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O QUE É O POÇO DO ABISMO? / INFERNO /TRIBULAÇÃO / MORTE

POÇO DO ABISMO

10. Abismo ou poço do abismo.
 No último livro da Bíblia, João, por sete vezes, descreve o inferno como um “abismo” (9.1-2, 11;
11.7; 17.8; 20.1,3).
 Em cada caso, o abismo está intimamente associado a demônios, que geralmente estão sendo aprisionados
ou libertados do abismo.
O AT também utiliza a ilustração de um abismo para falar nobre o destino dou ímpio» ao morrer. A piiluvra "abismo" refere-se a um lugar fundo, de onde no há como escapar.
Trevas exteriores. Uma outra ilustração de Cristo para falar sobre o inferno foram as “trevas”. Na escatologia do NT, o céu é retratado como um lugar claro e bem
iluminado.
Ser expulso do céu significava ser lançado nas trevas exteriores. Jesus, ao utilizar a palavra skotia, sugere uma escuridão extrema, muito superior à penumbra
de um dia enevoado ou nublado.
Destruição.
Em certa ocasião, Paulo utilizou a expressão “eterna destruição, banidos da face do Senhor” (2 Ts 1.9) para descrever o inferno. Apesar de “destruidor” ser um dos muitos títulos de Satanás
(Ap 9.11), somente Paulo identifica o inferno de forma específica como um local de destruição.
O conceito não era estranho ao pensamento judaico e acreditavase que esta era exatamente a sorte do iní­ quo: a destruição. Paulo, no contexto da passagem, afirma ser este o destino daqueles que “não conhecem a Deus e [...] não
obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2 Ts 1.8).
Tormentos.
O inferno também é descrito como um lugar de tormentos (Lc
16.23,28). Das várias palavras que significam sofrimento no NT, esta deve ser a que transmite maior severidade.
 Denota dor,angústia e formas de extremo sofrimento humano, como é demonstrado pelo homem rico que descreve o hades como “um
lugar de tormentos” (Lc 16.28).
Vermes.
Tanto Isaías como Jesus usaram imaginária de vermes inextinguí- veis para descrever a sorte dos ímpios (Is 14-11; 66.24; Mc 9.44, 46, 48).
 O verme pertence mais à descrição do geena que do hades.
A imagem de um verme no geena tcriu sido compreendida pelo» que ouviam Jesus como uma tenebrosa representado do juízo de Deus.
Este é o assunto do último versículo de Isaías (Is 66.24).
 Fogo.
 Muito provavelmente, a mais conhecida imagem do inferno é o fogo.
O homem rico é descrito sendo atormentado por chamas (Lc 16.24), homens são salgados com fogo (Mc 9.49) e lançados na
fornalha de fogo (Mt 13.42).
Também fogo e enxofre (Ap 21.8), além de chamas que não se apagam (Mc 9.43, 45-46, 48), são utilizados para descrever o inferno.
O uso do fogo para retratar o inferno não possui caráter apenas descritivo, mas também enfatiza o contínuo sofrimento da perda.
Segunda morte.
O destino eterno dos perdidos é também denominado de “segunda morte”, em contraste com a morte física. Aqueles que defendem uma visão aniquilacionista ou pregam o sono da alma não raro redefinem este termo. Atribuem a ele o sentido de
um estado de não existência ou existência inconsciente.
Na Bíblia, porém, a morte de um  ser nunca diz respeito à extinção da vida, mas a uma separação de algo a que este ser pertence.
As Escrituras denominam um corpo sem espírito como morto, e o mesmo vale para a fé que não possui obras que a evidenciem (Tg 2.26).
Da mesma forma, a expressão “segunda morte” enfatiza a separação entre o homem e Deus. A consciência do homem fica evidente na descrição da segunda morte no Juízo final.
A ira de Deus.
 O inferno também é descrito como uma manifestação da ira de Deus. Como uma expressão da sua santidade, verdade e justiça, Deus deve punir o pecado. Uma vez que sabemos que o pecado é uma ofensa pessoal contra Deus, não
deveria nos surpreender a ira dEle contra o pecado.
 Negar a existência da ira de Deus é negar a necessidade da obra redentora de Cristo na cruz.
De acordo com Paulo, a ira de Deus pode ser revelada na natureza (Rm 1.18). Esta ira contra o pecado, que hoje é parcialmente revelada, será algum dia plenamente expressa no inferno. Eternidade.
Todos os adjetivos atribuídos ao inferno possuem um nível de sofrimento que ultrapassa a capacidade do entendimento humano. Então acrescente a palavra “eternidade” a todas as palavras que descrevem este sofrimento e a realidade do inferno
ultrapassa totalmente a compreensão humana.
 Uma coisa é ser o objeto da ira de Deus;outra é encontrar-se nesta situação por toda a eternidade. Uma coisa é ser atormentado; outra é ser eternamente atormentado.
Se o inferno pudesse ser de alguma forma tolerável por seus habitantes, o conceito de eternidade toma-o completamente intolerável.
Duas palavras gregas, aion e aionios, são os termos utilizados para expressar um tempo sem fim, ou a eternidade.
 O uso neotestamentário destes termos não é limitado às descrições do inferno.
Se eles não significam “eterno” quando aplicados ao inferno, não podem querer dizer “eterno” em relação a Deus ou à salvação eterna do povo de Deus após a morte. O castigo eterno é a derradeira conseqüência para todos aqueles
que acabam no inferno.

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