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O Pecado e o Dilúvio De Noé 6:1 - 8:22 Gênesis 6 / A Vinda De Cristo e o Dilúvio.

O Pecado e o Dilúvio De Noé 6:1. Como foi o dilúvio. A maldade aumentava a todo instante. Sodomia antes do dilúvio. Arca de Noé.


O Pecado e o Dilúvio. 6:1 - 8:22 Gênesis 6
6:2. Os filhos de Deus (benê 'Elohim) . . . as filhas dos homens. A maldade aumentava a todo instante. Os descendentes de Caim ficaram excessivamente ímpios e pagãos de mais. Uma poderosa raça de gigantes se aflorou, chamada "nefilins". 
O verbo neipal, cair, tem sido considerado a fonte do nome, e por isso estas gigantescas criaturas têm
sido conhecidas como "os que decaíram". 
A referência ao benê 'Elohim tem ocasionado marcadas diferenças de opinião entre os mestres, 'Elohim é plural na forma. Normalmente é traduzido para "Deus". 
Mas pode ser traduzido para "deuses", como, por exemplo, quando se refere aos deuses dos vizinhos pagãos de Israel. Pode, também, indicar o círculo celestial de seres em íntima comunhão com Jeová, habitantes do céu, com obrigações específicas na qualidade de assistentes de Deus (veja Jó 1:6). 
Em alguns casos nas Escrituras os "filhos de Deus" podem ser identificados com os "anjos" ou "mensageiros". 
Jesus é o Filho de Deus em um sentido único.  
Nós os crentes somos chamados "filhos de Deus" por causa do nosso relacionamento com Ele que nos dará a salvação. Digo assim porque a bíblia diz que para o humano morrer e ter ter a salvação,  precisa ter fé em Jesus.
Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus João 1:12,13.
 No Velho Testamento, entretanto, "filhos de Deus" era uma classe especial de seres que formavam a corte celestial. A referência ao casamento dos benê 'Elohim com as filhas dos homens tem sido examinada de maneiras diversas pelos eruditos.
 Para traduzi-la literalmente, diríamos que aqueles membros da sociedade celeste, ou da corte de Deus, escolheram mulheres de escol na terra e estabeleceram com elas, literalmente e verdadeiramente, relacionamento conjugal de casamento, ou acasalamento. Esta pode ser a única interpretação de Jó 1:6. Ali, os benê ' ou Elohim eram declaradamente membros da corte de Deus. 
S.R. Driver sustenta que este é seria único sentido legítimo e correto que pode ser aceito na interpretação Bíblica. 
A resposta que Jesus deu aos saduceus, lá em Mat. 22:30, parece tornar insustentável este ponto de vista para alguns.  
Ele disse que os anjos "nem casam nem são dados em casamento". 
Mas é bom notar que Jesus não se referia a sexualidade mas casamento.
Mas a declaração em Gn. 6:2 torna claro que está se falando de casamento permanente. Mulheres eram escolhidas e forçadas a se tornarem segundo a passagem bíblica, a participarem do relacionamento sexual  anormal. 
Os estudiosos da Bíblia que têm rejeitado esta solução recorreram a outras explicações segundo eles plausível.  Alguns têm dito que uma ligação entre a linhagem piedosa de Sete com os ímpios descendentes de Caim é a que está sendo descrita aqui. 
Outros ainda sustentam que estas palavras se referem ao casamento entre pessoas da classe mais alta da sociedade com elementos da classe mais baixa e menos digna.  À luz dos fatos e da tradução exata das palavras do texto, se pode concluir que alguns homens do grupo celeste (anjos ou mensageiros) realmente tomaram por esposas as mulheres terrestres. 
Usaram de força superior para dominá-las, para que a conquista fosse completa. Os "filhos de Deus" eram irresistíveis (conforme diz em. II Pe. 2: 4; Judas 6). 
O meu Espírito (rüah) não agirá para sempre (veidôn) no homem disse Deus. 
Este verbo em hebraico pode ser traduzido para lutar com ou permanecer com. A primeira tradução representaria Deus usando continuamente de força para com os homens rebeldes, para mantê-los em linha e para evitar que se destruam completamente como resultado do seu comportamento pecador em extremo. 
O segundo ponto de vista representaria Deus como tomando a determinação de afastar seu fôlego vital da vida do homem, resultando, é claro, na morte. A palavra hebraica dün (ou
din) indica vida expressando-se na ação ou na evidência do poder. Na primeira interpretação, o espírito (rüah) é considerado um princípio ético usado para restringir ou controlar as criaturas, resultando em comportamento ético de comportamento. Na outra, o espírito (rüah) é considerado como princípio vital dado ao pedacinho de barro inanimado para fornecer vida, motivação e poder para levantar, caminhar, viver. 
Quando esse rüah é retirado pela mão divina, o julgamento é inescapável. Este aviso divino veio de Jeová quando Ele encontrou Suas criaturas dominadas pelo pecado. Deus
declarou que tinha de abandonar o homem ao destino da morte, ou a sua própria sorte. O pecado ativara aquilo que garantiria a morte de todos os humanos. Gêneses  5,6. 
Maldade (rei'eit) ... se arrependeu (heiham) ... pesou ('eisab). 
A depravação era muito difundida. 
E era interna, contínua e habitual. O homem era inteiramente corrupto, mau de coração e na conduta. Não havia nada de bom nele. Toda a inclinação dos Seus pensamentos e imaginação era completamente fora da linha da vontade de Deus. A carne estava no trono. Deus foi esquecido e francamente desafiado.
Neiham na forma nifal descreve o amor de Deus, que sofreu desapontamento de fazer partir o coração. Literalmente, fala de suspirar devido à dor profunda. Os propósitos e planos de Deus falharam na produção do precioso fruto que Ele antecipou, por causa do homem pecador que impediu sua frutificação completa. 'Eisab na forma hithpael significa ferir-se ou experimentar um ferimento. 
A declaração diz, então, que Deus experimentou tristeza que Lhe feriu o coração quando olhou para a trágica devastação que o pecado produzira. A obra de Suas mãos
fora distorcida e arruinada. Através de tudo isto, o amor de Deus brilhava claramente, mesmo quando o retumbar do juízo divino começou a ameaçar os habitantes da terra.
 Verso 7. Desaparecer (mahâ; E.R.C., destruirei). 
O verbo indica um movimento que extermina ou risca alguma coisa completamente. A operação tulha a intenção de destruir cada ser vivo que estivesse pela
frente. Destruição completa tinha de ser executada. Nada deveria ser poupado.
Verso 8. Porém Noé achou graça (hên). 
Um homem entre toda a incontável multidão que havia sobre a terra estava capacitado a receber o dom da graça de Deus. A palavra graça certamente significa "favor" ou "aceitação", de qualquer modo, e provavelmente tem um sentido muito mais rico.  Era o amor e a misericórdia em ação. Estendendo Deus a Sua graça sobre Noé significava que havia vida e nova esperança para a humanidade nos dias pela frente.
 Verso 9. Noé era homem justo e íntegro. . .  Noé andava com Deus. Com estas palavras o autor descreve três características de uma vida piedosa - justiça, pureza e santidade (cons. 6:8 - ele achou graça diante do Senhor). 
A palavra justo, do hebraico saddiq, descreve o caráter de Noé conforme se manifestava em relação aos outros seres humanos:
"honestidade" ou "honra" era evidente em seu comportamento. 
Toda a sua conduta revelava esta justiça moral e ética (cons. Ez. 14:14, 20). A palavra hebraica tâmim, íntegro, descreve o produto perfeito de um construtor sábio, é inteiro, completo e perfeito. Visto objetivamente, a palavra imaculado descreve o caráter. No reino da ética, a idéia de "integridade" é a sua derivada (cons. Jó 1:1). A declaração, ele andava com Deus, abre um outro setor do pensamento. 
Ao andar com Deus, Noé demonstrou um espírito, uma atitude e um caráter que o tornava aceito e aprovado para um relacionamento espiritual mais íntimo. Ele manifestava qualidades de alma que o tomavam querido ao Senhor (cons. Gn. 5:22 ; Mq. 6: 8; Ml. 2: 6). 14-16. Uma arca (têbâ). 
A nossa palavra arca vem do latim arca, "um baú ou cofre". A palavra usada para a "arca" da aliança é uma palavra diferente eirôn. Têbâ é provavelmente de origem egípcia. A arca
de Noé era muito provavelmente uma espécie de jangada grande e coberta, construída com madeira leve e resinosa. Com seus três andares, chegava a um total de 13,85ms de altura. 
Tinha 138,46ms de comprimento por 23,08ms de largura. (O cúbito tinha 45cms.) Celas, cabines ou pequenos quartos foram construídos ao longo dos lados dos três andares. Para que a embarcação fosse à prova de água, usou-se um poderoso betume por dentro e por fora, para sua calafetação. A palavra hebraica sôhar fica melhor traduzida para luz ou janela. Tinha aproximadamente 45crns de altura e estendia-se em toda a volta da arca; deixava entrar luz e ar. 17-22. Dilúvio (mabbül). Esta palavra não tem etimologia hebraica. Só foi usada em relação à inundação do tempo de Noé. 
Talvez viesse da palavra assíria nabalu, "destruir".
De acordo com o autor do Gênesis, o propósito de Deus era certamente exterminar os seres vivos de Sua criação. 
Durante 120 anos que Noé levou para completar o seu trabalho, ele pregou ao povo num esforço urgente de levá-lo ao arrependimento. Viram a arca tomando forma diante de seus olhos enquanto o pregador transmitia o sermão. 
Os parentes próximos de Noé, incluindo sua esposa, três filhos e respectivas esposas, entraram com ele no seguro abrigo. Em  obediência à ordem de Deus, levaram consigo pares de representantes de todos os animais da terra. 
 7 - Gênesis Romperam-se (beiqa) todas as fontes do grande abismo. 
Enormes reservatórios de água estavam armazenados sob a terra. Esta enorme quantidade de água foi chamada de tehôm, "o grande ou abismo" (cons. Gn. 1:2). 
Estas águas subterrâneas confinadas ali pelo poder criativo no segundo dia da criação, foram desencadeadas com volume e violência além da descrição. Não foi uma enchente comum, na verdade, mas uma gigantesca maré que subitamente assombrou a população estarrecida. 
Beiqa' indica uma convulsão terrestre que destruiu toda barreira restritiva que existente para aguas. Foi um tumultuoso desprender-se de indescritível destruição. O homem não pode imaginar a fúria e o poder destruidor da erupção, nem o horror da exibição do poder de Deus para destruir os seres pecadores, A completa corrupção do homem era muito
pior do que qualquer um de nós pode imaginar. 
A destruição foi necessária, versos 11, 12. 
As comportas dos céus se abriram (peitah), Além da terrível sublevação que vinha de baixo, os povos da terra testemunharam a abertura das comportas dos gigantescos reservatórios de águas acima da terra. Todas as águas que estavam acumuladas explodiram em torrentes. Resistente e continuamente, durante quarenta dias e quarenta noites, as gigantescas nuvens derramara água sobre a terra.
 O efeito do dilúvio sobre os humanos homens, mulheres, crianças, animais e plantas, e sobre a superfície da terra não pode ser completamente imaginado versos 16-18. 
E o Senhor fechou (seigar) a porta após ele . . . Predominaram as águas (geibar). 
No meio da violenta tempestade e das torrentes que tudo cobriram, o  Deus da aliança, estendeu o braço da misericórdia e fechou a porta da arca para guardar o seu povo
em segurança aqueles que crearm Nele.
 Mas Ele derramou torrentes de água para destruir completamente os pecadores sobre a terra. Os inquilinos da casaGênesis flutuante podiam viajar sobre as águas com em segurança e proteção, pois confiaram em Deus. 
A mão divina que fizera transbordar o abismo e abrira as janelas do céu para derramar destruição, também demonstrou a amorosa preocupação de Deus por aqueles que seriam o núcleo de Seu novo começo. Enquanto os escolhidos de Deus se aninhavam em segurança na arca, as águas continuaram a subir e cobrir toda a terra. O verbo geibar indica poderio, sujeição e poder que prevalece. 
Sem cessar as águas foram assumindo o controle e continuaram dominando até que as mais altas montanhas ficaram completamente submersas. Novamente, a majestade, grandeza e propósito competidor do Todo-poderoso mostrouse cada vez mais aparente. 
O propósito divino estava se realizando sobre toda a terra. A vontade de Deus se realizava. Aprtir daí um novo começo.

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