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Estaria o Conselho Mundial de Igrejas Defendendo o Estabelecimento de um Governo Mundial Na Terra? Do aNTI

Estaria o Conselho Mundial de Igrejas defendendo o estabelecimento de um governo mundial na terra? Caro leitor, vamos destacar aqui dois pronunciamentos de líderes desse Conselho, ou Concílio.  O primeiro, de Kenneth Kaunda, então presidente da Zâmbia e membro da Igreja Unida.  Na Quarta Assembléia Geral do CMI, cujo tema principal foi a justiça social, disse ele:  “O mundo está numa encruzilhada e os membros da comunidade internacional perderam sua rota e seus objetivos.

Estaria o Conselho Mundial de Igrejas defendendo o estabelecimento de um governo mundial na terra?
Caro leitor, vamos destacar aqui dois pronunciamentos de líderes desse Conselho, ou Concílio. 
O primeiro, de Kenneth Kaunda, então presidente da Zâmbia e membro da Igreja Unida. 
Na Quarta Assembléia Geral do CMI, cujo tema principal foi a justiça social, disse ele:
 “O mundo está numa encruzilhada e os membros da comunidade internacional perderam sua rota e seus objetivos. 
Estamos chegando ao fim do otimismo. 
Não tem sido a década da impaciência, mas a do desapontamento e desilusão para as novas
nações independentes... 
“Desenvolvimento é uma causa ética, bem como social e econômica. 
É um problema para a consciência cristã. 
Para que o objetivo seja alcançado, é necessário uma pressão moral e política sobre os líderes. 
O serviço de Deus vai muito além da caridade e das atividades sacerdotais. Ele atinge o completo desenvolvimento do homem:
desenvolvimento que abrange o total humanismo... que abrange a justiça, com a qual a Igreja está grandemente comprometida e que pode somente ser alcançada e realizada no contexto global da vida...
“É agora o tempo para ações positivas para salvar a humanidade da destruição e criar condições sob as quais a unidade do mundo possa ser sentida em termos práticos”.
(Discurso pronunciado em Upsala, Suécia, em julho de 1968. 
A nota foi também referida no jornal O Estado de São Paulo, edição de 7 de julho de 1978.)
O segundo pronunciamento é de Frederick Nolde, diretor da Comissão de Igrejas
sobre Questões Internacionais do CMI:
“Chega-se a duvidar da sanidade mental quando se ouve a afirmação de que os testes de armas nucleares de muitos megatons promoverão a segurança... Uma guerra preventiva, ou guerra chamada justa, chega ser um convite à destruição mútua em maça... 
A defesa contra a agressão, muito freqüentemente, pode ser uma máscara para ocultar a agressão em si.
“Movimentos de libertação que envolvem forças militares ou a ameaça de usá-las, infelizmente, tendem a tornar-se movimentos escravizadores na verdade.
 Toda ação militar deve ser feita estritamente de acordo com a carta e o espírito da Carta das Nações Unidas, pela qual, na situação contemporânea, a conduta das nações deve ser governada”.
(Discurso proferido durante a Terceira Assembléia geral do CMI, realizada em Nova Delhi, Índia, em 1961.).
Os discursos acima mostram claramente o objetivo do CMI, de implantar no mundo um governo internacional. 
À luz da Palavra de Deus, tal objetivo reveste-se de significativa importância, pois as profecias bíblicas falam claramente de um governo mundial que se levantará nos últimos tempos.
Muitos outros pronunciamentos oficiais do CMI deixam bem claro que as providências estão sendo tomadas nesse sentido político. 
O mesmo orador disse ainda que “as igrejas deveriam exortar os governos a se desincumbirem da totalidade de suas responsabilidades... 
As nações precisam anular progressivamente aqueles aspectos de soberania que tem a verdadeira comunidade internacional é requerida no mundo de hoje para assumir”.

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