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Quatro Jovens De Muita Fé Em Babilônia. / Daniel, Hananias, Misael, Azarias


Daniel 1.3: “E disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, e da linhagem real e dos nobres”. Para ele os ver.
A passagem bíblica em foco descreve como se processou a escolha de Daniel e seus três companheiros para servirem alí no palácio.
Quatro Jovens De Muita Fé Em Babilônia.
 Primeiro:
Tinha de ser da linhagem real;
Segundo:
Tinha de ser uma pessoa nobre.
Daniel e seus companheiros preencheram todos estes requisitos exigidos pelo rei. Daniel possuía os verdadeiros requisitos do homem cristão, que é perfeito, além de que era um moço bonito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra. (Ver 2 Tm 3.17).
“... Aspenaz...”
Não se sabe com certeza a etimologia da palavra “aspenaz”.
Alguns linguistas acham que “aspenaz” quer dizer “focinho de cavalo”, mas isso não pode degradar a personalidade da pessoa a que ela se aplica?
 Em virtude de ser Aspenaz o chefe dos “eunucos” na corte babilônica, tem se pensado que Daniel também fosse um deles. (Ver Dt 23.1; Is 56.3-5 e o texto em foco.),
É evidente que, se Daniel não era eunuco de outra forma, pelo menos o era pelo reino de Deus (Mt 19.12). Entre aqueles que a si mesmos se fizeram eunucos “por causa do reino dos céus”, temos João Batista e Paulo (1 Co 7.6, 26), Barnabé (1 Co 9.5, 6) e, provavelmente, de acordo com a tradição, o apóstolo João.
O propósito do eunuquismo seria o de permitir ao indivíduo crente servir e adorar sem o tropeço dos obstáculos que muitas vezes são impostos por um casamento desastroso. Paulo disse aos coríntios:
“O solteiro cuida nas coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor; mas o que é casado cuida nas coisas do mundo, em como há de agradar à mulher / ou marido” (1 Co 7.32, 33).
1.4: “Mancebos em quem não houvesse defeito algum, formosos de parecer, e instruídos em toda a sabedoria, sábios em ciência, e entendidos no conhecimento, e que tivessem habilidade para viverem no palácio do rei, a fim de que fossem ensinados nas letras e na língua dos caldeus”.
Outros correlatos, apresenta Daniel com seus amigos:
Hananias, Misael e Azarias, numa fase de preparação para uma grande tarefa na corte babilônica. Daniel, porém, se distinguiu entre os demais, e foi um profeta cujos temas são de alcance muito vasto. Ele era um hebreu da classe nobre, levado cativo a Babilônia por Nabucodonosor, o rei daquele Império.
Quatro Jovens De Muita Fé Em Babilônia.
É muito provável que Daniel e vários outros judeus nobres, que davam mostra de inteligência fora do comum, entrassem numa escola especial de homens sábios. Geralmente se denominavam “sábios” aos astrólogos e mágicos do Império babilônico; e Daniel foi exercitado em toda a sabedoria daquela gente, como foi como Moisés no Egito (At 7.22).
Tornou-se perito naquele campo de ciência, mas não se deixava levar por nada daquilo. Daniel, mesmo vivendo na época da Antiga Aliança, era possuidor dos dons da sabedoria e da ciência, pois o “Espí­rito é o mesmo” em qualquer tempo ou lugar (1 Co 12.4, 8).
 “E o rei lhes determinou a ração de cada dia, da porção do manjar do rei, e do vinho que ele bebia, e que assim fossem criados por três anos para que no fim deles pu dessem estar diante do rei.
O presente versículo mostra a ardente prova por que tiveram de passar estes servos de Deus. Eles tinham de participar “da porção do manjar do rei, e do vinho que ele bebia...”
Mas Daniel e seus companheiros, cheios do Espírito Santo, não “cobiçaram” o manjar daquele que tinha os olhos malignos (Pv 23.3, 6).
Quatro Jovens De Muita Fé Em Babilônia.
Os filhos de Jonadabe, o recabita, foram louvados pelo próprio Deus de Israel porque
não se contaminaram com o “vinho” nem com bebida forte (Jr 35.1-6). Daniel e seus companheiros foram contemporâneos deles filhos fiéis à tradição de seu pai e seguiram o mesmo exemplo de fidelidade.
Isto ainda nos fornece outro detalhe importante: “Que assim fossem criados por três anos”, etc.
Podemos observar bem a frase: “criados” e deduzir que os quatro jovens hebreus, selecionados por Aspenaz, eram realmente adolescentes (talvez 14 a 16 anos, muito jovens).
“E entre eles se achavam, dos filhos de Judá, D aniel, H ananias, M isael e A zarias”.
Entre os hebreus, o nome de uma criança era de muito significado profético; em alguns casos este nome não só distinguia esta pessoa, mas também, na maioria dos casos, tinha conotação profética. (Ver Gn 5.29; 30.1-26).
 Assim, Daniel e seus companheiros de exílio foram agraciados por seus pais com nomes proféticos. 1 - Daniel, em hebraico “dãni êl”, significa: “Deus é meu juiz”.
2 - Hananias, em hebraico “Yahweh”, significa: “Tem sido gracioso”. Esse nome hebraico ocorre com freqüência no Antigo Testamento, bem como sua forma grega, “Hananiah”, no Novo Testamento em várias conexões.
3 - Misael, em hebraico significa: “Quem é o que Deus é (?)”.
4 - Azarias, em hebraico “zaryãhu”, significa: “ajudado do Senhor”.
Todos esses nomes e outros encontrados nas Escrituras são confirmados pelo testemunho divino, que diz: “Mais digno de ser escolhido é o bom nome do que as m uitas riquezas” (Pv 22.1).
“E o chefe dos eunucos lhes pós outros nomes, a saber:
A Daniel pôs o de Beltessazar, e a Hananias, o de Sadra que, e a M isael o de Mesa que, e a Azarias o de Abednego”.
Vemos porque será que isso ocorreu?
Eram nomes mesquinhos, nomes de pobre?
Como o inimigo das nossas almas ataca é astuto!
 Os próprios nomes desses quatro jovens eram testemunhas, tanto da sua religião, como da sua nacionalidade. “Essa mudança drástica nos nomes destes servos de Deus, foi um plano diabólico. Pois o fato de mudarem os nomes com significados especiais foi feito na esperança de apagarem a memória de Jerusalém, extinguir-lhes toda a ideia de religião e uni-los à política do mundo”. Observemos as tais mudanças: 1 - Beltessazar. Este nome foi dado a Daniel em alusão a “Bei”, o ídolo principal da corte babilônica, cujo significado é: “Guia do Rei”.
É também a transliteração da palavra “bel” como está declarada em Isaías 46.1, com o sentido de “senhor vaidoso”.
2 - Sadraque. Este significa: “Regozijando-se pelo caminho”.
 3 - Mesaque. “Pronto, ativo”, ou, segundo um professor de língua semítica, “Tenho pouca importância”.
4 - Abednego.
Significa: “Ser da luz”. Este nome foi colocado em alusão de um deus chamado pelo profeta Isaías de “Nebo” (Is 46.1).
Lendo o capítulo 4.8 do livro de Daniel, podemos deduzir que os nomes dos jovens foram, em verdade mudados, com o objetivo de divulgar a falsa religião do monarca babilônico.
“E Daniel assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto pediu ao chefe dos eunucos que lhe concedesse não se contaminar."
O versículo nos faz lembrar o que está dito em Atos 15.29, que diz:
“Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue e da carne sufocada...
” A razão desta decisão do jovem profeta e seus companheiros é que geralmente a comida e bebida daqueles monarcas babilônicos era, antes de tudo, oferecida aos ídolos pagãos e, portanto, Daniel, como fiel judeu, não podia participar de comidas consagradas ou dedicadas a deuses pagãos, somente dos sacrifícios do Senhor.
Daniel decidiu-se a servir a Deus, mesmo num país distante de sua terra natal, “com propósito do coração”, como o serviram os primitivos cristãos de Antioquia (At 11.23).
Um grupo de escravos, que tomaram tal decisão, serve de exemplo para os jovens cristãos da época atual.
Eles foram considerados por Deus, como primícias naquela corte pagã, pois não se contaminaram e nem se corromperam com a idolatria e corrupção ali existente. (Comp. c/ Ap 14.4). O verdadeiro cristão segue à risca o conselho divino que diz “Em todo o tempo sejam alvos os teus vestidos, e nunca falte o óleo sobre a tua cabeça” (Ec 9.8).

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