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Doutrina da Ressurreição 15:1-58. de 1 Coríntios

Doutrina da Ressurreição. 15:1-58. de 1 Coríntios .   Em geral os gregos da época criam na imortalidade da alma, mas não aceitavam a ressurreição do corpo humano. Como muitos de nós também.  Para eles a ressurreição do corpo era coisa inimaginável devido ao fato de que consideravam o corpo como a fonte da fraqueza e pecado humanos.


  Doutrina da Ressurreição. 15:1-58. de 1 Coríntios . 
 Em geral os gregos da época criam na imortalidade da alma, mas não aceitavam a ressurreição do corpo humano. Como muitos de nós também.
 Para eles a ressurreição do corpo era coisa inimaginável devido ao fato de que consideravam o corpo como a fonte da fraqueza e pecado humanos.
A morte, portanto, era bem-vinda, segundo eles, achavam que através dela a alma seria libertada do corpo, e consequentemente parava de pecar. Mas a ressurreição não era bem-vinda, porque isto constituiria outra descida da alma à sepultura por causa do corpo que morreria depois.
Foi esse o ceticismo que Paulo enfrentou em Atenas quando por lá passou a evangelizar (cons. Atos 17:31, 32) e que nós cristãos enfrentamos hoje no mundo moderno.
James S. Stewart teólogo Professor do Novo Testamento na Universidade de Edimburgo, certa vez expôs sucintamente esse eterno conflito:  Há vinte séculos que as risadas do Areópago continuam ecoando".
A Certeza da Ressurreição. 15:1-34.
O que você pensa daa ressurreição do corpo?
Os problemas de Corinto dentro da igreja cristã. Os crentes tinham aceitado a ressurreição, pelo menos a de Cristo; mas sob a influência da filosofia grega, alguns duvidavam da ressurreição física dos cristãos. Portanto, o apóstolo escreveu combatendo a fraqueza doutrinária que os lideres estavam a passar. Seu método era positivamente claro.
Primeiro ele examina a certeza da ressurreição, desenvolvendo a necessária conexão entre a ressurreição de Cristo e a dos crentes (vs. 1-34). Continua depois com um exame de certas objeções (vs. 35 -57). E depois conclui com um apelo (v. 58). 1,2. Irmãos (E.R.C.) introduz o novo assunto, a ressurreição, uma parte integral do evangelho. Sois salvos (gr., tempo presente) pode se referir à salvação do crente do poder do pecado  ou pode se referir à salvação diária dos habitantes de Corinto conforme recebiam a mensagem que se filiavam à igreja de Jesus Cristo.
Crido em vão não indica perda de salvação como possibilidade.
O apóstolo quer dizer, é  que a fé que não persevera, ou que a fé acomodada em uma ressurreição implícita do Messias seria sem base, se a  mensagem da ressurreição de Cristo não fosse verdadeira, e que segundo as escrituras se estenderiam a todos quantos crescem.
A última interpretação é provavelmente a correta. Se Cristo não fosse crucificado e ressuscitado, a salvação seria impossível. versos 3,4. Não estamos falando de salvação num pós purgatório, como existem alguns dogmas.
Antes de tudo (lit. entre as primeiras coisas) refere-se à importância, não ao tempo.
A substância da mensagem de Paulo está contida nos quatro quês (E.R.C.) depois da palavra recebi, e eles incluem a morte de Cristo, Seu sepultamento, ressurreição e aparições. Essas coisas formam o Evangelho.
Pelos nossos pecados, segundo as Escrituras ( Que escrituras)?
Deve ser entendido à luz de passagens tais como Isaías 53.
A preposição pelos (gr. hyper, que os modernos gramáticos atualmente reconhecem, e isso não tem a ver com religião, é obrigação que os mestres tem de interpretar textos, pode indicar substituição) sugere Sua morte em nosso lugar.
A palavra sepultado, a única referência ao Seu sepultamento fora dos Evangelhos, com exceção das Palavras de Paulo em Atos 13:29 (cons. Atos 2:29), destrói a fraca teoria da síncope de nosso Senhor. Ele realmente morreu, desceu a mansão dos mortos e ressuscitou ao terceiro dia. 
E naturalmente isso nos conduz à sepultura vazia, uma testemunha da Ressurreição que já mais foi eficientemente refutada. Ressuscitou, um tempo perfeito, implica em resultados permanentes.
(Em relação ao problema de tradução à vista da frase que define o tempo, terceiro dia, veja James Hope Moulton's A Grammar o f New Testament Greek, I, 137).
 E apareceu introduz uma evidência fora das Escrituras do N.T.  A referência à maioria que sobreviveu tem um imenso valor apologético. A história da ressurreição era inconteste, até onde sabemos, vinte e cinco anos depois  se comentava!
A aparição pode ser a de Mt. 28:16-20.
Este Tiago era provavelmente o irmão do Senhor e esta aparição provavelmente pode tê-lo feito crer em Cristo (cons. Jo. 7:5; Atos 1:14).
Como por um nascimento fora do tempo (lit.) não se refere às zombarias dos seus inimigos, nem ao fato dele ter vindo a Cristo antes de sua nação, Israel, a qual virá a Cristo no futuro (conforme. Rm. 11:1-36).
 O porque do versículo seguinte explica.
Paulo se considera, comparado com os outros apóstolos, como uma criança abortiva que nasce num tempo fora do comum.
Isso é entre crianças perfeitamente fornadas, porque ele foi elevado do seu papel de perseguidor ao de apóstolo.
Os outros responderam ao chamado amoroso do Salvador, mas o chamado de Paulo na Estrada de Damasco teria sido quase o elemento da força em si.
Portanto, ele magnifica a graça de Deus que veio a ele mesmo sem ele querer.(cons. Ef. 3:8; I Tm. 1:15).10. Trabalhei muito mais do que todos eles. Isso aqui tem sentido ambíguo. Pode se referir aos outros apóstolos individualmente ou coletivamente. O último deve ser o certo, pois a história secular parece apoiá-lo mais neste caso.
Sob nenhuma circunstância o apóstolo enfatiza que tenha crédito pessoal por causa disso. Assim pregamos, ele  liga a Ressurreição com a mensagem apostólica. E assim crestes liga os habitantes de coríntios com a fé na ressurreição de Cristo.
Tomando a fé deles na ressurreição do Senhor como ponto de partida, Paulo prova agora que isto logicamente envolve a fé na ressurreição física de todos os outros, que estão nele (vs. 12-19). 12,13. O fato da ressurreição de Cristo envolve a crença na ressurreição física.
 Não há nenhuma necessidade de discutir a ressurreição, uma vez que um já foi ressuscitado. Está óbvio que o argumento de Paulo volta-se para a humanidade de Cristo (cons. I Tm. 2:5, "o homem Cristo Jesus").
Vã. Significa sem conteúdo (gr. kenos).
Se não houvesse ressurreição, o Evangelho estaria vazio de qualquer conteúdo verdadeiro. E a fé dos habitantes de Coríntios não estaria de posse de um fato real; tudo não passava de miragem. Mais ainda, se não houvesse ressurreição, os proclamadores do Evangelho seriam falsas testemunhas diante de Deus. Vã, aqui, traduz também um outro adjetivo, significando "sem alvo ou efeito útil" (gr., mataios). Se Cristo não tivesse ressuscitado, a fé dos coríntios teria deixado de atingir o seu fim ou o alvo, isto é, a salvação.
Não teriam certeza se Ele não morreu pelos Seus próprios pecados. A Ressurreição foi necessária para demonstrar a perfeição do caráter do Redentor (cons. Atos 1:24) e para demonstrar que o Pai aceitara a obra do Filho (cons. Rm. 4:25).
 A ressurreição é o Amém" de Deus ao "Tudo está consumado" de Cristo.
Olhamos para a cruz nós vemos a redenção realizada; vemos a Ressurreição e sabemos que a redenção foi aceita.  Sem a ressurreição, os crentes que pensaram estar morrendo em Cristo, na expectativa da bênção da ressurreição, estão realmente perdidos (forma enfática).
A amarga conclusão é que a negação da ressurreição faz dos cristãos os mais infelizes de todos os homens. Sofrem aqui e agora por uma fé que não passa de uma ficção, caso a ressurreição de Cristo não se estendesse a nós os que cremos (cons. Rm. 8:18).

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