COMO ERA HEBROM NOS TEMPOS DOS REIS? Hebrom No Tempo De Daví.

HEBROM, hb. Quer dizer União:   Era Uma das mais antigas cidades, primeiramente chamada Quiriate-Arba, na região montanhosa de Judá;

HEBROM, hb. Quer dizer União:  
Era Uma das mais antigas cidades, primeiramente
chamada Quiriate-Arba, na região montanhosa de Judá;
Confederação, companhia. l. Uma das mais antigas cidades do mundo, primeiramente chamada Quiriate-Arba, perto da qual estavam os carvalhais de Manre (Gn 13.18 – Nm 13.22 – Js 20.7). Está situada num vale aberto, cerca de 29 km. ao sul de Jerusalém (Nm 13.22).
E Hunta, e Quiriate-Arba (que é Hebrom), e Zior; nove cidades e as suas aldeias.
Josué, 15.54. 
Edificada sete anos antes de Zoã no Egito;
 Hoje ela é (Ṣān al-Ḥaǧar); 
(Identificada com nome bíblico de Zoã).  
A hist´ria de Zoã é interessante.
Antiga cidade egípcia, construída sete anos depois de Hébron, portanto, que já existia por volta da época em que Abraão entrou em Canaã, (Núm 13:22; Gên 12:5; 13:18) O nome bíblico Zoã corresponde ao nome egípcio (dʽn·t) de uma cidade situada na parte nordeste da região do Delta, a uns 56 km ao SO de Port Said. 
Mais conhecida pelo seu nome grego, Tânis (perto da atual San el-Hagar), ficava no braço do Nilo conhecido como braço tanítico.Antiga cidade egípcia, construída sete anos depois de Hébron, portanto, que já existia por volta da época em que Abraão entrou em Canaã,(Núm 13:22; Gên 12:5; 13:18) O nome bíblico Zoã corresponde ao nome egípcio (dʽn·t) de uma cidade situada na parte nordeste da região do Delta, a uns 56 km ao SO de Port Said. 
Mais conhecida pelo seu nome grego, Tânis (perto da atual San el-Hagar), ficava no braço do Nilo conhecido como braço tanítico.
No Salmo 78:12, 43, “o campo de Zoã” é usado em paralelo com a “terra do Egito”, ao narrar os atos miraculosos do Senhor Dos Exércitos, a favor de Israel, os quais resultaram no Êxodo do Egito síndo fora da escravidão, isto tem feito com que alguns eruditos, sustentem que as reuniões de Moisés com Faraó para libertara o povo, ocorreram, teriam ocorrido em Zoã. 
De modo similar, tem levado a esforços de relacionar Zoã (Tânis) com a cidade de Ramessés, e também com a cidade de Avaris, mencionada por Mâneto nos seus comentários sobre os Reis chamados hicsos. Assim, muitas das atuais obras de referência dizem que o nome Zoã passou a ser Avaris sob os “hicsos”, sendo depois mudado para Ramessés sob a dinastia dos Ramsés, finalmente revertendo para Zoã (na forma grega de Tânis). Pode-se observar, porém, que a Bíblia usa coerentemente o nome Zoã como aplicado antes do Êxodo (remontando ao tempo de Abraão), na época do Êxodo e depois até o oitavo, o sétimo e o sexto séculos ( que chegamos na época dos profetas Isaías e Ezequiel).
Se Zoã fosse o lugar das reuniões de Moisés com Faraó, isto certamente forneceria algum indício sobre o ponto de partida da rota do Êxodo. 
No entanto, diversos fatores lançam dúvida sobre este ponto de vista. 
Para que o nome Zoã possa se referir-se a tal lugar, seria preciso encarar a expressão “o campo de Zoã” como não sendo simples paralelo de “terra do Egito”, mas como expressão muito mais específica, indicando o lugar exato onde os milagres ocorreram. 
Tal sentido limitador ou restritivo realmente não se ajusta ao caso, porque as Dez Pragas não ocorreram apenas numa única parte do Egito (tal como numa parte do Delta), mas em todo aquele país. Isto parece dar apoio ao ponto de vista de que “o campo de Zoã” é usado como paralelo para “terra do Egito”.
Os peritos hodiernos que se empenham em apresentar Zoã (ou, segundo a relação que pretendem estabelecer, Avaris ou Ramessés) como residência de Faraó por ocasião do Êxodo também enfrentam a falta de apoio de concordância bíblicos em diversos aspectos. 
A Bíblia mostra que o primeiro encontro de Moisés ocorreu à beira do rio Nilo conforme (Êx 7:14, 15) Zoã (Tânis) não ficava realmente junto ao rio, mas junto ao término de um dos antigos braços que bifurcavam da corrente principal. 
Na tentativa de situar a cidade de Ramessés no mesmo lugar de Zoã, ou Tânis, eles também passam por alto que Zoã já era uma cidade no tempo de Abraão, ao passo que a bíblica Ramsés (“Ramessés”, Al) começou a ser construída pelos israelitas no Egito cerca de 400 anos mais tarde (a menos que por “construir” a Bíblia queira dizer “desenvolver”, ou reforçar) conforme Êx 1:11.
Esses eruditos, transformariam Zoã (Avaris-Ramessés, conforme a identificam) na capital do Egito no tempo do Êxodo, ao passo que a Bíblia identifica Ramessés apenas como ‘lugar de armazenagem’. 
E, ao sustentarem que Ramsés II foi o Faraó do Êxodo, por ter afirmado ser o construtor da cidade de Ramessés (ou, mais exatamente, dum lugar chamado Per-Ramsés), eles desconsideram que a construção da bíblica Ramessés começou 80 anos ou mais antes do Êxodo (antes do nascimento de Moisés conforme [Êx 1:11–2:10]), ao passo que os historiadores atribuem a Ramsés II um governo de apenas uns 66 anos.
Resta então a pergunta por quê? “O campo de Zoã” parece ser usado em paralelo com a “terra do Egito”? 
No que se refere à realização de atos milagrosos do Senhor Dos Exércitos?
 Embora não se possa totalmente descontar uma possível ligação com a corte de Faraó, é também inteiramente possível que a era de apogeu da cidade induziu o salmista a usar Zoã deste modo, visto que parece ter sido ela uma das primeiras cidades fundadas no Egito. 
Se este for o caso, seu uso pode ser similar ao uso de “Plymouth Rock” (Rocha de Plymouth) como representativa da primitiva colonização dos Estados Unidos da América. 
Ou o motivo pode ser seu destaque e sua localização na entrada do Egito para os que viessem da Palestina, talvez sendo a primeira cidade maior que a família de Jacó encontrou ao ir ao Egito. (Compare isso com Is 30:2-4; ).
Visto que ficava perto da extremidade setentrional do Egito, seu “campo” talvez até mesmo em sentido figurado se referisse a todo o vale do Nilo que se estendia para o S, até a fronteira meridional do Egito.
Não há dúvida da importância da cidade de Zoã (Tânis), especialmente quanto ao intercâmbio comercial e às estruturas religiosas. Há evidência de muitas construções régias ali, desde a época das primitivas “dinastias” dos reis egípcios. Construiu-se ali um grande templo, com cerca de 305 m de comprimento. 
O Faraó Ramsés II erigiu em Tânis uma imensa estátua monolítica de si mesmo, a qual tinha cerca de 28 m de altura e pesava mais de 800 toneladas. 
Os reis assírios, Esar-Hadom e Assurbanipal, mencionam Zoã (chamada Saʼnu ou Siʼnu nas inscrições cuneiformes) como cidade real sob um príncipe. 
Antes deles, o profeta Isaías, na pronúncia divina contra o Egito, tinha-se referido aos “príncipes de Zoã” e tinha-os classificado junto com os de Nofe (Mênfis), desta forma indicando também a importância política de Zoã naquela época. (Is 19:1, 11-13) .
Diz-se que Tiraca, o governante etíope do Egito e contemporâneo de Isaías, usou Zoã (Tânis) como base administrativa para o Egito setentrional.
A conquista assíria do Egito, por Esar-Hadom e Assurbanipal, comprovou a ‘tolice’ dos conselheiros de Zoã. (Is 19:13).
 Daí, por volta de 591 a.C., o profeta Ezequiel avisou a respeito de outra conquista por parte do rei babilônio Nabucodonosor, ‘acendendo-se um fogo em Zoã’. (Ez 29:17; 30:1, 10, 14) .
No entanto, parece que Zoã (Tânis) se recuperou e continuou a ser a principal cidade do Delta do Egito, até o tempo de Alexandre, o Grande. 
Depois disso, a nova cidade de Alexandria funda por Alexandre Magnum, ofuscou a importância comercial de Zoã (Tânis), e esta entrou em gradual declínio.É uma cidade Egípcia antiga situada a nordeste do delta do Nilo. 
Era considerada famosa entre os hebreus por ser a sede principal das dinastias semíticas dos reis pastores e por estar nas proximidades de Gessem. 
Ela era importante como um dos portos mais próximos da costa Asiática.
Assim subiram e espiaram a terra desde o deserto de Zim, até Reobe, à entrada de Hamate, Números 13:21.
Onde habitaram Abraão, Isaque e Jacó;
 E Abrão mudou as suas tendas, e foi, e habitou nos carvalhais de Manre, que estão junto a Hebrom; e edificou ali um altar ao Senhor. E Jacó veio a seu pai Isaque, a Manre, a Quiriate-Arba (que é Hebrom), onde peregrinaram Abraão e Isaque, Gênesis 13:18, Gênesis 35:27.
Onde morreu Sara, e onde estava a sepultura da família,
E morreu Sara em Quiriate-Arba, que é Hebrom, na terra de Canaã; e veio Abraão lamentar Sara e chorar por ela. 
E Isaque e Ismael, seus filhos, sepultaram-no na cova de Macpela, no campo de Efrom, filho de Zoar, heteu, que estava em frente de Manre.
No campo que Abraão comprara aos filhos de Hete. 
Ali está sepultado Abraão e Sara, sua mulher.
Depois ordenou-lhes, e disse-lhes: 
Eu me congrego ao meu povo (morro); sepultai-me com meus pais, na cova que está no campo de Efrom, o heteu,na cova que está no campo de Macpela, que está em frente de Manre, na terra de Canaã, a qual Abraão comprou com aquele campo de Efrom, o heteu, por herança de sepultura.
Ali sepultaram a Abraão e a Sara sua mulher; ali sepultaram a Isaque e a Rebeca sua mulher; e ali eu sepultei a Lia. O campo e a cova que está nele, foram comprados aos filhos de Hete, Gn 23.2; 25.9,10; 49.29-31. 
Conquistada por Josué, Js 10.3 e 4, 23, 39. 
Pelo que Adoni-Zedeque, rei de Jerusalém, enviou a Hoão, rei de Hebrom, e a Pirão, rei de Jarmute, e a Jafia, rei de Laquis e a Debir, rei de Eglom, dizendo:
Subi a mim, e ajudai-me, e firamos a Gibeom, porquanto fez paz com Josué e com os filhos de Israel.
Fizeram, pois, assim, e trouxeram-lhe aqueles cinco reis para fora da cova. o rei de Jerusalém, o rei de Hebrom, o rei de Jarmute, o rei de Laquis e o rei de Eglom.
E tomou-a com o seu rei, e a todas as suas cidades, e as feriu a fio de espada, e a todos os que nelas estavam destruiu totalmente; nada deixou; como fizera a Hebrom, assim fez a Debir e ao seu rei, e como fizera a Libna e ao seu rei.
Josué 10:3,4, Josué 10:23, Josué 10:39.
Era uma das cidades de refúgio
Então designaram a Quedes na Galiléia, na montanha de Naftali, e a Siquém, na montanha de Efraim, e a Quiriate-Arba (esta é Hebrom), na montanha de Judá.
Josué 20:7.
Davi aclamado rei em Hebrom, 
E sucedeu depois disto que Davi consultou ao SENHOR, dizendo: Subirei a alguma das cidades de Judá? E disse-lhe o SENHOR: Sobe. E falou Davi: Para onde subirei? E disse: Para Hebrom, 2 Samuel 2:1.
Onde lhe nasceram vários filhos. 
E subiu Davi para lá, e também as suas duas mulheres, Ainoã, a jizreelita, e Abigail, a mulher de Nabal, o carmelita.
Fez também Davi subir os homens que estavam com ele, cada um com a sua família;
E habitaram na cidade de Hebrom.
Então vieram os homens de Judá, e ungiram ali a Davi rei sobre a casa de Judá. 
E deram avisos a Davi, dizendo: 
Os homens de Jabes-Gileade foram os que sepultaram a Saul.
Então enviou Davi mensageiros aos homens de Jabes-Gileade, para dizer-lhes: Benditos sejais vós do SENHOR, que fizestes tal beneficência a vosso senhor, a Saul, e o sepultastes, 2 Samuel 2:2-5.
E onde reinou sobre Judá sete anos e seis meses. 
Abner foi sepultado lá:
E, sepultando a Abner em Hebrom, o rei levantou a sua voz, e chorou junto da sepultura de Abner; e chorou todo o povo, 2 Samuel 3:32.
O centro da revolta de Absalão:
Aconteceu, pois, ao cabo de quarenta anos, que Absalão disse ao rei: Deixa-me ir pagar em Hebrom o meu voto que fiz ao Senhor, 2 Samuel 15:7
Os judeus, quando voltaram do cativeiro, reedificaram e ocuparam a cidade:
E quanto às aldeias, com as suas terras, alguns dos filhos de Judá habitaram em Quiriate-Arba e nos lugares da sua jurisdição, e em Dibom, e nos lugares da sua jurisdição, e em Jecabzeel e nas suas aldeias, Neemias 11:25.






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