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NO MILÊNIO A TOPOGRAFIA DA TERRA SERÁ ALTERADA /QUEM REALMENTE ENTRARÁ NO MILÊNIO PARA REINAR EM CARNE COM CRISTO?

Sabe se que nem todos os moradores da terra vai morrer durante a grande tribulação.Boa parte do povo sobrevivera a catástrofe que a palavra profética fala.  Porque assim diz o Senhor: Ouvimos uma voz de tremor, de temor mas não de paz.Perguntai, pois, e vede, se um homem pode dar à luz. Por que, pois, vejo a cada  homem com as mãos sobre os lombos como a que está dando à luz? E por que se tornaram pálidos todos os rostos?  Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante; e é tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será salvo dela. Jeremias 30:5-7.

QUEM REALMENTE ENTRARÁ NO MILÊNIO PARA REINAR EM CARNE  COM CRISTO?
Sabe se que nem todos os moradores da terra vai morrer durante a grande tribulação.Boa parte do povo sobrevivera a catástrofe que a palavra profética fala.
Porque assim diz o Senhor: Ouvimos uma voz de tremor, de temor mas não de paz.Perguntai, pois, e vede, se um homem pode dar à luz. Por que, pois, vejo a cada  homem com as mãos sobre os lombos como a que está dando à luz? E por que se tornaram pálidos todos os rostos?
Ah! porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante; e é tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será salvo dela. Jeremias 30:5-7.

 Será um tempo muito difícil e que é o tempo de Deus julgar as nações Mateus 24.13, do mundo  este julgamento se  dará por meio da guerra, ou seja nação contra nação e reino contra reino. Um dos povos que entrarão no milênio serão os que não morrerem nestas batalhas. A palavra salvo aqui e traduzida do texto original, (resgatado) que siguinifíca que aquelas pessoas que suportaram o sofrimento da tribulação serão resgatadas caso sobrevivam ao julgamento de Mateus 25.31 a 46 Neste julgamento haverá três grupos distintos de pessoas
“E VI descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão”.
 “...Um anjo, que tinha a chave do abismo”.
QUEM REALMENTE ENTRARÁ NO MILÊNIO PARA REINAR EM CARNE  COM CRISTO?
É provavel que seja o Arcanjo Miguel que  está em foco nesta passagem.
Ele é o anjo guerreiro, citado sempre em conexão com a guerra (Dn 10.21; 12.1; Jd v.9; Ap 12.9). Mas dessa vez sua tarefa é infinitamente maior.  Ele deve amarrar ao próprio Satanás. Naturalmente não poderia fazer isso, exceto pela autoridade e poder de Deus. De acordo com Ap 1.18, é Cristo o possuidor das chaves: da morte e hades, a dimensão dos mortos.
Portanto, nesta passagem, o uso dessas chaves é concedido ao elevado poder angelical por delegação divina.
O Abismo.
Essa expressão é equivalente a “Hades”, “Sheol” e outros termos que são traduzidos dentro do mesmo conceito. São palavras usadas tanto pelos escritores do Antigo como do Novo Testamentos. E agora, o “abismo” servirá de prisão durante mil anos para Satanás.
 “Hades” em sentido lato, quer dizer “escondido”.
A Bíblia também o descreve como sendo um “lugar” (At 1.25). Ele é realmente uma prisão contendo portas e ferrolhos (Jó 17.16; Mt 16.18), e ainda chaves que presentemente estão nas mãos de nosso Senhor Jesus Cristo. “O abismo ou abysus (grego) ou poço do abismo, ou tártaro no grego é a “escuridão” onde está localizada a prisão dos espíritos maus. Jd v.6”. (Ver notas expositivas sobre isso, em Ap 9.2).
“Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos”.
“...Ele prendeu o dragão”.
 Muitos têm dificuldade em aceitar a prisão de Satanás no sentido literal. Mas nós temos na Bíblia outras passagens falando de “...espíritos em prisão” (1Pd 3.19; 2Pd 2.4; Jd v.6). As algemas que o agrilhoarão são de fabricação divina. Não há, pois, razão para o sentido literal da “cadeia” e “prisão” de Satanás, pois a palavra grega usada para “cadeia” (hálusis), é a mesma usada nas passagens de (At 12.7; 28.20; 2 Tm 1.16; .
QUEM REALMENTE ENTRARÁ NO MILÊNIO PARA REINAR EM CARNE  COM CRISTO?
 Em todas essas passagens a significação é literal. Essas precauções contra o grande inimigo de Deus mostram-nos a grande e perigosa força desse inimigo; segurar, prender, lançar no abismo, fechá-lo, pôr selo sobre ele!.
Os mil anos de Satanás no abismo não produzirão nenhuma mudança em seu caráter maligno.
Uma vez que seja liberto, provará ser o mesmo antigo diabo. Isso prova, que prisão não “transforma” mas “deforma”. Mas enquanto estiver preso a terra se sentirá aliviada, e o reino milênial de Cristo trará paz e justiça por mil anos.
“E VI um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe”.
 “...Um novo céu, e uma nova terra”. no principio, portanto, Deus criou os céus e a terra. no texto original hebraico a palavra para céus é (“shamayim”). A terminação “im” indica o plural. Isso pretende mostrar que há mais do que somente um céu.
1. Na Bíblia distingue-se pelo menos três céus; o céu inferior (auronos), o céu intermediário (mesoranios) e o superior (eporanios).
(a) Céu inferior. Por céu inferior entendemos o céu atmosférico. Isto é o (“alto”): onde sobrevoam as aves e os aviões, passam as nuvens, desce a chuva, se processam os trovões e relâmpagos. Deus o chamou de “...a face da expansão dos céus”. Gn 1.20 e Jesus, de “...extremidade inferior do céu”. Lc 17.24.
(b) Céu intermediário. Por céu intermediário entendemos céu estelar ou planetário, chamado também o céu astronômico. A Bíblia o chama de a (“altura”):
(c) Céu superior. Esse é chamado de as (“alturas”). Sl 93.4; At 1.9; Hb 1.3. É declarado em 2Co 12.2, como sendo “...o terceiro céu”, o “Paraíso”; podemos chamá-lo de “o espiritual”, e de “céu dos céus” por estar acima de todos (Ne 9.6; Jo 3.13). É o lugar onde habita Deus (Sl 123.1), Cristo (Mc 16.19), o Espírito Santo em seu retorno (Ap 14.13), os anjos (Mt 22.30; Jd v.6); será também a morada dos salvos em Cristo (Jo 14.3).
2. Deus criou os céus pelo supremo poder da palavra (1Cr 16.26; Jó 26.13; Sl 8.3; 33.6; 96.5; 136.5; Pv 8.27). Os céus incluindo a terra (Êx 20.11; 31.17; Ne 9.6; Sl 89.11, 12; 102.25; Salmo 115; Salmo 121.2; 124.8; 134.3; 156.6; Pv 3.19; Is 37.16; 42.5; 44.18; 51.13; Jr 10.12; 32.17; 51.15; Zc 12.1; At 4.24; 14.15; Ef 3.9; 2Pd 3.5; Ap 4.11; 10.6; 13.7). Deus os criou em seis dias (Êx 20.11; 31.17). São sustentados pelo poder da sua palavra (Sl 33.9; 148.5; Hb 1.3; 2Pd 3.5). Uma vez que o (“Céu Superior”), é eterno, não é, pois sujeito a nenhuma mudança “...um novo céu, e uma nova terra” implica a transformação dos (“céus atmosféricos e astronômicos”); eles passarão com grande estrondo no dia do juízo (Is 51.6; Mt 24.33; Mc 13.31; Lc 21.33; Hb 1.10, 11; 2Pd 3.7, 10; Ap 6.16 (1º estágio); Ap 20.11; 21.1; consumação.
3. E o mar já não existe. Uma omissão conspícua da nova criação de Deus é a de oceano: “...e o mar já não existe” (21.1). Como o coração de João deve ter sido confortado por tal revelação, pois na ilha de Patmos o Apóstolo estava separado pelo revolto do mar! No céu, entretanto, nada nos separará dos nossos queridos.

2. “E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido”.

IA nova Jerusalém. Esta linda cidade, vista por João, corresponde à mesma do versículo 10, deste capítulo; porém, em relação ao tempo, uma visão está distante da outra cerca de mil anos. “Este trecho ocupa-nos outra vez com o período milenial.
O que foi dito em 20.5-6, é agora revelado plenamente, e temos uma descrição da noiva, a esposa do Cordeiro, na sua glória milenial, em relação a Israel e às nações sobre a terra”.
 A cidade em foco segundo este texto, de gigantescas dimensões tendo o formato quadrangular, vista no versículo 10; descrerá para a terra no início do Milênio e, ficará (“acima”) da Jerusalém terrestre durante mil anos e, a iluminará (v. 23). 
Iluminada pela glória da Jerusalém celeste a Jerusalém terrestre se transformará também na cidade casada como descreve o profeta Isaías:
“Nunca mais te chamarão: desamparada, nem a tua terra se denominará jamais: Assolada; mas chamar-te-ão: Hefzibá; e à tua terra: Beulá...”(Is 62.4a.). Aqui o profeta descreve a glória de Sião durante o Milênio. A cidade (“desamparada”), será chamada (“Hephzibat”) meu regozijo está nela”, e a terra desolada, (“Beulá”), ou casada. E o senhor habitará em Sião e se regozijará sobre ela como o noivo se regozija da noiva.
 “E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus”.
O tabernáculo de Deus”.
O trecho de Ezequiel 37.27, mostra esse tempo futuro: 
“O meu tabernáculo estará com eles, e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo”.
 No texto, é dito com notável franqueza que a habitação de Deus está com os homens.
A expressão, “...grande voz”, presente em cerca de 18 versículo deste livro, e tão nossa conhecida, aparece agora, pela última vez, para anunciar o tabernáculo de Deus com os homens.
 O tabernáculo, como sabemos, era a tenda em que permanecia a glória de Deus, e onde, no deserto, o povo se reunia para, através de sacrifícios e sacerdotes, aproximar-se de seu Criador. Agora, esta cidade será eterno tabernáculo, pois nela Deus mesmo estará com os homens.
E a fim de que não haja engano, as palavras são repetidas:
“O mesmo Deus estará com eles”.
E então o pensamento é expressivo e um verdadeiro clímax de esperança: “...eles serão o seu povo”.
O antigo tabernáculo tinha o “sshekinah” de Deus ou resplendor divino; na nova cidade isso sucederá supremamente. O próprio tabernáculo fora construído de modo a permitir certa manifestação de Deus entre os homens. Aqui, porém, agora, tudo que no passado era sombra, agora é realidade.
“E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas”.
“...Toda a lágrima”.
No capítulo 7.17 deste livro a expressão “...toda a lágrima” é atribuída aos mártires da Grande Tribulação: a do presente texto, porém, a todos os santos de todos os tempos. Agora, como nos versículos anteriores, essa cidade será o eterno tabernáculo, pois nele Deus mesmo estará com seus filhos e nela não haverá lágrimas, nem morte, nem luto, nem pranto, nem dor. A lágrima é (“silenciosa”): o pranto não.
Na dor ou sofrimento intenso sobrevém o pranto. A lágrima é antes expressão da dor surda, intensa, intima. Agora tudo isso é (“pretérito”), diz o texto em foco: “...as primeiras coisas são passadas”. Hough observa que as lágrimas acompanham todos os atos dos homens. Elas são contundentes em três fases principais da vida humanas:
 Ao nascer; no viver; e na morte. As lágrimas afloram-nos aos olhos pelas tristezas, pelos ideais perdidos ou frustrados, pelos defeitos e pelas vitórias que foram obtidas ou perdidas. Porém, na nova terra, a última lágrima já foi derramada, e toda tristeza será substituída por uma alegria eterna.
 “E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis”.
Eis que faço novas todas as coisas”.
O versículo em foco não diz quem está assentado no trono. O Pai ou o Filho. Sabemos que no estado eterno será de Deus e do Cordeiro (22.1), porque o reino é de Cristo e de Deus (Ef 5.5).
A presente voz, assim, é do Criador, visto dizer: “Eis que faço novas todas as coisas”, mas Cristo estará também ali, pois “...sem ele nada do que foi feito se fez”. Lemos neste livro neste livro sobre muitas coisas novas como por exemplo:
(a) “um novo nome”. 2.17;
(b) “o novo nome de Cristo”. 3.13;
(c) “novo céu e nova terra”. 21.1;
(d) “a Nova Jerusalém”. 21.3, 12;
(e) “todas as coisas”. 21.5.
Neste versículo há um fato extremamente singular: “Essa é a primeira e única vez que Deus Pai se dirige a João, ou, de fato (à parte de 1.8), ao menos fala. O silêncio quase inquebrantável atribuído a Deus, no Apocalipse, corresponde à razão divina, prescindível de dizer palavras, a dirigir as coisas mortais por meio da sua retidão e poder”.
 “E disse-me mais: Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Ômega, o principio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da água da vida”.
 Alfa e o Ômega”.
Em Ap 1.8, Deus é retratado como sendo o primeiro: em sabedoria, poder, santidade, justiça, bondade, amor, retidão e verdade. Ele é o último, porque nele existe a potencialidade de toda a vida e bem-estar. Nele também se acha o cumprimento desses objetivos. Nele há a consolidação de todas as promessas.
Na passagem já focalizada (1.8) esse título (“o alfa e o Ômega”) é dado a Deus; aqui, parece-nos também assim.
Em Ap 22.13 é aplicado a Cristo. Além das grandes promessas feitas ao vencedor, neste livro, aparece mais uma “...de graça lhe darei da água da vida”. O Senhor Jesus Cristo em sua vida terrena, duas vezes declarou ter sede: no poço de Jacó e nos braços da cruz (Jo 4.7; 19.28).
Em ambas as ocasiões seus circunstantes lhe negaram, mas Jesus perdoa e exclama agora: “...a quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da água da vida”.
“Quem vencer, herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho”.

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