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Livramento De Deus Sobre As Duas Invasões Do Rei Senaqueribe a Judá. 18:13 - 19:37.


Temos a primeira invasão de Judá por Senaqueribe aqui, 18:13-16. Quanto à cronologia podemos observar o versículo 1°.  Senaqueribe era o finto de Sargão II, que reinou de 705-681 a.C.  Nos versículos 13-16 resumem se sua primeira campanha de guerra  em Judá, em 701 A.C.  ( E 17 e segs, Referem-se a uma campanha posterior, cerca de 688).


Temos a primeira invasão de Judá por Senaqueribe aqui, 18:13-16. Quanto à cronologia podemos observar o versículo 1°; 
Senaqueribe era o filho e sucessor de Sargão II, que reinou de 705-681 a.C. 
Nos versículos 13-16 resumem se sua primeira campanha de guerra  em Judá, em 701 A.C. 
( E 17 e segs, referem-se a uma campanha posterior, cerca de 688). 
Embora Ezequias contrariasse a política do Rei Acaz de sujeição dele à Assíria, Judá então foi obrigada a se submeter porque foi abandonada por seus aliados. Ezequias havia acumulado o tributo dilapidando o Templo (vv. 15, 16).  
Ezequias (715-687 aC) ( vejam os cap, 18.1-20,21).
O material pode ser dividido nos três segmentos 18,1-12; 18,13-19,37; 20,1-21 como segue:
Introdução ao reinado de Ezequias (18,1­ 12). 
Esta apresentação de abertura salienta as diferenças entre Ezequias e seu pai Acaz em ambas as esferas, política e de culto.
Terceiro ano: 
Por volta de 729/728 a C, podemos ver mais amiude, que a indicação cronológica em 18,13, quando unida ao material assírio, sugere, contudo, uma data consideravelmente mais tardia para o início
do reinado de Ezequias.

O fato de Senaqueribe receber os tributos em Nínive indicava que Ezequias lhe pagava na condição dos assírios saírem da Judéia, isso é caso eles saíssem.
E sucedeu que, no terceiro ano de Oséias, filho de Elá, rei de Israel, começou a reinar Ezequias, filho de Acaz, rei de Judá. Tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar, e vinte e nove anos reinou em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Abi, filha de Zacarias.
E fez o que era reto aos olhos do Senhor, conforme tudo o que fizera Davi, seu pai.
Ele tirou os altos, quebrou as estátuas, deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram Neustã. No Senhor Deus de Israel confiou, de maneira que depois dele não houve quem lhe fosse semelhante entre todos os reis de Judá, nem entre os que foram antes dele.
Porque se chegou ao Senhor, não se apartou dele, e guardou os mandamentos que o Senhor tinha dado a Moisés. Assim foi o Senhor com ele; para onde quer que saía se conduzia com prudência; e se rebelou contra o rei da Assíria, e não o serviu.
Ele feriu os filisteus até Gaza, como também os seus termos, desde a torre dos atalaias até à cidade fortificada. 
E sucedeu, no quarto ano do rei Ezequias (que era o sétimo ano de Oséias, filho de Elá, rei de Israel), que Salmaneser, rei da Assíria, subiu contra Samaria, e a cercou. E a tomaram ao fim de três anos, no ano sexto de Ezequias, que era o ano nono de Oséias, rei de Israel, quando tomaram Samaria.
E o rei da Assíria transportou a Israel para a Assíria, e os fez levar a Hala e a Habor, junto ao rio de Gozã, e às cidades dos medos.
Porquanto não obedeceram à voz do Senhor seu Deus, antes transgrediram a sua aliança; e tudo quanto Moisés, servo do Senhor, tinha ordenado, nem o ouviram nem o fizeram.
Porém no ano décimo quarto do rei Ezequias subiu Senaqueribe, rei da Assíria, contra todas as cidades fortificadas de Judá, e as tomou. 
Então Ezequias, rei de Judá, enviou ao rei da Assíria, a Laquis, dizendo: 
Pequei; retira-te de mim; tudo o que me impuseres suportarei. Então o rei da Assíria impôs a Ezequias, rei de Judá, trezentos talentos de prata e trinta talentos de ouro.
Assim deu Ezequias toda a prata que se achou na casa do Senhor e nos tesouros da casa do rei.
Naquele tempo cortou Ezequias o ouro das portas do templo do Senhor, e das ombreiras, de que ele, rei de Judá, as cobrira, e o deu ao rei da Assíria.
Mas parece que isso não fora suficiente para Senaqueribe, ele queria mais.
Contudo enviou o rei da Assíria a Tartã, e a Rabe-Saris, e a Rabsaqué, de Laquis, com grande exército ao rei Ezequias, a Jerusalém, subiram, e vieram a Jerusalém. 
Os satrapas do rei vieram a Jerusalém  Tartã, e a Rabe-Saris, e a Rabsaqué, de Laquis. Tartã era Marechal de campo e Rabe-Saris, Chefe dos eunucos, isto é, dos serviçais do palácio, geralmente eunucos. Rabsaqué, Mordomomor. 
Aqueduto do açude superior se estendiam desde Giom vejam (II Cr. 32:30; 1 Reis 1:33) até ao campo das lavadeiras. A delegação enviada por Senaqueribe queria falar com Ezequias, mas ele, respeitando o protocolo, enviou oficiais de acordo com a categoria deles. 
 Então os versículos 19-25 constituem uma mensagem de afronta pagã a Deus  Jeová. Assim diz o sumo rei. Assim intitulado porque governava sobre outros reis. 
Que confiança tens? 
Confiança aqui significa "coisa para se depender". Sua pergunta expressa sua admiração à vista das conquistas do poder Assírio sobre suas campanhas de guerra.
Em quem, pois, agora, confias? Rabsaqué supunha que esse quem era o Egito (v. 21). 
Evidentemente Senaqueribe supunha que Ezequias tivesse feito uma aliança com Faraó rei do Egito (conforme. v. 22; 19:1 e segs.). 
Contudo, os filisteus de Ecrom perderiam a ajuda de Tiraca caso fosse.  
Esses assírios interpretaram a limpeza que Ezequias fezera dos ídolos na terra como sacrilégio e não como obediência. 
Ele tinha agido em oposição direta às práticas e crenças pagãs. 
Senaqueribe queria voltar a atenção da população para si mesmo e assim enfraquecer as defesas de Ezequias sobre sua reforma religiosa. 
Observe a insinuação sarcástica pois Ezequias nem sequer tinha esse número de cavaleiros.
Mas Ezequias, entretanto, tinha escolhido outro meio de defesa.
E, subindo e vindo eles, pararam ao pé do aqueduto da piscina superior, que está junto ao caminho do campo do lavandeiro. E chamaram o rei; e saíram a eles Eliaquim, filho de Hilquias, o mordomo, e Sebna, o escrivão, e Joá, filho de Asafe, o cronista. E Rabsaqué lhes disse:  Ora, dizei a Ezequias; Assim diz o grande rei, o rei da Assíria:  
Que confiança é esta em que te estribas?. . .
E começaram a zombar do Deus Altíssimo. 
O ponto alto desta narrativa é Deus provendo o livramento em resposta à verdadeira fé, do Rei e do povo.  A ocasião da segunda campanha de Senaqueribe, treze ou quatorze anos depois dos acontecimentos constado nos versículos 13-16, e fica determinada pela data do reinado de Tiraca, rei da Etiópia em (2 Reis 19:9). 
Um artigo de BASOR (130, págs. 8, 9) indica que Tiraca não foi cooregente até 690/689 A.C. 
Uma vez que seu nascimento se deu em 711/710 A.C., teria sido na verdade, impossível que liderasse as forças egípcias em 701 com a idade de nove anos.
Dizes tu (porém são palavras só de lábios): 
Há conselho e poder para a guerra. 
Em quem, pois, agora confias, que contra mim te rebelas? 
Eis que agora tu confias naquele bordão de cana quebrada, no Egito, no qual, se alguém se encostar, entrar-lhe-á pela mão e a furará? 
Assim é Faraó, rei do Egito, para com todos os que nele confiam.
Se, porém, me disserdes: 
No Senhor nosso Deus confiamos.
 porventura não é esse aquele cujos altos e cujos altares Ezequias tirou, dizendo a Judá e a Jerusalém: Perante este altar vos inclinareis em Jerusalém? 
Ora, pois, dá agora reféns ao meu senhor, o rei da Assíria, e dar-te-ei dois mil cavalos, se tu puderes dar cavaleiros para eles. 
Como, pois, farias virar o rosto de um só capitão dos menores servos de meu senhor, quando tu confias no Egito, por causa dos carros e cavaleiros?
Agora, pois, subi eu porventura sem o Senhor contra este lugar, para o destruir? 
O Senhor me disse: 
Sobe contra esta terra, e destrói-a. Então disse Eliaquim, filho de Hilquias, e Sebna e Joá, a Rabsaqué: Rogamos-te que fales aos teus servos em siríaco, porque bem o entendemos, e não nos fales em judaico, aos ouvidos do povo que está em cima do muro.
Porém Rabsaqué lhes disse: 
Porventura mandou-me meu senhor somente a teu senhor e a ti, para falar estas palavras e não antes aos homens, que estão sentados em cima do muro, para que juntamente convosco comam o seu excremento e bebam a sua urina?
Rabsaqué, pois, se pôs em pé, e clamou em alta voz em judaico, e respondeu, dizendo: Ouvi a palavra do grande rei, do rei da Assíria.
Assim diz o rei: 
Não vos engane Ezequias; porque não vos poderá livrar da sua mão;
Nem tampouco vos faça Ezequias confiar no Senhor, dizendo: Certamente nos livrará o Senhor, e esta cidade não será entregue na mão do rei da Assíria.
Não deis ouvidos a Ezequias; porque assim diz o rei da Assíria: 
Contratai comigo por presentes, e saí a mim, e coma cada um da sua vide e da sua figueira, e beba cada um a água da sua cisterna. Até que eu venha, e vos leve para uma terra como a vossa, terra de trigo e de mosto, terra de pão e de vinhas, terra de oliveiras, de azeite e de mel, e assim vivereis, e não morrereis; e não deis ouvidos a Ezequias, porque vos incita, dizendo:
 O Senhor nos livrará. 
Porventura os deuses das nações puderam livrar, cada um a sua terra, das mãos do rei da Assíria?
Que é feito dos deuses de Hamate e de Arpade? 
Que é feito dos deuses de Sefarvaim, Hena e Iva?
 Porventura livraram a Samaria da minha mão?
Quais são eles, dentre todos os deuses das terras, que livraram a sua terra da minha mão, para que o Senhor livrasse a Jerusalém da minha mão?
Porém calou-se o povo, e não lhe respondeu uma só palavra; porque mandado do rei havia, dizendo: Não lhe respondereis.
Então Eliaquim, filho de Hilquias, o mordomo, e Sebna, o escrivão, e Joá, filho de Asafe, o cronista, vieram a Ezequias com as vestes rasgadas, e lhe fizeram saber as palavras de e  aconteceu que, tendo Ezequias ouvido isto, rasgou as suas vestes, e se cobriu de saco, e entrou na casa do SENHOR.
Então enviou a Eliaquim, o mordomo, e a Sebna, o escrivão, e os anciãos dos sacerdotes, cobertos de sacos, ao profeta Isaías, filho de Amós. E disseram-lhe: 
Assim diz Ezequias: 
Este dia é dia de angústia, de vituperação e de blasfêmia, porque os filhos chegaram ao parto, e não há força para dá-los à luz.  Bem pode ser que o SENHOR teu Deus ouça todas as palavras de Rabsaqué, a quem enviou o seu senhor, o rei da Assíria, para afrontar o Deus vivo, e para vituperá-lo com as palavras que o SENHOR teu Deus tem ouvido, faze, pois, oração pelo restante que subsiste.
E os servos do rei Ezequias foram a Isaías. E Isaías lhes disse: 
Assim direis a vosso senhor: 
Assim diz o SENHOR: 
Não temas as palavras que ouviste, com as quais os servos do rei da Assíria me blasfemaram.
Eis que porei nele um espírito, e ele ouvirá um rumor, e voltará para a sua terra; à espada o farei cair na sua terra.
Voltou, pois, Rabsaqué, e achou o rei da Assíria pelejando contra Libna, porque tinha ouvido que o rei havia partido de Laquis. E, ouvindo ele dizer de Tiraca, rei da Etiópia: 
Eis que saiu para te fazer guerra; 
tornou a enviar mensageiros a Ezequias, dizendo: Assim falareis a Ezequias, rei de Judá: 
Não te engane o teu Deus, em quem confias, dizendo: 
Jerusalém não será entregue na mão do rei da Assíria. 
Eis que já tens ouvido o que fizeram os reis da Assíria a todas as terras, destruindo-as totalmente, e tu, te livrarás?
Porventura as livraram os deuses das nações, a quem meus pais destruíram, como a Gozã, a Harã, a Rezefe, e aos filhos de Éden, que estavam em Telassar?
Que é feito do rei de Hamate, do rei de Arpade, e do rei da cidade de Sefarvaim, Hena e Iva?
Recebendo, pois, Ezequias as cartas das mãos dos mensageiros e lendo-as, subiu à casa do Senhor; e Ezequias as estendeu perante o Senhor.
E orou Ezequias perante o Senhor e disse: 
Ó Senhor Deus de Israel, que habitas entre os querubins, tu mesmo, só tu és Deus de todos os reinos da terra; tu fizeste os céus e a terra. 
Inclina, Senhor, o teu ouvido, e ouve; abre, Senhor, os teus olhos, e olha; e ouve as palavras de Senaqueribe, que enviou a este, para afrontar o Deus vivo. Verdade é, ó Senhor, que os reis da Assíria assolaram as nações e as suas terras.
E lançaram os seus deuses no fogo, porquanto não eram deuses, mas obra de mãos de homens, madeira e pedra, por isso os destruíram.
Agora, pois, ó Senhor nosso Deus, te suplico, livra-nos da sua mão, e assim saberão todos os reinos da terra que só tu és o Senhor Deus.  
Essa foi uma oração não de um desesperado, mas objetiva. Se tinha um problema grave, então a oração era bem nesse sentido.
Então Isaías, filho de Amós, mandou dizer a Ezequias: 
Assim diz o Senhor Deus de Israel: 
O que me pediste acerca de Senaqueribe, rei da Assíria, Eu ouvi.
Esta é a palavra que o Senhor falou dele: 
A virgem, a filha de Sião, te despreza, de ti zomba, e a filha de Jerusalém meneia a cabeça por detrás de ti. 
A quem afrontaste e blasfemaste? 
E contra quem alçaste a voz e ergueste os teus olhos ao alto?
 Contra o Santo de Israel?
Isaías falou primeiro declaradamente para afastar o temor, declarando que, tal como Senaqueribe fizera Ezequias temer, uma mensagem vinda de sua capital também o faria temer.  Assim como ele pretendia derrubar Jerusalém, ele mesmo cairia em sua própria terra (veja v. 37)
Por meio de teus mensageiros afrontaste o Senhor, e disseste: 
Com a multidão de meus carros subi ao alto dos montes, aos lados do Líbano, e cortarei os seus altos cedros e as suas mais formosas faias, e entrarei nas suas pousadas extremas, até no bosque do seu campo fértil. Eu cavei, e bebi águas estranhas, e com as plantas de meus pés sequei todos os rios do Egito.
Porventura não ouviste que já dantes fiz isto, e já desde os dias antigos o planejei? 
Agora, porém, o fiz vir, para que fosses tu que reduzisses as cidades fortificadas a montões desertos.
Por isso os moradores delas, com pouca força, ficaram pasmados e confundidos; eram como a erva do campo, e a hortaliça verde, e o feno dos telhados, e o trigo queimado, antes de amadurecer.
Porém o teu assentar, e o teu sair e o teu entrar, e o teu furor contra mim, eu o sei.
Por causa do teu furor contra mim, e porque a tua revolta subiu aos meus ouvidos, portanto porei o meu anzol no teu nariz e o meu freio nos teus lábios, e te farei voltar pelo caminho por onde vieste.
E isto te será por sinal; este ano se comerá o que nascer por si mesmo, e no ano seguinte o que daí proceder; porém, no terceiro ano semeai e segai, plantai vinhas, e comei os seus frutos.
Porque o que escapou da casa de Judá, e restou, tornará a lançar raízes para baixo, e dará fruto para cima.
Porque de Jerusalém sairá o restante, e do monte Sião o que escapou; o zelo do Senhor dos Exércitos fará isto. Portanto, assim diz o Senhor acerca do rei da Assíria: 
Não entrará nesta cidade, nem lançará nela flecha alguma; tampouco virá perante ela com escudo, nem levantará contra ela trincheira alguma.
Naquela mesma noite ... o anjo do Senhor . . . feriu. . . os assírios. 
Compare com o versículo 7. 
Heródoto fala sobre uma tradição egípcia que talvez descreva os meios físicos usados por Deus para
destruir o exército de Senaqueribe ???? 
"Os ratos comeram os tremedores". Seja o que for eles morreram porque queriam acabar com o povo de Deus. Cuidado quando for mexer com os crentes. Eles tem um Deus forte.
Presumivelmente os ratos chegaram trazendo a peste bubônica. A praga, incubada nos soldados, chegou ao seu ponto crítico naquela noite quando foi prometida a libertação da cidade, matando-os durante o sono. 
Deus ordena acontecimentos que coincidam com a Sua vontade. Isto aconteceu depois que Rabsaqué afastou-se de Jerusalém e encontrou-se com Senaqueribe em Libna.
Pelo caminho por onde vier, por ele voltará; porém nesta cidade não entrará, diz o Senhor.
Porque eu ampararei a esta cidade, para a livrar, por amor de mim e por amor do meu servo Davi.
Sucedeu, pois, que naquela mesma noite saiu o anjo do Senhor, e feriu no arraial dos assírios a cento e oitenta e cinco mil deles; e, levantando-se pela manhã cedo, eis que todos eram cadáveres.
Então Senaqueribe, rei da Assíria, partiu, e se foi, e voltou e ficou em Nínive.
E sucedeu que, estando ele prostrado na casa de Nisroque, seu deus, Adrameleque e Sarezer, seus filhos, o feriram à espada; porém eles escaparam para a terra de Ararate; e Esar-Hadom, seu filho, reinou em seu lugar.

2 Reis 19:1-37

2 Reis 18:1-37

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