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O Arrebatamento da Igreja.

Desde que o nosso Senhor prometeu aos primeiros cristãos que Ele voltaria à casa de Seu Pai para lhes preparar um lugar e que voltaria e os receberia para Si mesmo, para que onde Ele estivesse, seus discípulos também estivessem (João 14.3), os crentes têm aguardado ansiosamente ser arrebatados ou transladados em vez de verem a morte. Em 1 Coríntios 15, Paulo escreveu: 
“Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos (referindo-se à morte dos cristãos), mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos (v v. 51 e 52). 
Como veremos mais adiante, esse evento é chamado de “mistério”, arrebatamento, ou de “a bendita esperança” da igreja (Tito 2.13).
A EXPECTATIVA DA VOLTA DE CRISTO NO PRIMEIRO SÉCULO JÁ ERA GRANDE.
A bendita esperança que motivava a igreja do primeiro século era a volta iminente ou a súbita e inesperada.
Os apóstolos de Cristo aguardavam a  qualquer de todo o coração que Cristo  voltasse para Sua igreja durante os seus dias.
A bendita esperança que motivava os membros da igreja do primeiro século era a volta iminente súbita e inesperada do Senhor Jesus Cristo a qualquer momento.
As Escrituras indicam que algumas pessoas em Tessalônica ficaram perturbadas porque alguém afirmou que o dia indicado pelo Senhor já havia passado e que eles haviam sido esquecidos de alguma maneira para trás. 
A resposta de Paulo está em 1 e 2 Tessalonicenses e isso deu mais ímpeto à crença no retorno iminente de Cristo do que qualquer outra passagem bíblica sobre o assunto. 
A maioria dos cristãos do primeiro século acreditavam fervorosamente na vinda de Cristo, já naqueles dias, e eles eram movidos pela paixão de compartilhar sua fé com os outros.
 Como podemos ver em 1 Tessalonicenses 1.6-10: 
“Com efeito, vos tornastes imitadores nossos e do Senhor, tendo recebido a palavra, posto que em meio de muita tribulação, com alegria do Espírito Santo, de sorte que vos tornastes o modelo para todos os crentes na Macedônia e na Acaia. Porque de vós repercutiu a palavra do Senhor não só na Macedônia e Acaia, mas também por toda parte se divulgou a vossa fé para com Deus, a tal ponto de não termos necessidade de acrescentar cousa alguma; pois eles mesmos, no tocante a nós, proclamam que repercussão teve o nosso ingresso no vosso meio, e como, deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro e para aguardardes dos céus o seu Filho, a quem ele ressuscitou dentre os mortos, Jesus, que nos livra da ira vindoura.” 
Embora a igreja dos primeiros três séculos não usasse a palavra arrebatamento para descrever essa ressurreição dos crentes que já haviam morrido e o translado dos cristãos vivos, ela esperava ansiosamente o evento. 
Mesmo durante a Idade das Trevas, quando a interpretação literal da Bíblia foi ofuscada, alguns ainda aguardavam o arrebatamento da igreja. 
Mais tarde, os santos cristãos, tais como, Hugh Latimer (queimado na estaca, em 1555, por causa de sua fé) que expressava sua segurança no arrebatamento: 
“Talvez aconteça em nossos dias, como já sou velho, ou nos dias de meus filhos... os santos ‘serão arrebatados ao encontro com o Senhor Jesus Cristo nos ares’ e depois dos sete anos da grande Tribulação, voltarão com Ele novamente”.  Desde os tempos de Latimer, a Bíblia tem sido traduzida em muitas línguas.
“Talvez aconteça em nossos dias, como já sou velho, ou nos dias de meus filhos... os santos ‘serão arrebatados ao encontro com o Senhor Jesus Cristo nos ares’ e depois dos sete anos da grande Tribulação, voltarão com Ele novamente”.
 Desde os tempos de Latimer, a Bíblia tem sido traduzida em muitas línguas. 
Onde quer que se vá, essa expectativa do arrebatamento da igreja para estar com Cristo tem-se tornado a esperança de todos.
 A esperança desse acontecimento tem tido uma tremenda influência sobre a igreja durante os dois últimos séculos, à medida que milhões de cristãos têm aceitado a mensagem do evangelho.
Os cristãos modernos conhecem esse evento como  aquele momento em que, “num abrir e fechar de olhos”, Cristo dará a ordem do céu e “os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares” (1 Tessalonicenses 4.16, 17)
A palavra grega para “arrebatados” é harpa" o, que significa “apanhar para cima” ou “agarrar”. 
A palavra arrebatamento não aparece no Novo Testamento grego, porque é uma palavra latina. 
 Aqueles que traduziram o Novo Testamento grego para o latim usaram a palavra arrebatamento para descrever este “agarrar” ou “levantar rápido” porque sugere uma exaltação de alegria o que não é o caso quando uma pessoa é levada por sequestrador ou por alguém que planeja fazer o mal contra o outro. 
Já falei nas postages anteriores, mas vou repetir, a volta de Jesus terá duas fases.
Quando as mais de 300 referências bíblicas sobre a segunda vinda de Cristo são cuidadosamente examinadas, fica evidente que há duas fases para esse retorno. 
Essas passagens contêm muitíssimos atos em conflito em relação à volta de Cristo, para serem combinadas em uma única vinda  vejamos:
Como sabemos que não há contradições na Palavra de Deus, nosso Senhor deve estar querendo nos Mostraremos algumas coisa aqui. 
A maioria dos eruditos que consideram a Bíblia literalmente, sempre que possível, acredita que Ele está falando de uma “vinda” em duas fases. 
Primeiro, Ele virá de repente, nos ares, para arrebatar Sua igreja e levar os crentes para a casa de Seu Pai, em cumprimento a Sua promessa em João 14.1-3. 
No céu, os que foram arrebatados vão comparecer diante do trono de Cristo (2 Coríntios 5.8-10) e participar da ceia das bodas do Cordeiro (Apocalipse 19.1-10). 
  Depois Jesus concluirá a segunda vinda ao voltar à terra, novamente gloriosamente, aos olhos de todos, em grande poder, para estabelecer o Seu Reino Milenar.

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