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A Marca Da Religião Humana e a Religião Divina / Salvação Em Cristo


A marca da religião humana e a Religião Divina.
Faz parte da estratégia diabólica induzir as pessoas a realizar por si  mesmas a sua salvação. Mas a Bíblia alerta que a salvação dos humanos parte de Deus.
 Do SENHOR vem a salvação! E sobre aqueles que são teus, a tua bênção, Salmos 3.8.
Assim, milhões aceitam como absoluta verdade  princípios religiosos como tipo, “fora da igreja não há salvação”, como dizem os lideres católicos romanos, ou  "fora da caridade não há salvação", como dizem os espíritas, mas o apóstolo Paulo disse; 
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta, 1 Coríntios 13:1-7.
Assim como outros  métodos similares, todos estribados nos méritos das boas obras humanas, e ajudar os necessitados. 
Dentro desse mesmo engano estão milhões de adeptos de seitas das mais diversas, como os testemunhas-de-jeová, que se empenham em  garantir a sua participação no reino vindouro mediante esforços pessoais  em espalhar ao máximo a sua doutrina; e os mórmons, de cuja história  fazem parte muitos casos de auto-sacrifício pelo fato de crerem que, para a  expiação de certos pecados, é necessário derramarem seus  próprios sangue, uma  vez que o sangue de Jesus nada mais pode fazer segundo eles. Na longa lista das religiões estão muitas que possuem lindos e  atraentes rótulos, como "Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos  Dias", "salões do reino", "Igreja da Unificação", "Ciência Cristã", "Igreja  Messiânica" etc., as quais, a despeito da sua aparência cristã, na prática  negam os eternos fundamentos do Cristianismo. 
São meros esforços no  sentido de reaproximar o ser humano da pessoa de seu Criador mediante  caminhos que só distanciam dEle. 
Em outras palavras, valendo-se dos  parcos recursos de uma mentirosa filosofia divorciada da Escritura  Sagrada, tais seitas fazem tudo o que podem dentro do falido princípio  religioso que atua sempre no sentido de baixo para cima, tentando levar o  homem a Deus. 
E dentro desse princípio que se agrupam todos os credos  forjados na oficina de Satanás, todos eles destinados ao obscuro e  supersticioso espírito humano, religioso por natureza. O cumprimento da lei é o amor.
A mais gloriosa verdade bíblica, ilustradora da salvação unicamente  pela graça divina, saiu dos lábios sacrossantos de Cristo: 
"Sem mim nada  podeis fazer" (Jo 15.5). 
Com esta assertiva estava o Senhor abonando a  doutrina da graça, segundo ao qual Deus mesmo planejou e consumou na  cruz, sem quaisquer contribuições da nossa parte a não ser o exercício da fé  a salvação eterna. 
Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o  seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas  tenha a vida eterna" (Jo 3.16).
 Esta mesma verdade encontra-se também na mensagem angelical aos  pastores belemitas: 
"Paz na terra, boa vontade para com os homens a quem  ele quer bem" (Lc 2.14, EC). 
A boa vontade desceu de Deus para os homens; não subiu dos  homens para Deus. 
Na entrevista com Nicodemos ensinou o Senhor a necessidade de se nascer de novo, expressão semelhante a nascer de cima  para baixo, que foi o modo como foi rasgado o véu do templo que separava o Lugar  Santo do Lugar Santíssimo no templo de Jerusalém.  Tanto o "de novo"   como o "de alto a baixo" indicam que o novo nascimento vem do alto do  Céu à terra (Jo 3.7; Mt 27.51). 
Que participação, pois, tem o pecador na obra da redenção?  
Evidentemente que não tem nenhuma. provamos pela Bíblia
Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie, carta de Paulo aos Efésios 2:8,9.
A única coisa que toca nós pecadores a fazer é aceitar, como seu todo suficiente Salvador, a pessoa do Senhor  Jesus Cristo, confessá-lo diante dos homens e permanecer nEle a fim de  poder viver uma nova vida debaixo da graça.
E digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus. Mas quem me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus, Lucas 12:8,9. Sem Jesus, o pecador nada  pode fazer, como o próprio Salvador afirmou em João 15.5.  Cabe a nós escolher viver ou pela lei da vida ou pela “graça da vida” (1 Pe 3.7). 
Como cristãos, se recusarmos a graça da vida, acabaremos  irremediavelmente debaixo da lei, e então já não seremos cristãos, mas  religiosos. Viveremos debaixo da graça quando nos entregarmos sem reservas  aos processos do amor de Deus e nos deixamos governar por eles. 
As três  palavras-chaves são: 
“Render-se”, “confiar” e "obedecer". 
Somente quando  a nossa vida mesmo insignificante, é colocada em sintonia com os  propósitos elevados da vida espiritual, é que nos sentimos redimidos e  cheios do que Jesus chamou de vida abundante. 
O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância, João 10:10.
Por outro lado, recusar-se a viver debaixo da graça é sujeitar-se à lei.  Não apenas à lei mosaica, mas qualquer lei, a própria lei da vida, a lei da  semeadura e colheita. Colhe-se o que se semeia. 
A vida!, então, torna-se  um dar e receber. Assim, lei, aqui, é muito mais que uma lei específica ou um conjunto  de leis. 
Alguém poderá pensar imediatamente nos dez mandamentos, nas leis do Antigo Testamento ou nos mandamentos da Nova Aliança. Jesus, ao  mudar a fraseologia de um mandamento (Dt 6.5), revelou-nos o que a lei  era realmente: 
"Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de tua  a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande  mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo  como a ti mesmo. Desses dois mandamentos dependem toda a lei e os   (Mt 22.37-40). 
O apóstolo Paulo partiu das palavras de Jesus para escrever que "o cumprimento da lei é o amor" (Rm 13.8- 10). 
João também enfatizou o  amor a Deus e aos outros (1 Jo 3.1 1-24; 4.7-21). Não há dúvida de que a  lei do amor, também chamada nas Escrituras de "lei do espírito de vida em  Cristo Jesus", é o centro em torno do qual giram todas as ordenanças e  proibições da Bíblia. Sem esse princípio nenhum mandamento da Escritura 
parece ter significado. 
A pessoa que se sujeita a um sistema de lei como, por exemplo, o do  decálogo, tem de vigiar cada ação, pois receberá exatamente o equivalente  aos seus atos. Alguém definiu esse tipo de vida da seguinte maneira: A vida, assim, operará como num verdadeiro "deve e haver": você  deposita o caixa de seu ato e transporta o resultado ou as consequências de  tal ato. Não haverá, pois, surpresas na vida, nem saídas para as margens do rio da vida. Tudo será assaz justo, tudo essencialmente dependente e tudo  mais do que morto. É este o evangelho da religião-de-mercado. Você negocia com a  vida, e esta negocia com você. E ela o deixa amarrado. Nela não há boas 
novas, porque então a vida terá hórrida catadura, e você também. A religião baseada no dar e receber não tem espontaneidade em si, não tem alegria  contagiante, nem liberdade. Ela se cansa logo, e não pode levantar vôo. 
Suspira, lamenta-se por não poder cantar. 
E a religião do irmão mais velho:  Nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos" (Lc 15.29). E como lhe teria sido isso possível, se ele estava vivendo na base do 
legalismo? Assim, quando desceu a cortina, o irmão mais velho ficou de  fora, vivendo na lei, ao passo que o mais moço estava lá dentro, vivendo  pelo amor.

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