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Necessidade da Justificação: a condenação do homem.



Necessidade da Justificação ou a condenação do homem. 
"Como se justificará o homem para com Deus?" perguntou Jó (9:1).
"Que é necessário que eu faça para me salvar?
" interrogou o carcereiro de Filipos.
 Ambos expressaram a maior de todas as perguntas: Como pode o homem acertar sua vida perante Deus e ter certeza da aprovação divina? 
A resposta a essa interrogação encontra-se no Novo Testamento, especialmente na epístola aos Romanos, na qual se apresenta, em forma sistemática e detalhada, o plano da salvação. 
O tema do livro encontra-se no capítulo 1:16,17.
Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé.
O qual se pode parafrasear da seguinte maneira: 
O evangelho é o poder de Deus para a salvação dos homens, pois o evangelho revela aos homens como se pode mudar de posição e de condição, de maneira que eles sejam justos perante Deus. 
Uma das frases proeminentes da mesma epístola é: 
"A justiça de Deus." 
O inspirado apóstolo descreve a qualidade de justiça que Deus aceita, de forma que o ser humano  possua e tenha aceitação como justo perante ele. 
Essa justiça é resultado da fé em Cristo. 
Paulo demonstra que todos os humanos necessitam dessa justiça de Deus, porque toda a raça pecou. 
Os gentios estão sob condenação de Deus. 
Os passos de sua degradação foram claros: 
Outrora conheceram a Deus;
 ( Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
 Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis; Romanos 1:19,20)... 
Eles sabem sobre Deus .
Quatrocentos anos de Isreal no Egito, foi suficiente para os gentios Gregos e Egípcios saberem sobre Ele. As peregrinações e vitórias nas batalhas para a conquista de Canaã.
Mas eles falhando em o servirem e adorarem o Senhor, seu coração insensato se obscureceu.
 (Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. 
Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos Romanos 1:21,22.
 A cegueira espiritual os conduziu à idolatria.
(E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Romanos 1:23).
A idolatria os conduziu à corrupção moral.
Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; 
Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. 
E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
E, como eles não  querem saber de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;
Estando cheios de toda a iniqüidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia; Romanos 1:24 31). 
São indesculpáveis porque tinham a revelação de Deus na natureza.
 A a consciência que aprova ou desaprova seus atos. 
( Porque, quando os gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não tendo eles lei, para si mesmos são lei; Os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os. Romanos 2:14,15).
Portanto a consciência as vezes nos avisa no lugar de Deus.
Os judeus também está sob condenação por desobediência. 
É verdade que eles  pertencem à nação escolhida, e conhece a lei de Moisés de há muitos séculos, mas transgrediram essa lei em pensamentos, atos e palavras (  Bíblia  Sagrada Romanos cap. 2). 
Paulo, assim, estrondosamente, coloca toda a raça humana sob um status de  condenação: 
"Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que toda a boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus. Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado" (Rom. 3:19,20)
Qual seria essa "justiça" de que tanto necessita o homem? 
A própria palavra significa "retidão", ou estado de reto, ou justo. 
A palavra às vezes descreve o caráter de Deus, como sendo isento de toda imperfeição ou injustiça. Quando aplicada ao homem, significa o estado de retidão diante de Deus. 
Retidão significa "reto", aquilo que se conforma a um padrão ou norma. 
Por conseguinte, é o homem que se conforma à lei divina. 
Mas que acontecerá se esse homem descobrir que, em vez de ser "reto", ele é perverso (literalmente "torto") sem poder se endireitar? 
É então que ele precisa da justificação que é obra exclusiva de Deus. 
Paulo declarou que pelas obras da lei ninguém será justificado. 
Essa declaração não é uma crítica contra a lei, a qual é santa e perfeita. 
Ela ignifica simplesmente que a lei não foi dada com esse propósito de fazer justo o povo, e, sim, de suprir a necessidade de uma norma de justiça. 
A lei pode ser comparada a uma fita métrica que pode medir o comprimento do pano, sem, contudo, aumentar o comprimento. Podemos compará-la à balança que determina o nosso peso, sem, contudo, aumentar esse peso. "Pela lei vem o conhecimento do pecado."
"Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus"  
(Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas; Romanos 3:21). 
Notemos a palavra "agora"
Alguém disse que Paulo dividiu todo o tempo entre "agora" e "depois". 
Em outras palavras, a vinda de Cristo operou uma grande mudança nas transações de Deus com os humanos.
 Introduziu por assim dizer uma nova dispensação. 
Durante séculos os humanos  pecavam e aprendiam a impossibilidade de aniquilarem ou vencerem seus pecados. 
Mas agora Deus, clara e abertamente, revelou-lhes um novo caminho a ser seguido.
 Muitos Rabinos julgavam que devia haver um meio de serem justificados sem ser pela guarda da lei por duas razões: 
1) perceberam um grande abismo entre as exigências de Deus para com Israel e seu verdadeiro estado espiritual. Israel era injusto, e a salvação não podia proceder dos próprios méritos ou esforços. A salvação teria que proceder de Deus, por sua intervenção. 
2) Muitos reconheceram por experiência própria sua incapacidade para guardar perfeitamente a lei. Chegaram à conclusão de que devia haver uma justiça alcançável independentemente de suas próprias obras e esforços. 
Em outras palavras, eles anelavam por redenção e graça. 
E Deus lhes assegurou que tal justiça lhes seria revelada. 
Fala da justiça de Deus sem a lei.
"Tendo o testemunho da lei.
Começa aqui;
( E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.
Assim como Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. 
Sabei, pois, que os que são da fé são filhos de Abraão. 
Ora, tendo a Escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: 
Todas as nações serão benditas em ti.  Gên. 3:15; 12:3; Gál. 3:6-8) e testemunho dos profetas;
 (Nos seus dias Judá será salvo, e Israel habitará seguro; e este será o seu nome, com o qual Deus o chamará: O SENHOR JUSTIÇA NOSSA. 
Eis que dias vêm, diz o Senhor, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porque eles invalidaram a minha aliança apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor.
Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: 
Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. E não ensinará mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o Senhor; 
porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados.  Jer. 23:6; 31:31-34)".
Essa justiça incluía tanto o perdão dos pecados como a justiça íntima do coração. 
Na verdade, o Apostolo Paulo afirma que a justificação pela fé foi o plano original de Deus para a salvação dos homens e que a lei foi acrescentada para disciplinar os israelitas e fazê-los sentir a necessidade de redenção. 
( Logo, para que é a lei? 
Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita; e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro, (Jesus).
Ora, o medianeiro não o é de um só, mas Deus é um.
Logo, a lei é contra as promessas de Deus? 
De nenhuma sorte; porque, se fosse dada uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei. Mas não foi.
Mas as Escrituras encerram  tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos todos os que crerem.
Mas, antes que a fé viesse, estávamos estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. (Através do evangelho).
De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio. Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. Gálatas 3:19-26).
 Mas a lei em si não possuía poder para salvar, como o termômetro não tem poder para baixar a febre que ele registra. 
O que seria necessário?
Seria o próprio Senhor, o Salvador do seu povo, e sua graça seria a sua única esperança. 
Infelizmente, os judeus exaltaram a lei, imaginando que ela fosse um agente justificador, e elaboraram um plano de salvação baseado no mérito pela guarda dos seus preceitos e das tradições que lhes foram acrescentadas. 
"Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus" (Rom. 10:3)
Não conheceram o propósito da lei. 
Confiaram nela como se fosse um  meio de salvação espiritual, ignorando a pecabilidade dos seus próprios corações, e imaginavam que seriam salvos pela guarda da letra da lei. 
Por essa razão, quando Cristo veio, oferecendo-lhes a salvação dos seus pecados, pensavam que não precisavam dum Messias como ele. 
(E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém; como dizes tu: Sereis livres? 
Respondeu-lhes Jesus:  Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado,( vide João 8:32-34). Isso é mesmo tentando obedecer a lei. 
O pensamento dos judeus era o de estabelecer rígidos requisitos pelos quais conseguiriam a vida eterna. "Que faremos para executarmos as obras de Deus?" perguntaram. E não se prontificaram a obedecer à indicação de Jesus: "A obra de Deus é esta:  Que creiais naquele que ele enviou" (João 6:28,29). 
Tão ocupados estavam em estabelecer seu próprio sistema de justiça, que perderam, por completo, a oportunidade de serem participantes da justificação divinamente provida para os homens pecadores. 
Na viagem, um trem representa o meio de conseguir um determinado alvo, chegar. 
Ninguém pensa em fazer do trem sua morada. 
Antes, preocupa-se tão somente em chegar ao destino. 
Ao chegar a esse destino, deixa-se o trem. 
A lei foi dada a Israel com o propósito de conduzi-lo a um destino, e esse destino era a fé na graça salvadora de Deus.
 Mas, ao aparecer o Redentor, os judeus satisfeitos consigo mesmos, fizeram o papel do viajante que, chegando ao destino, se recusa a deixar o trem, embora o condutor lhe diga: "Estamos no fim da viagem"! 
Os judeus se recusaram a deixar as poltronas do "trem do Antigo Pacto", muito embora o Novo Testamento lhes assegurasse: 
"O fim da lei é Cristo chegamos", e que se cumpriu o Antigo Testamento
(Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê, Rom. 10:4).  
A fonte da justificação é a graça. 
Graça significa, primeiramente, favor, ou a disposição bondosa da parte de Deus.
 Alguém a definiu como a "bondade genuína e favor não recompensados", ou "favor não merecido". Dessa forma a graça nunca incorre em dívida. O que Deus concede, concede-o como favor; nunca podemos recompensá-lo ou pagar-lhe. 
A salvação é sempre apresentada como dom, um favor não merecido, impossível de ser recompensado; é um benefício legítimo de Deus. (Rom. 6:23).
O serviço cristão portanto, não é pagamento pela graça de Deus; serviço cristão é um meio que o crente aproveita para expressar sua devoção e amor a Deus. 
"Nós o amamos porque ele primeiramente nos amou." 
A graça é transação de Deus com o homem, absolutamente independente da questão de merecer ou não merecer. 
"Graça não é tratar a pessoa como merece, nem tratá-la melhor do que merece",
Eescreveu L. S. Chafer. 
"E tratá-la graciosamente sem a mínima referência aos seus méritos. 
Graça é amor infinito expressando-se em bondade infinita." 
Devemos evitar certo mal-entendido. 
Graça não significa que Deus é de coração tão magnânimo que abranda a penalidade ou desiste dum justo juízo. Sendo Deus o Soberano perfeito do universo, ele não pode tratar indulgentemente o assunto do pecado pois isso depreciaria sua perfeita santidade e justiça. 
A graça de Deus aos pecadores revela-se no fato de que ele mesmo pela expiação de Cristo, pagou toda a pena do pecado. 
Por conseguinte, ele pode justamente perdoar o pecado sem levar em conta os merecimentos ou não merecimentos. 
Os pecadores são perdoados, não porque Deus seja benigno para desculpar os pecados deles, mas porque existe redenção mediante o sangue de Cristo. 
(Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. Para louvor da glória de sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado,   Rom. 3:24; Efés.1.6)
A maioria dos  pregadores modernistas erram nesse ponto.
Pensam que Deus por sua benignidade perdoa os pecados, entretanto, seu perdão baseia se na mais rigorosa justiça. 
Ao perdoar o pecado, "Ele é fiel e justo" 
(Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça, 1 João 1:9). 
A graça de Deus revela-se no fato de haver ele provido uma expiação pela qual pode ser justo e justificador e, ao mesmo tempo, manter sua santa e imutável lei. 
A graça manifesta-se independente das obras ou atividades dos homens.
Quando a pessoa está sob a lei, não pode estar sob a graça, e quando está sob a graça, não pode estar sob a lei. Está "sob a lei" quando tenta assegurar a sua salvação ou santificação como recompensa, por fazer boas obras ou observar certas cerimônias. 
Essa pessoa está "sob a graça" quando assegura para si a salvação por confiar na obra que Deus fez por ela, e não na obra que ela faz para Deus. 
As duas esferas são mutuamente exclusivas.
( Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído Gál. 5:4.)
 A lei diz: "paga tudo".
 Mas a graça diz: 
"Tudo está pago." 
A lei representa uma obra a fazer.
A graça é uma obra consumada. 
A lei restringe as ações.
 A graça transforma a natureza. 
A lei condena.
A graça justifica. 
Sob a lei a pessoa é servo assalariado.
Sob a graça é filho em gozo de herança ilimitada. 
Enraizada no coração humano está a idéia de que o homem deve algo para tornar-se merecedor da salvação.
 Na igreja primitiva certos instrutores judaico cristãos insistiam em que os convertidos fossem salvos pela fé e a observância da Lei de Moisés. 
Entre os pagãos, e em alguns setores da igreja cristã, esse erro tem tomado a forma de auto castigo, observância de ritos, peregrinações, e esmolas. 
A idéia substancial de todos esses esforços é a seguinte: 
Deus não é bondoso.
 O homem não é justo. 
Por conseguinte, o homem precisa fazer-se justo a fim de tornar Deus benigno. 
Esse foi o erro de Martin Lutero, quando, mediante automortificações, envidava esforços para efetuar a sua própria salvação. 
"Oh quando será que você se tornará piedoso a ponto de ter um Deus benigno?" 
Exclamou certa vez, referindo-se a si próprio, sem se setir salvo.
 Finalmente Lutero descobriu a grande verdade básica do evangelho.
Deus é bondoso,  portanto deseja fazer justo o homem. 
A graça do amoroso Pai, revelada na morte expiatória de Cristo é um dos elementos que distinguem o Cristianismo das demais religiões mescladas de superstições. 
Salvação é a justiça de Deus imputada ao ser humano que se sente pecador. Salvação é divina reconciliação.
Não é regulamento humano. Salvação é o cancelamento de todos os pecados.
Não é eliminar alguns pecados. mSalvação é ser libertado da lei e estar morto para a lei.
Necessidade da Justificação: a condenação do homem.  "Como se justificará o homem para com Deus?" perguntou Jó (9:1). "Que é necessário que eu faça para me salvar? " interrogou o carcereiro de Filipos.
Não é ter prazer na lei ou obedecer á lei. Salvação é regeneração divina. Não é reforma humana. 
Salvação é ser aceitável a Deus. Não é tornar-se excepcionalmente bom.  Salvação é perfeição em Cristo.
Não é competência de caráter.  A salvação, sempre e somente, procede de Deus. Nunca procede do ser humano. 
 Usa-se, às vezes, a palavra "graça", no sentido íntimo, para indicar a operação da influência divina.
(Mas a graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do dom de Cristo. Efésios 4:7).
 E seus efeitos (  E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.
O qual, quando chegou, e viu a graça de Deus, se alegrou, e exortou a todos a que permanecessem no Senhor, com propósito de coração; Antes, ele dá maior graça. Portanto diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.  Atos 4:33; 11:23; Tia. 4:6; 2 Cor.12:9).
 As operações desse aspecto da graça têm sido classificadas da seguinte maneira.
 Graça proveniente (literalmente, "que vem antes") é a influência divina que precede a conversão da pessoa, influências que produzem o desejo de voltar para Deus.
 É o efeito do favor divino em atrair os homens. 
 Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais, Atos 7:51).
 Essa graça, às é  eficiente, tornando-se eficaz em produzir a conversão, quando não encontra resistência.
Leiamos na Bíblia;
( E não quereis vir a mim para terdes vida. 
Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; Assim vós sois como vossos pais. 
Mas Paulo e Barnabé, usando de ousadia, disseram: 
Era mister que a vós se vos pregasse primeiro a palavra de Deus. 
Mas, visto que a rejeitais, e não vos julgais dignos da vida eterna, eis que nos voltamos para os gentios  João 5:40; Atos 7:51; 13:46). 
A graça efetiva capacita os nós humanos, a vivermos justamente, a resistirmos à tentação, e a cumprirmos o seu dever de andar segundo a vontade de Deus. 
Por isso pedimos graça ao Senhor para cumprir uma determinada tarefa. 
A graça habitual é o efeito da morada do Espírito Santo que resulta em uma vida plena do fruto do Espírito Santo leiamos na Bíblia;
 (Mas o fruto do Espírito é:
 Amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. 
Contra estas coisas não há lei, Gál. 5:22,23). 
Isso quer dizer que quem recebeu a graça de Deus produz essas coisas e tem uma vida de paz.
Fundamento da justificação, a justiça de Cristo. 
Como pode Deus tratar o ser humano que é mau como pessoa justa?
Resposta: 
Deus lhe provê a justiça.
 Mas será que isso é apenas conceder o título de "bom" e "justo" a quem não o merece? 
Resposta: 
O Senhor Jesus Cristo ganhou o título a favor do pecador, o qual é declarado justo "mediante a redenção que há em Cristo Jesus".
( Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. 
Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.
Romanos 5:7,8).
Redenção significa completa libertação e por preço pago.
Cristo ganhou essa justiça para nós, por sua morte expiatória, como está escrito: 
(Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; Romanos 3:25).
Propiciação é aquilo que assegura o (favor de Deus para com os que não o merecem).
Cristo morreu por nós para nos salvar da justa ira de Deus e nos assegurar o seu favor e não sermos condenado ao inferno.
 A morte e a ressurreição de Cristo representam a provisão externa para a salvação dos humanos, referindo-se o termo justificação à maneira pela qual os benefícios salvadores da morte de Cristo são postos à disposição do ser humano que se achar pecador, pecador. 
Fé é o meio pelo qual o pecador lança mão e pega esse benefício.
Consideremos a necessidade de justiça. 
Como o corpo necessita de roupa, assim a alma necessita de caráter. 
Assim como é necessário apresentar-se em público decentemente vestido, assim é necessário que o homem se vista da roupa dum caráter perfeitamente justo para apresentar-se diante de Deus. 
E foi-lhe dado que se vestisse de linho fino, puro e resplandecente; porque o linho fino são as justiças dos santos .
Mas também tens em Sardes algumas poucas pessoas que não contaminaram suas vestes, e comigo andarão de branco; porquanto são dignas disso. 
E um dos anciãos me falou, dizendo: 
Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são, e de onde vieram? 
E eu disse-lhe: 
Senhor, tu sabes. 
E ele disse-me: 
Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro. Vide Apo. 19:8; 3:4; 7:13,14).
 As vestes do pecado estão sujas e rasgadas.
(E ele mostrou-me o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do anjo do SENHOR, e Satanás estava à sua mão direita, para se lhe opor.
Mas o Senhor disse a Satanás: 
O Senhor te repreenda, ó Satanás, sim, o Senhor, que escolheu Jerusalém, te repreenda; não é este um tição tirado do fogo?
Josué, vestido de vestes sujas, estava diante do anjo. 
Então respondeu, aos que estavam diante dele, dizendo: 
Tirai-lhe estas vestes sujas. 
E a Josué disse: 
Eis que tenho feito com que passe de ti a tua iniqüidade, e te vestirei de vestes finas. Zacarias 3:1-4).
 Se o ser humano pecador se vestisse de sua própria bondade e seus próprios méritos, alegando serem boas as suas obras, elas seriam consideradas como "trapos de imundícia". ( Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam. Isaías 64:6 Isa. 64:6.) 
A única esperança do ser humano é adquirir a justiça que Deus aceita a "justiça do próprio Deus". 
Visto que o homem por natureza está destituído dessa justiça, terá que ser provida para ele essa justiça. Terá que ser uma justiça que lhe seja imputada, não merecida, não tem meritocracia. 
Essa justiça foi comprada pela morte expiatória de Cristo. 
Leiamos na Bíblia.
(Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. 
Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos, porque as iniqüidades deles levará sobre si.
Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.  Assim também Davi declara bem-aventurado o homem a quem Deus imputa a justiça sem as obras, dizendo: 
Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida.
Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos.  Isa. 53:5,11; 2 Cor. 5:21; Rom. 4:6; 5:18,19.) 
Sua morte foi um ato perfeito de justiça, porque satisfez a lei de Deus, que era impossível aos humanos. 
Foi também um ato perfeito de obediência. 
Tudo isso foi feito por nós e posto a nosso crédito. 
"Deus nos aceita como justos aos seus olhos somente por nos ter sido imputada a justiça de Cristo",     Afirma determinada declaração doutrinária. 
O ato pelo qual Deus credita essa justiça à nossa conta chama-se imputação. 
(Imputação) é levar à conta de alguém as conseqüências do ato de outrem. 
As conseqüências do pecado dos humanos,  foram levadas à conta de Cristo, e as conseqüências da obediência de Cristo foram levadas à conta do crente. 
Ele vestiu-se das vestes do pecado para que nós pudéssemos nos vestir do seu "manto de justiça". "Cristo... para nós foi feito por Deus... justiça".
(Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção;  1Cor. 1:30).
Ele torna-se "O Senhor Justiça Nossa" (Jer. 23:6).
Cristo expiou nossa culpa, satisfez a lei, tanto por Obediência como pelo sofrimento, e tornou-se nosso substituto, de maneira que, estando unidos com ele pela fé, sua morte torna -se nossa morte, e sua obediência toma-se nossa obediência. 
Deus então nos aceita, não por qualquer bondade própria que nós tenhamos, nem pelas coisas imperfeitas que são as nossas "obras".
( Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada. Rom. 3:28; Gál. 2:16). 
Nem por nossos méritos, mas porque nos foi creditada a perfeita e toda-suficiente justiça de Cristo. 
Por causa de Cristo, Deus trata o homem culpado, quando este se arrepende e crê, como se fosse justo. Os méritos de Cristo são creditados a ele. 
Também surgem as seguintes perguntas na mente da pessoa que investiga.
Sim, a justificação que salva é algo externo e concernente à posição legal do pecador, mas não haverá mudança alguma na condição moral? 
Afeta a sua situação, mas não afetará sua conduta? 
A justiça é imputada somente e não concedida de modo prático? 
Na justificação Cristo somente será por nós, ou agirá também em nós? 
Em outras palavras, parece que a imputação da justiça desonraria a lei se não incluísse a certeza de justiça futura. 
A resposta é que a fé que justifica é o ato inicial da vida cristã e esse ato inicial, quando a fé for viva, é seguido por uma transformação interna conhecida como regeneração. 
A fé une o crente com o Cristo vivo  essa união com o Autor da vida resulta em transformação do coração. 
"Se alguém está em Cristo, nova criatura é as coisas velhas já passaram eis que tudo se fez novo" (2 Cor. 5:17). 
A justiça é imputada no ato da justificação e é comunicada na regeneração.
O Cristo que é por nós torna-se o Cristo em nós. 
A fé pela qual a pessoa é realmente justificada, necessariamente tem que ser uma fé viva. 
Uma fé viva produzirá uma vida reta, será uma fé que "opera pelo amor".
(Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor.  Gál. 5:6). 
Outrossim, vestindo a justiça de Cristo, o crente é exortado a viver uma vida em conformidade com o caráter de Cristo. 
"Porque o linho fino são as justiças dos santos" (literalmente os atos de justiça) (Apoc. 19:8). 
A verdadeira salvação requer uma vida de santidade prática. 
Que julgamento faríamos da pessoa que sempre se vestisse de roupa imaculada mas nunca lavasse o corpo? 
Incoerente, diríamos! 
Mas não menos incoerente é a pessoa que alega estar vestida da justiça de Cristo, e, ao mesmo tempo, vive de modo indigno do evangelho. 
Aqueles que se vestem da justiça de Cristo terão cuidado de purificar-se do mesmo modo como ele é puro. (1 João 3:3.)
Os meios da justificação.
Aa fé. 
Visto que a lei não pode justificá-lo, a única esperança do homem é receber "justiça sem lei" (isto, entretanto, não significa injustiça ilegal, nem tampouco religião que permita o pecado; significa sim, uma mudança de posição e condição). 
Essa é a "justiça de Deus", isto é, a justiça que Deus concede, sendo também um dom, pois o homem é incapaz de operar a justiça. (Efés. 2:8-10). 
Mas o dom tem que ser aceito. 
Como, então, será aceito o dom da justiça? 
Ou, usando a linguagem teológica.
 Qual é o instrumento que se apropria da justiça de Cristo? 
A resposta é: "pela fé em Jesus Cristo." 
A fé é a mão, por assim dizer, que recebe o que Deus oferece. 
Que essa fé é a causa instrumental da justificação prova-se pelas seguintes referências.
Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença.
E recebeu o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé quando estava na incircuncisão, para que fosse pai de todos os que crêem, estando eles também na incircuncisão; a fim de que também a justiça lhes seja imputada;
Que diremos pois?
Que os gentios, que não buscavam a justiça, alcançaram a justiça? 
Sim, mas a justiça que é pela fé. Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé. E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé; Rom. 3:22; 4: 11; 9:30; Heb. 11:7; Fil. 3:9). 
Os méritos de Cristo são comunicados e seu interesse salvador é assegurado por certos meios. Esses meios necessariamente são estabelecidos por Deus e somente ele os distribui. 
Esses meios são a fé o princípio único que a graça de Deus usa para restaurar-nos à sua imagem e ao seu favor. 
Nascida, como é, no pecado, herdeira da miséria, a alma carece duma transformação radical, tanto por dentro como por fora; tanto diante de Deus como diante de si própria. 
A transformação diante de Deus denomina-se justificação; a transformação interna espiritual que se segue, chama-se regeneração pelo Espírito Santo. Esta fé é despertada no homem pela influência do Espírito Santo, geralmente em conexão com a Palavra. 
A fé lança mão da promessa divina e apropria-se da salvação. 
Ela conduz a alma  humana ao descanso em Cristo como Salvador e o Sacrifício pelos pecados, concede paz à consciência e dá esperança consoladora do céu. 
Sendo essa fé viva e de natureza espiritual, e cheia de gratidão para com Cristo, ela é rica em boas obras de toda espécie. 
"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém seglorie" (Efés. 2:8,9).
O homem nenhuma coisa possuía com que comprar sua justificação. 
Deus não podia condescender em aceitar o que o homem oferecia, o homem também não tinha capacidade para cumprir a exigência divina. 
Então Deus graciosamente salvou o homem, sem pagar este coisa alguma "gratuitamente pela sua graça" (Rom. 3:24). 
Essa graça gratuita é pelo ser humano recebida pela fé. 
Não existe mérito nessa fé, como não cabem elogios ao mendigo que estende a mão para receber uma esmola. 
Esse método fere a dignidade do homem, mas perante Deus, o homem decaído não tem mais dignidade; o homem não tem possibilidades de acumular bondade suficiente para adquirir a sua salvação. "Nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei" (Rom. 3:20)
A doutrina da justificação pela graça de Deus, mediante a fé do homem, remove dois perigos, primeiro, o orgulho de autojustiça e de auto-esforço, segundo o medo de que a pessoa seja fraca demais para conseguir a salvação. 
Se a fé em si não é meritória, representando apenas a mão que se estende para receber a livre graça de Deus, que é então que lhe dá poder, e que garantia oferece ela à pessoa que recebeu esse dom gratuito, de que viverá uma vida de justiça? 
Importante e poderosa é a fé porque ela une a alma a Cristo, e é justamente nessa união que se descobre o motivo e o poder para a vida de justiça. 
"Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo"(Gál. 3:27).
"E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências" (Gál. 5:24). 
A fé não só recebe passivamente mas também usa de modo ativo aquilo que Deus concede. 
É assunto próprio do coração (Rom. 10:9,10; vide Mat. 15:19; Prov. 4:23), e quem crê com o coração, crê também com suas emoções, afeições e seus desejos, ao aceitar a oferta divina da salvação. Pela fé, Cristo mora no coração (Efés. 3:17). 
A fé opera pelo amor (a "obra da fé"... 1Tess. 1:3), isto é, representa um princípio enérgico, bem como uma atitude receptiva. 
A fé, por conseguinte, é poderoso motivo para a obediência e para todas as boas obras. 
A fé envolve a vontade e está ligada a todas as boas escolhas e ações, pois "tudo que não é de fé é pecado" (Rom. 14:23).
Ela inclui a escolha e a busca da verdade (2 Tess. 2:12) e implica sujeição à justiça de Deus (Rom. 10:3).
O que se segue representa o ensino bíblico concernente à relação entre fé e obras. 
A fé se opõe às obras quando por obras entendemos boas obras que a pessoa faz com o intuito de merecer a salvação. (Gál. 3:11.) 
Entretanto, uma fé viva produzirá obras (Tia. 2:26).
Tal qual uma árvore viva produzirá frutos. 
A fé é justificada e aprovada pelas obras (Tia. 2:18).
 Assim como o estado de saúde das raízes duma boa árvore é indicado pelos frutos. 
A fé se aperfeiçoa pelas obras (Tia. 2:22). Assim como a flor se completa ao desabrochar. 
Em breves palavras, as obras são o resultado da fé, a prova da fé, e a consumação da fé. Imagina-se que haja contradição entre os ensinos de Paulo e de Tiago. 
O primeiro, aparentemente, teria ensinado que a pessoa é justificada pela fé, o último que ela é justificada pelas obras. (Vide Rom. 3:20 e Tia. 2:14-16).
Contudo, uma compreensão do sentido em que eles empregaram os termos, rapidamente fará desvanecer a suposta dificuldade. Paulo está recomendando uma fé viva que confia somente no Senhor; Tiago está denunciado uma fé morta e formal que representa, apenas, um consentimento mental. Paulo está rejeitando as obras mortas da lei, ou obras sem fé; Tiago está louvando as obras vivas que demonstram a vitalidade da fé. 
A justificação mencionada por Paulo refere-se ao início da vida cristã.
 Tiago usa a palavra com o significado de vida de obediência e santidade como evidência exterior da salvação. Paulo está combatendo o legalismo, ou a confiança nas obras como meio de salvação; Tiago está combatendo antinomianismo, ou seja, o ensino de que não importa qual seja a conduta da pessoa, uma vez que creia. 
Paulo e Tiago não são soldados lutando entre si. são soldados da mesma linha de combate, cada qual enfrentando inimigos que os atacam de direções opostas

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