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ISRAEL SERÁ JULGADO Mt 25.31-32?


O que é o julgamento das nações?

JULGAMENTO DAS NAÇÕES.
 As Escrituras descrevem diversos julgamentos escatológicos diferentes, incluindo o julgamento entre “ovelhas e bodes”, o Tribunal de Cristo e o julgamento diante do Grande Trono Branco.
Estes julgamentos ocorrem em momentos diferentes e aplicam -se a diferentes grupos.
O salmista referiu-se a um destes eventos, quando declarou: “Levanta-te, Senhor!
 Não prevaleça o homem; sejam julgadas as nações perante a tua face” (SI 9.19).
A Bíblia fala sobre quando e onde ocorrerá este julgamento das nações. E ainda descreve os participantes, a razão do julgamento e os propósitos de Deus para ele. 0 MOMENTO D0 JULGAMENTO.
 Em Relação à Segunda Vinda Segundo o profeta Joel, este julgamento das nações ocorre juntamente com “o grande e terrível Dia do Senhor”.
Joel, evidentemente, estabelece que tal julgamento ocorrerá perto do fim da Tribulação e do início do Reino messiânico (J1 2.31). Mais especificamente, Joel afirma que o julgamento acontecerá quando Judá e Jerusalém tiverem sua “sorte transformada” (J1 3.1-2).
Comentários acerca da restauração da sorte de Israel são freqüentemente utilizados com referência ao reino milênial, que passará a existir após o retorno em poder e glória do Senhor Jesus Cristo (Ez 39.25; A m 9.14- 15).
 Isto traz a informação de que o julgamento ocorre depois da segunda vinda, pois só então Israel receberá estas bênçãos.
Em seu discurso profético no monte das Oliveiras, o Senhor Jesus também relacionou o acontecimento a sua segunda vinda.
Disse que a reunião das nações para o julgamento seria após Ele vir em majestade com os santos anjos e assentar-se no trono da sua glória (M t 25.31-32).
Em Relação ao Reino Milênial.
 O julgamento das nações acontece antes do início do reino m ilenial.
O resultado do julgam determina a entrada ou não de cada nação no Milênio.
Daniel 12.11-12 refere-se a um período de até 75 dias entre a segunda vinda e o início efetivo do
 Milênio.
Na passagem, Daniel diz que quem perseverar até o dia de número 1.335 será bem-aventurado. Cremos que esta bênção é o privilégio de entrar no Reino Messiânico, que começará naquele mesmo momento.
 O julgamento das na­ções ocorre logo antes do reino milênial; portanto, não deve ser confundido com o julgamento diante do Grande Trono Branco, que acontece após os mil anos do reinado de Cristo (A p 20.11-15).
0 LOCAL DO JULGAMENTO.
 Considerando que o julgamento das nações ocorrerá após a segunda vinda, é evidente que tudo se dará na terra, pois o Senhor Jesus afirmou que o julgamento ocorreria após sua volta à terra (M t 24-27- 31; 25.31-32).
O profeta Joel disse de forma explícita que as nações seriam reunidas para o julgamento no “Vale de Josafá” (J1 3.2,12).
Alguns estudiosos identificam este lugar como o Vale de Cedrom, perto de Jerusalém.
Outros entendem ser o lugar onde Deus livrou o rei Josafá, derrotando uma coalizão de inimigos
(2 Cr 20).
O mais provável é que o nome (que significa “Jeová julga” ) tenha um significado simbólico.
 Este será o local em Israel onde o Senhor Jesus, recém-chegado, reunirá as nações a fim de julgá-las. Possivelmente, refere-se a um local futuro que passará a existir a partir das mudanças topográficas que ocorrerão em Israel com a segunda vinda (Zc 14-4). Deverá ser um local próximo de Jerusalém. OS PARTICIPANTES DO JULGAMENTO.
Aquele que Julga,O Juiz que preside todos os julgamentos no fim dos tempos é o Senhor Jesus Cristo. De acordo com o próprio Senhor, o Pai encarregou o Filho de realizar todos os julgamentos.
Ele julgará com justiça e conforme a vontade do Pai.
Aqueles que São Julgados Tanto Joel 3 como Mateus 25 declaram que as “nações” são reunidas perante o Senhor. A palavra traduzida por “nações” tam ­ bém significa “gentios”. Esta última opção de tradução é a mais comum em todo o NT.
Normalmente, refere-se a pessoas que não pertencem à nação escolhida de Israel. Por esse motivo, seria provavelmente mais correto chamarmos o evento de “julgamento dos gentios”, porque estes estão em contraste com o povo da aliança nos dois textos.
 Este julgamento, no entanto, não inclui todos os gentios que já viveram, mas somente aqueles que estiverem vivos quando Cristo vier pela segunda vez.
A palavra “gentio” aplica-se a vivos, não a mortos.
A s passagens que falam sobre o julgamento não dizem nada a respeito de morte ou ressurreição.
Os gentios que estiverem vivos à época da segunda vinda serão julgados por seus atos logo antes da volta de Cristo (J1 3.2-3; M t 25.35-40).
AS RAZÕES DO JULGAMENTO.
 Quando as pessoas comparecem diante do Senhor Jesus, seu destino eterno não está sendo determinado.
A participação ou não no Reino de Deus é definida durante a vida na terra, e não durante o julgamento por Cristo. Jesus disse claramente a Nicodemos que, para entrar no Reino dos céus, era necessário nascer de novo (Jo 3.5).
 Entrar no reino (salvação) não é algo que se consegue realizando boas obras (T t 3.5; Ef 2.8-9), mas tão-somente pela fé em Cristo (Jo 3.16; Rm 3.20-30; G1 2.16).
 A salvação é sempre um presente de Deus, recebido quando confiamos em Jesus.
Durante os sete anos da Tribulação, todos nesta terra ouvirão a verdade do evangelho de Cristo (M t 24.14).
 Apesar de os 144-000 saírem à frente na proclamação do evangelho, milhões de crentes testemunharão de sua fé em Jesus Cristo (Ap 7.4- 17).
 Podemos, então, estar certos de que, quando os gentios vivos comparecerem perante Jesus para este julgamento, eles já terão ouvido o evangelho e assim terão recebido ou rejeitado a oferta da salvação. A condição interna, espiritual, dos gentios é exteriorizada pela forma como tratam Israel durante a Tribulação. Esta é uma verdadeira prova de virtude, tendo em vista a intensa perseguição sofrida pelos judeus durante a segunda metade da Tribulação.
Os judeus, for­çados a fugir da morte e do extermínio, não terão como cuidar de si mesmos.
Os gentios piedosos, ainda que correndo grande risco, darão alimento e abrigo ao povo da aliança,além de muitos outros atos generosos,como jé se fazem hoje,no caso da guerra.
Jesus chama estes gentios de justos (Mt 25.3).
A s boas ações que fazem para Jesus confirmam esta designação.
 Estes gentios justos (as “ovelhas” ), porém, ficam confusos por não se lembrarem de nada que tivessem feito a Jesus.
O Senhor explica-lhes que, ao fazerem boas ações “a um destes meus pequeninos irmãos”, estavam na verdade fazendo a Ele próprio (M t 25.40).
Os “irmãos” de Jesus não se referem à humanidade em geral, mas aos judeus que são verdadeiramente crentes e vítimas da perseguição inspirada por Satanás.
Os gentios justos serão recebidos no reino do Milênio pelo Rei.
 São justos por terem sido salvos pela graça, mas sua justiça é evidenciada pelo cuidado dispensado aos “irmãos” de Jesus durante aqueles dias terríveis.
Semelhantemente, as ações dos injustos (“bodes”) revelam sua verdadeira condição espiritual.
Sua resistência à mensagem do evangelho é demonstrada por seu anti-semitismo.
Jesus também os acusará por se terem recusado a dar ajuda e assistência a seus “irmãos” durante a Grande Tribulação (M t 25.45).
Maltratar os “irmãos” de Jesus é uma prova de que eles não são justos. D evem, portanto, ser impedidos de entrar no reino do Milênio.
0S PROPÓSITOS D0 JULGAMENTO.
 Demonstrar o Caráter de Deus ;
O ser humano terá de finalmente enxergar e reconhecer que o Senhor é Deus.
Os julgamentos registrados nas Escrituras revelam que todas as criaturas, mais cedo ou mais tarde, dobrarão os joelhos e aceitarão sua justa posição de submissão ao Deus Criador (Fp 2.9-11; Jo 5.22-23).
Quando se encerrarem os julgamentos, nenhuma criatura ousará falar mal do caráter do único Deus. O julgamento dos gentios contribuirá para este importante fim.
Garantir Acesso aos Justos ;
Os gentios justos serão recebidos no Reino de Jesus, o Messias, quando Ele lhes disser para “ [possuir] por herança” o reino (M t 25.34).
 Estes gentios salvos serão recebidos com júbilo no Reino do Messias.
 Nas Escrituras, “possuir por herança” está condicionado às boas obras de um indivíduo após a salvação.
Herdar o reino não inclui apenas entrar no reino durante o Milênio, mas também receber recompensas.
Julgar os ímpios;
 Assim como acontece às “ovelhas” justas, os atos dos “bodes” ímpios evidenciam sua verdadeira situação espiritual (Mt 25.41-46; J13.2-3).
 Eles são impedidos de entrar no glorioso Reino do Messias e são enviados para serem eternamente punidos, Estes sofrerão perpétua punição: o fogo eterno que fora feito para Satanás e seus anjos (M t 25.41).
 Os “bodes” mostram sua rejeição ao evangelho quando se recusam a auxiliar os “irmãos” de Jesus durante a Grande Tribulação.
São responsáveis por trazer grande sofrimento aos judeus, forçando-os a abandonar a Terra Prometida, dividindo o território e escravizando o povo.
 A o serem julgados, esses gentios ímpios terão de dobrar os joelhos diante daquele a quem rejeitaram e trataram com desprezo.
DEUS TUDO VÊ E CONHECE .
Os homens são, perante Deus, responsáveis pelo que fazem com sua verdade e seu povo.
Algum as pessoas poderiam pensar que Deus não as está vendo, mas as Escrituras deixam claro que Ele conhece tudo o que o homem faz e diz.
O homem será recompensado ou punido de acordo com os padrões de Deus, o que vale para os gentios que estiverem vivos durante a Grande Tribulação. Eles comparecerão perante o Rei em sua segunda vinda, quando serão recebidos ou excluídos do Reino do Messias.

O QUE ACONTECERÁ COM TODAS AS NAÇÕES NO MINLÊNIO ?


No Milênio, as nações perderão a noção bélica, a estratégia da guerra: serão um povo pacífico, a desfrutar de grandes privilégios espirituais.
Com o estabelecimento do Milênio, haverá o chamado julgamento das nações, Mt 25.31-34. Uns serão colocados à esquerda do Senhor, enquanto outros à sua direita, cada grupo conforme seu destino, vv 37-46.
Por certo a base do julgamento será o trato que deram aos judeus, o povo de Deus. Aí chegou a hora de serem as obras pesadas em balança fiel e justa: ''Pesados, foram achados em falta..." É certo que durante o Milênio, muitos povos (nações) procurarão o favor do Senhor por meio dos judeus, Is 2.3; Mq 4.12.
 "As nações caminharão à sua luz, e todos os reis da terra (aqui inclui os governos) lhe trarão glória", Ap 21.24, nos Salmos, em Isaías e na maioria dos profetas, encontramos indícios do reino Messiânico.
 A época do reino de Cristo será, realmente, maravilhosa, pois todos os poderosos da terra virão prostrar-se ante Ele, trazendo honra e glória. Hoje muitos desprezam o Senhor Jesus, mas chegará o dia em que todo o joelho há de dobrar-se diante dele, Fl 2.11.
Nesse tempo haverá profundo conhecimento espiritual, segundo a revelação da glória de Deus, Is 2.11; 11.9; Zc 14.9; Mq 2.13.
O muito importante no Milênio é que as nações perderão a noção bélica, a estratégia da guerra: serão um povo pacífico que transformará a terra inteira numa imensa cultura de mantimentos, Mq 4.3,4; Is 2.4; Jl 3.18; Jr 31.12. Oportunamente, perguntará alguém:
Haverá salvação durante o Milênio?
Respondemos:
Por certo que sim, porque o Milênio é um tempo probatório, uma dispensação material durante a qual Deus vai provar os que nela nasceram, dando-lhes conhecimentos especiais para serem salvos. Está escrito: 
"Naquele dia (no Milênio), diz o Senhor: Congregarei o que coxeia..." Congregarei ao Senhor fala de salvação.
 Os gentios procurarão a face do Salvador: "As ilhas de longe me procurarão,", os gentios me procurarão. Embora a profecia abranja também a pregação do Evangelho em nossos dias, aqui se refere ao Milênio, porque durante essa época, as nações que restarem vão suplicar o favor do Senhor, Zc 8.20- 22. Haverá bênção e salvação da parte do Senhor, Zc 8.13. 
Como será majestoso aquele dia quando o Senhor se assentar no trono da sua glória, tendo todos os povos humilhados diante dele! 
A cidade de Jerusalém terrestre será cabeça: nela estará a cheia do Governo, e Cristo estará no trono de sua glória, em esplendor e majestade, rodeado de seus santos: "Quando vier o Filho do homem na sua glória, e todos os santos com Ele", Mt 25.31; "E verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória", Mt 24.30. 
Ezequiel descreve em cores vivas o período milenar em Jerusalém, dizendo: "Produzirá novos frutos todos os meses, porque as suas águas saem do santuário; e o seu fruto servirá de comida, e as folhas de remédio...", Ez 47.12. E João conclui: Será para a saúde das nações...", Ap 22.2. Naquela época haverá novos frutos em todo o tempo. 
As nações que restarem serão grandemente beneficiadas durante o período milenar e gozarão de grandes privilégios espirituais, 
Ap 21.26. Mas, no fim do reino Messiânico, Satanás será solto, para que as nações sejam provadas (aquelas que durante séculos gozaram as bênçãos de Deus, uma terra farta e sem enfermidades malignas) quanto á sua fidelidade à bondade do Senhor.
 Infelizmente o Maligno encontrará lugar no arcano do coração humano, fazendo com aqui os homens a eles se unam contra o Senhor, Ap 20.7-10.
 Estes serão, certamente,as criaturas que nasceram no Milênio, mas as que não aceitaram o conhecimento da glória de Cristo nem o seu governo, Is 65.20; Zc 14.17,18. Após a destruição total do mal, 
Cristo dominará com poder e entregará o reino ao Pai, ICo 15.23. 
A morte será para sempre destruída e lançada no lago de fogo, para onde também irão todos os poderes infernais, Ap 20.14, juntamente com todos os incrédulos, os que não quiseram Deus desde a fundação do mundo até aqueles dias, Ap 20.11-13. 
Não devemos confundir o julgamento das nações com o julgamento final. O julgamento das nações julga pessoas vivas, na Jerusalém terrestre, que receberão suas recompensas segundo as determinações do Juiz, mas que continuarão vivendo, uns debaixo da bênção, Mt 25.34, vida eterna e salvação em suas asas, Ml 4.2, enquanto que os ímpios, ainda os de muitos anos, serão amaldiçoados, devido à sua incredulidade, Is 65.20; Mt 25.41. 
Estes certamente são os que, mesmo desfrutando de todas as bênçãos mileniais e da presença da glória de Deus, não creram por causa do endurecimento de seus corações. 
No final do Milênio, eles se rebelarão contra o Senhor Jesus e contra o Deus Todo poderoso, instigados por Satanás. 
Que Deus nos dê sua graça, para permanecermos firmes e desfrutarmos com Cristo de todas as bênçãos celestiais! Ef 1.3. Amém.
http://www.luiz98738blogspot.com.br/search?q=JULGAMENTO+DAS+NA%C3%87%C3%95ES

NO MILÊNIO GOVERNO DE CRISTO,COMO ESTARÃO AS NAÇÕES?

Haverá guerras no milênio?

No Milênio, as nações perderão a noção bélica, a estratégia da guerra: serão um povo pacífico, a desfrutar de grandes privilégios espirituais.
Com o estabelecimento do Milênio, haverá o chamado julgamento das nações, Mt 25.31-34. Uns serão colocados à esquerda do Senhor, enquanto outros à sua direita, cada grupo conforme seu destino, vv 37-46.
Por certo a base do julgamento será o trato que deram aos judeus, o povo de Deus.
Aí chegou a hora de serem as obras pesadas em balança fiel e justa:
''Pesados, foram achados em falta...
" É certo que durante o Milênio, muitos povos (nações) procurarão o favor do Senhor por meio dos judeus, Is 2.3; Mq 4.12. "As nações caminharão à sua luz, e todos os reis da terra (aqui inclui os governos) lhe trarão glória", Ap 21.24, nos Salmos, em Isaías e na maioria dos profetas, encontramos indícios do reino Messiânico.
A época do reino de Cristo será, realmente, maravilhosa, pois todos os poderosos da terra virão prostrar-se ante Ele, trazendo honra e glória. Hoje muitos desprezam o Senhor Jesus, mas chegará o dia em que todo o joelho há de dobrar-se diante dele, Fl 2.11.
 Nesse tempo haverá profundo conhecimento espiritual, segundo a revelação da glória de Deus, Is 2.11; 11.9; Zc 14.9; Mq 2.13.
O muito importante no Milênio é que as nações perderão a noção bélica, a estratégia da guerra: serão um povo pacífico que transformará a terra inteira numa imensa cultura de mantimentos, Mq 4.3,4; Is 2.4; Jl 3.18; Jr 31.12.
Oportunamente, perguntará alguém: Haverá salvação durante o Milênio? Respondemos: Por certo que sim, porque o Milênio é um tempo probatório, uma dispensação material
durante a qual Deus vai provar os que nela nasceram, dando-lhes conhecimentos especiais para serem salvos. Está escrito:
"Naquele dia (no Milênio), diz o Senhor:
Congregarei o que coxeia..." Congregarei ao Senhor fala de salvação.
Os gentios procurarão a face do Salvador:
"As ilhas de longe me procurarão,", os gentios me procurarão. Embora a profecia abranja também a pregação do Evangelho em nossos dias, aqui se refere ao Milênio, porque durante essa época, as nações que restarem vão suplicar o favor do Senhor, Zc 8.20-22. Haverá bênção e salvação da parte do Senhor, Zc 8.13.
 Como será majestoso aquele dia quando o Senhor se assentar no trono da sua glória, tendo todos os povos humilhados diante dele!
A cidade de Jerusalém terrestre será cabeça: nela estará a cheia do Governo, e Cristo estará no trono de sua glória, em esplendor e majestade, rodeado de seus santos: "Quando vier o Filho do homem na sua glória, e todos os santos com Ele", Mt 25.31; "E verão vir o Filho do homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória", Mt 24.30. Ezequiel descreve em cores vivas o período milenar em Jerusalém, dizendo: "Produzirá novos frutos todos os meses, porque as suas águas saem do santuário; e o seu fruto servirá de comida, e as folhas de remédio...", Ez 47.12.
E João conclui: Será para a saúde das nações...", Ap 22.2. Naquela época haverá novos frutos em todo o tempo. As nações que restarem serão grandemente beneficiadas durante o período milenar e gozarão de grandes privilégios espirituais, Ap 21.26.
Mas, no fim do reino Messiânico, Satanás será solto, para que as nações sejam provadas (aquelas que durante séculos gozaram as bênçãos de Deus, uma terra farta e sem enfermidades malignas) quanto á sua fidelidade à bondade do Senhor. Infelizmente o Maligno encontrará lugar no arcano do coração humano, fazendo com aqui os homens a eles se unam contra o Senhor, Ap 20.7-10. Estes serão, certamente,as criaturas que nasceram no Milênio, mas as que não aceitaram o conhecimento da glória de Cristo nem o seu governo, Is 65.20; Zc 14.17,18.
Após a destruição total do mal, Cristo dominará com poder e entregará o reino ao Pai, ICo 15.23.
A morte será para sempre destruída e lançada no lago de fogo, para onde também irão todos os poderes infernais, Ap 20.14, juntamente com todos os incrédulos, os que não quiseram Deus desde a fundação do mundo até aqueles dias, Ap 20.11-13.
Não devemos confundir o julgamento das nações com o julgamento final. O julgamento das nações julga pessoas vivas, na Jerusalém terrestre, que receberão suas recompensas segundo as determinações do Juiz, mas que continuarão vivendo, uns debaixo da bênção, Mt 25.34, vida eterna e salvação em suas asas, Ml 4.2, enquanto que os ímpios, ainda os de muitos anos, serão amaldiçoados, devido à sua incredulidade, Is 65.20; Mt 25.41.
 Estes certamente são os que, mesmo desfrutando de todas as bênçãos milêniais e da presença da glória de Deus, não creram por causa do endurecimento de seus corações.
 No final do Milênio, eles se rebelarão contra o Senhor Jesus e contra o Deus Todo poderoso, instigados por Satanás. Que Deus nos dê sua graça, para permanecermos firmes e desfrutarmos com Cristo de todas as bênçãos celestiais! Ef 1.3. Amém.

O JULGAMENTO DO TRONO BRANCO.


O julgamento do trono branco

A idéia de um único julgamento geral ao fim dos tempos é incompatível com a revelação bíblica. Paul Van Gorder (p. 1) observa: “A crença popular de que haverá ;
apenas um ju­izo final, em que toda a humanidade comparecerá, é uma ideia estranha aos ensinos da Palavra de Deus.
Juízo vindouro?
Sem a menor dúvida!
Um julgamento geral? Jamais!”
Ao longo do AT, os julgamentos de Deus estão associados ao Dilúvio, à destruição de Sodoma e à queda de várias nações, inclusive de Israel e de Judá.
No NT, os juízos de Deus manifestam-se em oito áreas.
Na Palavra de Deus, os julgamentos são bastante amplos.
Três dos oitos julgamentos não estão relacionados ao plano escatológico de Deus, os quais são: o julgamento da cruz (Jo 5.24; Rm 5.9; 8.1; 2 Co 5.21; G13.13; Hb 9.26-28; 10.10,14-17),
O julgamento sobre o crente que está sendo disciplinado (1 Co 11.31-32; Hb 12.5-11)
E  o autojulgamento do crente (1 Co 11.31; 1 Jo 1.9).
 Os outros cinco juízos possuem implicações escatológicas:
o julgamento das obras dos crentes no Tribunal de Cristo (2 Co 5.10).
O julgamento da nação de Israel (Ez 20.37-38; Zc 13.8-9).
 O julgamento das nações (Is 31.1-2; J1 3.11-16; Mt 25.31-46).
 O julgamento dos anjos caídos (Jd 6).
 E o julgamento diante do Grande Trono Branco (Ap 20.11-15).
1. A Cruz.
No calvário,Jesus experimentou o juízo de Deus sobre os pecado do mundo.
   Ele morreu no lugar dos pecadores, substituindo-os. “Cristo nos resgatou maldição da lei, fazendo-se maldição por nós, porque está escrito:
Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro” (G1 1,1 ).
 A cruz foi um juízo de Deus sobre os pecados do mundo para quem acredita.
As Recompensas dos Crentes
1.(coroa incorruptível 1 Coríntios 9.25 2.
Coroa da justiça 2 Timóteo 4.8.
Coroa da vida Apocalipse 2.10 4.
Coroa de glória 1 Pedro 5.4 5.
Coroa de júbilo 1 Tessalonicenses 2.19 2.
 O Autojulgamento.
Antes de julgar um cristão pelo pecado em sua vida, Deus lhe dá a oportunidade de lidar com o problema.
 Ao explicar o motivo de doenças e mortes entre os membros da igreja em Corinto, Paulo ressaltou o juízo de Deus contra o pecado (1 Co 11.30).
 E então explicou:
“Porque, se nos julgássemos a nós mesmos, não seriamos julgados” (1 Co 11.31).
3. Castigo.
Na maior parte das vezes, adversidades e enfermidades não resultam de pecado na vida do crente, mas às vezes sim.
As Escrituras tratam o caso como castigo de Deus sobre seus filhos (Hb 12.5-11), o qual pode ser evitado se os crentes julgarem a si mesmos.
 4- O Tribunal de Cristo.
Algumas vezes, este julgamento é chamado de tribunal bema (grego). “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal” (2 Co 5.10). ]
  No bema, Deus julgará as obras dos crentes, e não seus pecados. Estes foram expiados completamente por Jesus e Deus não se lembra mais deles (Hb 10.17).
  No bema, todas as obras serão avaliadas segundo suas intenções e resultados. Visto que Deus é justo, Ele não pode deixar de examinar as nossas obras, sejam boas ou más.
]   O Tribunal de Cristo é muitas vezes tratado como parte das doutrinas sobre recompensas para os cristãos.
 Não se trata de um julgamento para determinar se os crentes entrarão no céu, mas para avaliar a quantidade e a qualidade dos serviços prestados na terra.
  Sendo fiéis a Cristo, os cristãos serão recompensados. Nem todos receberão a mesma recompensa. Os serviços prestados ao reino serão testados para determinar a extensão desta recompensa.                         Possivelmente, alguns terão muito pouco com que entrar no céu além da salvação (1 Co 3.12-15).
   A Bíblia também ensina, que podemos perder parte da recompensa anteriormente adquirida. Portanto, é importante que o crente continue a servir fielmente a Cristo mesmo após ter ganhado um prêmio (2 Jo 8).
Essas recompensas são, às vezes, identificadas como “coroas” na Bí­ blia (leia o verbete “Coroas”). Não raro, o Tribunal de Cristo é retratado como um lugar de lágrimas e remorso para alguns crentes, por causa de sua infidelidade e pecado.
 Entretanto, mesmo aqueles que forem minimamente recompensados certamente se regozijarão. Paulo lembra-nos: “Portanto, nada julgueis antes de tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas e manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá de Deus o louvor” (1 Co 4-5).
  5. O Julgamento das Nações Gentílicas. Com a segunda vinda de Cristo, todas as nações do mundo comparecerão perante Ele para serem julgadas (Mt 25.32).
A  cena descrita na Bíblia como uma separação entre bodes e ovelhas.
 Este julgamento fundamenta-se no tratamento dispensado àqueles que Cristo identifica como “um destes meus pequeninos irmãos” (Mt 25.40,45).
   Estes podem ser (1) Israel,e das nações.
 A. Israel. Algumas pessoas acreditam que a base deste julgamento seria o tratamento dispensado aos judeus.
Se for o caso, as ovelhas serão os povos das nações que procuraram ajudar os judeus. Os demais — aqueles que perseguiram os judeus ou ignoraram seus apuros — serão os bodes.
  Tal interpretação está de acordo com a promessa de bênçãos da aliança abraâmica para aqueles que abençoarem a semente de Abraão. B. A Igreja.
 Alguns comentaristas defendem que os irmãos de Jesus são, na verdade, n Igreja. Jesus disse: "Porque qualquer que fizer a vontade de meu Pai celeste, esse é meu irmão, irmã e mãe” (Mt 12.50). Neste caso, o tratamento dispensado às igrejas e aos crentes será a base deste julgamento. C. Os Oprimidos. Ao longo de toda a Bíblia, Deus é descrito como Protetor daqueles que não podem se defender sozinhos.
  Alguns estudiosos sugerem que Deus julgará as nações com base na proteção que cada uma ofereceu aos oprimidos e desamparados em suas respectivas sociedades. Isto incluiria os pequeninos, os idosos, os pobres e os ainda não-nascidos.
 6. Tribulação. Durante a Grande Tribulação, Deus derramará três grupos principais de juízos sobre o mundo (os selos, as trombetas e as taças).
  O primeiro grupo acompanha o rompimento dos sete selos que fecham um pergaminho (um livro), que bem pode ser o título de propriedade do mundo.
  A segunda série de juízos vem junto com o som de sete trombetas. Por fim, um grupo final ocorre quando sete anjos derramam taças da ira de Deus sobre a terra (veja os verbetes “Selos de Juízo” , “Trombetas de Juízo” e “Taças de Juízo”).
7. O Julgamento do Grande Trono Branco. 
Com o fim do reino milenial de Cristo, os mortos não salvos comparecerão perante o trono de Deus para serem julgados.
diz a Biblia“E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros. E abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.” (Ap 20.12)
 Este julgamento não dá a entender que as pessoas poderão ir para o céu ou para o inferno por causa de suas obras.
 Todos os que são julgados perante o Grande Trono Branco. serão destinados ao Inferno, pois rejeitaram a Deus.
  O julgamento do Grande Trono Branco determinará o grau de punição a ser enfrentado pelas pessoas que rejeitaram a Deus, com base na natureza de suas obras más.
 Quando o livro das obras dos humanos for aberto (Ap 20.12), será determinada a severidade do castigo a que cada um foi sentenciado.
 Todos os sentenciados serão enviados ao “lago de fogo” (Ap 2 0 .1 4 ), onde sofrerão conforme o castigo- lhes foi determinado.
8. Os Anjos.
A Bíblia também ensina que os anjos caídos serão julgados.
Paulo perguntou aos coríntios:
“Não sabeis vós que  havemos de julgar os anjos?” (1 Co 6.3)
Perto do fim da era, os crentes representam a Deus no papel de juízes. Isto poderá acontecer durante a Tribulação, o reino milênial ou a eternidade que se seguirá.
  A Igreja atuará como os juízes que governarem Israel antes de seu primeiro rei a Besta e o Falso Profeta serão lançados vivos no lago de fogo, dando a entender que se trata de um sofrimento consciente.
Tal descrição não é encontrada nas outras ocorrências da expressão, mas João provavelmente queria que seus leitores se lembrassem disso.
Este é um ponto problemá­tico para aqueles que defendem uma visão aniquilacionista do Juízo Final (visão também contrária a Mt 25.46).
O “lago de fogo” é apenas um dentre os muitos termos e expressões bíblicas que falam sobre o inferno e o castigo eterno dos ímpios e dos inimigos de Deus, incluindo Satanás, a Besta e o Falso Profeta.
Conforme lemos em Apocalipse 20.11-15, os ímpios, depois de serem julgados diante do Grande Trono Branco ao fim do Milênio, serão lançados no lago de fogo, onde ficarão para sempre.  Atualmente, não há ninguém no lago de fogo.
A localização de todos os ímpios mortos desde o início da criação é, no AT, “seol” e, no NT, “hades” ou “inferno”.
 Segundo Lucas 16, este lugar é bastante parecido com o lago de fogo, mas não igual.
 Depois do julgamento do Grande Trono Branco, todos os anjos caídos e a humanidade incrédula passarão a eternidade no lago de fogo.
 Os crentes, porém, entrarão no céu e viverão eternamente na presença de Deus.
Aqueles que forem lançados no lago de fogo passarão pela “segunda morte” (Ap 2.11; 21.8), que não é igual à primeira, física e temporal.
  A primeira morte é apenas a interrupção da existência na terra, mas a segunda não traz nenhuma interrupção.
Em vez disso, inclui a consciência do castigo eterno. Aqueles que rejeitam o chamado de Deus, cujos nomes não estão escritos no Livro da Vida, enfrentarão um terrível julgamento e um futuro ainda mais funesto.
“Se o céu é, em muitos graus, mais maravilhoso do que sua descri­ção em Apocalipse 21.1— 22.5, também a condenação eterna é, em muitos mais terrível do que seu retrato aqui |Ap 20.13-151.”
(A figura de um “lago de fogo” pode, em parte, derivar do fogo e enxofre que descem do céu sobre Sodoma e Gomorra (Gn 19.24; Lc 17.29-30).
 Há também uma relação com o termo gehena, que é uma outra palavra para o castigo eterno utilizada por doze vezes no NT.
Originalmente, este era o nome do lugar onde Acaz e Manassés sacrificavam seus filhos ao deus pagão Moloque, na época do AT (2 Rs 16.3; 21.6; 2 Cr 28.3; 33.6).
 O lugar foi amaldiçoado e tornou-se um símbolo do futuro castigo eterno (Is 66.24; Jr 7.30-33; 19.6). Durante o tempo de Jesus, o Geena (Vale de Hinom, na colina sul de Jerusalém) foi um depósito de lixo, onde os dejetos eram continuamente incinerados. Assim, Geena serviu como um símbolo de punição eterna (Mt 3.12; 25.41-46; Mc 9.44-48).
 O AT e o N T continuamente enfatizavam idéias de destruição catastrófica e castigo eterno, de modo que os leitores de João deviam estar bastante familiarizados com tais conceitos.
 A figura do “lago de fogo” é vivida e recorrente na Bíblia .
  Três importantes conceitos surgem do uso que João fez da expressão “lago de fogo”. Primeiro, os iníquos, em algum momento futuro, serão permanentemente separados de Deus e passarão pela “segunda morte” (Ap 20.14; 21.8).
 Em segundo lugar, o fogo indica a santidade abrasadora de Deus, segundo a qual Ele exige castigo para o pecado e a rejeição (Hb 10.30; Ap 14.9- 11). Por fim, trata-se de um fogo inextinguível que retrata o inferno e a separação de Deus como sendo eternos (Mc 9.43-48; Ap 20.10) .

EVENTOS PRECURSORES DO MILÊNIO DE CRISTO

Vinda de Cristo. Quando Começa o Milênio? Quer ter salvação em Cristo? Cuidado O Inferno Existe. Veja aqui Documentários. Perca Seu Medo Da Vida Futura. Jesus Foi e Voltará Buscar a Igreja.

Três grandes eventos, entre outros, hão de preceder o estabelecimento do reino milenial na terra: 
1-  Arrebatamento e  Milênio, o almejado Reino Vindouro .
2 - Arrebatamento da Igreja. 1Tess 4.17
3 - A  restauração de Israel .Zc 10:8-10)
Sobre vinda de Cristo. Quando Começa o Milênio? Quer ter salvação em Cristo? Cuidado O Inferno Existe. Veja aqui Documentários. Perca Seu Medo Da Vida Futura. Jesus Foi e Voltará Buscar a Igreja. Fazemos estudos bíblicos, debatemos assuntos polêmicos da bíblia.
EVENTOS PRECURSORES DO MILÊNIO DE CRISTO
E  o julgamento das nações. Mt 24:30-31
O primeiro desses importantes acontecimentos, ou seja, a glorificação da Igreja que obviamente trará cosigo a salvação dos crentes e, ocorrerá sete anos antes do retorno de Cristo em glória e da tribulação dos últimos dias..
Esses sete anos correspondem à última semana de Daniel, durante a qual se manifestará o anticristo em todo o seu poderio, levando o mundo a profundo caos que culminará na batalha do Armagedom.
Enquanto essas coisas estiverem acontecendo aqui na Terra, AQUELES QUE CRERAM NO EVANGELHO E FORAM BATZADOS, passarão pelo Tribunal de Cristo, estarão livres do inferno e irão receber a sua recompensa e participarão das bodas do Cordeiro, a grande festa do casamento de Jesus com a Igreja triunfante (2 Coríntios 5:10; 1 Pedro 4:17; Apocalipse 19:7-9).
EVENTOS PRECURSORES DO MILÊNIO DE CRISTO
A plena restauração do povo de Israel ocorrerá no auge da sua aflição, quando tudo parecer perdido diante de inimigos humanamente invencíveis. As pressões mundiais contra os judeus, cada vez mais fortes, se encarregarão de unir esse povo, não apenas em torno de suas milenares tradições, mas principalmente, em torno das misericórdias divinas e das promessas de Deus relativas à Terra Santa.
Israel, que desde o arrebatamento da Igreja será o alvo das atenções e bênçãos divinas, compreenderá as razões de seu regresso à Palestina e se converterá como nação ao Senhor.
Essa conversão por que passará o povo judeu terá início entre as nações, “em lugares remotos” (Zacarias 10:8-10), e se consumará na Palestina, quando Jesus sua vinda se der sobre o Monte das Oliveiras com poder e grande glória. 
Como a Pedra cortada sem mãos, que feriu a estátua nos pés e a destruiu totalmente (Daniel 2:34-35,45), assim Jesus “desfará pelo assopro da sua boca” o anticristo e todos os reinos deste mundo, inaugurando então um reino que “será estabelecido para sem pre” (v. 44).
O terceiro grande evento pré-milenial será o julgamento das nações. Jesus assentar-se-á no seu trono de glória, no Vale de Josafá, tendo todas as nações diante dEle Jesus reunidas (Joel 3:12-14; Mateus 24:30-31).
EVENTOS PRECURSORES DO MILÊNIO DE JESUS CRISTO.
É evidente que essas nações ali estarão representadas por seus ministros e exércitos, mas graças aos atuais e futuros progressos das comunicações eletrônicas, via satélite, todos, embora em suas casas e nas mais distantes regiões do globo, se sentirão como diante dEle. As nações serão julgadas coletivamente, pela maneira como trataram o povo de Israel. 
A base desse julgamento está em Génesis 12:3 “E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem”.

O Arrebatamento Pré-Tribulacinal Parece Ser Única Interpretação Viável Para Mateus 25.

E em Mateus 25:31-46, a Parábola das Ovelhas e Bodes nos dá a indicação mais clara do tempo até agora. Começa com:
E em Mateus 25:31-46, a Parábola das Ovelhas e Bodes nos dá a indicação mais clara do tempo até agora. Começa com:
O Arrebatamento Pré-Tribulacinal. 
 Parece Ser Única Interpretação Viável para Mateus 25.
 A igreja não passará pela tribulação dos últimos dias.
 "Quando o Filho do Homem vier em toda a Sua glória, e todos os anjos com Ele..."
 Isso é o julgamento dos sobreviventes da grande tribulação, tribulação, alguns dos quais serão crentes e serão bem-vindos ao Reino Milenar, enquanto os outros serão levados para o castigo eterno (Mateus. 25:46).
 Note que em Apocalipse Diz:
(Vieram da, e não de, com dizem alguns incautos, que acha que será uma tribulação normal).
E um dos anciãos me falou, dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são, e de onde vieram? E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro, Apocalipse 7:13,14.
A Igreja é a Esposa de Cristo, (E veio a mim um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a esposa, a mulher do Cordeiro, Apocalipse 21:9), o grupo mais conceituado na história da humanidade e aquele com quem Jesus está mais próximo, pois Ele deu Sua Vida para resgatá-lo. 
Deixar de nos mencionar nem mesmo uma vez em Sua discussão de assinatura do fim dos tempos só pode ser explicado pelo fato de que, ao longo do Discurso das Oliveiras, o Senhor estava focado em Israel e não na Igreja. 
Portanto, qualquer tentativa de usar essa passagem em referência ao arrebatamento da Igreja requer tirar partes dela do contexto e, em alguns casos, uma reinterpretação do texto também é necessária. O arrebatamento pré-tribo da Igreja continua a ser a única posição que é consistente com uma interpretação literal das Escrituras.
Entendo mais amiúde:
Mateus 25.31 se assentará no trono da sua glória. 
Isso é uma referência ao reinado nado terreno de Cristo que está descrito, em Apocalipse 20.4-6. 
O julgamento descrito aqui nos vs. 32-46, é diferente do julgamento do grande trono de Apocalipse 20.11-15. 
Esse julgamento precede o reino milenar de Cristo O Cordeiro, e ao que parece, estarão sujeitos a ele apenas os que estiverem vivos em sua vinda para julgar as nações. 
Esse acontecimento é às vezes tratado o julgamento das nações, mas as sentenças se aplicam aos indivíduos nas nações, (Ver. v. 46). 
25.32-33 Ovelhas. Isto é, os crentes do período da tribulação, os que não receberam a marca da besta, (10.16; SI 79.13; Ezequiel 34). Eles terão o lugar "à sua direita", só nesse tempo e só para quem não foi arrebatado e estiverem vivo nesse tempo.  
Cabritos: Estes representam os que não creram mesmo durante as pragas do apocalipse. são os descrentes, destinados ao lugar de desonra e rejeição. São perseguidores dos judeus e adeptos da doutrina do anticristo. Que não deram apoio a um Israelita afligido.
15.34Lugar que que vos está preparado: 
Essa terminologia enfatiza que a salvação destes é um gracioso presente de Deus, não algo obtido pelo mérito dos feitos descritos nos vs. 35-36. 
Antes da "fundação do mundo" eles foram escolhidos por Deus e receberam a ordem de serem santos (Efésios 1.4) predestinados a serem conformes à imagem de Cristo (Romanos 8.29). 
Desse modo, as boas ações recomendadas nos vs. 35-36 são o fruto, não a raiz de sua salvação. 
Os feitos não são a base para sua entrada no reino, mas simplesmente manifestações da graça de Deus na vida deles durante a perseguição ajudando os necessitados. 
Eles são o critério objetivo para o julgamento, porque são a evidência da fé salvadora (veja. Tiago 2.14-26'.

A Destruição de Satanás e De Todas As Forças Do Mal

A destruição de Satanás e De Todas As Forças Do Mau. A Bíblia não somente mostra as limitações do poder de Satanás, mas também revela qual será o fim dele.  O Senhor Deus prometeu um juízo pleno e definitivo para o diabo e todos os seus anjos e seguidores.  porque satanás têm seguidores.

A destruição de Satanás e De Todas As Forças Do Mal.
A Bíblia não somente mostra nos as limitações do poder de Satanás, mas também revela qual será o fim dele em um futuro bem próximo. 
O Senhor Deus prometeu um juízo pleno e definitivo para o diabo e todos os seus anjos e seus admiradores seguidores.
 Porque satanás têm também seguidores e adoradores, e o seu fim será no inferno de fogo, porque temos que ter cuidado, o inferno existe.
 Seu fim foi sugerido lá no primeiro livro da Bíblia.
 Gênesis 3.15 e Ezequiel 28.19, diz:
 E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. 
Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; em grande espanto te tornaste, e nunca mais subsistirá.
Será o seu fim mas isso tornou-se mais explícito no Novo Testamento com o advento de Jesus Cristo a terra no ventre de Maria. 
Em sua morte e ressurreição Ele venceu o seu adversário conforme relato bíblico.
No deserto depois do jejun.
E disse-lhe o diabo: Se tu és o Filho de Deus, dize a esta pedra que se transforme em pão.
E Jesus lhe respondeu, dizendo: Está escrito que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus.  E o diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe num momento de tempo todos os reinos do mundo, Lucas 4:3-5.
Sua sentença proclamada.
Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo, João 12:31.
O príncipe desse mundo é ele, pois se apossou desse mundo quando Adão caiu lá no Éden.
Julgamento das nações rebeldes, a sua fatal queda da hierarquia dos anjos de Deus.
 Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; 
E disse-lhes: Eu via Satanás, como raio, cair do céu.  Mt 25.41; Lc 10.18). 
A destruição de Satanás e De Todas As Forças Do Mau.
O livro de Apocalipse, é um relato dirigido a uma igreja perseguida, que sofria sob o tormento de Satanás e seus seguidores, ele dá uma atenção especial à sua derrota final e o seu lançamento dele “no lago de fogo”. 
Alguns acreditam que a vinda de Cristo será antecedida por uma grande atividade por parte de Satanás, entretanto, qualquer que seja a maneira que esses eventos finais da história se revelem, Apocalipse deixa absolutamente claro que sua influência, e poder e controle serão destruídos completamente por Deus na volta de Jesus a terra no final dos tempos, de maneira que no novo céu e na nova terremos mais presentes esses elementos vejamos: 
E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. 
E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. 
E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: 
Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. 
Deus Espiririto habitará com os homens na nova terra, o mal não imperará mais.
E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. Apocalipse 21:1-4.
Até mesmo a morte, que Satanás tem usado para criar medo e pânico em todos os humanos e animais, no mundo, não existirá mais. 
É difícil compreender a glória dessa expulsão final de satanás na volta de Jesus a terra. 
Os crentes oram para que isso aconteça de Deus expulsar o mal, através de Jesus Cristo.
Estamos preparados sabendo que a salvação da alma humana é mérito de Deus pela graça conforme efésios 2.8.
Se alguém não ama ao Senhor Jesus Cristo, seja anátema, Maranata! 
Ele será manifesto a todos que amam a sua vinda.
E clamavam com grande voz, dizendo: 
Até quando, ó verdadeiro e Santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?1 Co 16.22; Ap 6.10.
As almas dos que foram decapitados no intervalo entre o arrebatamento da igreja e a vinda em glória no monte das oliveira para julgar as nações, ler Ezequiel Cap 36 a 38, temos alí os nomes das nações opressoras de Israel.
 Mas será um dia que trará a maior glória a Deus, o Salvador, e trará grande paz e alegria a todos os crentes, pois.
“Deus enxugará de seus olhos toda lágrima. 
Não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, pois já as primeiras coisas são passadas” ( leia também, Ap 21.4; Ap 20.7- 14; 2 Ts 2.3-12; Ap 12.9-12; etc.).
Desde o princípio Deus predisse e decretou a derrota daquele poder que havia causado a queda dos humanos começãndo com Adão (Gên. 3:15), e o castigo da serpente até o pó da terra foi uma profética, se estudarmos mais amiúde a Bíblia vamos descobrir sobre a degradação e derrota final dessa "velha serpente, o diabo e satanás".
 A carreira de Satanás está em decadência sempre. 
No princípio foi expulso do céu, durante a Tribulação ele será lançado da esfera celeste à terra, isto é, não poderá vagar pelas regiões celestes.
 E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; 
Não poderá andar livremente esse poder lhe seroa tirado. 
Ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele Apoc. 12:9).
E durante o Milênio de Cristo, o Reino Milenar, será aprisionado no abismo, e depois de mil anos, será lançado ao lago de fogo no julgamento das nações. Esse julgamento será baseado no tratamento que cada nação deu a Israel no período sombrio da agrande tribulação. Satanás estará sendo aprisionado e dominado.
Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo, Mateus 25:34.
(.E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre. Apocalipse 12:9  Apoc. 20:10). 
No final lá em apocalipse encontramosa sua derrota final.
E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre, Apocalipse 20:10.
Dessa maneira a Palavra de Deus nos assegura a derrota final do mal em todo o planeta.

Jesus, No Sermão No Monte Das Oliveiras, Disse.

Jesus, No Sermão No Monte Das Oliveiras, Disse.

Jesus, No Sermão No Monte Das Oliveiras, Disse.
É fácil compreendermos o baixo número  de habitantes que estarão na terra, quando consideramos que possivelmente meio bilhão de cristãos ou mais serão, arrebatados para o céu na volta de Jesus a terra, antes da Grande tribulação, que significa os juízos apocalípticos, incluindo crianças abaixo da idade de responsabilidade que obviamente serão transladados. 
Depois do Arrebatamento da igreja, mais da metade da população do mundo serão mortas durante 
os julgamentos dos selos e das trombetas .
(E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte; e o inferno o seguia; e foi-lhes dado poder para matar a quarta parte da terra, com espada, e com fome, e com peste, e com as feras da terra. 
Por estes três foi morta a terça parte dos homens, isto é pelo fogo, pela fumaça, e pelo enxofre, que saíam das suas bocas, Apocalipse 6.8; 9.18).
Isso ocorrerá durante a primeira metade dos sete anos da Tribulação, uma espécie de terceira guerra mundial. Muitos mais morrerão durante as outras pragas ou julgamentos, e milhões de cristãos que não estavam aptos a subir com Cristo serão martirizados pelo Anticristo por se recusarem a adorá-lo  ou a receberem a marca da besta em suas testas ou na mão e, em seguida, há também os gentios que serão lançados no castigo eterno.
(E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna, Mateus 25:46). 
Por se recusarem a receber a Cristo durante a Grande Tribulação, eles enfrentarão o inferno.
Depois de tudo isso, poucas pessoas vão permanecer aqui no nosso planeta azul. 
Quantas? 
Impossível sabermos.
Todos aqueles que sobreviverem até o final da Grande Tribulação, e não forem lançados por Cristo no castigo eterno, serão os crentes. 
Jesus, No Sermão No Monte das Oliveiras, disse: 
“Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo”.
 (Mateus 24.13 isso não se refere a igreja de hoje, mas sim os habitantes do planeta nesse tempo).
A palavra “salvo” é traduzida no texto original grego como “resgatado”, que significa que aquelas pessoas que suportarem os terríveis eventos da  Grande Tribulação serão resgatadas, se por  acaso, sobreviverem ao julgamento das nações, descrito por Jesus em Mateus 25.31-46.
Quem são os irmãos a que Cristo se refere?
No julgamento das nações, haverá três grupos diferentes de pessoas. 
Os seguidores não salvos do Anticristo, que ainda estarão vivos no final da Tribulação, chamados de  “bodes” (Mateus 25.32- 33, KJA). 
Os crentes que sobreviverem, chamados de “ovelhas” (versículos 32, 33 de Mateus 25). 
A terceira categoria são os “irmãos” (versículo 40), a quem as ovelhas ajudam. 
Aqueles a quem Jesus chama “meus pequeninos irmãos” ou “meu irmão” são os judeus que vão entrar no Milênio de Cristo como crentes. 
Tenha em mente que somente aos crentes será permitido entrar no Milênio.
Sabemos que os filhos de Israel serão reunidos novamente em sua terra, no “tempo do fim”, o que já tem começado em nossos dias (há seis milhões de judeus em Israel até o momento). Isso está escrito em Ezequiel 20.33-38. 
Ezequiel 36-37 descreve a visão do “vale... cheio de ossos”, em que os ossos vão se unindo até se levantarem como uma nação viva. 
Então, em 37.11 a identidade é citada claramente como sendo “toda a casa de Israel”. 
E nos versículos 15-28, Ezequiel prediz a união de Israel e de Judá como uma nação durante o Milênio. Em Ezequiel 11.19, podemos ver que muitos judeus irão receber o Senhor, quando Ele arrancar deles seus “corações de pedra” e colocar um “novo espírito dentro deles... um coração de carne”. 
Isso é visto também em Ezequiel 18.31. 
Quando isso vai acontecer? 
Logo depois que o Anticristo profanar o Templo em Jerusalém. 
“Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, atenda; então, os que estiverem na Judeia, fujam para os montes,” (Mateus 24:15-16)
Os judeus ficarão tão desiludidos que se voltarão ao seu Messias e fugirão para os desertos de Petra, onde serão preservados de maneira sobrenatural. 
Ali, Deus irá “alimentá-los” pelos últimos três anos e meio da Tribulação. 
Esses e todos os outros judeus sobreviventes, que provavelmente incluirão as 144 mil testemunhas de Apocalipse 7, são os crentes a quem o nosso Senhor chama de “irmãos”
Assim, vemos que somente os crentes entrarão no Milênio — os crentes gentios e os crentes judeus de “toda a casa de Israel”.


COMO SERÁ O ARREBATAMENTO DA IGREJA?


O arrebatamento da Igreja e a revelação de Jesus - a
distinção
A vinda de Jesus, abrangerá duas fases bem distintas na Bíblia:
1)Arrebatamento da Igreja.
Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. 1 Tess 4:16
2) E a sua volta pessoal em glória, para livrar Israel, julgar as nações e estabelecer o seu reino milenar.

E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso. Apc19:15
Alguns estão ensinando agora que a Igreja do Senhor enfrentará aqui a Grande Tribulação, e que, quando Jesus vier, virá num ato único para ela, para Israel e para as nações rebeladas contra Deus. Ensinam ainda que a trombeta de 1 Coríntios 15.52 e 1 Tessalonicenses 4.16, ligada ao arrebatamento da Igreja, é equivalente à sétima trombeta de Apocalipse 11.15-19, que dá início aos últimos juízos da Grande Tribulação.
As diferenças e os contrastes das duas fases da vinda de Jesus são tantos na Escritura, que se houvesse uma só fase, tudo seria uma grande contradição. Vejamos, a seguir, as evidências de que Jesus arrebatará para si a Igreja, antes da sua revelação em glória às nações. Citaremos quase sempre duas referências bíblicas para contrastá-las, a primeira sobre o arrebatamento, e a segunda sobre a revelação de Jesus.
1. João 14.3 e Colossenses 3.4: "E quando eu for, e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também". "Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então vós também sereis manifestados com ele, em glória."
Em João 14.3 Jesus promete vir buscar o seu povo que está aqui na terra. Então, aqui Ele vem PARA os seus. Em Colossenses 3.4 a Palavra nos afirma que quando Ele vier, nós viremos com Ele. Então, aqui Ele vem COM os seus. Para Jesus vir COM os seus, Ele primeiro os levará para si. (Quanto a Colossenses 3.4 - Jesus vindo COM os seus - ler também Zacarias 14.4,5 e Judas v. 14.)
2.1 Tessalonicenses 4.17 e Zacarias 14.4: "Depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor". "Naquele dia, estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para oriente; o monte das Oliveiras será fendido pelo meio..."
Em 1 Tessalonicenses 4.17, Jesus vem até as nuvens, para levar os seus; dos ares Ele os levará. Em Zacarias 14.4
0 Senhor vem e pisará a terra, a saber, o monte das Oliveiras e de modo ostensivo. E trata-se aí da vinda do Senhor (Zc 14.5b).Logo trata-se aí de dois casos diferentes.
3.1 Coríntios 15.52 e Mateus 24.30: "Num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados". "Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu com poder e muita glória."
Em 1 Coríntios 15.52, Jesus vem num momento, e levará os seus para o Céu. Isso, num abrir e fechar de olhos. Em Mateus 24.30, Jesus, ao voltar, será visto por todos os povos da terra. Essa fase da sua vinda será precedida do "sinal" do Filho do homem, como está bem claro nesta segunda referência. Será, portanto, algo lento e diferente do primeiro caso.
Hebreus 9.28 e Mateus 25.31-46. Em Hebreus 9.28 lemos que Jesus virá sem pecado, isto é, não para tratar do problema do pecado. Ele virá para os que o aguardam para a salvação. Em Mateus 25.31-46, vemos Jesus vindo para julgar e castigar os pecados daqueles que tiveram prazer somente em pecar. Logo, estas duas referências tratam de dois casos diferentes.
Apocalipse 19.7,8 e Apocalipse 19.11-14. Na primeira referência temos a Igreja reunida a Cristo nas bodas do Cordeiro, antes da sua volta pessoal para julgar as nações, na segunda referência.
6.1 Coríntios 15.51. "Eis que vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos." A fase da vinda de Jesus aqui abordada é um "mistério". 0 arrebatamento da Igreja não foi revelado aos escritores do Antigo Testamento. Os escritores do Novo Testamento tiveram a revelação do evento, mas não dos seus detalhes. Já a volta de Cristo a Terra é um evento detalhadamente descrito em grande parte do Antigo Testamento. É o chamado "Dia do Senhor Jeová", tão mencionado nos Profetas. O dia em que Ele virá a terra para julgar as nações.
7.Tito 2.13.Aqui temos num só versículo as duas fases da segunda vinda de Jesus. Paulo primeiramente fala dos salvos como "aguardando a bendita esperança", mas a seguir fala também da "manifestação dá glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus". A "bendita esperança" é sem dúvida alguma uma alusão ao arrebatamento da Igreja; a "manifestação da glória" é uma alusão à manifestação pessoal de Cristo.
Torna-se pois bem claro, à vista da Palavra de Deus, que há dois aspectos distintos4a segunda vinda de Jesus.
Vejamos agora o ensino figurado da Bíblia sobre o mesmo assunto.
Enoque trasladado antes do dilúvio destruidor (Gn 5.24 e Hb 11.5) é uma figura da Igreja arrebatada antes do juízo sobre o mundo, na volta de Jesus em glória.
Elias arrebatado antes da conquista de Israel por seus inimigos (2 Rs 2.11) é uma figura dos santos que serão trasladados no arrebatamento. Não provarão a morte.
Lóposto a salvo antes de Deus subverter as cidades ímpias de Sodoma e Gomorra. Jesus disse que assim será quando Ele vier (Lc 17.29,30).
José teve para si uma esposa gentílica antes da catástrofe da fome sobre o Egito e as demais nações (Gn cap. 41).
Josérevelou-se a seus irmãos quando estava a sós com eles (Gn 45.1). Só mais tarde é que os estranhos tomaram conhecimento dessa sua revelação a seus irmãos (Gn 45.16).
A "Estrela da Manhã" de Apocalipse 22.16, e o "Sol da Justiça" de Malaquias 4.2.A estrela da manhã, como sabemos, sempre precede o sol. Jesus, como a Estrela da Manhã, está vindo para a Igreja. Mas, como o Sol da Justiça, sua vinda é para Israel e as demais nações.
Jesus, na sua primeira vinda, quando nasceu em Belém,revelou-se primeiramente aos que o esperavam, como Simeão e Ana. Mais tarde é que se revelou publicamente na sinagoga de Nazaré (Lc 4.10,21).
8.Efésios 1.13,14 - O Espírito Santo como selo e como penhor. "Em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa, o qual é o penhor da nossa herança até o resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória."
O Espírito Santo como selo é a prova de que Deus nos comprou, e que somos sua possessão. Ele habitando em nós é um investimento divino e também um penhor, significando que em breve Ele virá para levar toda sua "compra". É evidente que nessa ocasião Ele virá para levar somente o que é seu.
O julgamento e a recompensa dos salvos
O crente foi julgado como pecador, em Cristo. Isto teve lugar no passado, no drama do Calvário. O crente foi julgado como filho durante sua vida. Agora o crente será julgado como servo, isto é, quanto ao seu serviço prestado a Deus. Este fato terá lugar nos céus, no lugar chamado Tribunal de Cristo.
O leitor deverá examinar aqui, as seguintes referências bíblicas: Lucas 14.14; Romanos 14.12; 1 Coríntios 3.13-15; 4.5; 2 Coríntios 5.10; 2 Timóteo 4.8; 1 Pedro 5.4; 1 João 4.17; Apocalipse 22,12. O espaço de que dispomos é reduzido para transcrever todas as referências bíblicas.
O julgamento da Igreja terá lugar entre o seu arrebatamento e a revelação de Jesus em glória, com os seus santos. Ele é o cumprimento da Parábola dos Talentos (Mt 25.14-19), e está baseado em três aspectos da vida do cristão.
1.Será um julgamento do trabalho do cristão feito para Deus. (Ler1 Coríntios 3.8,14,15; 2 Coríntios 9.6.) Não se trata de julgamento dos pecados do crente. Não. Nossos pecados já foram julgados em Cristo, pela misericórdia e graça de Deus. (Ler João 5.24; Romanos 8.1,33; 2 Coríntios 5.21; Gálatas 3.13.) Também não é julgamento quanto ao nosso destino eterno. Não. Nossa salvação não depende aquilo que fazemos para Deus, mas, da obra redentora 24 que Jesus consumou uma vez para sempre por nós (Hb 7.27).

O julgamento das nossas obras perante o Tribunal de Cristo mostrará como administramos aqui nossos bens, dons, dádivas, nossa vida, energias, dotes, talentos, enfim, tudo o que de Deus recebemos.
Como remidos por seu sangue, fomos por Ele comprados, e desde então não somos mais nossos. Não temos mais direito de fazer o que quisermos com a nossa vida e tudo o que temos. Não somos mais donos de nada e sim administradores de Deus - bons ou maus.
Esse dia da prestação de contas está chegando e, apesar de perspectiva tão solene e séria, há inúmeras pessoas na igreja que deixam de cuidar de sua vida para cuidar somente da vida dos outros...
Conforme Jesus deixou claro em Mateus 20.1-16, será um julgamento mais da qualidade do trabalho feito, do que da quantidade. Ali encontraremos pessoas que trabalharam o dia todo e receberam o mesmo salário de quem trabalhou apenas uma hora.
Será um julgamento da conduta do cristão. Cada crente será julgado nesse particular. Trata-se do procedimento de cada crente por meio do corpo. Bom ou mau procedimento. "Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito, por meio do corpo" (2 Co 5.10). Portanto, temperança em tudo é coisa de grande valor e importância na vida de qualquer cristão.
Será um julgamento do tratamento dispensado aos irmãos na fé. "Tu, porém, por que julgas a teu irmão? e tu, por que desprezas o teu? pois todos compareceremos perante o tribunal de Deus" (Rm 14.10). "Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o juiz está às portas" (Tg 5.9). Cuidado, pois, quanto à maneira de tratarmos uns aos outros, especialmente os mais fracos. É interessante ler aqui Mateus 18.23-35.
O resultado desse julgamento será recompensa ou perda de recompensa, de acordo com aquilo que se faz e a qualidade do que se faz. Se somos verdadeiros no íntimo, não há nada que temer nesse julgamento, pois retoJuiz (Sl 51.6). Não haverá injustiças. Jesus, sendo divino, é onisciente e justo, e, sendo homem, conhece perfeitamente a natureza humana.
Sim, Jesus tem um galardão para entregar aos fiéis. Ele não mandará um representante seu fazer isso, pois está escrito: "Meu galardão está comigo para dar a cada um segundo as suas obras" (Ap 22.12).
Todo crente receberá de Deus uma referência elogiosa: "E então cada um receberá o seu louvor da parte de Deus" (1 Co 4.5). Haverá um galardão para aqueles que suportam a provação: "Bem-aventurado o homem que suporta com perseverança a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam" (Tg 1.12). Também haverá recompensa para aqueles que sofreram com paciência por causa do Senhor. (Ler Mateus 5.11,12.) Todo ato de bondade despretensioso, movido por amor, terá galardão: "E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos. Por isso, enquanto tivermos oportunidade! façamos bem a todos, mas principalmente aos da família da fé" (Gl 6.9,10). Até um copo de água fria, dado desta maneira, não ficará sem galardão. (Ler Mateus 10.42.)
Que ouçam isso os ingratos, os interesseiros, os oportunistas, os de coração duro, os "mãos fechadas"; os que só pensam em si, que não ajudam ninguém, não cooperam, não se preocupam com os necessitados, não fazem nada para ninguém a não ser por interesse ou esperando receber alguma coisa. Os tais, por isso, são infelizes no seu espírito, se não forem em tudo.
A oportunidade bem aproveitada para fazer o bem é uma fonte de galardão. Por outro lado, a preguiça resultará na perda do galardão. (Ler Mateus 24.45,46 e Lucas 19.26.) Aqueles que servem no ministério têm uma grande oportunidade de obter galardões, isto é, se forem fiéis, zelosos, imparciais, justos, e abnegados no trabalho que lhes for confiado. Desse tipo de obreiro, muito lhe será exigido. (Ler Tiago 3.1 e 1 Pedro 5.3,4.)
Os motivos dos nossos atos realizados serão examinados.  Se esses motivos foram injustos, egoístas,ilícitos, inarmônicos quanto ao plano de Deus, os trabalhos realizados decorrentes deles serão nulos para efeito de galardão. Outra vez citamos 2 Coríntios 5.10 (literalmente): "Para que cada um receba o bem ou o mal que tenha feito por meio do corpo".

MANEJAR BEM A PALAVRA PARA NÃO VIOLENTAR A INTERPRETAÇÃO BÍBLICA

Interpretando profecias

É dever de todo obreiro do Senhor, bem como de todo aquele que tem qualquer responsabilidade na sua obra. manejar bem a Palavra da Verdade. Tanto é réu o corruptor da sã doutrina, como o omisso nela.
c.Conhecimento bíblico desordenado.
Há crentes, em nossas igrejas, portadores de um admirável saber bíblico, mas infelizmente por falta de um estudo sistemático desses assuntos, o conhecimento deles é avulso, solto, sem sequência, desordenado. Tipo catálogo de telefone, onde uma informação não tem nada com a outra. Dá pena, mas é verdade! É conhecimento bíblico, sim, mas assimétrico. Esse conhecimento eles adquiriram pela leitura da Bíblia, lendo outros livros, ouvindo aqui, conversando ali, mas sem organização, sem método, sem ordem. Isso, muitas vezes por falta de cultura secular.
Conhecimento especulativo. Este conhecimento é apenas especulação do intelecto humano. (Ler 1Coríntios 2.14.) Especular é querer saber apenas por saber, mas sem qualquer intenção de glorificar a Deus, de consagrar a vida a Ele, e muito menos de obedecer à sua vontade.
Há muita diferença entre "amar a sua vinda" (2 Tm4.8), e especular sobre a sua vinda. Qual o caso do leitor?
Ação deletéria e vergonhosa de falsos ensinadores. Esta é outra causa de dúvidas, controvérsia e confusão em Escatologia Bíblica. E o pior é que os falsos ensinadores, torcedores da verdade, têm livre trânsito em muitas igrejas.
Não há disciplina para eles. São praticamente intocáveis, especialmente se são pessoas importantes. Outro crente pode ser disciplinado, mas o falso ensinador não. Eis o perigo!
2. O posicionamento da Escatologia no campo doutrinário.
Para isso, é preciso que se dê pelo menos a classificação sumária das doutrinas da Bíblia.
 Há três classes gerais de doutrinas bíblicas, a saber:
As doutrinas da salvação. Estas são as mais fáceis de entender.
As doutrinas da fé cristã. Não são tão fáceis de entender como as anteriores.
c.As doutrinas das coisas futuras. São as mais difíceis de entender. A Escatologia Bíblica situa-se aqui.
Seja qual for a classe de doutrinas, ela requer sequioso e diligente estudo da revelação divina, em atitude de oração, santo temor, receptividade, tudo isso aliado a um profundo amor à Palavra. (Ler Deuteronômio 6.6; Salmo 119.167.)
3. As doutrinas escatológicas.Há pelo menos oito grandes doutrinas escatológicas, a seguir discriminadas.
A doutrina da morte e do estado intermediário.
 Esta doutrina estuda:
a) a morte como um agente;
b) a morte como um ato;
c) a morte como um estado.
A doutrina dos juízos
O juízo dos pecados da humanidade (Jo 12.31).
 Nesse juízo o homem é julgado como pecador.
O resultado desse juízo foi morte para Cristo, como nosso substituto, e justificação para o pecador que nele crê. Em Cristo nossos pecados foram julgados. (Ler 2 Coríntios 5.21.)
O juízo do crente pelo crente (1 Co 11.31,32).
 Nesse juízo o homem é julgado como filho de Deus.
 O resultado desse autojulgamento do crente é sua isenção de castigo da parte do Senhor.
O juízo das obras do crente (2 Co 5.10).
 Nesse juízo o homem é julgado como servo de Deus: os pecados do crente foram julgados na cruz. Neste juízo são julgadas as suas obras feitas para Deus. Resultado: recompensa do crente, ou perda de recompensa.
O juízo de Israel durante a Grande Tribulação(Dn 12.1). Israel rejeitou Deus o Pai (1 Sm 8.7); rejeitou Deus o Filho (Lc 23.18); e rejeitou Deus o Espírito Santo (At 7.51).
 Israel será julgado mediante a Grande Tribulação. Resultado desse juízo: o remanescente de Israel se voltará para Deus, aceitando Jesus como seu Messias, por ocasião da sua vinda (Rm 9.27).
O juízo das nações viventes(Mt 25.31-46).
O resultado deste juízo é que algumas nações serão poupadas e outras aniquiladas.
O juízo do Diabo e seus anjos (1 Co 6.3; 2 Pe 2.4; Ap 20.10). O resultado deste juízo é o estado eterno no Inferno para eles.
7) O juízo dos ímpios falecidos (Ap 20.11-15).
É também chamado Juízo Final, e Juízo do Grande Trono Branco.
O resultado é a ida dos ímpios para o Lago de Fogo e Enxofre, para sempre e eternamente.
A doutrina das ressurreições. Há duas ressurreições, a dos justos e a dos injustos, havendo um intervalo de mil anos entre elas (Dn 12.2; Jo 5.28,29; Ap 20.5).
A doutrina da vinda de Jesus. Pela sua natureza, esta é a principal, doutrina escatológica. Ela abrange o arrebatamento da Igreja, o juízo da Igreja, as bodas do Cordeiro, a ceia das bodas do Cordeiro, a Grande Tribulação, a volta de Jesus em glória e o julgamento das nações.
A doutrina do Milênio.
O Milênio é o esplendoroso reinado de Cristo, implantado na terra, com justiça e paz, por mil anos.
A doutrina da revolta de Satanás.Isso ocorrerá após o Milênio.
É uma doutrina, sim, pois contém muitos ensinos abonados por referências através das Escrituras.
A doutrina do eterno e perfeito estado. Apocalipse capítulos 21 e 22 descreve as glórias desse perfeito estado eterno.
A doutrina das dispensações e alianças da Bíblia. No ciclo da história humana, a Bíblia trata de sete dispensações e oito alianças entre Deus e os homens.
Na doutrina das dispensações e alianças é justo incluir o estudo das eras bíblicas, dos tempos bíblicos, e dos dias bíblicos.
Sendo o Movimento Pentecostal um movimento do Espírito, é de se esperar que o conhecimento escatológico seja aprofundado; que nele haja uma maior compreensão, uma maior visão introspectiva da escatologia, pois "Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as cousas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus" (1 Co 2.10). DoConsolador que desceria sobre a Igreja, Jesus falou: "... mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas que hão de vir" (Jo 16.13).
Lembremo-nos de que a Daniel foi dito que selasse as revelações escatológicas, porque o tempo do seu cumprimento estava ainda mui distante (Dn 8.26; 12.3,9), mas para nós da época da Igreja, a mensagem quanto a essas revelações é a de Apocalipse 22.10: "Não seies as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo".

Qual a Diferença Entre o Arrebatamento da Igreja e a Revelação de Jesus ?

Jesus vindo em glória

A vinda de Jesus, como já vimos, abrange duas fases bem distintas na Bíblia: o arrebatamento da Igreja, e a sua volta pessoal em glória, para livrar Israel, julgar as nações e estabelecer o seu reino milenar.
Alguns estão ensinando agora que a Igreja do Senhor enfrentará aqui a Grande Tribulação, e que, quando Jesus vier, virá num ato único para ela, para Israel e para as nações rebeladas contra Deus. Ensinam ainda que a trombeta de 1 Coríntios 15.52 e 1 Tessalonicenses 4.16, ligada ao arrebatamento da Igreja, é equivalente à sétima trombeta de Apocalipse 11.15-19, que dá início aos últimos juízos da Grande Tribulação.
As diferenças e os contrastes das duas fases da vinda de Jesus são tantos na Escritura, que se houvesse uma só fase, tudo seria uma grande contradição. Vejamos, a seguir, as evidências de que Jesus arrebatará para si a Igreja, antes da sua revelação em glória às nações. Citaremos quase sempre duas referências bíblicas para contrastá-las, a primeira sobre o arrebatamento, e a segunda sobre a revelação de Jesus.
1. João 14.3 e Colossenses 3.4: "E quando eu for, e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também". "Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então vós também sereis manifestados com ele, em glória."
Em João 14.3 Jesus promete vir buscar o seu povo que está aqui na terra. Então, aqui Ele vem PARA os seus. Em Colossenses 3.4 a Palavra nos afirma que quando Ele vier, nós viremos com Ele. Então, aqui Ele vem COM os seus. Para Jesus vir COM os seus, Ele primeiro os levará para si. (Quanto a Colossenses 3.4 - Jesus vindo COM os seus - ler também Zacarias 14.4,5 e Judas v. 14.)
2.1 Tessalonicenses 4.17 e Zacarias 14.4: "Depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor". "Naquele dia, estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para ooriente; o monte das Oliveiras será fendido pelo meio..."
Em 1 Tessalonicenses 4.17, Jesus vem até as nuvens, para levar os seus; dos ares Ele os levará. Em Zacarias 14.4 
O Senhor virá e pisará a terra, a saber, no monte das Oliveiras e de modo ostensivo.
Trata-se aí da vinda do Senhor em glória,não para arrebatamento(Zc 14.5).
Logo trata-se aí de dois casos diferentes.
3.1 Coríntios 15.52 e Mateus 24.30:
"Num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados".
"Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu com poder e muita glória."
( são dois eventos distintos).
Em 1 Coríntios 15.52, Jesus vem num momento, e levará os seus remidos para o Céu,isto é os que foram justificados pela fé e receberam o perdão dos pecados.
 Isso, num abrir e fechar de olhos.
Em Mateus 24.30, Jesus, ao voltar, será visto por todos os povos da terra.
 Essa fase da sua vinda será precedida do "sinal" do Filho do homem, como está bem claro nesta segunda referência. Será, portanto, algo lento e diferente do primeiro caso.
Hebreus 9.28 e Mateus 25.31-46.
 Em Hebreus 9.28 lemos que Jesus virá sem pecado, isto é, não para tratar do problema do pecado. Ele virá para os que o aguardam para a salvação.
 Em Mateus 25.31-46, vemos Jesus vindo para julgar e castigar os pecados daqueles que tiveram prazer somente em pecar ,e não deram a minima para  os pregadores do evangelho e zombaram deles.
 Logo, estas duas referências tratam de dois casos diferentes.
Apocalipse 19.7,8 e Apocalipse 19.11-14. Na primeira referência temos a Igreja reunida a Cristo nas bodas do Cordeiro, antes da sua volta pessoal para julgar as nações, na segunda referência.
6.1 Coríntios 15.51. "Eis que vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos." A fase da vinda de Jesus aqui abordada é um "mistério". 0 arrebatamento da Igreja não foi revelado aos escritores do Antigo Testamento. Os escritores do Novo Testamento tiveram a revelação do evento, mas não dos seus detalhes. Já a volta de Cristo a Terra é um evento detalhadamente descrito em grande parte do Antigo Testamento. É o chamado "Dia do Senhor Jeová", tão mencionado nos Profetas. O dia em que Ele virá a terra para julgar as nações.
7.Tito 2.13.Aqui temos num só versículo as duas fases da segunda vinda de Jesus. Paulo primeiramente fala dos salvos como "aguardando a bendita esperança", mas a seguir fala também da "manifestação dá glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus". A "bendita esperança" é sem dúvida alguma uma alusão ao arrebatamento da Igreja; a "manifestação da glória" é uma alusão à manifestação pessoal de Cristo.
Torna-se pois bem claro, à vista da Palavra de Deus, que há dois aspectos distintos4a segunda vinda de Jesus.
Vejamos agora o ensino figurado da Bíblia sobre o mesmo assunto.
Enoque trasladado antes do dilúvio destruidor (Gn 5.24 e Hb 11.5) é uma figura da Igreja arrebatada antes do juízo sobre o mundo, na volta de Jesus em glória.
Elias arrebatado antes da conquista de Israel por seus inimigos (2 Rs 2.11) é uma figura dos santos que serão trasladados no arrebatamento. Não provarão a morte.
Lóposto a salvo antes de Deus subverter as cidades ímpias de Sodoma e Gomorra. Jesus disse que assim será quando Ele vier (Lc 17.29,30).
José teve para si uma esposa gentílica antes da catástrofe da fome sobre o Egito e as demais nações (Gn cap. 41).
Josérevelou-se a seus irmãos quando estava a sós com eles (Gn 45.1). Só mais tarde é que os estranhos tomaram conhecimento dessa sua revelação a seus irmãos (Gn 45.16).
A "Estrela da Manhã" de Apocalipse 22.16, e o "Sol da Justiça" de Malaquias 4.2.A estrela da manhã, como sabemos, sempre precede o sol. Jesus, como a Estrela da Manhã, está vindo para a Igreja. Mas, como o Sol da Justiça, sua vinda é para Israel e as demais nações.
Jesus, na sua primeira vinda, quando nasceu em Belém,revelou-seprimeiramente aosque o esperavam, como Simeão e Ana. Mais tarde é que se revelou publicamente na sinagoga de Nazaré (Lc 4.10,21).
8.Efésios 1.13,14 - O Espírito Santo como selo e como penhor. "Em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa, o qual é o penhor da nossa herança até o resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória."
O Espírito Santo como selo é a prova de que Deus nos comprou, e que somos sua possessão. Ele habitando em nós é um investimento divino e também um penhor, significando que em breve Ele virá para levar toda sua "compra". É evidente que nessa ocasião Ele virá para levar somente o que é seu.
O julgamento e a recompensa dos salvos
O crente foi julgado como pecador, em Cristo. Isto teve lugar no passado, no drama do Calvário. O crente foi julgado como filho durante sua vida. Agora o crente será julgado como servo, isto é, quanto ao seu serviço prestado a Deus. Este fato terá lugar nos céus, no lugar chamado Tribunal de Cristo.
O leitor deverá examinar aqui, as seguintes referências bíblicas: Lucas 14.14; Romanos 14.12; 1 Coríntios 3.13-15; 4.5; 2 Coríntios 5.10; 2 Timóteo 4.8; 1 Pedro 5.4; 1 João 4.17; Apocalipse 22,12. O espaço de que dispomos é reduzido para transcrever todas as referências bíblicas.
O julgamento da Igreja terá lugar entre o seu arrebatamento e a revelação de Jesus em glória, com os seus santos. Ele é o cumprimento da Parábola dos Talentos (Mt 25.14-19), e está baseado em três aspectos da vida do cristão.
1.Será um julgamento do trabalho do cristão feito para Deus. (Ler1 Coríntios 3.8,14,15; 2 Coríntios 9.6.) Não se trata de julgamento dos pecados do crente. Não. Nossos pecados já foram julgados em Cristo, pela misericórdia e graça de Deus. (Ler João 5.24; Romanos 8.1,33; 2 Coríntios 5.21; Gálatas 3.13.) Também não é julgamento quanto ao nosso destino eterno. Não. Nossa salvação não depende aquilo que fazemos para Deus, mas, da obra redentora 24 que Jesus consumou uma vez para sempre por nós (Hb 7.27).

O julgamento das nossas obras perante o Tribunal de Cristo mostrará como administramos aqui nossos bens, dons, dádivas, nossa vida, energias, dotes, talentos, enfim, tudo o que de Deus recebemos. Como remidos por seu sangue, fomos por Ele comprados, e desde então não somos mais nossos. Não temos mais direito de fazer o que quisermos com a nossa vida e tudo o que temos. Não somos mais donos de nada e sim administradores de Deus - bons ou maus. Esse dia da prestação de contas está chegando e, apesar de perspectiva tão solene e séria, há inúmeras pessoas na igreja que deixam de cuidar de sua vida para cuidar somente da vida dos outros...
Conforme Jesus deixou claro em Mateus 20.1-16, será um julgamento mais da qualidade do trabalho feito, do que da quantidade. Ali encontraremos pessoas que trabalharam o dia todo e receberam o mesmo salário de quem trabalhou apenas uma hora.
Será um julgamento da conduta do cristão. Cada crente será julgado nesse particular. Trata-se do procedimento de cada crente por meio do corpo. Bom ou mau procedimento. "Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito, por meio do corpo" (2 Co 5.10). Portanto, temperança em tudo é coisa de grande valor e importância na vida de qualquer cristão.
Será um julgamento do tratamento dispensado aos irmãos na fé. "Tu, porém, por que julgas a teu irmão? e tu, por que desprezas o teu? pois todos compareceremos perante o tribunal de Deus" (Rm 14.10). "Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o juiz está às portas" (Tg 5.9). Cuidado, pois, quanto à maneira de tratarmos uns aos outros, especialmente os mais fracos. É interessante ler aqui Mateus 18.23-35.
O resultado desse julgamento será recompensa ou perda de recompensa, de acordo com aquilo que se faz e a qualidade do que se faz. Se somos verdadeiros no íntimo, não há nada que temer nesse julgamento, pois retoJuiz (Sl 51.6). Não haverá injustiças. Jesus, sendo divino, é onisciente e justo, e, sendo homem, conhece perfeitamente a natureza humana.
Sim, Jesus tem um galardão para entregar aos fiéis. Ele não mandará um representante seu fazer isso, pois está escrito: "Meu galardão está comigo para dar a cada um segundo as suas obras" (Ap 22.12).
Todo crente receberá de Deus uma referência elogiosa: "E então cada um receberá o seu louvor da parte de Deus" (1 Co 4.5). Haverá um galardão para aqueles que suportam a provação: "Bem-aventurado o homem que suporta com perseverança a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam" (Tg 1.12). Também haverá recompensa para aqueles que sofreram com paciência por causa do Senhor. (Ler Mateus 5.11,12.) Todo ato de bondade despretensioso, movido por amor, terá galardão: "E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos. Por isso, enquanto tivermos oportunidade! façamos bem a todos, mas principalmente aos da família da fé" (Gl 6.9,10). Até um copo de água fria, dado desta maneira, não ficará sem galardão. (Ler Mateus 10.42.)
Que ouçam isso os ingratos, os interesseiros, os oportunistas, os de coração duro, os "mãos fechadas"; os que só pensam em si, que não ajudam ninguém, não cooperam, não se preocupam com os necessitados, não fazem nada para ninguém a não ser por interesse ou esperando receber alguma coisa. Os tais, por isso, são infelizes no seu espírito, se não forem em tudo.
A oportunidade bem aproveitada para fazer o bem é uma fonte de galardão. Por outro lado, a preguiça resultará na perda do galardão. (Ler Mateus 24.45,46 e Lucas 19.26.) Aqueles que servem no ministério têm uma grande oportunidade de obter galardões, isto é, se forem fiéis, zelosos, imparciais, justos, e abnegados no trabalho que lhes for confiado. Desse tipo de obreiro, muito lhe será exigido. (Ler Tiago 3.1 e 1 Pedro 5.3,4.)
Os motivos dos nossos atos realizados serão examinados.  Se esses motivos foram injustos, egoístas,ilícitos, inarmônicos quanto ao plano de Deus, os trabalhos realizados decorrentes deles serão nulos para efeito de galardão. Outra vez citamos 2 Coríntios 5.10 (literalmente): "Para que cada um receba o bem ou o mal que tenha feito por meio do corpo".