco, mas de forma incontestável, à medida que a criança se torna um homem, essas previsões também se confirmam.
O comportamento de Jesus fará com que ele seja considerado um revolucionário, conhecido em toda a Judeia por seus discursos surpreendentes e ensinamentos fora dos padrões. Ele será adorado pelo povo judeu, mas irá se tornar uma ameaça para aqueles que lucram às custas da população menos favorecida:
Os sacerdotes, os escribas, os anciãos, os governantes da Judeia que não passam de marionetes de Roma e, sobretudo, o Império Romano.
E Roma não tolera ameaças. Graças aos exemplos de impérios como os dos macedônios, dos gregos e dos persas, que vieram antes deles, os romanos aprenderam e dominaram as artes da tortura e da perseguição.
 Revolucionários e qualquer um que arranje problemas são tratados com rigor e crueldade para que outros não se sintam tentados a imitá-los.
O mesmo acontecerá com Jesus e também será a confirmação de uma profecia.
Porém todas essas coisas ainda estão por vir. Por ora, Jesus ainda é um bebê, criado e amado por Maria e José. Ele nasceu em um estábulo, foi visitado pelos Magos e recebeu seus presentes suntuosos, mas agora está fugindo de Herodes e do Império Romano.

2 comentários:


  1. Olá. Muito interessante e esclarecedores os artigos neste site. Muito bem embasados biblicamente, principalmente este: JESUS O PROFETA QUE FOI CAÇADO O TEMPO TODO". Parabéns, vou seguir!

    Qual sua opinião sobre os três artigos postados no site BUSK BÍBLIA. Eles têm fundamento bíblico:

    "O RIO DA VIDA EXISTIRÁ MESMO NA NOVA TERRA OU É UM SIMBOLO? O QUE A BÍBLIA REVELA?"

    "103- SATANÁS TEM UM LUGAR ONDE HABITA? COMO ELE VAI SER JOGADO NA TERRA?"

    "DE QUAL FORMA VOCÊ CRÊ O MILÊNIO ACONTECENDO?"

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