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PORQUE ISRAEL É TÃO FORTE ?

 Deus defende Israel

Assombro e milagre.
As espetaculares vitórias dos judeus têm sido um assombro para o mundo. Como pode uma pequena nação, habitada por menos de três milhões de pessoas, levar à bancarrota nada menos que14 países aliados, com uma população superior a cem milhões?
Nenhuma resposta, fora da Bíblia Sagrada, pode satisfazer plenamente a razão humana.

 A Palavra de Deus fala com uma clareza meridiana dos últimos sucessos israelenses no Oriente Médio:
E os plantarei na sua terra, e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o Senhor, teu Deus (Am 9.15).
Naquele tempo, os egípcios serão como mulheres, e tremerão, e temerão por causa do movimento da mão do SENHOR dos Exércitos, porque ela se há de mover contra eles. 

E a terra de Judá será um espanto para o Egito; todo aquele a quem isso se anunciar se assombrará, por causa do propósito do SENHOR dos Exércitos, do que determinou contra eles (Is 19.16,17).
Nesses dois textos, a Palavra de Deus afirma que os judeus seriam plantados na sua terra, de onde
não seriam mais arrancados, e que os egípcios seriam como mulheres diante de Israel. 

Quão à risca
essas palavras têm sido cumpridas! O medo dos soldados egípcios diante do exército israelense tem
sido tão grande que, muitas vezes, os judeus não encontraram a mínima resistência.
Antes da Guerra dos Seis Dias, em 1967, o otimismo dos árabes era evidente e se manifestava
nos discursos de seus chefes. Nasser, discursando a 29 de maio daquele ano, portanto uma semana
antes do início do conflito, afirmou solenemente:
O povo árabe tem que lutar.

 Esperamos o dia propício para estar plenamente
preparados. Agora nos sentimos bastante fortes e, se entrarmos na batalha contra Israel,
Deus nos ajudará e haveremos de triunfar. Com esta certeza decidimos dar os passos
atuais.

Atingimos o estágio crucial da guerra”, alardeava a rádio do Cairo. A rádio de Amã
advertiu os israelenses: “É melhor fugir agora, enquanto não chegamos. Vocês sabem
como os árabes exercem a sua vingança. Vocês serão todos mortos; portanto, é melhor
abandonar o país agora, enquanto ainda há tempo”.
Nada disso ocorreu. 
Aluf Shlomo Goren, principal capelão do exército israelita, redigiu uma
prece para os soldados judeus recitarem antes dos combates, baseada em passagens bíblicas:
Ouve, ó Israel, hoje vos achegais à peleja contra os vossos inimigos; que se não amoleça o vosso coração; não temais nem tremais, nem vos aterrorizeis diante deles; pois o Senhor vosso Deus é quem vai convosco, a pelejar contra os que pelejam contra mim.Pega do escudo e da rodela, e levanta-te em minha ajuda. Porque eis que teus inimigos se alvoroçam, e os que te aborrecem levantaram a cabeça. Astutamente formam conselho
contra o teu povo, e conspiram contra os teus protegidos.

Os judeus foram vitoriosos e muitos voltaram do campo de batalha convertidos e relatando os
milagres que tinham visto com os próprios olhos. Um jornal cristão de Jerusalém publicou alguns
desses milagres, salientando que, de maneira estranha e inexplicável, centenas de tanques e canhões
inimigos nem sequer chegaram a entrar em ação; muitos aviões de combate egípcios não estavam

preparados, apesar do alerta total; o radar não funcionava devidamente e, por vezes, o alarme dos
ataques aéreos só era ouvido quando as fortalezas voadoras de Israel já haviam atingido os seus
objetivos e regressavam ilesas às suas bases.
Muitos soldados contaram que, em situações difíceis, quando já não havia nenhuma possibilidade
de sobrevivência, “um varão de branco apareceu por alguns segundos entre as fileiras, e os
egípcios, tomados de repentino assombro, fugiram em debandada”.
Alguns pára-quedistas que partiram com a missão de desalojar o inimigo de uma posição
estratégica chegaram ao local como turistas, porque os egípcios fugiram sem disparar um só tiro!
Em Sharm-el-Sheik, dois pára-quedistas israelenses depararam-se com um enorme
tanque egípcio do qual sobressaíam as cabeças de dois soldados. 

“Por que será que eles não nos matam?”
  “Ou será uma emboscada? 
Mas por que fazer uma emboscada, se nos vêem perfeitamente?” O meu companheiro e eu nos movíamos vagarosamente, cuidadosamente, em direção ao tanque — mas os dois soldados que o tripulavam não se mexiam; pareciam rígidos. 
“O que será?
 Que aconteceu?”
     Contamos 18 soldados egípcios dentro daquele tanque, e todos estavam vivos e com
saúde — e todos eles levantaram as suas armas em rendição! 

  O tanque estava cheio de armas, canhões carregados e prontos a semear a morte e a destruição. Perguntamos aos soldados por que é que não disparavam. “Não podemos explicar”, responderam eles.
“Quando vimos os soldados israelitas, as nossas mãos ficaram paralisadas — não
pudemos mover os dedos 

— e um medo terrível se apossou de nós. E é só”.
O jovem judeu Abraham Eliezer, cristão evangélico, que serviu nessa guerra, testifica:
Antes da Guerra dos Seis Dias, um homem idoso andava pelas ruas de Jerusalém
predizendo exatamente o que se iria passar e o dia em que o conflito principiaria. Ele
declarou que o Deus de Israel está vivo e que prometeu estar com o seu povo durante a
batalha. A profecia cumpriu-se literalmente. Deus lutou por Israel na Guerra dos Seis
Dias, pois de outra forma nunca poderíamos vencer, tal a desproporção dos exércitos em
cena.
Depois da guerra, alguns dos meus companheiros disseram-me que as nossas forças
haviam avançado com tanta rapidez, em determinada zona, que tomaram um campo de
aviação egípcio na península do Sinai, antes de os aliados árabes telefonarem para o
campo oferecendo aviões de combate argelinos. 

O nosso oficial respondeu em egípcio,
permitindo a aterragem dos aviões. Todos eles foram imediatamente capturados.
O mais interessante

— continua Abraham Eliezer 
— ocorreu na campanha do Sinai com
os militares egípcios feitos prisioneiros. 

Perguntamos a um veterano de guerra egípcio por
que motivo desistiram eles com tanta facilidade. 

Respondeu-nos que tanto ele como seus
companheiros tinham visto anjos ao lado dos israelitas. 

Verdadeiramente Deus interveio
em defesa da minúscula nação israelense.
A respeito dos inúmeros aparecimentos de objetos voadores não identificados (óvnis), por
ocasião das batalhas entre judeus e árabes na Palestina, não deixa de interessar a afirmação de
Robert Barry, chefe da divisão de divulgação e diretor do escritório sobre óvnis, num programa de
rádio de Yoe, Pensilvânia, EUA, sob o título 

“A invencibilidade de Israel e dos óvnis”:
Deus e seus óvnis, dirigidos por anjos pilotos, ajudaram Israel na vitória sobre os
árabes nas quatro guerras de 1947, 1956, 1967 e 1973.

De fato, a imprensa divulgou que, durante as guerras árabe-israelenses, grande número desses
estranhos objetos foram observados no ar, provocando o pânico entre as tropas árabes. Barry conta
que mil soldados egípcios se entregaram a cem opositores porque se viram rodeados por milhares
de israelenses e por dez tanques.
Os milagres realmente aconteceram no Oriente Médio, em razão da presença ali do povo de
Israel. Mesmo não aceitando a informação de que os óvnis realmente existam e sejam pilotados por
anjos, temos de reconhecer que houve, de fato, a ocorrência de coisas espantosas em favor dos
israelitas, facilitando-lhes as vitórias em todos os campos de batalha.
O fortalecimento e florescimento de Israel é hoje uma realidade incontestável e assinala, como o
relógio de Deus, a proximidade da vinda de Jesus.
  

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