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As Divisões na Igreja, 1 Cor 1:10 a 4:21


As Divisões na Igreja de Corinto. 1:10  a - 4:21.
Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer. 
Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós. Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo. 
Está Cristo dividido? 
foi Paulo crucificado por vós? 
ou fostes vós batizados em nome de Paulo?
Dou graças a Deus, porque a nenhum de vós batizei, senão a Crispo e a Gaio, Para que ninguém diga que fostes batizados em meu nome. E batizei também a família de Estéfanas; além destes, não sei se batizei algum outro. 
Porque Cristo enviou-me, não para batizar, mas para evangelizar; não em sabedoria de palavras, para que a cruz de Cristo se não faça vã.
Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. 
Porque está escrito:
 Destruirei a sabedoria dos sábios, E aniquilarei a inteligência dos inteligentes.
Onde está o sábio?
 Onde está o escriba?
 Onde está o inquiridor deste século? 
Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?
Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação.
Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria;
Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos.
Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus. Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.
Porque, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados. Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são; Para que nenhuma carne se glorie perante ele.
Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção;
Para que, como está escrito: Aquele que se gloria glorie-se no Senhor. 1 Coríntios 1:10-31
A primeira e principal responsabilidade desta carta, e a divisão na igreja que vai ser agora  considerada apóstolo.
 "Que quereis?
Irei ter convosco com vara ou com amor e espírito de mansidão?" (4:21).
 Os versículos introdutórios desta passagem são; (1:10-17) declaram os fatos conforme trazidos pelos servos da casa de Cloe.
Porém (E.R.C.) (adversativa de "mas") que introduz o diagnóstico de Paulo. Suas palavras iniciais são um apelo para o bem da união.
Sejais inteiramente unidos disse ele, na mesma disposição mental. Uma palavra grega versátil, usada com referência ao ajustamento de partes de um instrumento, na colocação dos ossos no lugar feita por um médico, no remendar de redes (Mc. 1:19), como também com referência ao preparo de um navio para uma viagem.
Ajustamento tendo em vista a união é o apelo. Pois. Introduzindo a razão para o apelo. Contendas.
Uma obra da carne (cons. Gl. 5:20), revela a presença de divisões. Refiro-me ao fato. Antes, o que eu quero dizer.
O grupo de Apolo parece que era um grupo que preferia um estilo mais polido e retórico do talentoso alexandrino. Existem muitos membros modernos desse tipo de facção, tais como a mulher que confessou : Como dizia certa senhora;
"Eu quase choro, sempre que ouço meu pastor pronunciar essa bendita palavra na Mesopotâmia!" O partido de Cefas ao que parece duvidava das credenciais de Paulo, preferindo manter o elo com Jerusalém através de Pedro.
Aqueles que eram de Cristo desprezavam qualquer ligação com os outros, formando assim um partido isolado. As palavras que se seguem dão a entender que Paulo desaprovava este grupo (cons. .  II Co. 10:7).
As interrogações apelam para a unidade do corpo de Cristo e para a identificação dos crentes com ele. Barclay comenta sobre a expressão em nome de (lit., dentro do nome) assim:
"Dar dinheiro dentro do nome de um homem era pagar algo para seu crédito, para sua posse pessoal. Vender um escravo dentro do nome de um homem era

entregar este escravo à posse absoluta e indisputável dele.
Quando um soldado jurava lealdade dentro do nome de César; ele pertencia absolutamente ao Imperador". Paulo dá graças a Deus pela providência que o levou a
batizar tão poucos em Corinto.
Está claro que aqui ele não pretende depreciar o batismo; ele apenas o coloca em seu devido lugar, como ato simbólico, que aponta o fato real da identificação com Cristo pela fé. Está claro também que Paulo batizava.
Porque.
A razão que ele deu não enfatiza o batismo. Sua tarefa primária foi a de pregar as boas novas. Teria Paulo pronunciado estas
palavras, se o batismo fosse necessário à salvação? (cons. 4:15; 9:1,22; 15:1, 2).
Dificilmente.
Sua incumbência também não envolvia embelezamento da verdade com palavras floreadas da retórica profissional (cons. ICC, pág. 15), esvaziando assim o Evangelho do seu conteúdo.
A tradução seja feita sem nenhum efeito deixa muito a desejar.
O verbo kenoo significa "esvaziar", isto é, despojar de sua substância. Evangelho não apela para o intelecto do homem, mas aos seus
sentimentos de culpa do pecado.
A cruz revestida de sabedoria de palavras corrompe este apelo. O Evangelho não deve nunca ser apresentado como um sistema de filosofia humana; deve ser pregado como salvação.
Sabedoria de palavra (lit. sabedoria de palavra) marca a transição para a análise de Paulo da causa da dissensão em Corinto,
este amor à falsa sabedoria. As Causas das Divisões. 1:18 - 4:5.
Em primeiro lugar, eles não entenderam a natureza e o caráter da mensagem cristã, a verdadeira sabedoria (1:18 - 3:4). Em segundo lugar,
seu espírito sectário indica que eles não tinham compreensão real do ministério cristão, sua participação com Deus na propagação da verdade
(3:5 - 4:5).
1) Causa primeira:
Falsa Interpretação da Mensagem. 1:18 - 3:4.
Primeiro, o apóstolo mostra que o Evangelho não é uma mensagem para o intelectual (1:18-25).
Essa verdade foi amplamente demonstrada pelo fato de que a igreja em Corinto continha poucas pessoas sábias segundo o mundo (1:26-31), e que Paulo não pregara uma mensagem assim quando estivera em Corinto (2:1-5). Então, o apóstolo expõe a
verdadeira sabedoria de Deus, destacando seu caráter espiritual (2:6-12), e seu alcance espiritual (2:13-16); e conclui com uma declaração franca,
dizendo que a carnalidade é o motivo das divisões(3:1-4).
 Porque (E.R.C.) introduz o motivo porque ele não veio em sabedoria do mundo. Para os que perecem, a cruz deve sempre parecer uma loucura.
Pregação (lit. palavra) evidentemente faz contraste com palavra (v. 17, lit., palavra). Paulo considera a cruz como instrumento salvador de Deus.
Perdem e salvos (tempos presentes, mais freqüentativos do que durativos) descrevem a corrente de perdidos caindo na eternidade sem Cristo, e o número menor, mas ainda1 Coríntios  constante, da corrente dos salvos entrando pela porta da comunhão
eterna com Cristo.19,20.
Pois está escrito.
Um apelo às Escrituras para apoio. Boa prática paulina (cons. Is. 29:14; 19:12; 33:18). As palavras são uma denúncia divina da política dos "sábios" em Judá, que procuraram uma aliança com o Egito quando foram ameaçados por Senaqueribe
Aprouve é a mais do que uma declaração de boa vontade; refere-se ao alegre propósito e plano divino (cons. Ef. 1:5). Pregação refere-se ao conteúdo da proclamação não ao método de livramento (cons. I Co. 2:4); ela é a mensagem (E.R.C., pregação) que salva, a mensagem destinada àqueles que simplesmente crêem (crentes).
22-25. Paradoxalmente Paulo proclama que os chamados (cons. v. 2) obtiveram o que os judeus, que buscavam sinais e os gregos, que amavam a sabedoria (v. 22), ou os gentios (v. 23; a E.R.C, diz gregos novamente, mas a confirmação é fraca) procuravam, o poder de Deus, e
sabedoria de Deus.
Cristo crucificado é o segredo.
Judeus e gregos não reconhecem o seu pecado.
O Cristo crucificado o expõe; portanto, Ele é o poder e a sabedoria de Deus.
O uso da palavra crucificado sem o artigo, enfatiza fortemente o caráter no qual Paulo pregou Cristo, como crucificado (cons. 2:2; Gl. 3:1).
Um Cristo sem uma cruz não salvaria.
Porque (E.R.C.) introduz o "argumentum ad hominem irrespondível" (ICC, pág. 24). "Pois olhem para suas próprias fileiras,
meus irmãos", como traduziu Moffatt (MNT, pág. 19).
 Um lançar de olhos para a sua própria igreja comprovada o ponto defendido por Paulo, pois ali não eram muitos os sábios e os poderosos. Vocação continua enfatizando a iniciativa de Deus na salvação do homem.
Na tradição paulina encaixara-se as formosas últimas palavras de John Allen do Exército da Salvação:  "Eu mereço o inferno; eu devia estar no inferno; mas Deus interferiu!" 27,28. O triplo Deus escolheu continua com a ênfase.  O propósito da metodologia divina foi negativamente
apresentada aqui e positivamente no último versículo do capítulo. Como1 Coríntios (Comentário
Bengel disse certa vez, "Não se glorie diante dEle, mas nEle". Jonas
estava absolutamente certo quando disse "Ao Senhor pertence a salvação" (Jn. 2:9; cons. Jr. 9:23, 24).
 Mas introduz o bendito contraste. DEle e não da sabedoria eram os coríntios, em Cristo Jesus. Eis aí o único alicerce sólido para se gloriar. Devido à construção da sentença grega, está claro que sabedoria é a palavra dominante, e que as palavras justiça, santificação e redenção
amplia o significado de sabedoria.
A sabedoria, aqui, portanto, não é a sabedoria prática, mas a sabedoria posicional, o plano de Deus para nossa completa salvação. A justiça é argumentativa, a justiça que nos foi dada na justificação, ou aquela que Paulo expõe em Rm. 1:1 - 5:21.
A santificação foi usada em seu sentido imediato e completo (cons. I Co.
 1:2). A justiça capacita-nos a comparecermos diante de Deus no tribunal da justiça divina, enquanto a santificação equipa-nos a servi-Lo no templo do serviço divino. É o que Paulo esboça em Rm. 6:1 - 8:17.
A redenção, à vista da ordem das palavras, é provavelmente a redenção final do corpo (cons. Rm. 8:23), aquela de que se ocupou o apóstolo em Rm. 8:18-39. 31. Para que. O alvo desta obra de Deus é o de glorificá-Lo na graça, um propósito que foi gloriosamente alcançado.
Pois os que são
sábios de conformidade com este mundo foram reduzidos a nada, e os chamados que creram, desfrutam agora de uma salvação soberanamente concedida suficiente para todas as exigências do tempo e da eternidade.

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