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Paulo Prisioneiro Sendo Levado a Roma. Explicando Atos 27:1-44, Versículo Por Versículo.

E, como se determinou que havíamos de navegar para a Itália, entregaram Paulo, e alguns outros presos, a um centurião por nome Júlio, da coorte augusta.
Paulo preso navegando para a Itália.
O missionário plantador de Igrejas está a caminho de Roma, como prisioneiro, mas é poderosamente usado por Deus. Durante a viagem, Paulo conquista a confiança do comandante e orienta as manobras durante os perigos e o próprio naufrágio.  Eram 276 pessoas a bordo e Paulo falou ao comandante do navio: O anjo do Senhor esteve comigo e me asseverou que nenhum dos que permaneceram a bordo, comigo, perecerá. Observe em Atos 27.21 a 25, 34 e 36.
Os milagres na Ilha de Malta:
a) Paulo é picado por uma víbora e não morre: Atos 28. 3 a 6;
b) Paulo curou o pai de Publio de uma tremenda febre e curou também a vários outros enfermos.
Lucas tinha muito conhecimento do velho Império Romano, usava termos médicos e narrou três viagens missionárias com absoluta precisão,  descreve essa quarta viagem, forçada de Paulo para Roma,  em que o navio afundou, que dá-nos a impressão de que ele foi mais do que uma testemunha ocular, ele sabia antecipadamente o que poderia acontecer, como alguém que tivesse o mapa da mina e soubesse previamente o quê, quando e como os fatos iriam ocorrer. 
Passageiros em navios de carga: 
Por que Paulo e os soldados que o escoltavam viajavam num navio de carga? 
Para responder a essa pergunta, precisamos saber o que significava ser passageiro de um navio naquela época. 
No primeiro século EC, não existiam navios de passageiros. 
Os viajantes usavam navios mercantes. 
Todo tipo de pessoas, incluindo funcionários do governo, intelectuais, pregadores, feiticeiros, artistas, atletas, mercadores, turistas e peregrinos podem ter viajado nesses navios.
A QUARTAVIAGEM MISSIONÁRIADE PAULO PRISINEIRO E MISSIONÁRIO
ATOS 27.1 – 28.31.
O missionário plantador de Igrejas estava a caminho de Roma, como prisioneiro, mas é poderosamente usado por Deus mesmo durante a viagem. 
E Paulo conquistou a confiança do comandante e navegando perigosamente, orientava as manobras durante a viagem  em perigo iminente  de sofrerem um o naufrágio.
Eram 276 pessoas a bordo. 
Os Romanos chamavam o mar Mediterrâneo de (“Mare Nostrum” - Nosso Mar). 
Seu controle e disponibilidade destas rotas marítimas eram de fundamental importância para Roma não apenas por razões militares, mas para o comercio e o domínio cultural. 
Muitas cidades do Império Romano, possuíam portos ou eram servidas bons portos. 
A capital do Império, Roma tinha seu porto marítimo na cidade vizinha de; Ostial.
Até o centurião romano desconfiou e viu que Paulo não era um prisioneiro comum, e que era  seguro permitir-lhe privilégios que outros prisioneiros não poderiam. Os romanos chamavam o mar Mediterrâneo de (“Mare Nostrum” - Nosso Mar). Seu controle e disponibilidade destas rotas marítimas eram de fundamental importância para Roma não apenas por razões militares, mas para o comercio e o domínio cultural.  Muitas cidades do Império Romano, possuíam portos ou eram servidas bons portos.  A capital do Império, Roma tinha seu porto marítimo na cidade vizinha de Ostial.
ao passo que a cidade grega de Corinto usava Lecaion e Cencréia ( Cencreia (em grego Κεγχρεαί)[ era uma antiga cidade portuária situada aproximadamente 8 km a sudeste da moderna Corinto, na Grécia. 27:1, 2. 
A rápida comunicação no império Romano dependia deste sistema marítimo com cidades em pontos estratégicos que facilitavam a administração, e o controle de possíveis rebeliões tornando eficientes e seguras as províncias romanas.
A saída dos presos.
 E, embarcando nós em um navio adramitino, partimos navegando pelos lugares da costa da Ásia, estando conosco Aristarco, macedônio, de Tessalônica. E chegamos no dia seguinte a Sidom, e Júlio, tratando Paulo humanamente, lhe permitiu ir ver os amigos, para que cuidassem dele. E, partindo dali, fomos navegando abaixo de Chipre, porque os ventos eram contrários. E, tendo atravessado o mar, ao longo da Cilícia e Panfília, chegamos a Mirra, na Lícia.
Eles havia uma baldeação a fazer em Alexandria.
E, achando ali o centurião um navio de Alexandria, que navegava para a Itália, nos fez embarcar nele.
E, como por muitos dias navegássemos vagarosamente, havendo chegado apenas defronte de Cnido, não nos permitindo o vento ir mais adiante, navegamos abaixo de Creta, junto de Salmone. E, consteando-a dificilmente, chegamos a um lugar chamando Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laséia.
E, como por muitos dias navegássemos vagarosamente, havendo chegado apenas defronte de Cnido, não nos permitindo o vento ir mais adiante, navegamos abaixo de Creta, junto de Salmone.
E, consteando-a dificilmente, chegamos a um lugar chamando Bons Portos, perto do qual estava a cidade de Laséia.
E, passado muito tempo, e sendo já perigosa a navegação, pois, também o jejum já tinha passado, Paulo os admoestava, dizendo-lhes: Senhores, vejo que a navegação havia  de ser incômoda, e com muito dano, não só para navio e carga, mas também para as nossas vidas. Mas o centurião cria mais no piloto e no mestre, do que no que dizia Paulo. E, como aquele porto não era cômodo para invernar, os mais deles foram de parecer que se partisse dali para ver se podiam chegar a Fenice, que é um porto de Creta que olha para o lado do vento da África e do Coro, e invernar ali.
E, soprando o sul brandamente, lhes pareceu terem já o que desejavam e, fazendo-se de vela, foram de muito perto costeando Creta. Mas não muito depois deu nela um pé de vento, chamado Euro-aquilão.
Esse vento era conhecido pelos marujos como (vento gregal), um dos ventos mais violento daquele mar extremamente perigoso para um navio de velas altas, e facilmente seria emborcado com as sacudidas da tempestade.
Quando o navio não poderia mais manter a proa contra o vento então os marujos com medo de encalhar nas areias movediças, ao largo da costa setentrional da África arriavam os aparelhos e eram assim impelidos.
E, sendo o navio arrebatado, e não podendo navegar contra o vento, dando de mão a tudo, nos deixamos ir à toa. E, correndo abaixo de uma pequena ilha chamada Clauda, apenas pudemos ganhar o batel. E, levado este para cima, usaram de todos os meios, cingindo o navio; e, temendo darem à costa na Sirte, amainadas as velas, assim foram à toa. E, andando nós agitados por uma veemente tempestade, no dia seguinte aliviaram o navio. E ao terceiro dia nós mesmos, com as nossas próprias mãos, lançamos ao mar a armação do navio. E, não aparecendo, havia já muitos dias, nem sol nem estrelas, e caindo sobre nós uma não pequena tempestade, fugiu-nos toda a esperança de nos salvarmos.  E, havendo já muito que não se comia, então Paulo, pondo-se em pé no meio deles, disse: Fora, na verdade, razoável, ó senhores, ter-me ouvido a mim e não partir de Creta, e assim evitariam este incômodo e esta perda.
Paulo havia advertido o capitão do navio que seria uma viagem arriscada.
E, passado muito tempo, e sendo já perigosa a navegação, pois, também o jejum já tinha passado, Paulo os admoestava, Dizendo-lhes: Senhores, vejo que a navegação há de ser incômoda, e com muito dano, não só para o navio e carga, mas também para as nossas vidas. Mas o centurião cria mais no piloto e no mestre, do que no que dizia Paulo. Atos 27:9-11.
Paulo os advertiu.
Mas agora vos admoesto a que tenhais bom ânimo, porque não se perderá a vida de nenhum de vós, mas somente o navio. Porque esta mesma noite o anjo de Deus, de quem eu sou, e a quem sirvo, esteve comigo, dizendo: 
Paulo, disse; Que teve uma visão.
Não temas, importa que sejas apresentado a César, e eis que Deus te deu todos quantos navegam contigo. Portanto, ó senhores, tende bom ânimo; porque creio em Deus, que há de acontecer assim como a mim me foi dito, (Atos 23-25).
O apóstolo Paulo em sua atividade missionária sofreu três naufrágios (At 27,41-44; 2 Cor 11,25).
É contudo necessário irmos dar numa ilha.
(diz o texto) E, quando chegou a décima quarta noite, sendo impelidos de um e outro lado no mar Adriático, lá pela meia-noite suspeitaram os marinheiros que estavam próximos de alguma terra.
E, lançando o prumo, acharam vinte braças; e, passando um pouco mais adiante, tornando a lançar o prumo, acharam quinze braças. E, temendo ir dar em alguns rochedos, lançaram da popa quatro âncoras, desejando que viesse o dia. Procurando, porém, os marinheiros fugir do navio, e tendo já deitado o batel ao mar, como que querendo lançar as âncoras pela proa, disse Paulo ao centurião e aos soldados:  Se estes não ficarem no navio, não podereis salvar-vos.  
Então os soldados cortaram os cabos do batel, e o deixaram cair.
E, entretanto que o dia vinha, Paulo exortava a todos a que comessem alguma coisa, dizendo: É já hoje o décimo quarto dia que esperais, e permaneceis sem comer, não havendo provado nada.
Portanto, exorto-vos a que comais alguma coisa, pois é para a vossa saúde; porque nem um cabelo cairá da cabeça de qualquer de vós.
E, havendo dito isto, tomando o pão, deu graças a Deus na presença de todos, e, partindo-o, começou a comer. E, tendo já todos bom ânimo, puseram-se também a comer. E éramos ao todo, no navio, duzentas e setenta e seis almas. E, refeitos com a comida, aliviaram o navio, lançando o trigo ao mar.
E, sendo já dia, não conheceram a terra; enxergaram, porém, uma enseada que tinha praia, e consultaram-se sobre se deveriam encalhar nela o navio.
E foram ao leu.
E, levantando as âncoras, deixaram-no ir ao mar, largando também as amarras do leme; e, alçando a vela maior ao vento, dirigiram-se para a praia. Dando, porém, num lugar de dois mares, encalharam ali o navio; e, fixa a proa, ficou imóvel, mas a popa abria-se com a força das ondas. Então a idéia dos soldados foi que matassem os presos para que nenhum fugisse, escapando a nado.
Mas o centurião, querendo salvar a Paulo, lhes estorvou este intento; e mandou que os que pudessem nadar se lançassem primeiro ao mar, e se salvassem em terra;
E os demais, uns em tábuas e outros em coisas do navio. E assim aconteceu que todos chegaram à terra a salvo. Atos 27:1-44.
E, havendo escapado, então souberam que a ilha se chamava Malta.
E os bárbaros usaram conosco de não pouca humanidade; porque, acendendo uma grande fogueira, nos recolheram a todos por causa da chuva que caía, e por causa do frio.
E, havendo Paulo ajuntado uma quantidade de vides, e pondo-as no fogo, uma víbora, fugindo do calor, lhe acometeu a mão.
E os bárbaros, vendo-lhe a víbora pendurada na mão, diziam uns aos outros: Certamente este homem é homicida, visto como, escapando do mar, a justiça não o deixa viver.
Mas, sacudindo ele a víbora no fogo, não sofreu nenhum mal.
E eles esperavam que viesse a inchar ou a cair morto de repente; mas tendo esperado já muito, e vendo que nenhum incômodo lhe sobrevinha, mudando de parecer, diziam que era um deus.
E ali, próximo daquele lugar, havia umas herdades que pertenciam ao principal da ilha, por nome Públio, o qual nos recebeu e hospedou benignamente por três dias.
Malta (palavra cananita que significa "refúgio") era habitada por um povo de ascendência fenícia.
Do ponto de vista romano e grego, qualquer pessoa que falasse uma língua estrangeira era um bárbaro. 
Os bárbaros não éra nenhuma referência a qualquer atitude selvagem ou cultura primitiva, mas
simplesmente indica que a sua língua (fenícia) não era o grego nem o latim. 
Uma vez que chovia e fazia, frio, esses nativos trataram-nos com singular humanidade acendendo um fogo para que os enregelados e ensopados viajantes pudessem se aquecer.
E aconteceu estar de cama enfermo de febre e disenteria o pai de Públio, que Paulo foi ver, e, havendo orado, pôs as mãos sobre ele, e o curou. Feito, pois, isto, vieram também ter com ele os demais que na ilha tinham enfermidades, e sararam. 
Os quais nos distinguiram também com muitas honras, e, havendo de navegar, nos proveram das coisas necessárias. E três meses depois partimos num navio de Alexandria que invernara na ilha, o qual tinha por insígnia Castor e Pólux, Atos 28:1-11.
É uma das histórias de um certo missionário chamado Paulo.
Paulo terminou sua viagem a Roma num navio que tinha como figura de proa os “Filhos de Zeus”. Esse navio também era de Alexandria. 
Atracou em Putéoli, no golfo de Nápoles, o porto em que os navios que transportavam cereais normalmente aportavam, conforme. (Atos 28:11-13).
 De Putéoli  atual Pozzuoli  a carga era transportada em direção ao norte, por terra, ou em barcos menores que seguiam a costa e subiam o rio Tibre, para dentro de Roma.

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