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IDENTIFICANDO O ANTICRISTO

A ideia de oposição direta a Cristo parece ser mais uma característica da primeira besta (que seria biblicamente falando a força política], do que da segunda besta, que procurará imitar e falsificar o Cristo verdadeiro acristo.   Se tivéssemos de identificar uma das bestas com o anticristo, seria mais razoável identificá-lo com a primeira besta do apocalipse, mesmo que o espírito das duas bestas seja o de um anticristo no sentido verdadeiro da palavra. Pode ser que o apóstlo João, ao usar o termo "anticristo", estivesse se referindo ao espírito e ao sistema corrupto de rebelião, de anarquia e de blasfêmia que iriam caracterizar as duas bestas (2 Ts 2.7]. Esse mesmo espírito de iniqüidade, característico do anticristo, opera já hoje; e quem nega a Cristo está andando no mesmo sistema de apostasia e de rebelião que, finalmente, irá culminar na manifestação das atividades abomináveis de ambas as bestas.   A primeira besta fingirá um pacto com Israel, cedendo o terreno que a ele pertence e, depois, no meio da Semana Setenta de Daniel, quebrará a sua promessa e iniciará uma grande perseguição contra o mesmo Israel [Dn 9.27].


Identificando O Anticristo.
 Há uma diferença flagrante entre (anticristo e cristo falso (Mt 24.24]).
 O cristo falso não nega a pessoa de Cristo, mas explora os sentimentos, e o fanatismo e a esperança do povo com respeito a essa Pessoa e, como blasfemo que é, afirma ser ele mesmo o Cristo esperado e o que veio cumprir todas as promessas de Deus contidas nas Escrituras. 
 Já o anticristo por assim dizer, nega que haja um Cristo, enquanto o cristo falso não nega a existência dEIe, mas afirma ser ele mesmo esse Cristo. 
 O mundo, principalmente nestes últimos tempos, tem conhecido centenas de cristos falsos em todo o mundo. 
 Em 1986, em uma conferência em Amsterdã, o pregador Billy Graham afirmou que havia mais de quatrocentos falsos cristos somente na cidade de Los Angeles. 
 Com a palavra a um eminente teólogo: 
A ideia de oposição direta a Cristo parece ser mais uma característica da primeira besta (que seria biblicamente falando a força política], do que da segunda besta, que procurará imitar e falsificar o Cristo verdadeiro anticristo. 
 Se tivéssemos de identificar uma das bestas com o anticristo, seria mais razoável identificá-lo com a primeira besta do apocalipse, mesmo que o espírito das duas bestas seja o de um anticristo no sentido verdadeiro da palavra. 
 Pode ser que o apóstolo João, ao usar o termo "anticristo", estivesse se referindo ao espírito e ao sistema corrupto de rebelião, de anarquia e de blasfêmia que iriam caracterizar as duas bestas (2 Ts 2.7]. Esse mesmo espírito de iniqüidade, característico do anticristo, opera já hoje e quem nega a Cristo está andando no mesmo sistema de apostasia e de rebelião que, finalmente, irá culminar na manifestação das atividades abomináveis de ambas as bestas. 
 A primeira besta fingirá um pacto com Israel, cedendo o terreno que a ele pertence e, depois, no meio da Semana Setentas de Daniel, quebrará a sua promessa e iniciará uma grande perseguição contra o mesmo Israel [Dn 9.27]. 
O anticristo não apenas prometerá solução para o mundo, mas será acreditado aos olhos de todos, pelo seu alto poder de liderança. 
 Pelos judeus, ele será recebido não apenas como o salvador do mundo, mas também como o seu messias e então assentar-se-á no templo de Deus/Querendo parecer Deus". 
 Calculando o número da besta. 
 O apóstolo João fecha sua descrição da besta que subiu da terra com um verdadeiro enigma: 
Aqui há sabedoria. 
 Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, porque é número de homem; 
E o seu número é seiscentos e sessenta e seis (Ap 13.18].
 As letras, tanto no hebraico como no grego, têm valor numérico, não da mesma forma que no latim, onde apenas uma vogal e seis consoantes.
— I=1;V=5; X=10; L=50; C=100 e D=500 .
— constituem o sistema numérico romano. 
 Mas talvez seja significativo que a soma dessas letras romanas dê 666: 1 + 5 + 10 + 50 + 100 + 500 = 666.
 Acham alguns mestres que, embora João tenha escrito no grego, referia-se à numeração hebraica; Outros são da opinião de que a besta seria mesmo distinguida na escrita grega; finalmente, existe um terceiro grupo, que procura aplicar o 666 a conhecidos inimigos da igreja, valendo-se de algarismos romanos. 
 Bossuet usa a gematria romana para explicar que o terrível perseguidor da Igreja, Diocleciano, era Diocles. 
Para fazer daqui o imperador que São João designou pela Besta, não é necessário mais do que ajuntar ao seu nome particular Diocles, a sua qualidade Augustos, que os imperadores com efeito costumavam ajuntar a seus nomes. 
 Feito isto, logo dum golpe de vista aparece nas letras dos latinos (que destas convém que se use, visto tratar-se de um imperador romano] o número 666, Diocles  Avgvstvs, DCLXVI. 
 Eis aqui o grande perseguidor, que São João representou de tantas maneiras. 
 Eis aqui o que Juliano fez reviver.
 Por isso antes e marca do seu nome do que o de Juliano. 
Ainda também segundo esse método, isso é a soma dos números, o papa já foi identificado como a besta, em razão dos títulos que adota, alguns deles gravados nas sua tiara pontifícia, e cuja soma dá o sombrio e misterioso 666. 
Eis aqui alguns títulos papais, em língua latina: 
 Vicarivs Filii Dei (Vigário Filho de Deus] e Vicarivs Generali Dei in Terris [Vigário Geral de Deus na Terra].
A soma, tanto de um como de outro, dá 666!
Isso não quer dizer que sejam anticristos todos os papas, mas provavelmente em virtude de seus ensinos ter se desviado da Bíblia a partir do ano 400 AC e adotando o nome papa em lugar de apóstolo ou discípulo.
 Usando-se os mesmos algarismos romanos, o sombrio 666 já foi aplicado até mesmo a Ellen Gould White, vidente e profetisa do sabatismo, considerando-se, como se fazia no passado, o "u" como "v", e o "w" como dois "vv". 
essas tais referências é apenas para salientar a vasta aplicabilidade do obscuro sinal da besta tomando-se por base de cálculo a gematria romana. 
A Bíblia identifica a besta como um homem no sentido restrito da palavra, e não como uma mulher ou um sistema religioso ou político, como o papado, Concilio Mundial de Igrejas, Organização das Nações Unidas, Comunidade Econômica Européia etc.
 Através dos séculos, foi esse método largamente empregado para enfarpelar dezenas de inimigos e perseguidores do cristianismo e dos judeus, desde o período apostólico até os nossos dias.
 Sendo seis o número do homem, o 666 seria então, como já vimos, a imperfeição máxima e radical do ser humano, uma espécie de auto-suficiência, extrema e frontal recusa em chegar até o sete, que é o número de Deus. 
De fato, a Bíblia mostra de muitas maneiras a relação do homem com o número seis: foi criado no sexto dia e deve trabalhar seis dias na semana.
 No episódio de Davi e Golias, este gigante era da altura de seis côvados e possuía uma lança de seiscentos siclos de ferro. 
A estátua de Nabucodonosor apresenta igualmente o número seis e seus múltiplos: 
sessenta côvados de altura e seis de largura [1 Sm 17.4-7; Dn 3.1]. 
Em Golias, vemos o homem na sua força, desafiando os exércitos de Deus e ao próprio Deus; na imagem de ouro de Nabucodonosor, o resultado do orgulho humano, buscando para si mesmo um nome. 
Em ambos os casos, tanto o gigante filisteu quanto o rei babilônico são precursores do anticristo. 
Na opinião de um dos maiores mestres da gematria, E. W. Bullinguer, é ridículo o uso dos algarismos romanos para identificar o anticristo, uma vez que para tal fim devemos limitar-nos apenas "ao hebraico e ao grego, que não possuíam sinais arábicos ou especiais para cifras". Rejeitando como espúria a gematria romana, Bullinguer vê no 666 o ápice da soberba humana: 
Se seis é o número da perfeição secular ou humana, então o 66 é uma expressão mais enfática do mesmo, e 666 é sua expressão concentrada. 
O número 666 é, portanto, a trindade da perfeição humana; a perfeição da imperfeição; o ápice da soberba humana independente de Deus e em oposição a Cristo. 
De acordo com Bullinguer, o número 666 era usado nos antigos mistérios pagãos como um símbolo secreto relacionado com a adoração do diabo.
 O correspondente moderno daqueles mistérios é o movimento da Nova Era, que acopla em si mesmo o espiritismo em suas variadas formas, a teosofia, a astrologia, a ufologia, a maçonaria e diversos outros grupos ocultistas. 
Era comum os antigos mistérios pagãos trazerem estampado o número seis, e por isso o grande símbolo secreto era SSS, porque a letra "s" [estigma], no alfabeto grego, simbolizava o número seis.
 Mas essa letra, em uma forma peculiar semelhante a uma serpente, era misteriosamente inserida em sexto lugar na ordem alfabética em lugar da zeta. 
É curioso que a palavra "estigma" significa "uma marca", especialmente aquela feita com um ferro em brasa, tal como se marcava gado, escravos ou soldados a fim de identificá-los como propriedade de seus senhores, ou mesmo devotos que assim se deixavam marcar como pertencentes a seus deuses. 
Bullinguer comenta: 
Não sabemos por que esta letra e este número permanecem assim associados, exceto que ambos estavam intimamente relacionados com os mistérios egípcios. 
As três letras SSS eram o símbolo de ísis, que estava assim relacionada com o 666. 
Além disso, a expressão desse número consiste nas letras inicial e final da palavra Cristo, ou seja, com o símbolo da serpente entre ambos.66 Outras interpretações do 666 Considerando Apocalipse 17.11 como identificação paralela da besta, que afirma: 
"E a Besta, que era,e que já não é. É ela também a oitava: 
É ela também uma das sete, e caminha à sua perdição" (Figueiredo], podemos chegar ao mesmo resultado por outro caminho. 
O número triangular de oito é 36, e o triângulo de 36 é 666. 
O internauta poderá comprovar esse fato somando os números 1 a 8 [inclusive] e da mesma forma 1 a 36. 
Assim, a besta, que é a oitava, seria o mesmo anticristo. 
O sistema triangular, largamente empregado no passado, conduziria, destarte, ao mesmo resultado. 
De acordo com j. j. Von Allmen,
666 é o número triangular de 36, por sua vez o triangular de 8, podendo-se estabelecer uma identidade entre 666 e 8. 
De fato, encontramos o 8 como símbolo da Besta em Apocalipse 17.11 [...] 
Notemos que o procedimento gemátrico possibilitou enfarpelar com o 666 todos os tiranos que no transcurso da história foram tiranos da Igreja, permanecendo assim este número bem vivo através da história.
Na opiniaão da maioria dos estudiosas da bíblia, o cálculo triangular que conduz ao 666 serve para mostrar o caráter anticristão da falsa Igreja Romana, a mãe das prostituições da terra, identificada no texto em apreço no sentido em que São João usa o termo anticristo em suas cartas, referindo-se ao erro doutrinário. 
A sua tríplice repetição, 666, aplicado ao anticristo [Ap 13.18], significa a recusa de passar até ao sete, que é o número de Deus. Mas o 666 representa, ainda, a trindade satânica: dragão, besta e falso profeta, como a falsificação e a negação da divina Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, cujo número equivalente é 777.
Um número impresso na carne.
Já tivemos oportunidade de ver este número impresso na carne de várias pessoas que não acreditam em Deus. Nesse caso elas já se adiantaram e se entregaram voluntariamente ao anticristo, enquanto ainda há uma saída Cristo.
Acerca da possibilidade de a marca da besta ser gravada na testa ou na mão, como afirma a Bíblia, praticamente ninguém hoje duvida. Nossos dias assistem a uma impetuosa multiplicação do conhecimento humano.
 Este dobrou de 1775 a 1900, depois de 1900 a 1950, depois de 1950 a 1958 e desde então já duplicou várias vezes! A rapidez com que o saber aumenta tem levado os cientistas a alterarem suas mais otimistas previsões para o futuro. 
A tecnologia desenvolveu-se a ponto de produzir máquinas quase humanas. 
Somente nas indústrias japonesas dezenas de milhares de robôs substituem operários em diferentes atividades, e a Inglaterra trabalha na produção de milhares de máquinas que "ouvem', "vêem", andam, sobem e descem escadas etc. 
Em muitas áreas, esse incrível desenvolvimento já alcançou a ficção científica e até a ultrapassou, pois tudo o que já se escreveu acerca de um registro geral da população pode hoje concretizar-se perfeitamente dentro das características indicadas no capítulo 13 de Apocalipse, onde se diz que o anticristo "faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome" (vv. 16,17]. 
Certo reverendo por nome  Willard Cantelon, professor de Escatologia em Bruxelas, diz:
Quase diariamente começamos a ouvir sugestões para que cada homem receba um número para a vida toda e que poderia ser impresso de forma permanente em sua carne. 
Já passou pela Europa, um orador que falava numa estação radiofônica de Frankfurt sobre a idéia de tatuar no rosto o número de um homem. 
Quando feito na carne, diziam eles, o número não pode perder-se, nem pode ser roubado do seu dono. 
Nos Estados Unidos, diz o pastor Abrão De Almeida, que falou com um amigo que trabalhava no Northwest National Bank. 
Ele falou do progresso que se fazia nos laboratórios, no sentido de desenvolver uma tinta invisível, não tóxica, que seria tatuada na carne humana, invisível à luz normal, mas claramente legível sob uma luz especial.
É hoje fora de dúvida que a tecnologia do computador torna possível que se emita para cada indivíduo um único cartão de crédito, e para garanti-lo contra perda, furto ou falsificações, seu número "pode ser fixado fotograficamente na testa ou nas costas das mãos, visível unicamente sob raios ultravioletas". 
Outro valioso testemunho é o de John Wesley White. 
Em seu precioso livro prefaciado por Billy Graham, ele afirma que "existe atualmente um processo em virtude do qual pode imprimir-se em forma invisível e indelével um número na mão ou na testa, mediante um dispositivo eletrônico, e tal número pode ler-se [sic] com um instrumento, de um relance".
Muitos são da opinião de que após a invasão de Israel pelos russos e o seu desastroso fim como diz Ez 38,39, destes nas montanhas de Israel, os povos europeus serão unificados pelo medo, "na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo" copnforme [Lc 21.26].
 E optarão por um governo mundial. 
Essa opção significará a concretização dos anseios de ecumenistas, sincretistas e cientistas nucleares modernos, pregadores de uma só religião e de um só governo para o mundo. 
A fiel Igreja de Cristo, entretanto, será tirada da terra, isso é arrebatada antes da manifestação desse premier do mundo, tantas vezes referido na BíbIia.
"Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai a vossa cabeça, porque a vossa redenção está próxima" [Lc 21.28] . E damos glória a Deus por isso. 
Fonte: Pastor Abrão de Almeida.


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Quando lemos passagens como esta percebemos que Deus queria realmente proteger a sua criação de tomar rumos aos quais Ele não aprovaria. E ...