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A filosofia Dos Estóicos Foi Desenvolvida Por Zenão de Cítio, Que Nasceu No Início Do Século III A.C Em Cipre

Zenão era um capitalista de sucesso até que perdeu todos os seus bens num naufrágio.   Ele foi imediatamente atraído pelo "cínicos"(O Cinismo uma corrente filosófica que pregava o total desprezo pelos bens materiais e o prazer. Para os cínicos, a filosofia moral não poderia estar separada do modo de vida dos filósofos. Eles deveriam ser exemplos daquilo que afirmam).  Acreditavam que os bens materiais não tinham importância alguma.


A filosofia estóica foi desenvolvida por Zenão de Cítio, que nasceu no início do século III a.C. em Chipre. 
 Zenão era um capitalista de sucesso até que perdeu todos os seus bens num naufrágio. 
 Ele foi imediatamente atraído pelo "cínicos".
(O Citismo uma corrente filosófica que pregava o total desprezo pelos bens materiais e o prazer. Para os cínicos, a filosofia moral não poderia estar separada do modo de vida dos filósofos. Eles deveriam ser exemplos daquilo que afirmam). 
Acreditavam que os bens materiais não tinham importância alguma. 
 Zenão transformou essa atitude em filosofia própria, que denominou estóica, palavra que vem de stoá, um pórtico em Atenas onde ensinava. 
 Zenão defendia uma atitude estóica diante da vida e sustentava que os homens se dividiam em duas categorias. 
 O primeiro grupo estóicos no sentido mais radical  é formado pelos sábios, que são indiferentes a tudo, exceto à sua própria sabedoria. 
Os outros são os tolos. 
 Para os estóicos, sabedoria significava renunciar às paixões e viver uma vida virtuosa, o que implicava autocontrole, firmeza diante da adversidade e comportamento justo. A filosofia estóica desenvolveu-se ao longo dos últimos séculos e tornou-se finalmente um grande sucesso em Roma, em particular entre aquelas parcelas desiludidas das classes superiores que tinham de suportar os caprichos de imperadores recalcitrantes. 
 O tragediógrafo Sêneca chegou a tentar ensinar o estoicismo a Nero, mas o temperamento do imperador revelou-se inadequado a essa filosofia.
 No século II D.C., o estoicismo foi finalmente adotado pelo imperador Marco Aurélio, que escreveu algumas meditações pomposas e banais sobre o assunto durante sua longa campanha contra os bárbaros transdanubianos. 
Outras atitudes filosóficas semelhantes deram origem aos já mencionados cínicos e aos céticos, que acreditavam que nada sabiam, mas que não viam nenhuma contradição em ensinar isso. 
Mas a atitude mais importante além do estoicismo foi a adotada por Epicuro, nascido em meados do século IV a.C., provavelmente em Samos. 
No final da vida, Epicuro estabeleceu-se em Atenas e fundou uma comunidade que vivia em seu jardim e seguia sua filosofia, que ficou conhecida como epicurismo e era em muitos aspectos o oposto do estoicismo. 
 Enquanto os estóicos renunciavam a todo prazer, os epicuristas acreditavam em viver plenamente a vida. 
 Mas o próprio Epicuro acreditava que viver plenamente a vida significava viver uma vida extremamente simples sobrevivendo a pão e água, e talvez um pouco de queijo nos dias de festa. 
 Seu objetivo (e inicialmente o de sua filosofia) era alcançar uma vida isenta de todas as dores. 
 Sexo, embriaguez, ambição de qualquer espécie e em geral a vida abastada tinham como conseqüência dores de cabeça, ressacas e desapontamentos. 
Tudo isso era penoso, e portanto era melhor evitar suas causas. 
 Os romanos, que não tinham sensibilidade para esses aspectos mais refinados da filosofia, avidamente adotaram o epicurismo, mas insistiram em sua própria idéia de uma vida plena, que implicava muito mais que pão e água. 
 Dessa forma, o epicurismo foi corrompido, adquirindo as conotações auto-indulgentes que guarda até hoje. 
Quase todos os demais filósofos desse período se dedicaram às obras de seus grandes antecessores. 
 Suas atividades consistiam geralmente em comentar, analisar, elaborar e sofismar. 
 À frente desses críticos sem originalidade estavam seguidores de Pitágoras e Platão. 
 Desses últimos, o maior foi Plotino, que desenvolveu a tendência religiosa do platonismo e incorporou vários traços metafísicos. 
 No final, mal se podia reconhecer sua filosofia como platonismo, razão pela qual foi denominada neoplatonismo. 
O acontecimento intelectual mais importante dos primeiros séculos da era cristã foi a disseminação do cristianismo, que se opôs a qualquer filosofia séria até a chegada de Santo Agostinho.

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