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 “E OLHEI, e eis que estava o cordeiro sobre o monte de Sião, e com ele centro e quarenta e quatro mil, que em suas testas tinham escrito o nome dele e o de seu Pai”.APOC 15.1
O Cordeiro sobre o monte de Sião.
“Sião” é mencionado somente uma vez no Apocalipse e é um termo extremamente interessante.
 Como certo escritor expressou:
“Das 110 vezes que Sião é mencionado, 90 são em termos do grande amor e afeição do Senhor por ele, de modo que o lugar tem grande significação.
No Novo Testamento, Sião é mencionado nas seguintes passagens:
(Mt 21.5; Jo 12.15; Hb 12.22; 1Pd 2.6).
OS QUE NELE ADORAM. 
 Meditação nesta terceira colocação, visa à proteção física e espiritual dos fiéis durante o tempo sombrio da Grande Tribulação. 
Embora os escolhidos (judeus) nesse tempo do fim tenham que sofrer, suas almas não sofrerão qualquer dano. 
E no que diz respeito aos 144.000 (7.1-8 e 14.1-5), será também preservada a sua integridade física, naqueles dias sombrios para os habitantes da terra. predições contemporâneas indicam que, por essa época, o Templo terá sido reconstruído em Jerusalém, o qual tornar-se-á, uma vez mais, o centro da adoração judaica. 
Isso significa que Deus terá novamente um remanescente para si mesmo, que proclamaram o evangelho ainda nesse tempo, e a esses escolhidos será dada a proteção divina, de natureza espiritual e física.
“A palavra “Sião” significa “monte ensolarado”.
Ainda que a palavra tenha uma ampla aplicação, (incluindo até mesmo o local do templo de Jerusalém, algumas vezes), indica a colina mais oriental das duas sobre as quais Jerusalém foi edificada. 
O monte Sião também é identificado com a Jerusalém “lá de cima” (Gl 4.26), e com a cidade de Deus nos céus (Hb 12.22)”. 
A cidade de Davi era Jerusalém (1Rs 8.1).
O templo foi edificado no monte de Moriá; o palácio de Davi, no monte Sião. Portanto, Sião se tornou o lugar escolhido como a sede do reinado de Cristo durante o Milênio (Is 2.3; Ob v.17).
1. Com ele 144.000. Novamente há aqui uma visão sobre os 144.000 vistos no capítulo sétimo deste livro.
Durante a Grande Tribulação, esse grupo de assinalados são comparado a “orvalho” ou “chuvisco”, e no Milênio a “leão” (Mq 5.7, 8).
O presente texto, parece descrever um quadro do começo do Milênio.
No capítulo 12.10, João ouve uma grande voz (“no céu”); nesta secção porém, ele ouve uma voz (“do céu”).
Evidentemente, ele não está no céu e, sim na terra.
A visão, trata-se, pois, de uma antecipação:
O Cordeiro, na sua segunda vinda ou “parousia”, reunindo o grupo já mencionado no capítulo 7.4-8.
São eles os 144.000 israelitas selados em suas frontes, preservados vivos, durante a grande Tribulação, agora o Senhor os reúne no monte de Sião. Neste versículo é descrita a natureza do selo: tinham em suas testas o nome do Cordeiro e o de seu Pai.

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