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Paulo Apostolo o Pregador da Vinda De Cristo / Uma Viagem Turbulenta Mas Abençoada Atos 27 e 28

Texto: Atos 27 e 28.  “Já aprendi a contentar-me com o que tenho” disse certa feita o Apostolo (Fp 4.11) .  Ele aprendeu a obter vitória sobre as circunstâncias mais severas, ao invés de se colocar como vítima. Qual era o segredo da vitória espiritual?   Ele dizia; “Posso todas as coisas naquele [Cristo] que me fortalece” (Fp 4.13).  Eu posso tudo. Este trecho bíblico é mais um exemplo de que Paulo não falava de uma teoria.  Falava da longa experiência de sua vida que estava à altura desta doutrina. Deus estava com o apóstolo, portanto, nada podia estar contra ele.


Texto: Atos 27 e 28. 
“Já aprendi a contentar-me com o que tenho” disse certa feita o Apostolo (Fp 4.11) . 
Ele aprendeu a obter vitória sobre as circunstâncias mais severas, ao invés de se colocar como vítima. Qual era o segredo da vitória espiritual? 
 Ele dizia; “Posso todas as coisas naquele [Cristo] que me fortalece” (Fp 4.13).  Eu posso tudo.
Este trecho bíblico é mais um exemplo de que Paulo não falava de uma teoria. 
Falava da longa experiência de sua vida que estava à altura desta doutrina. Deus estava com o apóstolo, portanto, nada podia estar contra ele.
A Viagem  Muito Turbulenta que havia de fazer como prisioneiro por causa do amor a Cristo e do evangelho (At 27). Paulo, acompanhado por Lucas (o escritor da narrativa bíblica aqui em Atos dos Apostolos,) e Aristarco, começaram a longa viagem a Roma. 
Eles haviam sido presos por causa do Evangelho  que pregavam. 
Todos os prisioneiros estavam a cargo de Júlio, um centurião romano. Os apóstolos foram tratados com cortesia e amizade desde o início. 
Quando chegaram a Creta, em Bons Portos, já iniciava o inverno. Isto trazia grandes perigos para os navegantes em alto mar. Não se tinha as tecnologias de hoje para detectar perigos antecipadamente. 
Procuravam um porto melhor, em Fenice, talvez em Creta. 
Paulo viu (por certo em visão) o perigo de avançarem para alto mar. E avisou, os oficiais do navio e do exército dos perigos iminente em prosseguir. 
Na curta viagem para o porto seguinte, foram violentamente apanhados por um vento de inverno contrário. 
O navio foi impelido e açoitado para as proximidades do outro lado do Mediterrâneo. Com uma tempestade de 15 dias seguidos. A experiência era como um símbolo do que Paulo vivia desde que foi preso em Jerusalém. Navegava num mar tempestuoso de aflições simbolicamente já há dois anos! Desde quando foi pego por Jesus em Damasco. Deus, porém, estava ao seu lado nessa tempestade como em todas as outras. 
Comparar Atos 23.11 com 27.22-23.  Não havia perigo de Paulo sofrer dano em qualquer tempestade. A vontade de Deus era que testificasse  Dele em Roma. Em meio à tempestade pôde se reconhecer o cuidado de Deus, segundo seu propósito, sobre todas as circunstâncias. 
Isto significa bênçãos para os que estão no propósito divino. Do ponto de vista humano, Paulo era um prisioneiro no navio apenas.  
Mas para Deus, o apóstolo era o capitão, e os demais... bem, eles eram prisioneiros (27.21-26,30,31 34). A situação se tornou-se desesperadora de um modo muito assustador. Tanto o capitão como o centurião se acharam incapazes de fazer qualquer coisa para salvar o navio. 
Paulo, então, levantou-se, não como prisioneiro ou passageiro amedrontado, mas como profeta do Deus Altíssimo.   E avisou a todos a bordo que um anjo de Deus lhe aparecera, dizendo: 
“Paulo, não temas, importa que sejas apresentado a César, e eis que Deus te deu todos quantos navegam contigo”
O homem que anda procurando fazer a vontade de Deus domina todas as circunstâncias e se impõe em qualquer situação. A experiência de Paulo na tempestade, dentro da vontade de Deus, contrasta com a de Jonas, que estava em desobediência. Comparando as duas, notamos: Paulo viaja- va para cumprir sua sagrada vocação. 
Jonas fugia da chamada que recebeu. Mas esse se escondeu e dormiu durante a tempestade. 
Mas Paulo não. Ele  dirigia as operações e encorajava os passageiros que Deus estava no controle.
 A presença de Jonas no navio era a causa da tempestade. 
O navio com Paulo navegava e  seria preservando de todo dano e  os tripulantes respeitaram seu aviso de que não sofreriam dano (At 27.9,10). 
Jonas foi forçado a dar testemunho acerca de Deus (Jn 1.8,9). MasPaulo, com boa vontade e coragem, falou acerca da visão profética e do seu Deus. A presença de Jonas no navio ameaçava a vida dos gentios. 
Mas a presença de Paulo era uma garantia de vida aos seus companheiros de viagem. O navio em que Jonas viajava recebeu alívio quando ele foi jogado no mar. A conservação de Paulo salvou a tripulação do navio no qual viajava como prisioneiro. 
Há muito contraste e diferença em atravessar uma tempestade dentro e fora da vontade de Deus! Paulo, andando segundo o querer de Deus, em comunhão com Ele, tomou-se bênção para todos quantos atravessavam o perigo no mar com ele. 
O navio, finalmente, encalhou em uma praia chamada Malta, perto já da Itália, onde começou a ser despedaçado pelas ondas. Os soldados queriam matar os prisioneiros para evitar que fugissem. Era um costume romano. Mas a mão de Deus, porém, estava com o seu mensageiro. 
Júlio foi impulsionado a poupar a vida de todos. Nenhum poder, nos céus ou na terra, acabaria com Paulo enquanto Deus não realizasse o plano especial para sua vida. Ele pregaria o Evangelho em Roma. Conforme Paulo anunciou, todos escaparam sim ilesos para a terra firme.
 Ficaram na ilha durante o inverno, um período de três meses. 
Mas uma vez foi manifestada a presença de Deus através das mãos Paulo. Primeiro, foi protegido contra os efeitos da mordida de uma víbora peçonhenta. Segundo, ele foi vaso de bênçãos para os habitantes. Muitas pessoas na ilha receberam a cura divina através de seu ministério.
A Chegada em Segurança foi bênçãos de Deus (At 28).
 Passou se o período do ano durante o qual surgiam essas tempestades. Paulo e seus companheiros embarcaram num navio que  transportava trigo. Os detalhes destes capítulos (27 e 28) comprovam que uma testemunha ocular (Lucas) que esteve presente a cada passo. Era um navio mercante, e não militar. 
Paulo foi encorajado com uma descoberta. 
Deus coloca servos nos lugares mais inesperados. Em cada porto onde o navio tocava na Itália, e depois, ao longo do caminho para Roma, havia cristãos que vinham recebe-lo. ajudá-lo e encorajá-lo (28.11-15). 
O prisioneiro judeu seguia ao longo dos mares, para Roma. Talvez despertasse olhares de zombaria enquanto passava. Os cristãos que o acompanhavam, no entanto, sabiam que andavam ao lado do embaixador de Cristo um grande servidor de Deus. Um embaixador em cadeias (Ef 6.20; 2 Co 5.20). Paulo nunca disse que era prisioneiro do Império Romano. Não! 
Chamava-se “prisioneiro de Jesus Cristo” (Fm 1). Dizia com isso que estava preso pela vontade de Deus. Cumpria o plano de Deus para sua vida e sua obra. E, também, que todas as coisas cooperam para o bem. 
Humanamente, a detenção de Paulo parecia um grande golpe contra o Cristianismo da época. Mas as viagens missionárias fo- ram interrompidas. Deus, no entanto, na sua soberania, trans- formou tudo em bênçãos para o mundo inteiro estavam vindo (Fp 1.12). 
Como isso contribuiu para o progresso do Evangelho? 
Paulo foi assim preservado das ciladas de assassinatos pelos judeus. Houve oportunidade para descanso, muita oração e meditação na palavra após as árduas labutas. Várias epístolas surgiram como fruto do cativeiro. 
Filipenses, Colossenses, Efésios e Filemon
Paulo teve a oportunidade sem igual de testificar diante de guardas romanos, de forma contínua. Acorrentados a ele, não podiam escapar! As trocas de guardas eram freqüentes. Os que passavam um período com Paulo comentavam seus ensinamentos nas casernas e tabernas da cidade de Roma. 
Sendo membros do grupo de guarda costas dos governadores, semeavam a nova religião nas cortes e palácios do mundo civilizado. 
Paulo não visitava as igrejas. Na verdade muitos obreiros interessados vinham a ele para obter inspiração e orientação, de modo mais profundo e particular.
Ensinamentos Práticos desses episódios. 
Consideremos atentamente o conselho dos santificados. 
“Mas o centurião cria mais no piloto capitão do barco do, do que no que dizia Paulo” (27.11). Em 1902, um terremoto destruiu Saint-Pierre, a capital da Martinica, e 30.000 pessoas morreram. Uma comissão científica havia examinado o vulcão que ali existia, e concluíra não haver mais perigo. 
Certas pessoas, porém, tinham a convicção espiritual de que um castigo cairia sobre aquela cidade tão libertina. Queriam licença para ir embora. 
O governador confiou no relatório científico, e não deu crédito a tais pessoas. O resultado foi uma tragédia. Há muitos anos, o mundo está confiando totalmente nas ciências. O progresso humano está planejado nas linhas da biologia, sociologia, engenharia etc. 
No entanto  pregadores homem de Deus têm sido considerados visionários sem valor prático profético. O povo em geral confia mais em conclusões de peritos nas ciências do que nas advertências dos homens de Deus com visão espiritual. 
Porém, tem sido comprovado que a ciência, divorciada do temor a Deus, pode destruir sociedades e civilizações inteiras. A civilização moderna ainda reconhecerá que nunca deveria ter desprezado o antigo Cristianismo Bíblico. 
O perigo da suposição segundo a ciência. 
Έ, soprando o vento sul brandamente, lhes pareceu terem já o que desejavam”. Paulo advertiu que o navio não devia se arriscar fora do porto. 
As circunstâncias externas, no entanto, fizeram os responsáveis pelo navio supor que tudo iria bem.  Supunham terem muita o controle! O pecador “supõe” que o castigo não virá, principalmente quando seu vento soprar brandamente. 
Maria e José viajaram “supondo” que Jesus estava com eles. Acabaram sofrendo três dias de angústias. E, também, descobriram que seu filho já estava fora de alcance dos seus entendimentos. 
Nós, por indiferença espiritual, perdemos a comunhão com o Senhor "e supomos” que somos bons cristãos o bastante para ser salvo. 
Com o povo de Listra, "supondo” que Paulo havia morrido apedrejado, jogou-o no monturo. 
A atuação de Paulo, no entanto, continua bem viva. 
A sociedade moderna continua o apedrejamento e "supondo” que a espiritualidade foi extirpada e jogada para longe. Não conhecem o poder ressurreto da religião de Cristo. E a cilada dos ventos suaves. A vida nossa passa por mudanças de tempos em tempos, assim como os mares. 
As vezes nos sentimos indiferentes diante dos ventos gelados. Ou podemos estar sentindo brisas suaves. Mas, justamente quando tudo vai bem, surgem repentinas tempestades! Doenças, frustrações e tribulações não avisam quando vem! E testam a profundidade da nossa experiência religiosa. O vento suave da prosperidade é mais perigoso do que os tempestuosos. Eles dão um falso senso de suficiência própria e, imperceptivelmente, afastam a pessoa de sua dependência de Deus. 
Em dado momento chega uma crise que revela todas as nossa pequenez espiritual. 
A vida vai bem?
 Graças a Deus por isso! 
Entretanto temos de nos dedicar  àquilo que fortalece nossa espiritualidade enquanto for possível. Nosso barco pode ser testado por uma grande tormenta quando menos esperamos (Mt 7.24-29). 
 A oração do missionário.
 Paulo orava muito. 
Ele fazia a obra com a orientação, ânimo que obtinha de seus momentos de oração. Recebeu então uma visão da parte de Deus sobre a preservação daquelas das vidas que o acompanhava. Isto o animou a fazer sua parte e ajudou a esvaziar o navio da carga e da armação. Também encorajou todos a comerem e se prepararem. 
Impediu que os marinheiros fugissem, e, em terra firme, foi enérgico em alimentar uma fogueira com gravetos.
 “Fora, na verdade, razoável, ó varões, terem me ouvido a mim e não partir de Creta, e assim evitariam este incômodo e esta perdição”. 
Entretanto o apostolo, não se limitou a dizer o que deveriam ter feito quando ele advertiu. Passou a dar instruções sobre como enfrentar a situação surgida (vv. 21-26). E fácil repreender as pessoas pelo que fizeram de errado. Mas e construtivo, no entanto, ensinar como sair do problema em que elas se meteram. 
 Como cristãos  se falharmos, e porque não ouvimos direito a voz de Deus. Ele é quem nos dará o que é preciso. E não nos “lança em rosto” (Tg 1.5). 
 Há momentos na vida em que, espiritualmente falando, nós passamos por momentos ruins (27.20). Ou seja, um período de trevas espirituais, quando encontramos com esgotamento físico, falta de graça, sendo perseguido por espíritos malignos ou provação da fé. 
De qualquer maneira, podemos nos animar.  Mesmo não sentindo o aconchego dos irmãos, podemos continuar obedecendo a Deus. E não devemos nos queixar a outros da nossa falta de ânimo. devemos estar prontos para tudo o que Deus deseja de nós. 
O texto de 27.20 em Atos, também pode se referir às condições políticas internacionais. Em períodos de crise mundial, a fé do cristão o deixa triunfante em meio ao desespero. O futuro pertence a Deus e aos que Nele creem. 
O dom de animar os outros que Paulo tinha. 
“Mas agora vos admoesto a que tenhais bom ânimo...” Assim atuava Paulo ao ver pessoas desanimadas e amedrontadas em meio a batalha da vida. O que queria dizer? Este ministério de encorajamento é muito necessário na vida moderna de hoje, com todas as tensões mentais e nervosas que ela traz. 
Alguns conseguem maquiar suas tristezas com um sorriso cortês. Mas é surpreendente descobrir quantas dessas pessoas precisam urgentemente de uma palavra de encorajamento para enfrentar a vida. Podemos dar alguns exemplos de onde se pode aplicar o ministério de encorajamento: 7.1. 
Há aqueles que são tímidos e sem confiança. Possuem talentos, mas não são úteis e não empregam para o bem de todos. Acham-se inferiorizados, inúteis. 
Tais pessoas se abrirão como flores com alguns raios do sol do encorajamento. 7.2. se ousarmos encorajá-los no ministerio. Há os que trabalham “atrás do palco". Fazem um serviço construtivo mas silencioso, ninguém vê, enquanto outros ganham a popularidade e os aplausos. Há a mãe que silenciosamente cria seus filhos para Deus. Há a esposa do pregador que. lá em casa ora em prol da obra de Deus. 
E, na vida diária, abre mão de muitas coisas para não sobrecarregar o orçamento pastoral do seu esposo. Algumas das pessoas mais nobres do mundo inteiro não ganham fama nem publicidade. Tais pessoas necessitam de encorajamento. 
Precisam saber que o serviço cristão não se mede pela glória dos homens. E medido pela fidelidade ao próprio Jesus. 7.3. Há os que se sentem velhos, inúteis e até um fardo para os outros. O serviço cristão, porém, não é medido pela força do braço. Os mais velhos têm um caráter nobre e maduro, desenvolvido por longos anos de obediência a Cristo em todas as circunstâncias. 
E, também, nós ao longo do tempo, acumulamos meditações na Palavra de Deus. Na verdade são uma grande riqueza para dar conteúdo às personalidades mais jovens que nos cerca, onde existe vigor sem maturidade. 7.4. 
Há obreiros desanimados por se acharem que ninguém aprecia seus esforços na obra. Uma palavra de apreciação, dando valor à obra, pode tirar um obreiro da depressão. Pode deixá- lo radiante e jubiloso no seu serviço de Deus. 
As palavras de encorajamento só terão efeito se forem sinceras. Oremos para que o Espírito Santo nos inspire. Então, verdadeiramente apreciaremos o valor dos nossos companheiros na fé e teremos amor por nossos vizinhos espirituais não loteando a igreja do Senhor. 
“Deus, de quem eu sou, e a quem sirvo... Disse”.
 Paulo, antes um fariseu independente e auto- suficiente, gosta de dizer, como cristão, que Jesus o com- prara e que já não pertencia a si mesmo. A vida cristã é simples assim, basta reconhecer na prática, e nas atividades e palavras, que Jesus é o Senhor e ele nos acolhe.
 Ele nos comprou com sangue na cruz para a salvação. "E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou para os livrar do inferno” (2 Co 5.15). 
Se Jesus é nosso Salvador, também deve ser reconhecido como Tal. Se não está sendo Senhor de tudo em nossa vida, não é nosso Senhor de modo algum. Não podemos servi-lo sem primeiro pertencermos a Ele. 
“Vejamos  o cantinho onde você estamos?” “Deus nos deu todos quantos navegam conosco nos mares da vida”. Não podemos escolher todas as situações em nossa vida. Assim como Paulo, Deus pode consentir que fiquemos em lugares difíceis. 
A finalidade é nos transformar em bênçãos para outros que estão conosco e livrá-los da condenação do inferno. Para pessoas que, de outra forma, nunca teríamos conhecido, mas que hoje Deus coloca do nosso lado.
 Podemos lamentar o fato de morarmos ou trabalharmos no meio de pessoas más. Mas este problema pode ser transformado em oportunidade. 
“Lançaram da popa quatro âncoras. 
Desejando que viesse o dia  e o navio ficasse seguro”. As tempestades da vida nos submetem a tremendas cargas. Em tais ocasiões, precisamos de realidades espirituais sólidas, como âncoras para a alma. 
Nas tribulações e tentações, quais são as âncoras da alma?
 “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três...” (1 Co 13.13). 
A fé se firma nas promessas de Deus. 
A esperança firma a alma com visões da expectativa futura e vinda de Jesus. O amor nos leva a deixar de lado nossas próprias preocupações e ir ao encontro dos outros para falar de Deus. 
A estas realidades podemos aplicar as palavras de Atos 27.31: “Se estes não ficarem no navio, não podereis salvar- vos”. Não importa quão grandes sejam as tempestades, as grandes realidades eternas segurarão nossa alma.






A Tipologia Bíblica. Os Tipos São Mera “Sombra Das Coisas Que Hão De Vir a Acontecer e Foi Falada Ha Bíblia.

A Tipologia Bíblica. Os Tipos São Mera “Sombra Das Coisas Que Hão De Vir a Acontecer e Foi Falada Há Bíblia. Não é a realidade das coisas” (Hb 10.1) e, portanto, assim como todas as sombras,(tipos) oferecem meramente uma representação imperfeita, de modo que freqüentemente precisamos olhar para vários deles juntos para obtermos uma idéia completa da própria do que venha a ser.  A maioria dos objetos lança sombras de formas diferente, à medida que a luz incide sobre eles de várias direções.  Podemos fazer uma comparação entre eles, e definí-los ainda que o próprio objeto não esteja dentro do nosso campo de visão.


A Tipologia Bíblica. Os Tipos São Mera “Sombra Das Coisas Que Hão De Vir a Acontecer e Foi Falada Há Bíblia. Não é a realidade das coisas” (Hb 10.1) e, portanto, assim como todas as sombras,(tipos) oferecem meramente uma representação imperfeita, de modo que freqüentemente precisamos olhar para vários deles juntos para obtermos uma idéia completa da própria do que venha a ser. 
A maioria dos objetos lança sombras de formas diferente, à medida que a luz incide sobre eles de várias direções.  Podemos fazer uma comparação entre eles, e definí-los ainda que o próprio objeto não esteja dentro do nosso campo de visão. 
Se as sombras variam entre si em alguns pormenores, ao  então passo que se correspondem em outros, podemos então  imediatamente chegarmos à conclusão de que, embora o objeto seja o mesmo, a luz é lançada sobre ele de direções diferentes, e revela sombras lançadas de lados opostos. Assim acontece nos tipos, ou na tipologia. As vezes, no mesmo tipo, vemos lados diferentes de verdades
representados por duas coisas semelhantes. 
Por exemplo: 
Na purificação do leproso há duas aves: 
Uma, sacrificada sobre águas correntes; 
A outra, solta para voar pelos campos .
E tipificam, por certo, a morte e a ressurreição de Cristo.
No Dia da Expiação havia dois bodes.
O primeiro, a parte de Deus, era sacrificado, e o sangue era levado para dentro do véu.
 E o outro, o bode expiatório, que levava embora a iniqüidade de Israel à terra desabitada .
O primeiro simbolizava as exigências de Deus, e o outro, a necessidade humana de se livrar do pecado.  
Em outros casos, a fim de completar o quadro, temos dois tipos estreitamente vinculados entre si, mutuamente semelhantes em muitos aspectos, mas que enfatizam verdades diferentes. 
Por exemplo: 
Na viagem do Egito para o Canaã, os israelitas tinham que passar pelo mar Vermelho e pelo Jordão, e, nos dois casos, foi feito um caminho para atravessarem em terra seca. Somos informados em Êxodo 13.17 que poderiam ter ido pela rota da terra dos filisteus, e assim não teriam tido a necessidade de passar pelo mar, nem pelo rio. 
Mas recebemos a explicação que Deus não os guiou por essa rota, pois disse: 
“Se eles se deoararem com a guerra, talvez se arrependam e voltem para o Egito”. Se o mar Vermelho não tivesse espumejado entre eles e o Egito, poderiam facilmente
ter voltado, e parece claro que essa é a chave da verdade ensinada pela travessia do mar Vermelho. 
Tanto essa travessia quanto a travessia do Jordão nos falam da morte e ressurreição de Cristo. Mas a primeira nos conta do livramento de dentro do Egito, e a
segunda, da entrada para dentro da terra. Duas vezes, os israelitas, quando atravessaram o Jordão, receberam a ordem de levantar doze pedras como memorial, uma
pedra por tribo, doze no meio do Jordão, e doze no outro lado.
Parece que as pedras tipificam a posição do crente, no seu aspecto duplo. Aquelas no meio do rio da morte nos contam que estamos mortos com Cristo, e aquelas da terra, que estamos ressurretos nele.
Da mesma forma, temos o alimento de Israel, o maná e o trigo existente. Em João 6, o Senhor explicou que ele mesmo era o pão enviado do céu. O maná, portanto, claramente representa Cristo na carne, na sua encarnação, a provisão para as necessidades no deserto, ao passo que o trigo já existente na terra, e a colheita que já estava madura quando atravessaram o Jordão, da qual comeriam três ou quatro dias depois, uma vez apresentado, cerimonialmente movido, e o feixe dos primeiros frutos, falam de Cristo na ressurreição.
No estudo destes tipos duplos, e de outros tantos, é necessário colocarmos os dois, lado a lado, para enxergarmos o significado integral, erros de interpretação surgem freqüentemente do não seguimento desse plano. 
Um desses tipos duplos não exclui o outro, pois em muitos casos os dois são igualmente válidos ao mesmo tempo. Podemos alimentar-se do maná, embora tenhamos o trigo, também. Existem alguns mestres da Bíblia que somente tiram lições da experiência de Israel no deserto, e que não percebem que nossa posição também está na terra como vencedores tomando posse, passo a passo, daquilo que é nosso em Cristo. 
Outros dedicam sua atenção inteiramente à sua posição na terra, e dizem que sequer devemos estar no deserto, de modo algum. Não seria melhor ficar com ambos? Conforme
disse alguém:
 “Nós estamos, quanto ao nosso corpo, no Egito, quanto à nossa experiência, no deserto, e pela fé, na terra prometida”. Somos representados por Pedro como “estrangeiros e
peregrinos” passando por um deserto; e ao mesmo tempos estamos, de conformidade com Efésios, na terra prometida, nos lugares celestiais em Cristo Jesus. No devido tempo futuro, quando a fé for transformada em vista, estaremos na terra prometida, quanto ao nosso corpo e quanto à nossa experiência.
No sinal duplo que Deus deu a Moisés a fim de lhe dar confiança para comparecer diante de faraó, havia provavelmente um prenúncio  do poder de Deus sobre o pecado e Satanás. 
A vara que foi transformada em serpente e que, quando Moisés pegou firmemente nela, fala do poder de Deus sobre Satanás, mas a mão que se tornou leprosa e que depois foi curada, fala do poder sobre o pecado. 
O povo redimido por Deus seria livrado desses dois inimigos. 
O Tabernáculo e o Templo nos oferecem aspectos diferentes das habitações de Deus. E em Gênesis 22 temos um tipo duplo do nosso Senhor Jesus. Primeiramente no próprio Isaque, e depois no carneiro que Deus providenciou.
Existe uma cena típica notável em Deuteronômio 21, a qual, segundo tem sido indicado, é um retrato do grande inquérito feito por Deus a respeito do seu Filho. 
No campo, alguém é achado morto, e precisa haver inquérito a respeito de quem é o culpado, depois de
condenada a cidade mais próxima do cadáver, a novilha é morta para remover a culpa. 
Aqui, decerto, temos outro tipo duplo, pois a morte do Senhor é prenunciada naquele que foi achado morto, bem como na novilha e o primeiro conta a respeito da culpa dos seus assassinos, e o outro, como a culpa foi tratada.
Se estudarmos os personagens no AT que tipificam nosso Senhor Jesus Cristo nos seus ofícios diferentes, descobriremos repetidas vezes que parecem estar vinculados aos pares. Temos, por exemplo,
dois sumos sacerdotes, dois reis, e dois profetas, que tanto separadamente quanto juntos eram tipos, e que estavam estreitamente associados entre si durante sua vida. 
Arão e Eleazar igualmente o tipificavam como o sumo sacerdote, e em alguns aspectos seus ofícios eram diferentes entre si. Mesmo enquanto Arão ainda vivia, Eleazar tinha certas coisas alocadas a ele no serviço do Tabernáculo. 
Em Números 20.26 temos o relato da morte de Arão, e de Eleazar recebendo as vestimentas para assumir o seu lugar, prefigurando o grande sumo sacerdote que agora vive segundo “o poder de uma vida infinda”. 
Eleazar, portanto, parece ser o tipo do sumo sacerdote na vida ressurreta, no poder do Espírito
Santo, pois tinha ligação muito especial com o azeite que tipificava o Espírito Santo. 
Eleazar ficou encarregado “do azeite para a iluminação, do incenso aromático, da oferta costumeira de cereal e do óleo da unção [...] de todo o Tabernáculo” (Nm 4-16). 
Era “principal líder dos levitas” (Nm 3.32), e nos faz lembrar de Jesus que, na ressurreição, é o Pastor Principal. 
As duas ordens do sacerdócio, a de Arão e de Melquisedeque, são apresentadas diante de nós em Hebreus como tipos do sacerdócio do Senhor. Davi e Salomão nos apresentam aspectos diferentes do seu caráter real. 
Davi, o rei-pastor, que matou Golias, que passou a ser fugitivo e peregrino e, depois, o conquistador de todos os seus inimigos, nos fala a respeito dos sofrimentos e rejeição do Ungido de Deus, e finalmente das suas conquistas. 
Salomão, a quem o Senhor se refere em Mateus 12, como tipo dele mesmo na sua glória, na sua sabedoria, nas suas riquezas, e no seu reinado de paz, tipifica o reino de nosso Senhor. 
Embora Salomão fosse príncipe de paz, ele tira do seu reino, ao assumir o trono, “todas as coisas
que ofendem, e aqueles que praticam a iniqüidade”, nas pessoas de Adonias, Joabe, Simei, assim como fará aquele que é maior do que Salomão quando vier na sua glória (Mt 13.41). 
Na conexão entre eles e o Templo, também precisamos do tipo duplo. 
Veja Davi fez os preparativos para sua construção, e comprou o terreno, ao passo que Salomão completou a obra. Se os estudarmos separadamente, apenas, o retrato fica incompleto.
Temos, ainda, os dois grandes profetas, Elias e Eliseu, que tinham estreita conexão entre si durante a sua vida, sendo que ambos eram tipos de Cristo, conforme ele mesmo demonstra em Lucas 4.25-
27. 
Elias jejuou durante quarenta dias. 
Ressuscitou mortos, e realizou muitos outros milagres. 
Subiu ao céu, e uma porção dupla do seu espírito veio sobre seu seguidor. 
Eliseu curou o leproso, ressuscitou mortos, alimentou a multidão, e mesmo no seu sepulcro fez os mortos viverem. 
Diz-se que o nome de Elias significa o Senhor forte, e o de Eliseu, Deus meu Salvador. 
Seus nomes parecem, portanto, significar o caráter geral do seus testemunho, o primeiro,
o do juízo, e o segundo, o da graça. 
Portanto, nos tipos de Cristo como profeta, sacerdote, e rei, achamos exemplos de como duas personagens estão ligadas a fim de nos apresentar lados diferentes do quadro. A estes poderíamos
acrescentar muitos outros, tais como os dois líderes, Moisés e Josué, mas aqueles que já foram indicados já bastaram para demonstrar como é importante estudar juntos, bem como individualmente, tipos que estão tão obviamente associados entre si.
Além de existirem muitos que assim formam pares, devemos nos lembrar ao internauta, que numerosos tipos, e talvez até mesmo muitos deles, provavelmente têm um duplo sentido. Uma só interpretação não esgotará tudo quanto se possa aprender deles.
Isso porque descobrimos que, assim como tantas outras partes da Palavra de Deus, podem ser entendidos de várias maneiras.
Por exemplo: 
entre as personagens que acabam de ser mencionadas, quando Elias é o mestre, e Eliseu, o discípulo, Elias representa Cristo, e Eliseu, o servo, e cada um dos que prenunciaram Cristo também transbordam com ensinamentos como crentes individuais.
Temos outra ilustração desse ensino duplo no Dilúvio e na arca. 
A salvação para todos dentro da arca é um assunto evangélico predileto, e isso com razão. 
Noé achou graça aos olhos de Deus, e segurança, não em si mesmo, mas no lugar de refúgio destinado
por Deus. O primeiro “venha” na Bíblia é o convite de Deus a Noé, um “venha” da salvação, e pode muito bem ser comparado com a palavra amorosa do Senhor: 
“Venham a mim”. 
Entretanto, na base da referência de Jesus aos dias de Noé em Mateus 24, vemos que o juízo que veio naqueles tempos pode ser entendido em outro sentido como representação dos juízos que sobrevirão à
terra na sua vinda em glória. 
“Como foi nos dias de Noé, assim também será na vinda do Filho do Homem (v. 37)”. 
O Dilúvio era inesperado  assim também é a segunda vinda. Houve destruição sobre todos aqueles que não estavam prontos para o Dilúvio  e assim será quando Jesus voltar a esta terra. 
“Pois nos dias anteriores ao dilúvio, o povo vivia comendo e bebendo, casando-se e dando se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e eles nada perceberam até que veio o dilúvio e os levou a todos. 
Assim acontecerá na vinda do Filho do homem.” 
Não são mencionados grandes pecados, mas não estavam preparados. Depois, surge aquela frase freqüentemente citada: “Um será levado e o outro deixado”, e examinando-a assim no seu contexto,
vemos que aqueles que serão levados naquele dia, serão tirados pelo juízo como nos dias de Noé, e aqueles que ficarem, serão deixados para a bênção. 
No seu significado primário, portanto, esse versículo parece não se referir à vinda do Senhor para levar sua igreja aos ares, mas à sua vinda subseqüente com seus santos para a terra.
Podemos enxergar um terceiro significado, ainda, no Dilúvio e naqueles que passaram por ele com segurança, pois o cenário ilustra “o tempo da aflição de Jacó”, e a preservação do remanescente
crente. 
Lemos em Apocalipse 12 que “a serpente fez jorrar da sua boca água como um rio, para alcançar a mulher e arrastá-la com a correnteza” (v. 15).  O primeiro versículo do capítulo nos faz lembrar
o sonho de José, em que muitos entendem que a mulher representa Israel.
 O período da perseguição mencionado com tanta exatidão nos versículos 6 e 14 nos remete à grande tribulação antes da volta do Senhor à terra. 
Um remanescente de Israel será preservado durante a tribulação, assim como Noé e seus filhos foram preservados durante o Dilúvio, ao passo que a igreja terá sido levada embora, assim como Enoque foi arrebatado antes de o Dilúvio ter vindo sobre a terra. 
Muitos acreditam ser este o ensino de Apocalipse 3.10; e que ser guardado da hora da provação deve
significar ser levado embora antes de ela chegar. Outros tipos poderão ter uma interpretação dispensacionalista além da sua aplicação geral. 
Existe um aspecto judaico que percorre todas as instituições levíticas, e muitas delas, dessa forma, passam a oferecer ensinos proféticos, ao passo que, ao mesmo tempo, estão repletas de verdades preciosas para nós agora. 
Da mesma forma, ao considerarmos José como tipo de Cristo, vemos que todos nós podemos tirar suprimentos dos seus armazéns, mas também conseguimos perceber que seu tratamento aos seus irmãos prenuncia o modo aos irmãos do Senhor segundo a carne finalmente reconhecerem que eram “realmente culpados” no tocante ao seu irmão.
Estêvão nos conta que “na segunda vez, José fez-se reconhecer por seus irmãos”. 
Na primeira viagem ao Egito para buscar trigo, não reconheceram aquele que lhes franqueara os armazéns, mas quando foram forçados pela fome de sete anos de duração a voltar à presença de José, este se fez reconhecer por eles. 
Quando chegou Jesus, de quem José era um tipo, seus irmãos não o reconheceram. 
“Veio para o que era seu, mas os seus não o reconheceram, mas quando ele chegar pela segunda vez, “será removido o véu”; e ele diz: “olharão para ele, a quem traspassaram, e lamentarão por ele” E outra vez diz a Escritura: Verão aquele que traspassaram, João 19:37 . 
Assim, não somente temos tipos duplos aqueles que precisam ser colocados lado a lado a fim de completar o quadro mas descobrimos que esses próprios tipos têm duplo significado. 
Ver neles uma interpretação judaica ou dispensacional não lhes despoja, de modo algum, do seu profundo ensino espiritual, mas somente tende a demonstrar que a Bíblia é mesmo um Livro Divino.

Os Primeiros Diáconos / A Morte De Estevão.

A igreja, mesmo muito perseguida , crescia cada vez mais. No entanto, esse crescimento gerou um problema.  A possibilidade de sérias conseqüências com a perseguição das autoridades. 
A igreja cuidava dos seus pobres, em especial das viúvas. 
Uma viúva naqueles dias não tinha as oportunidades de emprego e sustento oferecidas pela sociedade moderna. 
A igreja não estava organizada, e as viúvas do grupo de língua grega eram negligenciadas pelos judeus, de língua hebraica, o que eram a maioria. Humanamente falando, havia ali uma base para um futuro rompimento entre os grupos. 
Os apóstolos perceberam a dificuldade e reuniram a comunidade. Explicaram que os deveres espirituais não lhes deixavam tempo para o cuidado material da igreja. Aconselharam, portanto, a escolha de sete homens qualificados para tal.  Eles foram os primeiros diáconos.  Todos "cheios do Espírito Santo e de sabedoria” E dois deles, Filipe e Estêvão, com um ministério muito especial.


Os apóstolos perceberam a dificuldade e reuniram a comunidade. Explicaram que os deveres espirituais não lhes deixavam tempo para o cuidado material da igreja. Aconselharam, portanto, a escolha de sete homens qualificados para tal. 
Eles foram os primeiros diáconos. 
Todos "cheios do Espírito Santo e de sabedoria” E dois deles, Filipe e Estêvão, com um ministério muito especial. 
O Ministério de Estêvão (At 6.8-15) .
 Seu espírito e caráter. 
“E Estêvão, cheio de fé e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo“. 
Há uma idéia disseminada de que os milagres foram confinados aos primeiros apóstolos. 
O ministério diaconal de Estêvão, no entanto, refuta esta teoria. 
O sucesso dos apóstolos é a melhor prova de continuidade da obra apostólica. 
Os adversários. 
O testemunho corajoso de Estêvão irou a muitos membros das sinagogas. 
Quando esgotaram seus argumentos bíblicos, eles apelaram para violência, aliando-se com falsas testemunhas. E confiaram o resultado desejado à violência de uma turba. 
 A mensagem. 
Entendemos a pregação de Estêvão estudando as falsas acusações contra ele. 
Toda calúnia sempre tem como ponto de partida uma verdade mal interpretada: 
“Proferir palavras blasfemas contra este santo lugar...” 
Estêvão declarou que nenhum prédio é essencial à verdade divina. E repetiu a profecia de Jesus sobre a destruição do Templo. 
A mudança dos “costumes que Moisés nos deu” disse ele.
 Em outras palavras, 
Estêvão pregou que a Antiga Aliança, com suas instituições, foi cumprida em Jesus. “Palavras blasfemas contra Moisés” ou seja, pregou ser Moisés inferior a Jesus  “... e contra Deus” ensinou a divindade de Cristo. 
 Sua espiritualidade. 
Estêvão era acusado de ser blasfemador. 
Os acusadores, as falsas testemunhas e juizes, no entanto, “viram o seu rosto como o rosto de um anjo”. Ele não parecia um inimigo da religião. 
Isto deve ter dado o que pensar aos judeus, principalmente ao jovem Saulo de Tarso que se converteu depois.

O Senhor Jesus Fez os Preparativos para a Sua Ascensão (At 1.1-5)

O Senhor Jesus Fez os Preparativos para a Sua Ascensão.  ( Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar, Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera; Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando das coisas concernentes ao reino de Deus. E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que, disse ele, de mim ouvistes. Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias. Atos 1:1-5)


O Senhor Jesus Fez os Preparativos para a Sua Ascensão. 
( Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar,
Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera; Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando das coisas concernentes ao reino de Deus. E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que, disse ele, de mim ouvistes. Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias. Atos 1:1-5)
Dando instruções foi assim que Jesus subiu  aos ceus.
“Depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo aos apósto- los que escolhera״. Estas instruções são registradas em várias passagens, como em Lucas 24.44-49; Mateus 28.19,20.
 Marcos 16.15-18; João 21; e nos versículos 3-8 deste capítulo'(At 1). Em que sentido as instruções foram dadas mediante o Espírito Santo?
A unção que Jesus recebeu no rio Jordão era ilimitada e permanente.
Mediante o Espírito, recebeu poder para seu ministério como homem e forças para enfrentar a cruz no sacrifício vivo (Hb 9.14). 
Foi ressuscitado dentre os mortos conforme (Rm 8.1 1), e no Pentecoste, batizou a outros no Espírito. A unção ainda estava sobre ele após a ressurreição. 
Mediante manifestações da vida ressurreta. 
“Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando do que diz respeito ao reino de Deus” (conforme. 1 Co 15.5-8). 
Se víssemos um farol que parecesse ficar em pé sobre as ondas, saberíamos que haveria, por baixo da construção, um fundamento de rocha. Durante 19 séculos a Igreja permanece em pé como luz para as nações.
Qual seria o seu alicerce? 
A única resposta satisfatória é.
A ressurreição de Cristo. 
A fé e a religião viva não podem surgir de um cadáver. 
Durante 40 dias Jesus viveu entre os seus discípulos, aparecendo e desaparecendo. Era como se quisesse levá- los gradualmente a perceber que Ele pode estar presente, no Espírito, embora ausente no corpo. 
Chegou um momento em que os discípulos sabiam que haviam cessado tais aparecimentos. A partir de então teriam de pregar o Evangelho com plena confiança da presença espiritual de Cristo com eles, conforme Ele mesmo prometera.
“E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”. 
Foi a ascensão que convenceu os discípulos de que na verdade Ele é Deus.
Dando uma ordem específica. 
“E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, [Jo 14.16; J1 2.281 que (disse ele) de mim ouvistes״. 
O batismo do Senhor Jesus, no Jordão, foi o sinal para Ele iniciar seu ministério. 
Assim, também, a Igreja precisava de um batismo que a preparasse a cumprir um ministério de alcance mundial. Não seria o ministério de criar uma nova ordem e, sim, de proclamar aquilo que Cristo já havia realizado. 
Mesmo assim, só no poder do Espírito Santo poderia tamanha obra ser levada a efeito. 
Cristo dirigiu suas palavras a homens que possuíam íntimo relacionamento espiritual com Ele. Já tinham sido enviados a pregar, armados com poderes espirituais específicos (Mt 10.1).
 A eles fora dito: 
“Alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus” (Lc 10.20); Sua condição moral já tinha sido definida com as palavras: “Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado” (Jo 15.3). 
Seu relacionamento com Cristo foi ilustrado mediante a figura da videira e dos ramos (Jo 15.5). 
Eles já conheciam a presença do Espírito nas suas vidas (Jo 14.17), já tinham sentido o sopro do Cristo ressurreto quando ele lhes disse: 
“Recebei o Espírito Santo”. 
Mesmo assim deviam esperar a promessa do Pai! 
Isto nos mostra a importância deste revestimento.

0 PENTECOSTES E A ENTREGA DA LEI / JESUS E O ESPÍRITO SANTO


0 PENTECOSTES E A ENTREGA DA LEI / Jesus e o Espírito Santo. Depois de os romanos destruírem o Templo nos anos 70 d.C., conforme profetizado por Jesus em,  (Jesus, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada. Mateus 24:2), não foi mais possível levar sacrifícios ao Templo, isso alterou o propósito da Festa das Semanas.  Devido ao forte vínculo entre a Páscoa e a Festa dos Tabernáculos e o tempo da peregrinação do povo no deserto, os mestres rabinos resolveram ligar a Festa das Semanas com à entrega da lei no monte Sinai.


0 PENTECOSTES E A ENTREGA DA LEI / Jesus e o Espírito Santo.
Depois de os romanos destruírem o Templo nos anos 70 d.C., conforme profetizado por Jesus em, 
(Jesus, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada. Mateus 24:2), não foi mais possível levar sacrifícios ao Templo, isso alterou o propósito da Festa das Semanas. 
Devido ao forte vínculo entre a Páscoa e a Festa dos Tabernáculos e o tempo da peregrinação do povo no deserto, os mestres rabinos resolveram ligar a Festa das Semanas com à entrega da lei no monte Sinai. 
 Em Êxodo 19.1, nos diz, que os filhos de Israel chegaram ao monte Sinai no terceiro mês, que é o mesmo mês em que se celebra o Pentecostes vejamos:(E ajuntaram-se em Jerusalém no terceiro mês; no ano décimo do reinado de Asa. E no mesmo dia ofereceram em sacrifício ao Senhor, do despojo que trouxeram, setecentos bois e sete mil ovelhas. E entraram na aliança para buscarem o Senhor Deus de seus pais, com todo o seu coração, e com toda a sua alma; 2 Crônicas 15:10-12 2 Cr 15.10), era muita festa.
 “Mas será que o Pentecostes se tornou uma festa específica pura para a celebração da lei dada no Sinai? 
A resposta é provavelmente sim [...] 
A entrega da lei no Sinai foi a mais importante das alianças e o costume da leitura de Êxodo 19 na Festa de Pentecostes foi positivo, e começou três séculos antes de Cristo isto é também, o costume de se ler” Muitos mestres da Bíblia também partilha desta visão, dizendo que é possível, embora não absolutamente certo, que a associação entre a Festa das Semanas e a entrega da Lei tenha sido a tradicionalmente aceita. 
Existe uma passagem da obra de Filo erudito, que viveu nessa época, descrevendo um fenômeno que ocorrera, na ocasião da entrega da lei, que teria sido semelhante às “línguas de fogo” igual as que se manifestaram no Pentecostes do Novo Testamento.
Não se sabe com certeza se o propósito do dia da festa foi alterado antes ou depois do primeiro século. Seja como for, em uma data anterior, o Pentecostes deixou de ser uma celebração das primícias da colheita e passou a ser uma comemoração da entrega da lei segundo alguns mestres. 
Esta notável transformação no “aniversário da entrega da Torá” foi baseada em Êxodo 19.1: 
“Ao terceiro mês da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no mesmo dia, vieram ao deserto do Sinai”. 
Portanto, além da usual leitura do livro de Rute que era lido, na comemoração da colheita,
partes da Torá (o Pentateuco) eram também lidas em reverência à Lei de Moisés.
 VEMOS NO NOVO TESTAMENTO.
Em Atos 2.1, Lucas afirma que Jesus cumpriu sua promessa ao enviar o Espírito Santo no Dia de Pentecostes.
 (E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar;
E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;
O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós. Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.
E vós também testificareis, pois estivestes comigo desde o princípio. Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei. Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.
 At 1.8; Jo 14.16-17; 15.26-27; 16.7, 13). 
O relato de Jesus e Lucas acerca dos eventos no Dia de Pentecostes enfatiza os dons do Espírito Santo acompanhados pelos sinais audíveis e visíveis do falar em línguas.
 SOBRE 0 PENTECOSTES E A IGREJA.
Após algum tempo, a Igreja passou também a celebrar o Pentecostes no quinquagésimo dia após a Páscoa. Visto que a Páscoa sempre caía aos sábados, o Pentecostes também caía neste dia.  Isso não tem a ver com a guarda do sábado que pertenceu a Lei de Moisés.
 Durante o período entre a Páscoa e o Pentecostes, as orações eram feitas em pé, e não de joelhos. 
Os catecúmenos eram batizados, mas os cristãos não jejuavam, pois o Pentecostes era uma ocasião alegre.  
Como a ascensão ocorrera logo antes do Pentecostes, muitas pessoas acreditavam que Jesus voltaria também no Pentecostes. A igreja católica e as igrejas que seguem um calendário litúrgico comemoram o Pentecostes por dois dias seguidos.
 Então, o Pentecostes passou a ser observado como uma comemoração da descida do Espírito Santo.
SEU SIGNIFICADO TEOLÓGICO 
Alguns estudiosos tem observado certas analogias entre a descida tio Espírito Santo sobre Jesus, no batismo, e o derramar do Espírito Santo sobre os crentes, no Pentecostes.
O Espírito desceu sobre Jesus enquanto ele orava, o que foi acompanhado por fenômenos visíveis e audíveis. 
Os discípulos estavam reunidos no cenáculo, provavelmente orando, quando receberam o Espírito Santo (Naquele momento, houve o som de um vento forte que varria o ambiente e foram vistas línguas de fogo (At 2.2-3).
Com a descida do Espírito Santo, Jesus recebeu poder como profeta humano, para o ministério porque como Deus ele tem todo o poder.
(E o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como pomba; e ouviu-se uma voz do céu, que dizia: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo. (Veja o que Paulo falou), Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo bem, e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele.
 Lc 3.22; At 10.38). 
Os discípulos, receberam  também poder do Espírito Santo, para testemunhar da palavra por todo o mundo conforme (At 1.8). Acredita-se, que o dom do Espírito no Dia de Pentecostes não apenas remete à experiência do batismo de Jesus, mas também demonstra contraste e continuidade em relação à lei. 
Alguém já disse: 
“A vinda do Espírito dá prosseguimento aos propósitos de Deus com a entrega da lei e [...] sinaliza a diferença essencial entre a fé judaica e a fé em Jesus. Enquanto a fé judaica é voltada para
a Torá e dirigida pela Torá, a fé no Salvador é voltada para Cristo e dirigida pelo Espírito Santo. 
Tudo isto é extremamente semelhante à teologia paulina” .
 Embora seja verdade que a missão e a vida da Igreja estejam voltadas para Cristo e sejam dirigidas pelo Espírito, não é provável que Lucas estivesse tentando comparar a vinda do Espírito com a vinda da lei. 
Foi Paulo, não Lucas, que desenvolveu um pensamento sobre as diferenças entre a lei e a graça.  
Está certo quando concluímos que “não há nenhuma evidência de que esta comparação tenha sido feita à época do NT. 
O conceito de que o Pentecostes cristão é uma celebração da nova revelação de Deus não tem fundamento”. Concorda-se universalmente, que a Igreja nasceu no Dia de Pentecostes. 
Sendo o dia do aniversário da Igreja, o pentecostes marca com certeza o fim da dispensação da lei e o princípio da dispensação da graça (a era da Igreja). 
Os 3.000 que creram, sendo batizados, juntaram-se aos primeiros discípulos dc Jesus (At 2.41). Com uma nova comunidade cheia do Espírito, a Igreja encontrava-se avivada e estimulada a pregar, por todas as partes, o evangelho, a mensagem da graça e toda uma nova formula de adorar a Deus ainda que isso custasse suas vidas. 
Ao invés da lei, as pessoas agora podiam se chegar a Deus por intermédio do Cristo que foi crucificado, ressuscitou e subiu aos céus. A era da Igreja, que começou no Pentecostes, prosseguirá até que Vinda de Cristo, para os seus que ganharão a salvação da alma. 
Em sua polêmica contra a heresia dos colossenses, Paulo exortou-os a não serem intimidados por aqueles que lhes tentassem impor restrições alimentares ou a observância dos dias santos judeus, que era obras da Lei. 
Ele afirma que tais coisas “são sombras das coisas futuras, mas não tem nada a ver com o corpo é de Cristo a igreja a qual eles pertenciam” (Cl 2.16-17). Paulo utiliza a mesma palavra grega para “festa” que a Septuaginta usa para “convocações vejam”, em Levítico 23.1-4. 
Apesar de Paulo não fazer referência a nenhuma festa em particular, alguns acreditam que sua declaração justifica a interpretação tipológicamente das festas judaicas. A Festa das Semanas, ou o Pentecostes, com o ritual dos dois pães sendo agitados perante o Senhor, que é considerado como tipo da união de judeus e gentios em um corpo vejam;
 (O qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão adquirida, para louvor da sua glória. Por isso, ouvindo eu também a fé que entre vós há no Senhor Jesus, e o vosso amor para com todos os santos. Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações:
Efésios 1:14-16 ). 
Visto que os pães são levedados, está também representado o pecado que contamina tanto judeus como gentios embora dentro da igreja. Segundo Levítico 23.19, a oferta pelo pecado torna os pães aceitáveis, assim como a morte de Cristo trouxe expiação tanto para judeus como para gentios.
 Quando citou Joel 2.28-32 no Dia de Pentecostes, Pedro queria dizer que a profecia de Joel estava se cumprindo naquele dia? 
Não.
Esta citação em Atos 2  tinha o objetivo de comunicar o cumprimento da profecia. A passagem fala, mais exatamente, de um tempo ainda futuro. No curso daqueles impressionantes eventos que se tornavam públicos, os apóstolos foram solicitados a explicar o que estava ocorrendo. 
O que os escarnecedores diziam era “estão cheios de mosto” (At 2.15-16). 
Pedro, ao responder-lhes, declarou: 
“Estes homens não estão embriagados, como vós pensais [...] Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel” (At 2.15-16).  
E o que está descrito em Joel 2.28-32? 
A atuação do Espírito de Deus nos eventos que cercam a segunda vinda de Cristo. O discurso de Pedro, portanto, refere-se à semelhança entre o que o Espírito Santo fará no futuro, com a nação
de Israel. 
Isto nem chega perto de um cumprimento profético de Joel. As ações do Espírito em Joel não podem ser separadas dos eventos que se tomarão públicos durante a grande Tribulação. Por esse motivo, tal profecia não poderia ter se cumprido em Atos 2, a menos sem que a grande Tribulação estivesse em curso naquele momento, o que não aconteceu. 
Conforme o que vemos no versículo 16, a expressão de Pedro (“Mas isto é”) traduz comparação, e
não cumprimento. Não se Cumpriu em Atos 2 . As palavras de Joel referem-se ao contexto da Tribulação, o que explica o porquê de Pedro usar a expressão “últimos dias”. Esta frase é sempre uma descrição vetero testamentária para eventos que ocorrerão durante a Tribulação ou relacionados à segunda vinda compare:
 (Quando estiverdes em angústia, e todas estas coisas te alcançarem, então nos últimos dias voltarás para o Senhor teu Deus, e ouvirás a sua voz. Porque eu sei que depois da minha morte certamente vos corrompereis, e vos desviareis do caminho que vos ordenei; então este mal vos alcançará nos últimos dias, quando fizerdes mal aos olhos do Senhor, para o provocar à ira com a obra das vossas mãos. 
E acontecerá nos últimos dias que se firmará o monte da casa do Senhor no cume dos montes, e se elevará por cima dos outeiros; e concorrerão a ele todas as nações.Não se desviará a ira do Senhor, até que execute e cumpra os desígnios do seu coração; nos últimos dias entendereis isso claramente. Não voltará atrás o furor da ira do Senhor, até que tenha executado e até que tenha cumprido os desígnios do seu coração; no fim dos dias entendereis isto.Mas nos últimos dias farei voltar os cativos de Moabe, diz o Senhor. Até aqui o juízo de Moabe. E subirás contra o meu povo Israel, como uma nuvem, para cobrir a terra. Nos últimos dias sucederá que hei de trazer-te contra a minha terra, para que os gentios me conheçam a mim, quando eu me houver santificado em ti, ó Gogue, diante dos seus olhos. Dt 4.30; 31.29; Is 2.2; Jr 23.20; 30.24; 48.47; Ez 38.16).
Em segundo lugar, Pedro, não utilizou uma fórmula introdutória normal para dizer que a passagem de Joel estava se cumprindo. A forma normal de se citar o cumprimento de uma profecia do AT no N T é exemplificada em Mateus 2.15, onde lemos: “para que se cumprisse o que foi dito da parte do
Senhor pelo profeta, que diz: 
Do Egito chamei o meu Filho”. 
Sabemos que, quando Jesus sai com sua família do Egito, temos o cumprimento de uma profecia do AT, como o texto deixa claro. Nada semelhante é dito em Atos 2.16. 
Pedro não chega a realmente afirmar que a profecia de Joel estava sendo cumprida no Dia de Pentecostes.
Em terceiro lugar, a sentença introdutória utilizada por Pedro foi: “Mas isto é”. 
Esta é a única vez, em todo o NT, que o pronome isto é usado para uma citação do AT. 
Por que motivo Pedro, sob a inspiração do Espírito Santo, disse “Mas isto é”? 
Pedro lança mão desta sentença para demonstrar a semelhança entre a obra do Espírito de
Deus no futuro — conforme registro de Joel afirma — e a ação do Espírito Santo no nascimento da Igreja. Ele está contestando a afirmação presente no versículo 13, de que aqueles homens estariam bêbados. Poderí­ amos parafrasear a réplica de Pedro da seguinte forma: “Não, o que vocês vêem hoje
não foi causado pelo mosto, mas produzido pelo Espírito Santo, a exemplo do que
vemos nas descrições de Joel, que também  serflo obra Jo Espírito Santo". Arnold Fruchtenbuum dá a seguinte explicação:
De toda maneira, havia um ponto
de semelhança: um derramar do Espírito Santo que resultava em manifestações incomuns. Atos 2 não
muda nem reinterpreta Joel 2. 
Também não nega que Joel 2 será literalmente cumprido quando o Espírito Santo for derramado sobre toda a nação de Israel no final da tribulação. Tão-somente, devido a tal semelhança aplica se esta passagem a um acontecimento do Novo Testamento. 
Em Joel, o derramar do Espírito resulta em sonhos e visões proféticas. Em Atos, esse derramar converte-se na manifestação do falar em línguas que nem sempre é profecia.
Em quarto lugar, nada do que Joel profetizou aconteceu em Atos 2. 
Obviamente, não houve “prodígios em cima no céu e sinais em baixo na terra, sangue, fogo e
vapor de fumo”(E também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão; E farei aparecer prodígios em cima, no céu; E sinais em baixo na terra, Sangue, fogo e vapor de fumo. O sol se converterá em trevas, E a lua em sangue, Antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor. E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Israelitas se convertendo ao senhor.
 A época do sermão de Pedro. 
Nem o sol se converteu em trevas, ou a lua em sangue, como disse Pedro. Aliás, “a única coisa que aconteceu em Atos 2 (línguas) não foi sequer mencionada por Joel” 
 Robert Thomas afirma:
 “O fenômeno do Dia de Pentecostes não foi em nenhum sentido um cumprimento da profecia de
Joel, a qual dizia respeito ao povo de Israel e não à Igreja [...] E um equívoco considerá-lo o cumprimento de Joel em qualquer aspecto”.
Um Cumprimento ainda Futuro.
 O fato de os eventos citados por Pedro, a partir de Joel 2, não terem sido cumpridos no Dia de Pentecostes traz grandes implicações para as profecias bíblicas. 
Significa que os eventos de Joel 2 serão cumpridos por ocasião da Tribulação e da segunda vinda de Cristo, como observa o próprio Cristo cm Mateus 24.29. 
Também significa que não se pode, em verdade, afirmar que o Reino de Deus veio em Atos 2, quer espiritualmente, quer fisicamente. O reino prometido não é a Igreja. É o Milênio 

O Pecado e o Dilúvio De Noé 6:1 - 8:22 Gênesis 6 / A Vinda De Cristo e o Dilúvio.

O Pecado e o Dilúvio De Noé 6:1. Como foi o dilúvio. A maldade aumentava a todo instante. Sodomia antes do dilúvio. Arca de Noé.


O Pecado e o Dilúvio. 6:1 - 8:22 Gênesis 6
6:2. Os filhos de Deus (benê 'Elohim) . . . as filhas dos homens. A maldade aumentava a todo instante. Os descendentes de Caim ficaram excessivamente ímpios e pagãos de mais. Uma poderosa raça de gigantes se aflorou, chamada "nefilins". 
O verbo neipal, cair, tem sido considerado a fonte do nome, e por isso estas gigantescas criaturas têm
sido conhecidas como "os que decaíram". 
A referência ao benê 'Elohim tem ocasionado marcadas diferenças de opinião entre os mestres, 'Elohim é plural na forma. Normalmente é traduzido para "Deus". 
Mas pode ser traduzido para "deuses", como, por exemplo, quando se refere aos deuses dos vizinhos pagãos de Israel. Pode, também, indicar o círculo celestial de seres em íntima comunhão com Jeová, habitantes do céu, com obrigações específicas na qualidade de assistentes de Deus (veja Jó 1:6). 
Em alguns casos nas Escrituras os "filhos de Deus" podem ser identificados com os "anjos" ou "mensageiros". 
Jesus é o Filho de Deus em um sentido único.  
Nós os crentes somos chamados "filhos de Deus" por causa do nosso relacionamento com Ele que nos dará a salvação. Digo assim porque a bíblia diz que para o humano morrer e ter ter a salvação,  precisa ter fé em Jesus.
Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus João 1:12,13.
 No Velho Testamento, entretanto, "filhos de Deus" era uma classe especial de seres que formavam a corte celestial. A referência ao casamento dos benê 'Elohim com as filhas dos homens tem sido examinada de maneiras diversas pelos eruditos.
 Para traduzi-la literalmente, diríamos que aqueles membros da sociedade celeste, ou da corte de Deus, escolheram mulheres de escol na terra e estabeleceram com elas, literalmente e verdadeiramente, relacionamento conjugal de casamento, ou acasalamento. Esta pode ser a única interpretação de Jó 1:6. Ali, os benê ' ou Elohim eram declaradamente membros da corte de Deus. 
S.R. Driver sustenta que este é seria único sentido legítimo e correto que pode ser aceito na interpretação Bíblica. 
A resposta que Jesus deu aos saduceus, lá em Mat. 22:30, parece tornar insustentável este ponto de vista para alguns.  
Ele disse que os anjos "nem casam nem são dados em casamento". 
Mas é bom notar que Jesus não se referia a sexualidade mas casamento.
Mas a declaração em Gn. 6:2 torna claro que está se falando de casamento permanente. Mulheres eram escolhidas e forçadas a se tornarem segundo a passagem bíblica, a participarem do relacionamento sexual  anormal. 
Os estudiosos da Bíblia que têm rejeitado esta solução recorreram a outras explicações segundo eles plausível.  Alguns têm dito que uma ligação entre a linhagem piedosa de Sete com os ímpios descendentes de Caim é a que está sendo descrita aqui. 
Outros ainda sustentam que estas palavras se referem ao casamento entre pessoas da classe mais alta da sociedade com elementos da classe mais baixa e menos digna.  À luz dos fatos e da tradução exata das palavras do texto, se pode concluir que alguns homens do grupo celeste (anjos ou mensageiros) realmente tomaram por esposas as mulheres terrestres. 
Usaram de força superior para dominá-las, para que a conquista fosse completa. Os "filhos de Deus" eram irresistíveis (conforme diz em. II Pe. 2: 4; Judas 6). 
O meu Espírito (rüah) não agirá para sempre (veidôn) no homem disse Deus. 
Este verbo em hebraico pode ser traduzido para lutar com ou permanecer com. A primeira tradução representaria Deus usando continuamente de força para com os homens rebeldes, para mantê-los em linha e para evitar que se destruam completamente como resultado do seu comportamento pecador em extremo. 
O segundo ponto de vista representaria Deus como tomando a determinação de afastar seu fôlego vital da vida do homem, resultando, é claro, na morte. A palavra hebraica dün (ou
din) indica vida expressando-se na ação ou na evidência do poder. Na primeira interpretação, o espírito (rüah) é considerado um princípio ético usado para restringir ou controlar as criaturas, resultando em comportamento ético de comportamento. Na outra, o espírito (rüah) é considerado como princípio vital dado ao pedacinho de barro inanimado para fornecer vida, motivação e poder para levantar, caminhar, viver. 
Quando esse rüah é retirado pela mão divina, o julgamento é inescapável. Este aviso divino veio de Jeová quando Ele encontrou Suas criaturas dominadas pelo pecado. Deus
declarou que tinha de abandonar o homem ao destino da morte, ou a sua própria sorte. O pecado ativara aquilo que garantiria a morte de todos os humanos. Gêneses  5,6. 
Maldade (rei'eit) ... se arrependeu (heiham) ... pesou ('eisab). 
A depravação era muito difundida. 
E era interna, contínua e habitual. O homem era inteiramente corrupto, mau de coração e na conduta. Não havia nada de bom nele. Toda a inclinação dos Seus pensamentos e imaginação era completamente fora da linha da vontade de Deus. A carne estava no trono. Deus foi esquecido e francamente desafiado.
Neiham na forma nifal descreve o amor de Deus, que sofreu desapontamento de fazer partir o coração. Literalmente, fala de suspirar devido à dor profunda. Os propósitos e planos de Deus falharam na produção do precioso fruto que Ele antecipou, por causa do homem pecador que impediu sua frutificação completa. 'Eisab na forma hithpael significa ferir-se ou experimentar um ferimento. 
A declaração diz, então, que Deus experimentou tristeza que Lhe feriu o coração quando olhou para a trágica devastação que o pecado produzira. A obra de Suas mãos
fora distorcida e arruinada. Através de tudo isto, o amor de Deus brilhava claramente, mesmo quando o retumbar do juízo divino começou a ameaçar os habitantes da terra.
 Verso 7. Desaparecer (mahâ; E.R.C., destruirei). 
O verbo indica um movimento que extermina ou risca alguma coisa completamente. A operação tulha a intenção de destruir cada ser vivo que estivesse pela
frente. Destruição completa tinha de ser executada. Nada deveria ser poupado.
Verso 8. Porém Noé achou graça (hên). 
Um homem entre toda a incontável multidão que havia sobre a terra estava capacitado a receber o dom da graça de Deus. A palavra graça certamente significa "favor" ou "aceitação", de qualquer modo, e provavelmente tem um sentido muito mais rico.  Era o amor e a misericórdia em ação. Estendendo Deus a Sua graça sobre Noé significava que havia vida e nova esperança para a humanidade nos dias pela frente.
 Verso 9. Noé era homem justo e íntegro. . .  Noé andava com Deus. Com estas palavras o autor descreve três características de uma vida piedosa - justiça, pureza e santidade (cons. 6:8 - ele achou graça diante do Senhor). 
A palavra justo, do hebraico saddiq, descreve o caráter de Noé conforme se manifestava em relação aos outros seres humanos:
"honestidade" ou "honra" era evidente em seu comportamento. 
Toda a sua conduta revelava esta justiça moral e ética (cons. Ez. 14:14, 20). A palavra hebraica tâmim, íntegro, descreve o produto perfeito de um construtor sábio, é inteiro, completo e perfeito. Visto objetivamente, a palavra imaculado descreve o caráter. No reino da ética, a idéia de "integridade" é a sua derivada (cons. Jó 1:1). A declaração, ele andava com Deus, abre um outro setor do pensamento. 
Ao andar com Deus, Noé demonstrou um espírito, uma atitude e um caráter que o tornava aceito e aprovado para um relacionamento espiritual mais íntimo. Ele manifestava qualidades de alma que o tomavam querido ao Senhor (cons. Gn. 5:22 ; Mq. 6: 8; Ml. 2: 6). 14-16. Uma arca (têbâ). 
A nossa palavra arca vem do latim arca, "um baú ou cofre". A palavra usada para a "arca" da aliança é uma palavra diferente eirôn. Têbâ é provavelmente de origem egípcia. A arca
de Noé era muito provavelmente uma espécie de jangada grande e coberta, construída com madeira leve e resinosa. Com seus três andares, chegava a um total de 13,85ms de altura. 
Tinha 138,46ms de comprimento por 23,08ms de largura. (O cúbito tinha 45cms.) Celas, cabines ou pequenos quartos foram construídos ao longo dos lados dos três andares. Para que a embarcação fosse à prova de água, usou-se um poderoso betume por dentro e por fora, para sua calafetação. A palavra hebraica sôhar fica melhor traduzida para luz ou janela. Tinha aproximadamente 45crns de altura e estendia-se em toda a volta da arca; deixava entrar luz e ar. 17-22. Dilúvio (mabbül). Esta palavra não tem etimologia hebraica. Só foi usada em relação à inundação do tempo de Noé. 
Talvez viesse da palavra assíria nabalu, "destruir".
De acordo com o autor do Gênesis, o propósito de Deus era certamente exterminar os seres vivos de Sua criação. 
Durante 120 anos que Noé levou para completar o seu trabalho, ele pregou ao povo num esforço urgente de levá-lo ao arrependimento. Viram a arca tomando forma diante de seus olhos enquanto o pregador transmitia o sermão. 
Os parentes próximos de Noé, incluindo sua esposa, três filhos e respectivas esposas, entraram com ele no seguro abrigo. Em  obediência à ordem de Deus, levaram consigo pares de representantes de todos os animais da terra. 
 7 - Gênesis Romperam-se (beiqa) todas as fontes do grande abismo. 
Enormes reservatórios de água estavam armazenados sob a terra. Esta enorme quantidade de água foi chamada de tehôm, "o grande ou abismo" (cons. Gn. 1:2). 
Estas águas subterrâneas confinadas ali pelo poder criativo no segundo dia da criação, foram desencadeadas com volume e violência além da descrição. Não foi uma enchente comum, na verdade, mas uma gigantesca maré que subitamente assombrou a população estarrecida. 
Beiqa' indica uma convulsão terrestre que destruiu toda barreira restritiva que existente para aguas. Foi um tumultuoso desprender-se de indescritível destruição. O homem não pode imaginar a fúria e o poder destruidor da erupção, nem o horror da exibição do poder de Deus para destruir os seres pecadores, A completa corrupção do homem era muito
pior do que qualquer um de nós pode imaginar. 
A destruição foi necessária, versos 11, 12. 
As comportas dos céus se abriram (peitah), Além da terrível sublevação que vinha de baixo, os povos da terra testemunharam a abertura das comportas dos gigantescos reservatórios de águas acima da terra. Todas as águas que estavam acumuladas explodiram em torrentes. Resistente e continuamente, durante quarenta dias e quarenta noites, as gigantescas nuvens derramara água sobre a terra.
 O efeito do dilúvio sobre os humanos homens, mulheres, crianças, animais e plantas, e sobre a superfície da terra não pode ser completamente imaginado versos 16-18. 
E o Senhor fechou (seigar) a porta após ele . . . Predominaram as águas (geibar). 
No meio da violenta tempestade e das torrentes que tudo cobriram, o  Deus da aliança, estendeu o braço da misericórdia e fechou a porta da arca para guardar o seu povo
em segurança aqueles que crearm Nele.
 Mas Ele derramou torrentes de água para destruir completamente os pecadores sobre a terra. Os inquilinos da casaGênesis flutuante podiam viajar sobre as águas com em segurança e proteção, pois confiaram em Deus. 
A mão divina que fizera transbordar o abismo e abrira as janelas do céu para derramar destruição, também demonstrou a amorosa preocupação de Deus por aqueles que seriam o núcleo de Seu novo começo. Enquanto os escolhidos de Deus se aninhavam em segurança na arca, as águas continuaram a subir e cobrir toda a terra. O verbo geibar indica poderio, sujeição e poder que prevalece. 
Sem cessar as águas foram assumindo o controle e continuaram dominando até que as mais altas montanhas ficaram completamente submersas. Novamente, a majestade, grandeza e propósito competidor do Todo-poderoso mostrouse cada vez mais aparente. 
O propósito divino estava se realizando sobre toda a terra. A vontade de Deus se realizava. Aprtir daí um novo começo.

Estaria o Conselho Mundial de Igrejas Defendendo o Estabelecimento de um Governo Mundial Na Terra? Do aNTI

Estaria o Conselho Mundial de Igrejas defendendo o estabelecimento de um governo mundial na terra? Caro leitor, vamos destacar aqui dois pronunciamentos de líderes desse Conselho, ou Concílio.  O primeiro, de Kenneth Kaunda, então presidente da Zâmbia e membro da Igreja Unida.  Na Quarta Assembléia Geral do CMI, cujo tema principal foi a justiça social, disse ele:  “O mundo está numa encruzilhada e os membros da comunidade internacional perderam sua rota e seus objetivos.

Estaria o Conselho Mundial de Igrejas defendendo o estabelecimento de um governo mundial na terra?
Caro leitor, vamos destacar aqui dois pronunciamentos de líderes desse Conselho, ou Concílio. 
O primeiro, de Kenneth Kaunda, então presidente da Zâmbia e membro da Igreja Unida. 
Na Quarta Assembléia Geral do CMI, cujo tema principal foi a justiça social, disse ele:
 “O mundo está numa encruzilhada e os membros da comunidade internacional perderam sua rota e seus objetivos. 
Estamos chegando ao fim do otimismo. 
Não tem sido a década da impaciência, mas a do desapontamento e desilusão para as novas
nações independentes... 
“Desenvolvimento é uma causa ética, bem como social e econômica. 
É um problema para a consciência cristã. 
Para que o objetivo seja alcançado, é necessário uma pressão moral e política sobre os líderes. 
O serviço de Deus vai muito além da caridade e das atividades sacerdotais. Ele atinge o completo desenvolvimento do homem:
desenvolvimento que abrange o total humanismo... que abrange a justiça, com a qual a Igreja está grandemente comprometida e que pode somente ser alcançada e realizada no contexto global da vida...
“É agora o tempo para ações positivas para salvar a humanidade da destruição e criar condições sob as quais a unidade do mundo possa ser sentida em termos práticos”.
(Discurso pronunciado em Upsala, Suécia, em julho de 1968. 
A nota foi também referida no jornal O Estado de São Paulo, edição de 7 de julho de 1978.)
O segundo pronunciamento é de Frederick Nolde, diretor da Comissão de Igrejas
sobre Questões Internacionais do CMI:
“Chega-se a duvidar da sanidade mental quando se ouve a afirmação de que os testes de armas nucleares de muitos megatons promoverão a segurança... Uma guerra preventiva, ou guerra chamada justa, chega ser um convite à destruição mútua em maça... 
A defesa contra a agressão, muito freqüentemente, pode ser uma máscara para ocultar a agressão em si.
“Movimentos de libertação que envolvem forças militares ou a ameaça de usá-las, infelizmente, tendem a tornar-se movimentos escravizadores na verdade.
 Toda ação militar deve ser feita estritamente de acordo com a carta e o espírito da Carta das Nações Unidas, pela qual, na situação contemporânea, a conduta das nações deve ser governada”.
(Discurso proferido durante a Terceira Assembléia geral do CMI, realizada em Nova Delhi, Índia, em 1961.).
Os discursos acima mostram claramente o objetivo do CMI, de implantar no mundo um governo internacional. 
À luz da Palavra de Deus, tal objetivo reveste-se de significativa importância, pois as profecias bíblicas falam claramente de um governo mundial que se levantará nos últimos tempos.
Muitos outros pronunciamentos oficiais do CMI deixam bem claro que as providências estão sendo tomadas nesse sentido político. 
O mesmo orador disse ainda que “as igrejas deveriam exortar os governos a se desincumbirem da totalidade de suas responsabilidades... 
As nações precisam anular progressivamente aqueles aspectos de soberania que tem a verdadeira comunidade internacional é requerida no mundo de hoje para assumir”.

Importância Da Ressurreição De Cristo / Que Esperança Há Para Os Humanos?

Importância da ressurreição.    
Em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos; Tito 1:2  Que esperança há em vós?  
Em geral os gregos da época acreditavam na imortalidade da alma, mas não na ressurreição do corpo humano. Como muitos hoje também, também. Haja visto as muitas religiões que se tem. 
Para eles a ressurreição do corpo era coisa inimaginável devido ao fato de que consideravam o corpo como a fonte da fraqueza e pecado humanos.
Importância Da Ressurreição De Cristo 
Que esperança há em vós?
Em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos; Tito 1:2. Que esperança há em vós?
Em geral os gregos da época acreditavam na imortalidade da alma, mas não na ressurreição do corpo humano. Como muitos hoje também, também. Haja visto as muitas religiões que se tem postado contra. 
Para eles a ressurreição do corpo era coisa inimaginável devido ao fato de que consideravam o corpo como a fonte da fraqueza e pecado. 
A morte, portanto, seria bem-vinda, segundo eles, achavam que através dela a alma seria libertada do corpo, que só servia para pecar. 
Mas a ressurreição não era bem-vinda, porque isto constituiria outra descida da alma à sepultura por causa do corpo que morreria depois obviamente. 
Foi esse o ceticismo que Paulo enfrentou em Atenas quando passou por lá evangelizando.
 (Conforme Atos 17:31, 32, Que diz; porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos. E, como ouviram falar da ressurreição dos mortos, uns escarneciam, e outros diziam: Acerca disso te ouviremos outra vez. 
E assim Paulo saiu do meio deles).
Nós cristãos enfrentamos até hoje no mundo moderno dos filósofos. 
“Há vinte séculos que as risadas do Areópago continuam ecoando quando riam de Paulo". 
O que você pensa da ressurreição do corpo Paulo você está delirando? 
Os problemas de Corinto dentro da igreja cristã eram muitos. Os crentes tinham aceitado a ressurreição, pelo menos a de Cristo, mas sob a influência da filosofia grega, alguns duvidavam da ressurreição física dos demais cristãos.
Portanto, o Apóstolo escreveu combatendo essa fraqueza doutrinária que os lideres estavam se deixando 
levar. Qual a esperança que há em vós? Morreu acabou? O método de Paulo era positivamente claro.
Primeiro ele examina a certeza da ressurreição, desenvolvendo a necessária conexão entre a ressurreição de Cristo e a dos crentes aqui no capitulo em foco (1 Cor 15. 1-34).  
E continuou depois com um exame de certas objeções ( dos vs. 35 -57). 
E depois concluiu com um apelo;
 (v. 58 Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor).                   
E introduz o novo assunto, de que a ressurreição é uma parte integral do evangelho. 
Sois salvos disse ele(gr., no tempo presente) isso pode se referir à salvação do crente do poder do pecado ou pode ser também referente à salvação diária dos habitantes de Corinto conforme recebiam a mensagem e se filiavam à igreja naquele lugar. 
Qual a esperança que há  em vós? 
Crido em vão? 
O apóstolo quer dizer, que a fé que não persevera, ou que a fé acomodada em uma ressurreição implícita do Messias seria sem base, caso a mensagem da ressurreição de Cristo não fosse verdadeira, e que segundo as escrituras se estendem a todos quantos crescem no evangelho. Eles não criam.              
Se Cristo não fosse crucificado e ressuscitado, a salvação seria impossível para nós humanos.                   (Conforme versos 3,4 que diz; 
Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras).  Não estamos falando de uma salvação num pós-purgatório, como dizem alguns dogmas da cristandade. Antes de tudo disse (lit. entre as primeiras coisas) refere-se à importância, não ao tempo.                       A substância da mensagem de Paulo estava contida em quatro quês (E.R.C.) depois da palavra recebida, e eles incluem; 
1 - Que teve a morte de Cristo Ele morreu.
2 - Que teve seu sepultamento.
3 - Que ressuscitou ao terceiro dia. 4 - Que apareceu para os crentes seus discípulos. Essas coisas moldam o nosso Evangelho hoje, e nos dá toda esperança de que precisamos para vida eterna.
Morreu Pelos nossos pecados, segundo as Escrituras; (Que escrituras)? 
Deve ser entendido à luz de passagens tais como Isaías 53.  A preposição (pelos) (gr. hyper, que os modernos gramáticos atualmente reconhecem, e isso não tem a ver com religião, é obrigação que os mestres tem de interpretar textos, pode indicar substituição) sugere Sua morte em nosso lugar. (Por todo o mundo). 
A palavra sepultado aparece aqui como a única referência ao Seu sepultamento fora dos Evangelhos, com exceção das Palavras de Paulo em; Atos 13:29; E, havendo eles cumprido todas as coisas que dele estavam escritas, tirando-o do madeiro, o puseram na sepultura; (cons. Atos 2:29; Homens irmãos, seja-me lícito dizer-vos livremente acerca do patriarca Davi, que ele morreu e foi sepultado, e entre nós está até hoje a sua sepultura.(Davi foi colocado numa sepultura morto);Sendo, pois, ele profeta, e sabendo que Deus lhe havia prometido com juramento que do fruto de seus lombos, segundo a carne, levantaria o Cristo, para o assentar sobre o seu trono. Nesta previsão, disse da ressurreição de Cristo, que a sua alma não foi deixada no inferno, nem a sua carne viu a corrupção. Atos 2:29-31. Isso destrói a fraca teoria da síncope de nosso Senhor. Ele realmente morreu, desceu a mansão dos mortos e ressuscitou ao terceiro dia. E naturalmente isso nos conduz à sepultura vazia, como testemunha da Ressurreição que já mais foi eficientemente refutada pelos céticos da Bíblia. 
Ressuscitou, na gramática (tempo perfeito), implica em resultados permanentes. 
E apareceu introduz uma evidência fora das Escrituras do N.T.  A referência à maioria que sobreviveu tem um imenso valor apologético.  
A história da ressurreição era incontestável, até onde sabemos, vinte e cinco anos depois se comentava a apologéticas testemunhas! 
A aparição da qual se refere o texto pode ser a de Mt. 28:16-20. 
E os onze discípulos partiram para a Galiléia, para o monte que Jesus lhes tinha designado. E, quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram. E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.  
Este Tiago do qual fala era provavelmente o irmão do Senhor e está aparição pode tê-lo feito crer em Cristo (conforme . Jo. 7:5; Atos 1:14).
Como por um nascimento fora do tempo ele defende a sua fé como Apostolo (lit.) não se refere às zombarias dos seus inimigos, nem ao fato dele ter vindo a Cristo antes de sua nação, Israel, a qual virá a Cristo no futuro (conforme. Rom. 11:1-36).
O porquê do versículo seguinte explica. 
Paulo se considera, comparado com os outros apóstolos, como uma criança abortiva que nasce num tempo fora do comum. Isso é entre crianças perfeitamente fornadas, porque ele foi tido no seu papel de perseguidor ao de apóstolo.  Os outros responderam ao chamado amoroso do Salvador, mas o chamado de Paulo na Estrada de Damasco teria sido quase o elemento da força em si. 
Portanto, ele fala da magnifica a graça de Deus que veio a ele mesmo sem ele querer. (cons. E.f. 3:8; I Tim. 1:15). Trabalhei muito mais do que todos eles. 
Isso aqui tem sentido ambíguo. Pode se referir aos outros apóstolos individualmente ou coletivamente. O último deve ser o certo, pois a história secular parece apoiá-lo mais neste caso. Sob nenhuma circunstância o apóstolo enfatiza que tenha crédito pessoal por causa disso. 
(Assim pregamos), ele liga a Ressurreição com a mensagem apostólica. 
(E assim crestes) liga os habitantes de coríntios com a fé na ressurreição de Cristo. 
Tomando a fé deles na ressurreição do Senhor como ponto de partida, Paulo prova agora que isto logicamente envolve a fé na ressurreição física de todos os outros, que estão nele em Cristo (vs. 12-19). 12,13. O fato da ressurreição de Cristo envolve a crença na ressurreição física de nós humanos que cremos. Não há nenhuma necessidade de discutir a ressurreição, uma vez que um já foi ressuscitado. Está óbvio que o argumento de Paulo se volta para a humanidade de Cristo, o Cristo humano (conforme. I Tim. 2:5, "o homem Cristo Jesus"). 
Vã. Significa sem conteúdo (gr. kenos). 
Se não houvesse ressurreição, o Evangelho estaria vazio de qualquer conteúdo verdadeiro.
 E a fé dos habitantes de Coríntios não estaria de posse de um fato real, tudo não passava de miragem. Mais ainda, se não houvesse ressurreição, os proclamadores do Evangelho seriam falsas testemunhas diante de Deus. 
Vã, aqui, traduz também um outro adjetivo, significando "sem alvo ou efeito útil" (gr., matai-os). 
Se Cristo não tivesse ressuscitado, a fé dos coríntios teria deixado de atingir o seu fim ou o alvo, isto é, a salvação.             
 Não teriam certeza se Ele não morreu pelos Seus próprios pecados. 
A Ressurreição foi necessária para demonstrar a perfeição do caráter do Redentor Jesus (conforme. Atos 1:24) e para demonstrar que o Pai aceitou a obra do Filho (cons. Rom. 4:25). 
A ressurreição foi o Amém" de Deus ao "Tudo está consumado" de Cristo.                                                 Olhamos para a cruz nós vemos a redenção realizada, vemos a Ressurreição e sabemos que a redenção foi aceita.  Sem a ressurreição, os crentes que pensaram estar morrendo em Cristo, na expectativa da bênção da ressurreição, estriam todos perdidos (de forma enfática).
A amarga conclusão é que a negação da ressurreição faz dos cristãos os mais infelizes de todos os homens. Sem esperança.                        
 Sofreríamos aqui e agora por uma fé que não passa de uma ficção, caso a ressurreição de Cristo não se estendesse a nós os que cremos (cons. Rm. 8:18). 
Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. 
Más de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. 1 Coríntios 15:19,20 Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós. Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis; porque eu vivo, e vós vivereis. 
Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós. João 14:18-20. 
Há esperança e recompensa para vós os que crestes. Creia em Cristo. 

Israel Na Grande Tribulação / O Holocausto Foi Mentira?

Israel sempre foi um povo sofrido, desde os tempos de Abraão, Isaque, e Jacó. Sua sobrevivência sempre esteve ameaçada por muitos povos vizi...