A Idolatria Não Seja Nomeada Entre Vós.

Porque Moisés levantou a serpente no deserto se se diz ser proibido fazer Ídolos, e os que praticam isso devem ter medo do inferno. No final dos tempos os humanos serão julgado pelas suas obras.
A salivação da alma acontece em vida quanto conhecemos a Deus pela leitura e estudos Bíblicos Na eternidade seremos muito felizes se não trilhamos esses caminhos obscuros da adoração.  
Guardai-vos e não vos esqueçais da aliança do Senhor vosso Deus, que tem feito convosco, e não façais para vós escultura alguma, imagem de alguma coisa que o Senhor vosso Deus vos proibiu. E disse o Senhor a Moisés: 
Faze-te uma serpente ardente, e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo o que, tendo sido picado,
olhar para ela. E Moisés fez uma serpente de metal, e pô-la sobre uma haste; e sucedia que, picando alguma serpente a alguém, quando esse olhava para a serpente de metal, vivia.E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado;
Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Números 21:8,9, Deuteronômio 4:23,  João 3:14,15.
Vemos que o Catolicismo Romano, cita esse episodio da serpente de bronze feita por Moisés (fato que se encontra também no texto de Nm 21.4- 9) para justificar o uso das imagens esposta no culto sagrado. 
 Deus proibiu seu povo de de confeccionar e cultuar imagens, estátuas, ou qualquer outro objeto ou ser, visto que os povos pagãos atribuíam a esses artefatos de barro, madeira, ou de qualquer material corruptível, caráter religioso, acreditando, inclusive, que a divindade se fazia presente por meio de tal prática.  Mas o  Deus Todo-Poderoso instruiu seu povo a não cultuar imagens.
 Não fareis outros deuses comigo; deuses de prata ou deuses de ouro não fareis para vós. Não te farás deuses de fundição, Êxodo 20:23 e 34:17, por isso as imagens que mandou confeccionar não tinham por objetivo elevar a piedade de Israel e muito menos serviam de modelo para reflexão ou conduta.
Eram apenas símbolos decorativos  e a sua adoração poderia fazer as pessoas perderem a salvação da alma e ficarem condenados ao inferno. E todos tinha medo de ir para o inferno, e por isso viviam uma vida pautada na adoração a Deus. Eram apenas representativos. 
É o caso também  da Arca da Aliança, com os  querubins no tabernáculo e no templo, entre outros utensílios  como está em 1Rs 6.23-29; 7.23-26; 1Cr 22.8-13 e etc. e ornamentos representativos e não adoração  (1 Rs 7.23-28). 
Essas figuras jamais foram adoradas ou veneradas ou vistas como objetos de devoção e  adoração. 
Se os filhos de Israel tivessem agido dessa forma. Deus teria mandado destruir esses objetos, como aconteceu com a serpente de bronze que Moisés levantou no deserto e o povo a transformou em objeto em objeto  de culto .
Ele tirou os altos, quebrou as estátuas, deitou abaixo os bosques, e fez em pedaços a serpente de metal que Moisés fizera; porquanto até àquele dia os filhos de Israel lhe queimavam incenso, e lhe chamaram Neustã, 2 Reis 18:4. Então quando se transformava em objeto de culto Deus destruia.
Quando analisamos esta questão na história de Israel e na antiguidade (o povo hebreu que recebeu os mandamentos de Deus) com os judeus religiosos de hoje, que procuram se manter fiéis a Deus, entendemos que, embora o Antigo Testamento proibisse, relativamente, a confecção de imagens, a adoração ou culto a essas imagens era absolutamente proibido: 
“Não te prostrarás diante delas e não lhes prestarás culto" Disse Deus (20.4b). 
Em algumas sinagogas do século III (e em algumas mais recentes), encontramos pinturas de heróis da fé em seus vitrais, mas nunca veremos judeus orando, cultuando ou invocando Moisés, Abraáo ou Ezequiel. 
Não existem argumentos e evidências que justifiquem o culto, a veneração ou a fabricação de imagens no Novo Testamento dessas celebridades da fé. 
Considerando o outro argumento apresentado pelos católicos com todo respeito aos católicos, de que um dos objetivos da Igreja romana é ensinar a Bíblia ao povo por meio das imagens, especialmente aos menos alfabetizados segundo eles, surgem-nos algumas perguntas: 
“Por que cultuar imagens, se o objetivo é ensinar a Bíblia?". Parece que uma parte da humanidade está contaminada com a sindrome egípcia
 “Porque, após tantos anos, com milhares de católicos já alfabetizados, os fiéis ainda insistem em ter essas imagens?”. 
"Se as imagens fossem realmente o livro daqueles que não sabem ler, por que os católicos alfabetizados são tão devotos e apegados a elas?". Todo respeito aos católicos.
“Será que podemos desobedecer a Bíblia para superar uma deficiência de entendimento?". 
 "Onde estaria então  a  base bíblica para a teoria da pedagogia divina?”
 “Será que a encarnação do Verbo poderia servir de base para se fazer imagens dos santos e cultuá-los?”. 
O verdadeiro cristianismo é a  fé exclusiva na obra do Senhor Jesus lemos nas seguintes passagens,(3.16; Rm 5.8; Ef 2.8,9; 1 Tm 2.5; Tt 2.11). 
É adoração única a Deus: 
“Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás" (Mt 4.11; Lc 4.8). 
O principal de todos os mandamentos é:
 “Ouve, ó Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor! 
Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a sua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças" (Mc 12.29.30; Mt 22.37). 
'Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, pois o Pai procura a tais que assim o adorem. 
Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade" (4.23,24). 
E o que dizer quanto à teoria dos três tipos de devoção: 
Dulia, Hiperduiia e Latria, perguntamos:
 ‘Qual é a diferença entre Hulia e Hiperduiia?"
"Qual é a diferença dessas duas em relação à latria?’ . 
A verdade é que os três termos se confundem. 
Dulia e hiperdulia podem estar envolvidos com latria. 
A distinção entre eles não define coisa alguma. 
As pessoas que se prostram diante da uma  imagem de Conceiçáo Aparecida, ou de São João, ou de São Sebastião ou de Jesus sabem que estão cultuando em níveis diferentes? 
Para elas não  seria tudo a mesma coisa? 
Imaginemos o procedimento de um católico romano bem instruído em um culto. 
De início, ele pretende cultuar São João. 
Então, dobra seus joelhos diante da imagem de tal "santo" e pratica a dulia. 
Depois, resolve cultuar Maria, deixando a dulia para praticar a hiperdulia. 
E, finalmente, decide prestar culto a Deus, colocando em prática a latria. 
Náo acreditamos que o povo católico romano saiba diferenciar esses três tipos de adoração. 
E, mesmo que soubesse, dificilmente conseguiria respeitar os limites de cada uma delas. 
“O culto aos santos só começou a partir de cem anos, aproximadamente, depois da morte de Jesus, com uma tímida veneração aos mártires. 
A primeira oração dirigida expressamente à Mãe de Deus é a invocação sub tuum praesidium, que foi formulada no fim do século III  ou, mais provavelmente, no início do IV”. 
No seu livro O culto a Maria hoje há uma consideração importante: 
'Náo podemos dizer que a veneração dos santos e muito menos a veneração da Mãe de Cristo faça parte do patrimônio original”. 
Se o culto aos santos e a Maria fosse correto. João, que escreveu o último evangelho, no ano 100 d.C., aproximadamente, com certeza teria falado a respeito e incentivado tal prática. 
No entanto, nos adverte: 
“Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1 Jo5.21). 


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